Nao sei o que fazer tenho dois Amores

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Há feridas que são mais cortantes que faca de dois gumes, mas há reflexões que são bainhas sob medida!


Há feridas que sangram silenciosas, invisíveis aos olhos alheios, mas que rasgam a alma com a precisão de uma lâmina afiada.


Não é a força do corte que as torna temíveis, mas a forma como se instalam, corroendo aos poucos a coragem de quem as carrega.


Palavras não ditas, gestos que doem, perdas que jamais encontram adeus — tudo isso é uma faca de dois gumes, que fere tanto quanto ensina a temer.


E, no entanto, há reflexões que chegam como bainhas sob medida.


Elas não evitam o corte, mas oferecem suporte, amparo, um contorno que protege sem impedir o movimento.


São pensamentos que alinhavam o fio da consciência, que transformam a dor em aprendizagem, a confusão em clareza, o remorso em reconhecimento.


A bainha não tira o corte da lâmina, mas permite manejá-la com firmeza e segurança.


A diferença entre sofrer e compreender, entre se perder e se reencontrar, está nesse equilíbrio delicado.


Ferir é inevitável; ser ferido é humano.


Mas refletir com honestidade, com coragem, é criar espaço para que cada corte se transforme em cicatriz, e cada cicatriz, em história que fortalece sem endurecer.


Porque, no fundo, a vida só se revela plenamente a quem aprende a conviver com a lâmina e a bainha — a dor e a consciência, a ferida e a reflexão, o corte e a proteção.

Éramos dois estranhos…

e, de alguma forma inexplicável, nos reconhecemos como se já fôssemos um só.

Quanto tempo eu não sentia isso…

Você me fez voltar no tempo. Me fez sentir como um adolescente novamente, com o coração leve, o sorriso fácil e aquela ansiedade boa de querer estar perto o tempo todo.

Não quero te assustar, nem ser rápido demais, nem nada do tipo…
Isso aqui é só um desabafo, com carinho, de alguém que já não lembrava mais como era sentir assim.

Não sou um moleque que se apaixona fácil…
Mas com você foi diferente. Aconteceu sem aviso, sem controle… e quando percebi, já estava envolvido de um jeito que nem sei explicar.

Aquele tremer nas pernas… aquela felicidade no beijo…
sensações simples, mas que com você ganharam um significado que eu já tinha esquecido.

Seu cheiro, seu olhar… me deixam louco.
E, de algum jeito, parece que consigo lê-los, como se tudo em você falasse comigo sem precisar dizer nada.

Já te queria quando te vi pela primeira vez, mas tudo aconteceu no tempo e do modo que tinha que acontecer… é apenas o meu sentimento, que estou indo com o coração partido, mas feliz por ter te conhecido.

Obrigado por me fazer reviver o que, há muitos anos, eu achava que tinha perdido…
sentimentos que eu já não reconhecia mais, mas que você trouxe de volta com leveza e verdade.

Infelizmente, o tempo foi pouco…
mas foi o suficiente pra me mostrar o quanto você é importante pra mim.

A nossa conexão é daquelas raras, que não se explicam, só se sentem.
Quando estamos juntos, o tempo não passa… ele dispara, como se soubesse que cada segundo precisa ser vivido ao máximo.

De dois estranhos… nos tornamos um só.
E, no silêncio dos nossos momentos, parecia que já nos conhecíamos de outras vidas.

Foi bonito.
Foi verdadeiro.
E foi tudo o que eu nem sabia que precisava.

Dói saber que não pudemos viver isso com toda a intensidade que merecia.
Nossos mundos seguem em direções opostas… mas, de alguma forma, com o mesmo propósito: se reencontrar.

E eu acredito nisso.

Que, em um futuro não tão distante, a vida nos coloque frente a frente outra vez…
pra reviver, recomeçar, ou simplesmente sentir de novo, nem que seja por um instante, tudo aquilo que foi intenso e inesquecível.

Eu vou…

Mas uma parte de mim sempre vai ficar com você.
E você… sempre vai estar nos meus pensamentos.

E quem sabe, um dia…
a gente se encontre novamente,
pra terminar o que começamos.

Nunca corra atrás de dois coelhos, a chance dos dois escaparem é muito grande...
(Patife)

*Manual de viagem pra ontem*

Pra que preocupar com o presente
se em dois goles ele já é foto antiga?
Melhor montar acampamento no passado,
lá o futuro ainda tem cara de promessa.

Ontem eu comprei um terreno na lembrança,
construí uma casa sem parede,
só janelas abertas pra que o entregador e sai seja constante
a todo manhã, e o amanhã me serve café sem açúcar.

