Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Eu sei... Tenho que aproveitar cada minuto, porque ele é precioso. Mas não consigo. Me reteso só em pensar que está longe de mim. Falta-me o ar. Minha boca gela. Preciso de você! Guardo-te na memória, esperando que volte logo. Isso tudo é uma tormenta. A espera, a ansiedade, a saudade... Se eu pudesse morrer de saudade, não estaria aqui. Vou guardá-las para a posteridade. Para quando você voltar!
Muitas vezes, não sei o que quero, a única certeza que tenho é que NÃO QUERO passar por esta vida, sem aprender!
Sem aprender a re-aprender, sem aprender a esquecer, sem aprender a desaprender!
- Meu ser!
Tenho dentro de mim
Um sentimento que não sei explicar
Ultrapassa todos os limites...
Limites da razão e emoção
Sou fora de órbita,
Literalmente fora de órbita...
Giro num sentido inverso,
Voo com os pés fora do chão
Sou louca, sou poeta!
Reclamo muito eu sei. Mais eu não tenho motivos graves pra isso. Amo minha vida, é claro, todos nós temos problemas, mais todos nós temos motivos para sorrir. A família, um sorriso de uma criança pra você, os amigos. Esses são os motivos que eu tenho para amar minha vida e agradecer a Deus por cada dia que ele me dá pra passar perto das pessoas que eu amo. Minha vida é isso, não é eu, são os outros!
Não tenho mais vida social estou trancada aqui nesse meu mundo não sei mais o que eu faço para mudar isso já tentei de tudo e não consigo o medo simplesmente toma conta de mim e aumenta a minha dor, mas seja como for eu estou pronta para continuar assim talvez algo mude futuramente.
Ouça meu coração, ele é seu
Não sei o que faço com meus pensamentos, ao mesmo tempo que tenho certeza de que te amo, sou invadida por milhares e milhares de dúvidas, que não só me confundem como fazem com que eu te diga algo que venhas a te confundir também. Não sei o que se passa comigo, tampouco sei o que irei fazer com toda essa dúvida que me invade até a alma, queria tanto que, quando ficássemos com tanta confusões, viesse uma brisa suave e levasse-a para bem longe, só assim iria me sentir bem novamente.
Queria poder olhar pra ti e te dizer, que nada mudou, mas., não posso. Mesmo que meus lábios ficassem selados, meus olhos iriam falar mais que qualquer palavra dita pela minha boca . Meus olhos me entregam mais do que qualquer outra ação feita por mim, sou transparente demais ao ponto de querer fingir algo, ou até mesmo dizer outras palavras, apenas para esconder o que de real penso, sinto.
O sol foi gentil comigo está manhã, não me fez ter tantas dúvidas como ontem, hoje me sinto bem melhor, sinto-me incapaz dê tomar uma decisão, em tudo que sinto por você, como que pode isso? minha vida era tão calma antes de te conhecer, que até acho graça quando paro e penso, o tanto que era tranqüilo o meu coração. Eu amava alguém ainda, pouco, mais ainda o amava, e depois de ti conhecer, tudo aquilo que achava que fora amor, era apenas carinho, e que amor mesmo, passei a sentir por voce.
Essa chama que aquece meu coração, que me invade e percorre meu corpo, me faz diferente a cada dia. Nada se compara ao que sinto por você, nunca me senti assim, como se pudesse tocar o céu, como se cada parte de mim fosse feita para amar você, de uma maneira que voce jamais irei esquecer. Mas, da mesma forma que sei que te amo, sei que é algo complicado de se entender, por que, eu te amo, e voce me ama? As vezes penso que o amor me pegou apenas para me deixar uma pessoa fraca.
Como queria tranqüilizar meu coração. Pedi essa noite aos deuses que tenham pena de mim, e que não machuquem meu pobre e abatido coração, mas, sabe de tudo me sinto muito feliz sabe por quê? Porque sou forte apesar de tudo, mesmo já não tendo um coração por completo, ele ainda bate forte dentro de mim, ele ainda mesmo em pedaços, e ainda que lentamente, ele bate sutilmente dentro de mim, como uma doce melodia que não necessita de companhia, apenas necessita de amor, do doce e sincero toque de amor.
