Nao quero te Perder Devido a Distancia

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Só merece o devido valor quem sabe valorizar com o verdadeiro sentimento;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠A maioria das minhas falhas
são devido a minha insistência
de acertar...
Pois todas de certa forma
me ajudaram a reconhecer
o quanto estava em demasia;

Inserida por JULIOAUKAY

Se conhecer é preciso, se comunicar é essencial, ansiedades é passageira e amar é devido para acalentar o próprio coração;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠Os ensinamentos foram esquecidos devido a experiência adulta...
Sem palavras ou sem alguma dúvida ainda sim, não se carece;
Tendo elementos ao alcance do coração!
Difícil acreditar quando se tem os pés no chão;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠Devido o cenário que estamos vivendo. Procuramos alternativas, Muitas Das Vezes são inúteis. Precisamos Transformar aquilo que improvável. Não ficar Mesmo Lugar. Ir para Vitória. Vamos Mudar! Vamos crescer! Vamos involuir! Transforme sua Mentalidade. Empreendedores começa em pequenas coisas. Persistência fará Grande. Comecei agora!

Inserida por jonatha_batista_tomaz

Infelizmente devido ao negligenciamento e sucateamento das politicas publicas brasileiras dos últimos governos pode se afirmar que hoje o estado cultural agoniza, o patrimônio artístico desfalece pois sem educação não há arte e cultura, no máximo uma perversa maquiagem pela industria mercadológica menor do entretenimento que favorece escolhidos.

Inserida por ricardovbarradas

⁠A depressão encontra sua antítese na oralidade entre os iguais devido a reverberação mas quando o depressivo se vê isolado, emudece por não existirem ouvidos, as duvidas submergem na pele, adoece se na mente e as chagas na carne aparecem sem controle clamando atenção e observação.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Infelizmente o Brasil de hoje perde toda sua cultura e civilidade. Devido a contumaz impunidade, a politica ruim e corrupta de assaltos as coisas publicas e ao poder. Sendo assim, esvai todo tipo de decoro de cima a baixo, um linguajar criminoso sem os devidos respeitos, desde os togados aos chulos e fanáticos eleitores.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Fazer bem mais do que se pode é uma forma criativa e generosa de receber bem mais do que é devido como recompensa pelo bom fazer.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Naturalmente o gênero humano urbano, devido a poluição sonora excessiva das grandes cidades é bem mais sensível as cores do que as nuances das sutis vibrações.

Inserida por ricardovbarradas

Devido a grande maestria do artista amazonense brasileiro Manoel Santiago, ele é um dos artistas mais falsificados.⁠ Não falsificam o que não tem valor. Logo as obras autenticas e reconhecidas do artista, tendem a valorizarem cada vez mais e de forma rápida. Tornando se um dos melhores investimentos da arte impressionista do mercado secundário no Brasil.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Um sistema corrupto só se estabelece em um país devido à cumplicidade da sociedade, que pode ocorrer tanto por interesses diretos quanto pela falta de compreensão ou pela omissão.

Inserida por nosor_beluci

Estamos buscando cada vez mais evitar interações com outros, especialmente devido aos diversos estilos de vida. Isso pode ser compreensível, mas recusar um sorriso ou um simples “bom dia” não faz sentido. Ao fazer isso, acabamos nos tornando indivíduos indesejáveis!

Inserida por nosor_beluci

⁠Nenhum cachorro na história deixou seu proprietário devido à idade ou de problemas de saúde. A questão que fica é: quem realmente está mais evoluído, os animais ou os seres humanos?

Inserida por nosor_beluci

⁠Especialistas do caos alertam sobre uma possível catástrofe global devido à queima de combustíveis fósseis e colapso energético. No entanto, ignoram estudos que apontam que nos próximos 10 anos, 90% dos veículos serão elétricos e 70% das residências serão abastecidas por energia solar.

Inserida por nosor_beluci

⁠Deixei o vento levar
os momentos de dor e pesar!
Encontrei a paz e coloquei
tudo no seu devido lugar!
Sabedoria foi o que me levou
a transformar o que
dentro de mim estava a gritar!
Como num passe de mágica,
vi tudo clarear,
e foi assim, que o meu mundo
começou a florir,
vendo, de repente, o dia raiar e
o meu sorriso renovar!