O relógio anda de ré por teimosia,
os ponteiros dão tchau pro agora
e gritam "volta aqui, seu covarde"
enquanto eu assino um contrato com o já foi.

Se o presente é só fila do passado,
vou furar fila com saudade na mão
e pedir fiado pro tempo:
me devolve um futuro que preste.

Aviso: risco de paradoxo
e de rir sozinho no ônibus
mas quem disse que lógica
é requisito pra viver?
(Saul Beleza)

A razão me ancorou nos dias turvos, a intuição me guiou nos becos, juntei os dois e segui.

Somos a soma improvável de dois silêncios que aprenderam a conversar no escuro.

Nesta noite de luar, somos apenas dois vultos buscando calor em meio a sonhos e quimeras.

Iguais. São dois japoneses no escuro.


Sol

⁠Com relação aos amigos, você pode ter quantidade ou qualidade. Os dois juntos sai caro.

CENÁRIOS (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)

A vida apresenta seus cenários
Dois cenários desfiguram-se:
Tudo é lindo e maravilhoso...
Tudo é agorento e cinza...
Escolha o seu...

Dentro do exilio dos pensamentos,


Vivemos em dois mundos,


Mesmo assim estamos em conflitos,


Estamos tão ocupados que não conseguimos compreender nos mesmos,


Criamos mais conflitos...
No conceito do capitalismo
Perseverança é sombras dos nossos medos

Entre dois amigos


— Há uma coisa que me inquieta — disse Augusto, **Entre dois amigos**


— Há uma coisa que me inquieta — disse Augusto, olhando a noite pela janela. — A sensação de que nascemos para uma única forma de existência… e passamos a vida inteira tentando negá-la.


Miguel não respondeu de imediato. Girava o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.


— Você fala da arte — disse, por fim.


— Falo do que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.


Um silêncio breve, quase respeitoso, se instalou.


— Talvez o problema — continuou Augusto — seja esse desvio constante. Nascemos artistas… no sentido mais profundo. Não no ofício apenas, mas na forma de perceber o mundo. E, no entanto, nos forçamos a ser marido, cidadão, homem comum, figura socialmente aceitável.


Miguel ergueu os olhos.


— E você acha que isso é erro?


— Acho que é incompatibilidade.


— Incompatibilidade com o quê?


— Com a essência.


Miguel encostou-se na cadeira.


— Mas ninguém vive fora do mundo, Augusto.


— Vive, sim. Apenas paga o preço.


— Que preço?


— A inadequação.


Miguel sorriu levemente.


— Isso parece mais orgulho do que filosofia.


— Não — respondeu Augusto, sem alterar o tom. — Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. É apenas reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos, algo em nós se rompe.


— E você nunca tentou viver como os outros?


Augusto soltou um riso curto.


— Tentei. Com disciplina, até. Acreditei que bastava insistir, repetir gestos, cumprir funções… como quem aprende um papel.


— E?


— E percebi que a vida, quando não é verdadeira, torna-se uma espécie de teatro sem plateia.


Miguel ficou em silêncio por alguns segundos.


— Talvez todos estejam representando — disse. — Uns com mais consciência, outros com menos.


— A diferença — respondeu Augusto — é que alguns sabem que não podem sair do palco.


— E você?


Augusto desviou o olhar para a rua vazia.


— Eu sei que não posso viver fora daquilo que me constitui. Posso até tentar. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.


— Então a arte é uma prisão?


— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas cobra tudo.


Miguel assentiu lentamente.


— E não há conciliação?


— Há tentativas.


— E fracassos?


— Quase sempre.


O silêncio voltou, mais denso agora.


— Curioso — disse Miguel. — O mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que há uma que nos define.


— Não insisto — respondeu Augusto. — Apenas reconheço.


— E quem não reconhece?


— Vive melhor, talvez.


— E você prefere?


Augusto demorou a responder.


— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.


Miguel pousou o copo.


— Então não se trata de escolha.


— Nunca se tratou.


— Trata-se de condição?


— Exatamente.


Miguel respirou fundo.


— Nesse caso… não somos artistas.


Augusto voltou-se para ele, com um olhar mais claro.


— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.