Mesmo que eu não tenha as respostas para minhas dúvidas, o simples fato dê olhar do lado e sentir que tu estas comigo, ou, quase comigo, já me da forças para encarar as mudanças que a vida põe em nossos caminhos, o simples fato de você me estender sua mão, me dará as respostas que tanto procuro, talvez o que necessito não seja de respostas, e sim de calma.
Calma para só assim poder acalmar meu coração, que já não agüenta mais tanta solidão . Voce se transformou dentro de mim, como um vulcão, e estou a um passo de explodir, e isso é sua culpa. Por tempos procurei alguém que me fizesse sentir o que fora esse tal amor, que tanto ouvia. E espero descobrir com voce, só assim saberei que mesmo em tempos difíceis eu encontrei não só amor, mais sim a pessoa que me fizera entender o que fora esse amor.
Dê uma coisa eu sei, nunca duvide quando eu te disser que te amo, nada nessa vida tem para mim um peso maior do que olhar para ti e te dizer "Eu Te Amo" eu não deixo estas palavras saírem de meus lábios em vão, quando te disseres que te amo, saiba que isso não só saíra de minha boca, como também acompanhadas pelas batidas do meu coração.
E nesse dia, tu entenderas que quando eu te disse: Eu Te Amo, nesse dia tu terás a certeza de que tudo não foi em vão . Não posso te dar mais nada, a não ser o meu amor, aceite-o pois ele é a única coisa que tenho de mais precioso nessa vida, e agora, ouça o meu coração. ele é seu.
Eu sei que tenho um monte de defeitos. Mas a minha maior qualidade anula a maioria deles: Não sei viver somente para mim.
Velocidade é a bola da vez. Não sei bem se é isso, mas não tenho mais tempo para errar. Há alguns meses, numa mesa-redonda em Belo Horizonte, o professor Eugênio Trivinho (PUC-Santos) falava em "dromoaptidão". Nunca mais me esqueci. Ele fala difícil, a platéia de estudantes de graduação em Comunicação ainda não sabia o que fazer com aquelas palavras. Muita gente riu baixinho, pensou logo no dicionário. "Dromoaptidão" era um conceito que Trivinho desdobrava ali para aquela "galera". E era mais ou menos a aptidão que nós (e os próximos habitantes desta Terra) devemos ter para lidar com a velocidade.
Além do professor de Santos, capítulos de livro trazem pesquisas sobre o tal do "tempo real" e a perseguição de um intervalo cada vez menor entre os fatos, os fatos e as idéias, os fatos e os textos, os fatos e o jornalismo. Uma correria que aparece na vida de todo mundo das mais variadas formas. Gerações que se sucedem e ficam sem o que fazer cada vez mais cedo.
A geração dos meus professores universitários fazia doutorado aos 45-50 anos. A minha geração é de doutores antes dos 30 ou pouquíssimo depois. Inventou-se, para dar conta disso e manter a "linha de corte", o pós-doutorado. E deste se pode ter um, mas é pouco. Há jovens estudiosos com cartelas de dois, três ou quatro, antes dos 40 anos, uns dentro e outros fora do país.
Vou pelo mesmo caminho, mas não sem me perguntar: para quê estou correndo tanto? Onde vou parar? Para quem quero falar o que eu aprendo? Turmas cada vez menores? Poucos indivíduos que querem fazer carreira na ciência? Embora haja vasta comissão de ressentidos que vão mal na profissão ou que apenas repetem a crítica infundada àqueles que fazem da pesquisa a profissão (muitas vezes a vida), é nisso que este país se fia, com o pouco que ele é, para atravessar camadas e camadas de ignorância reverberada até por quem estuda.
Em todas as grandes universidades deste país (não estou falando de faculdades), há equipes grandes de pessoas de variado nível de formação questionando, examinando, estudando e propondo o que se faz do lado de fora daquelas cercas. Em qualquer região do Brasil, pessoas dedicadas ao conhecimento (e não apenas à informação replicada, muitas vezes mal replicada) fazem seminários para ver o que é possível para melhorar isto ou aquilo.
