Nao sei o que fazer tenho dois Amores
oi, sou eu de novo.
São 02:42 e ainda estou acordada
não tenho sono, não quero dormir,
a unica coisa que eu quero é chorar,gritar em silencio,desabafar,morrer...
No meio dessa escuridão eu fico pensando no meu passado
e em como ele era escuro
Não sei oque estou fazendo aqui
eu fui um erro
não deveria ter existido
A sociedade me odeia
E eu também.
Tenho sede mais do que a fome, tenho para com o amor mais do que o apego, sou cego para o que não merece visão, descarto a dor pois desvenero o rancor, prefiro as duvidas que se tiram as certezas e tenho a esperança, de que um dia não haja vingança.
Maggie e Trudie
Devo dizer, antes de tudo, que não tenho uma relação estável com cachorro algum. Não posso me responsabilizar por dar comida a um cão, oferecer-lhe um lugar para dormir, cuidar dele, encontrar um canil para deixá-lo quando for viajar, catar suas pulgas ou providenciar que algum de seus órgãos internos seja extirpado quando a presença dele começar a me incomodar. Não sou, em suma, dono de um cachorro.
Por outro lado, tenho uma espécie de relação furtiva e ilícita com uma cadela, ou melhor, com duas cadelas. E, consequentemente, acho que sei um pouco como é ser amante de alguém.
Elas não são minhas vizinhas de porta. Não vivem sequer na mesma… bem, eu ia dizer rua para provocar um pouco você, mas vamos deixar de enrolação. Elas vivem em Santa Fé, no Novo México, que é um excelente lugar para um cachorro, ou para qualquer pessoa, viver. Se você nunca visitou ou passou algum tempo lá, deixe-me dizer o seguinte: você é um completo idiota. Eu próprio era um completo idiota até cerca de um ano atrás, quando uma combinação de circunstâncias que não quero explicar agora me levou a ficar hospedado na casa de um amigo nos confins do deserto ao norte de Santa Fé para escrever um roteiro. Para você ter uma ideia do tipo de lugar sobre o qual estou falando, eu poderia citar à exaustão o deserto, a altitude, a luminosidade e as joias de prata e turquesa, mas o melhor que posso fazer é simplesmente mencionar uma placa de trânsito na autoestrada de Albuquerque. Ela diz, em letras garrafais, VENTOS FORTES e, em letras menores, PODEM OCORRER.
Nunca conheci meus vizinhos. Eles viviam a cerca de um quilômetro, no topo da duna seguinte, mas assim que comecei a sair para minha corrida/jogging/leve caminhada matinal conheci suas cadelas, que ficaram tão instantânea e delirantemente felizes em me ver que me perguntei se já não teríamos nos conhecido em vidas passadas. (Shirley MacLaine também morava lá perto e elas talvez tivessem assimilado essas ideias esquisitas só por conta da proximidade.)
Elas se chamavam Maggie e Trudie. Trudie tinha uma aparência estúpida, era um poodle francês grande e preto que se movia como se tivesse sido desenhado por Walt Disney: saltitando de uma maneira que era enfatizada por suas orelhas enormes e caídas e seu rabo curto que parecia uma planta ornamental. Sua pelagem consistia em uma manta de cachos pretos compactos, que aumentavam ainda mais o efeito Disney por darem a impressão de que ela era totalmente desprovida de qualquer tipo de perversidade. Sua maneira de mostrar, todas as manhãs, que estava delirantemente feliz em me ver era fazer algo que sempre achei que se chamasse “firula”, quando na verdade se chama “festinha”. (Somente há pouco descobri o meu engano, e terei que repassar em minha mente cenas inteiras da minha vida para ver que confusões posso ter causado ou que gafes posso ter cometido.) “Fazer festinha” significa pular para cima com as quatro patas ao mesmo tempo. Um conselho: não morra antes de ver um grande poodle preto fazendo isso na neve.