E, pela primeira vez na conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.
olhando a noite pela janela. — A sensação de que nascemos para uma única forma de existência… e passamos a vida inteira tentando negá-la.
Miguel não respondeu de imediato. Girava o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.
— Você fala da arte — disse, por fim.
— Falo do que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.
Um silêncio breve, quase respeitoso, se instalou.
— Talvez o problema — continuou Augusto — seja esse desvio constante. Nascemos artistas… no sentido mais profundo. Não no ofício apenas, mas na forma de perceber o mundo. E, no entanto, nos forçamos a ser marido, cidadão, homem comum, figura socialmente aceitável.
Miguel ergueu os olhos.
— E você acha que isso é erro?
— Acho que é incompatibilidade.
— Incompatibilidade com o quê?
— Com a essência.
Miguel encostou-se na cadeira.
— Mas ninguém vive fora do mundo, Augusto.
— Vive, sim. Apenas paga o preço.
— Que preço?
— A inadequação.
Miguel sorriu levemente.
— Isso parece mais orgulho do que filosofia.
— Não — respondeu Augusto, sem alterar o tom. — Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. É apenas reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos, algo em nós se rompe.
— E você nunca tentou viver como os outros?
Augusto soltou um riso curto.
— Tentei. Com disciplina, até. Acreditei que bastava insistir, repetir gestos, cumprir funções… como quem aprende um papel.
— E?
— E percebi que a vida, quando não é verdadeira, torna-se uma espécie de teatro sem plateia.
Miguel ficou em silêncio por alguns segundos.
— Talvez todos estejam representando — disse. — Uns com mais consciência, outros com menos.
— A diferença — respondeu Augusto — é que alguns sabem que não podem sair do palco.
— E você?
Augusto desviou o olhar para a rua vazia.
— Eu sei que não posso viver fora daquilo que me constitui. Posso até tentar. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.
— Então a arte é uma prisão?
— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas cobra tudo.
Miguel assentiu lentamente.
— E não há conciliação?
— Há tentativas.
— E fracassos?
— Quase sempre.
O silêncio voltou, mais denso agora.
— Curioso — disse Miguel. — O mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que há uma que nos define.
— Não insisto — respondeu Augusto. — Apenas reconheço.
— E quem não reconhece?
— Vive melhor, talvez.
— E você prefere?
Augusto demorou a responder.
— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.
Miguel pousou o copo.
— Então não se trata de escolha.
— Nunca se tratou.
— Trata-se de condição?
— Exatamente.
Miguel respirou fundo.
— Nesse caso… não somos artistas.
Augusto voltou-se para ele, com um olhar mais claro.
— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.
E, pela primeira vez na conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.

Coloca o bule no fogão, acende o fósforo e aproveita o fogo pra acender mais um cigarro.
Dois tragos e o pensamento preso a ele.
Coloca as xícaras, o açúcar, o bolinho de chocolate sobre a mesa.
Coa o café e o pensamento preso a ele.
Toma o café, meio amargo, parecido com o sorriso forçado do ultimo sábado.
Traga mais uma vez e olha a fumaça desfazendo-se com o vento, assim como os seus sentimentos e pensa nele.
Um boa lembrança surgi com o calor que o café provoca, mas logo se desfaz com todo o resto.
O café acabou. O cigarro apagou. E os sentimentos?

Inserida por rafaellakristinne

Como um sentimento tão bom e tão puro como o amor pode se tornar em ódio?Seria mesmo capaz os dois andarem lado a lado?
Amor x Ódio.
Sentimentos tão diferentes e tão ligados.

Inserida por Aenia28

É automático pensar em você e imaginar nós dois.

Inserida por Rafaeldisouza

Todos nós possuímos dois lados. Um bom e um mau, ambos constituem nossa personalidade e refletem no modo em que agimos.
Devemos saber lidar com cada um deles e jamais deixar que o lado obscuro prevaleça sobre o outro. Saiba conviver com atrocidades e os erros do próximo, aprenda com tais atitudes, não aja simplesmente julgando-as ou ignorando-as, como os tolos fazem. Aproveitai o lado benigno de cada um, aprenda a aceitar que somos heterogêneos uns dos outros.
Pequenas atitudes assim nos tornam mais humanos, e são capazes de transformar o nosso meio em um lugar digno de se viver.

Inserida por dhiefersonlopes

Um fomos nós dois , agora sou apenas eu tentando seguir a minha sem você.

Inserida por RafaelSilvaMoreira

Condicional

Minha pressa está presa
Por mim, e pelo acaso
Nós dois, calados ao lado
Sem querer...
Acreditar sem questionar
É pedir demais?
Ou olhar atrás,
Seria nos perder?
Continuo obtuso,
confuso, não me abuso mais.

Inserida por DudaVarandista

Antigamente foi um cajado. Hoje são dois joelhos, só precisa ter fé

Inserida por abnerqueiroz

Gosto de gente com a cabeça no lugar, de conteúdo interno, idealismo nos olhos e dois pés no chão da realidade.

Gosto de gente que ri, chora, se emociona com um simples e-mail, um telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço, um afago.

Desconhecido

Nota: Trecho de um poema de autoria desconhecida.

Inserida por reginsss