Fico observando aquelas equipes da Engenharia de Materiais. Eles têm de pensar em tudo, no presente e no futuro, e de fato alteram as perspectivas do que acontece dentro de nossas casas. Ou aquela turma de jaleco branco que acaba de passar por ali. São biólogos e vão almoçar. Um pouco mais cedo, estavam discutindo alguma coisa sobre meio ambiente. Os cientistas da Computação estão ali trancados resolvendo o que fazer com a pesquisa de um tal ex-aluno de doutorado que inventou algo muito importante para isto ou aquilo. E a turma da Faculdade de Educação entregou hoje cedo as matrizes que direcionarão o ensino de Matemática nos próximos anos, se os professores deixarem.
E para quê corro tanto? Para ver a banda passar. Para chegar na frente. Para que minha vida aconteça à minha revelia. Para que meu filho tenha um futuro bacana. Para ter grana. Para aprender coisas que pouca gente sabe. Para contribuir. Posso dizer tanta coisa para me justificar, mas prefiro ficar cansada. No final, estaremos todos vizinhos nas mesmas covas. Para quê correr?
Uma moça me contava, há duas semanas, a experiência de morar no exterior. Não em Londres ou em Nova York, mas em Moçambique. Antes disso, fez um estágio no interior da Amazônia e depois concorreu a uma vaga na África. Lá, não tinha quase onde morar. Pegou malária duas vezes. Depois de três anos, resolveu voltar para o Brasil porque ficou grávida. Não fosse isso e teria curtido mais a missão. Dizia ela: "Aprendi muito com esses povos. Lá você dizia ao cara para pensar no futuro, guardar a comida, conservar o peixe e ele dizia: para quê?". Quando ela argumentava: "Para você ter um dia melhor amanhã". O africano dizia: "Mas aí eu posso ter um dia melhor hoje". Caça, pesca, coleta. Isso mesmo, vida de quem está, não será. E se for, melhor.
Ela dizia isso e sugeria a alunos de Letras que concorressem a vagas oferecidas por agências nacionais de fomento para viagens ao exterior. Não para Milão ou para Lisboa, mas para Moçambique ou para qualquer outro canto do mundo onde não haja uma vida, no fundo, muito parecida com esta. Ela dizia isso e refletia: correr para quê?
Não quero viver da coleta. Não sou caçadora e nem estou preparada para o "carpe diem" dos filmes americanos ou dos poemas árcades, mas bem que eu queria um descanso. Não este descanso falso dos finais de semana que começam no sábado à noite. Não a pseudoparada dos que dormem de dia. Ou a noite exausta de quem trabalha sem parar. É isso o que se tem feito. Eu queria o descanso de viver este dia do moçambicano sertanejo. De quem não conhece, simplesmente não sabe o que é, o celular, a televisão, a caixa de e-mails ou a luz elétrica. Impossível.
Faz tempo que a velocidade vem mudando de jeito. Não por conta da internet, que esta é apenas a etapa que nos soa mais fresquinha. Desde o telégrafo, o trem a vapor, o telefone. Desde que a distância pareceu ser relativa. Desde que os burricos que atravessavam montanhas pararam de trabalhar. O tempo vem sendo manipulado. As pessoas vêm delegando suas reflexões e seus desejos a outras. Se gostam ou não, se querem ou não, se são ou não, tanto faz. Terá sido tudo uma imensa onda de práticas meio espontâneas.
Sem ler sobre o assunto, mesmo sem freqüentar aulas de "Análise do Discurso", seja de que linha for, é possível parar para ouvir os ecos de tudo o que se diz. Aqui, neste Digestivo, é possível ler uns textos que ecoam outros; tantos que expressam bonitamente a conversa do boteco, com mais elaboração, é claro; outros tantos que conversam entre si e nem sabem. O que importa é saber o quanto estamos presos a uma rede invisível de sentidos que já vêm meio prontos. Uma teia de relações que já chegam feitas. Uma onda transparente de significados que carrega os ditos e os não-ditos. Sem ter como escapar. Os dizeres estão sempre presos a outros, mesmo que não se saiba se alguém já disse aquilo antes. E principalmente por isso.