Maggie, por sua vez, tinha outra maneira de transmitir, todas as manhãs, que estava delirantemente feliz em me ver: ela mordia o pescoço de Trudie. Essa também era sua maneira de transmitir que estava delirantemente feliz com a perspectiva de sair para passear e de mostrar que estava adorando o passeio. Era sua maneira de transmitir que queria entrar em casa e que queria sair de casa. Morder o pescoço de forma contínua e brincalhona era, em suma, o que Trudie fazia da vida.
Maggie era uma cadela bonita. Não era um poodle, mas sim de uma raça que estava sempre na ponta da minha língua. Não sou muito bom com raças de cães, mas Maggie era uma daquelas mais clássicas e óbvias: de pelo liso, preto e castanho, mais para cão de caça, tipo um beagle grande. Como se chama mesmo? Labrador? Spaniel? Elkhound? Samoieda? Decidi perguntar ao meu amigo Michael, produtor de cinema, assim que achei que já o conhecia bem o suficiente para admitir que não conseguia descobrir qual era a raça de Maggie, por mais óbvia que fosse.
– Maggie – disse ele, com seu sotaque texano arrastado e sério – é uma vira-lata.
Então, todas as manhãs nós três saíamos juntos: eu, o escritor inglês grandalhão; Trudie, a poodle; e Maggie, a vira-lata. Eu saía para minha corrida/jogging/leve caminhada pela ampla trilha de terra batida que atravessava as dunas vermelhas e secas; Trudy saltitava alegremente pelo caminho, pra lá e pra cá, batendo as orelhas; e Maggie a seguia de perto, mordendo o pescoço dela. Era incrível como Trudie levava isso na esportiva e com toda a resignação, mas de vez em quando, sem o menor aviso, ficava monumentalmente farta. Nessas horas, executava uma repentina pirueta no ar e aterrissava com as quatro patas no chão, encarando Maggie com um olhar fulminante. Maggie então se sentava na mesma hora e começava a mordiscar a própria pata traseira direita, como se já estivesse de saco cheio de Trudie.
Então começavam tudo de novo e saíam correndo, rolando e dando cambalhotas, perseguindo e mordendo uma à outra pelas dunas afora, pela grama e pelos arbustos rasteiros. De vez em quando paravam de forma inexplicável, como se as duas tivessem ficado ao mesmo tempo sem saber o que fazer. Em seguida, olhavam para algum ponto indefinido por alguns instantes, constrangidas, antes de recomeçar a brincadeira.
É claro que não mudo de opinião com a volubilidade típica dos adolescentes, mas tenho a flexibilidade lapidada pela maturidade. E não tenho compromisso com o erro.
''Me diga com a sua própria voz que não vai conseguir ser feliz... Se eu ouvir isso, tenho certeza que vou conseguir me esquecer de você.''
Então para aqueles que um dia venha me procura, saiba que estou bem e que não tenho nada para oferecer a ninguém. E provavelmente vou está passando e vivendo por mais de 100 dias, em lugares nos quais vocês morreriam em apenas 4 dias. Sou um selvagem por natureza, extremante forte, resistente e atlético. E um vagabundo intelectual, um artista sem nada a perder, além da própria vida. Não quero ser procurado e muito menos encontrado a não ser por Deus e pela mãe natureza. Te amo tanto mãe, que você não faz ideia do quanto, eu te amo.
Sinto me sozinho(a) no mundo.A cada dia que passa,fica mais difícil de suportar.Não tenho mais lágrimas,pois formei um rio com elas.Saio para andar,fico de cabeça baixa,e sem rumo,com um único pensamento:Acabar com esse sofrimento,acabar com esse rancor!
Sou sim, ou não...
(Nilo Ribeiro)
Sou feliz pela imperfeição,
porque tenho boa intenção,
porque tenho bom coração,
porque mudo de opinião
sou legítimo, ou imitação,
cordeiro, ou leão,
empregado, ou patrão,
sério, ou brincalhão
esta não é a questão,
sou sim, ou não,
sou luz, ou escuridão,
sou real, ou ilusão
sou lógico, ou intuição,
coerente, ou percepção,
sou autêntico, ou invenção,
cobrador, ou doação
sou anjo, ou bicho papão,
sou único, ou camaleão,
sou vida, ou ficção,
vivo por essa razão,
pois sou paixão, ou paixão...