Pensar deveria ser a coisa mais importante de tudo. Da vida em família, da escola, da convivência. Saber pensar deveria ser a habilidade mais almejada de todas. Antes de saber envergar roupinha de marca ou saber inglês, antes de conhecer música ou ler Machado de Assis. Antes de ser "do contra" ou de apoiar a "situação". Pensar deveria ser obrigatório. Não sei pensar. Não aprendi direito. Antes que eu consiga (porque eu até tento, há quem nem isso...), vêm logo essas redes de sentidos me carregando. Que antídoto há para isso? Pensar de novo, ler mais, conhecer os textos (falados, inclusive) que já rolaram nesta correnteza e tentar ao menos me localizar. Saber que ecos tem minha voz. Pensar de novo e assistir aos efeitos do que eu disser.
Em 2002 eu tinha um blog. Ele era até conhecido. Fazia resenhas e entrevistas com escritores. Depois me cansei dele. Hoje tenho preguiça dos blogs, assim como de outras coisas e pessoas. Lá no meu blog era assim: eu mal pensava e já havia escrito. Muitas vezes funcionava. Mas isso não tem a menor importância para mim mais. No blog, no site, na mesa de bar, a velocidade eclipsa uma série de coisas mais importantes. Muito do que se escreve é de uma irresponsabilidade exemplar. O Digestivo já foi texto de prova de vestibular várias vezes. Imagine-se o que isso ecoa nas práticas de muitos lugares? Parece bobagem? Não é. Muito do que se toma como verdade é irrefletido, bobo, superficial, reelaborado, tolo, restrito, mas se quem escreve só faz escrever sem pensar, imagine-se o que fazem os que apenas lêem, e lêem mal?
A velocidade com que as coisas podem ser feitas e ditas tem trazido à luz o que deveria ficar guardado em tonéis de carvalho. Há produtos da cultura que jamais, esteja a tecnologia como estiver, sairão dos barris antes do tempo. Ainda bem.
Engana-se, quem acha que eu não tenho coração...
E que não sei amar..
Logo eu, que sempre fui tão singular, me vi plural.
Eu tenho medo de tudo acabar . Não sei o porquê de tanta insegurança, mas você sempre foi o meu porto seguro, a minha base, meu motivo para poder continuar seguindo em frente . Se eu perdesse você, eu perderia minha própria vida, perderia meu rumo, minha paz . E a única razão de eu estar aqui até hoje é porque te tenho ao meu lado .
É um sentimento tão forte . O seu amor me fez mudar, me fez enxergar o quanto vale à pena lutar, e por isso lutarei sempre para te ter comigo, ter o seu carinho, o seu abraço .
Eu sei que cada momento ao seu lado vai me fazer bem, que cada segundo que passarmos juntos vai significar o motivo de um novo sorriso . Então chega de esperar pelo o que você deseja, vamos fazer esse sonho virar realidade .
musica; Tenho 28
Bela escolha sua
eu não sou a melhor pessoa para você
não sei como mais você adivinhou
minha vida é cheia de problemas
você é muito especial docinho
eu não sou o cara que você merece
Bem que eu queria ser
Eu te amo docinho
sou tão bagunçado
você é depedente
gorota você é fantástica
tudo que você faz é maravilhoso
Me desculpe
Eu falhei com você
tudo que fiz foi te afastar
não quero que faça parte do meu mundo escuro
não quero que faça parte do meu mundo escuro
eu não posso te oferecer a luz
eu ainda moro com meus pais
eu te amo docinho
Tenho 28 mais me sinto um velho
queria te ter do meu lado
queria fazer você feliz
tenho 28 e ainda moro com meus pais
tudo que fiz foi te afastar
Não quero que faça parte do meu mundo escuro
não quero que faça parte do meu mundo escuro
Vai ser melhor assim
talvez algum dia as coisas possam ser diferentes
queria te fazer feliz
desculpe eu falhei com você
não quero que faça parte do meu mundo escuro
não quero que faça parte do meu mundo escuro
eu não posso te oferecer a luz
tenho 28 e ainda moro com meus pais
eu não posso te oferecer a luz .