Não tenho mil motivos para sorrir mas tenho quatro que são: fé, família, amigos e um espaço que trago no peito para amar.
Quanto mais apanho da vida, mais tenho vontade de viver, sou movida por desafios e não estagnada por obstáculos...
Na vida tenho aprendido, que nada devo deixar em suspenso pois que não tendo consistência de certeza que cai, pois que não consta que algo se suporte sem ter fixação; tal qual se não move uma parte de rocha sem ter para tal uma ferramenta adequada. Já Arquimedes dizia dai-me uma alavanca e farei movimentar o mundo
Tenho uma irmã chamada Aline e no último dia 9 de dezembro ela fez 29 anos. Aline não fala, não anda. Usa fraldas e minha mãe cuida dela como se ela ainda fosse o seu “bebê para toda a vida”, como ela mesma diz. Aline sofreu um erro médico quando era criança e o resultado foi uma lesão cerebral que a condenou ao estado vegetativo.
Cresci assistindo a luta dos meus pais em torno de Aline. Cirurgias, problemas respiratórios, convulsões. Cresci vendo a minha mãe abdicando várias coisas em prol do bem estar de Aline. Os médicos diziam que Aline não chegaria aos 12 anos. Ela fez 15. Depois disseram que ela não iria sobreviver até os 18. Aline, ano que vem, vai completar 30 anos.
Minha mãe tem 59 anos. Ela troca fraudas, faz mingau, passa noites acordada. Minha mãe carrega Aline para dar banho com a facilidade de quem carrega um bebê recém nascido.
O amor salvou Aline e a mantém viva até hoje. Ontem, viajando, refletia sobre tudo isso. Das vezes que ela foi internada. As convulsões. A pneumonia. A dor sentida que temos que adivinhar, muitas vezes. Os planos que foram adiados e mudados por conta dela. E, nesse tempo todo, Aline permaneceu com o sorriso e o brilho no olhar. Talvez a única expressão perceptível dela é o sorriso. Muitas vezes, ela gargalha, gente. Acreditem.
A gente busca o nosso bilhete da sorte todos os dias. Reclama do ano e, por problemas comuns e muitas vezes simples, carregamos o nosso tempo precioso com lamentações. Podemos falar, andar, ouvir, enxergar, trabalhar, usar as mãos e as pernas para buscar novos e grandes sonhos. Ainda assim, reclamamos.
A nossa sorte é a vida. O nosso bilhete premiado está na chance que temos de alcançar nossos objetivos. Acertar cinco ou seis dezenas é muito pouco diante da preciosidade de levantar, admirar o brilho do sol e abraçar quem a gente ama com saúde e amor.
Que seja essa a grande mega da virada em 2018. Gratidão por poder ser e fazer o quê a gente quiser. Feliz ano novo, gente, é pra quem sabe viver o ano da sua melhor maneira. Boa sorte pra quem aposta na vida.
Aprendi a respeitar minhas vontades, não faço NADA que não quero. E faço tudo, que tenho desejo. Assim deito e descanso, não me importando com o amanhã.
Mesmo quando distante te tenho em meu peito, morando em minha mente, vivendo em meu coração. Já não foco nas certezas, nem vou me frustrar com as incertezas, pois tenho o privilégio de poucos de receber o teu carinho, que se torna a cada dia o que preciso como ar para respirar. Te adoro tanto que não sei expressar, mas não desisto e sei que um dia conseguirei cativar todo o carinho em seu peito, mente e coração, ganhando esse lindo sorriso que me tirou da triste e ilusão. <3. :3 Deusa dos meus sonhos.
Filha, não tenho palavras para descrever o que sinto dizer que te amo é muito pouco para o que está cá dentro, vivo imaginando esperando você. A sua mamã está boa e também te quer ver. Filha já sei o seu nome e quem é você. O papá está muito contente esperando por ti. (Je t’aime
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