MIRAGENS
Não posso dizer que sei muito da vida. Não posso reclamar por tudo, afinal, não tenho uma péssima vida. Mas se tem algo que eu sei, é que devemos ter cuidado com a imaginação. Para mim, a imaginação é como um oceano. Existem partes mais rasas e outras não tão fundas, nas quais nos garantimos. Por outro lado, existem áreas tão profundas e tão desconhecidas, que explorá-las pode ser uma bênção ou uma maldição.
Encontramos alguém novo no elevador do prédio, alguém que, até então, ainda não se havia visto. Basta um perfume, uma boa aparência, um cumprimento agradável ou o simples gesto de apertar o botão do “térreo”, que tudo pode se tornar intenso. Aí, misteriosamente, a quantidade de vezes em que você precisa pegar o maldito elevador, dobra. Você pensa até em levar aquele papel de bala na lixeira lá da rua. E por que não conferir a caixa do correio pela quarta vez em menos de duas horas? Enfim, sequer sabemos o que se passa exatamente na nossa cabeça. Mas idealizamos uma possibilidade, por menor que seja de existir ali a chance de um “possível” suprimento de uma “possível” necessidade.
Esbarramos com alguém na rua que nos envia um sorriso, sem remetente nem destinatário, sem selo nem registro de entrega. Um sorriso, apenas. Mas nossa máquina de imaginações absurdas cria motivos e razões que talvez nem existam pra que aquele sorriso seja suficiente pra tornar o dia diferente. Nem nos lembramos de olhar para os lados, para ter certeza de que o responsável pelo sorriso possa estar logo atrás. Criamos certezas baseadas em imaginação pura. Navegamos em águas profundas, como nadadores profissionais. E na grande maioria das vezes, nos afogamos como calouros em um trote de faculdade.
Para alguns, afogar-se faz parte da diversão. Para outros, o afogamento é pura imaginação. Não é real e por isso não pode machucar. Mas para outros, e me incluo nesse grupo, apenas o fato de imaginar, sem saber ao certo quais seriam os resultados de uma possível tentativa, dói muito. Dói mais do que engolir litros de água sem poder respirar, com a exceção de que, talvez, exista uma provável e saborosa certeza de que tudo isso dói menos do que expectativas frustradas e pulos suicidas que deram certo. Então eu sigo imaginando. Dói menos.
Nasci pra ser feliz. Clichê, eu sei, mas é isso mesmo. Simplesmente não tenho vocação e nem paciência pra tristeza. Que se exploda o mundo e suas expectativas sobre mim. Que se danem minhas próprias angustias, raivas e decepções. Que passem pela minha vida como o vento: Rápido e sem grandes estragos. Que minha alegria não dependa de terceiros e que, na ineficácia dos antigos, surjam novos motivos que me façam fechar os olhos e sonhar. Motivos estes que me estampem um sorriso bobo e que me devolvam a paz pro coração.
Vou seguindo o caminho
Sei que não estou sozinho.
Tenho uma luz pra me guiar,
E ao meu coração confortar.
Essa luz vem do Mestre Divino.
É O Sagrado ensino,
Que nos dá força e sabedoria,
Uma luz que nos guia!
Benção que faltava.
Com muito amor nos falava
Nosso Mestre Ensinador.
Ensinando a doutrina do amor,
Conosco teve santa paciência,
Iniciou-nos na Sagrada Ciência.
Nos Mistérios da amazônica floresta,
Que até hoje grande amor manifesta!
Hoje agradeço
Tanta graça sei que não mereço!
É misericórdia acrescentada!
Salve Alvorada,fonte pura da luz sagrada,
Missão nobre encantadora.
Para os povos do Nosso amanhã,
Uma força vencedora,
Dos povos de Juramidam!
Por favor, traga alguém pra me diagnosticar e dizer tudo que eu tenho. Já não sei até onde posso suportar e viver com todo esse anseio. Não sei se vou ou não seguir e ir além. Pois já não é como antes e eu não me sinto bem !
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