Inserida por girle_nunes

⁠Quando era criança, meu pai sempre cuidava de mim porque estava afastado do trabalho devido a cirurgias em ambos os ombros. Ele me levava e buscava no ônibus e aproveitava os momentos comigo. Em uma cena, ao descer do ônibus, meu pai desceu primeiro e o ônibus fechou a porta, fazendo com que ele tivesse que caminhar acelerado. Eu fiquei paralisada, com os olhos e o corpo congelados, e vi meu pai assustado e correndo. Não consegui gritar nem chamar por ajuda; pensei que minha intimidade estava se rompendo naquele momento. Esforcei-me para mostrar a mão para uma pessoa sentada, e ele gritou. Desci abraçada de forma forte e quente, com meu pai dolorido por correr e sofrer com os tratamentos, e ele me pegou.

Enfim, o nome dele é Argeu Bezerra Lima, melhor herói.

Inserida por lglimadeaf

⁠Nunca sinta a necessidade de si sentir na responsabilidade em estragar a carreira alheia devido a frustrações pessoais.

Inserida por JoyceLaCosta

Tudo em seu devido lugar. Quem se afastou teve seus motivos, assim como eu sempre tenho os meus. Deixo a porta aberta e meu 'seja bem vindo' a você, que aos poucos se aproxima, mas que fique bem claro: se for pra ficar, que fique por longos tempos. Se for pra ir embora, nem entre; porque agora a minha memória só tem espaço para o que há de melhor.

Inserida por juniorkjuru

⁠A Economia segundo a Empatia

Falar sobre economia hoje se tornou um tema delicado devido à politização do assunto. Certamente, economia e política são temas que caminham juntos, mas abordá-los de forma neutra é um desafio. Se afirmamos que a situação está boa, um lado da moeda quer impor sua ideia com força; se dizemos o contrário, enfrentamos o mesmo problema, mas do lado oposto.

Agora, já pararam para pensar que há um vasto grupo de pessoas que nem ao menos têm "moeda" para escolher um lado? O que sobra para elas é apenas a opção de trabalhar para sobreviver, e, se quiserem uma vida melhor, trabalhar em dois ou até três empregos. Será que é só isso que têm como opção? De que forma a economia pode ajudar essas pessoas? Será que a economia pode ser empática com elas?

A definição de economia é simples: a ciência que estuda como pessoas e sociedades utilizam recursos para produzir, distribuir e consumir bens e serviços, buscando atender a todas as necessidades. Pelo menos, era para ser assim, não é?

Na prática, infelizmente, não é isso que acontece. Poucos têm muito, enquanto muitos têm quase nada ou absolutamente nada. A "senhora economia", como costumam chamar, parece não ter empatia alguma, e seu peso é maior exatamente onde a carga já é insuportável.

Mas o que fazer diante dessa realidade? A resposta é complexa, já que a empatia da economia depende diretamente de quem governa. E, desde os primórdios, a desigualdade existe. Não se resolve um problema estrutural como esse em um passe de mágica.

O primeiro passo, ao meu ver, seria focar em políticas públicas que tragam mais empatia para o sistema econômico. Contudo, o maior desafio é que o sistema não nos dá muitas opções de participação ativa. O principal instrumento de mudança que nos apresentam é o voto. No entanto, mesmo com o voto, um político iniciante que não se adapta às regras do sistema logo se torna "carta fora do baralho".

O tema é complexo, o problema é profundo e, honestamente, a solução parece distante, seja no curto, médio ou longo prazo. Ainda assim, acredito que, se tivermos um governante com coragem de pensar fora da caixa, talvez possamos iniciar uma transformação. Esse líder precisaria compreender que melhorar as políticas públicas e reduzir desigualdades não é apenas um ato de caridade, mas um investimento em uma sociedade mais sólida e resiliente.

E quanto a nós? O que nos resta? Precisamos agir com as ferramentas que temos: votar com consciência, cobrar resultados dos governantes e, acima de tudo, evitar a omissão. Não podemos nos acomodar em uma postura de "quando é o meu governante, está tudo ótimo; quando é o rival, está tudo péssimo".

A economia deve ser um meio para melhorar a vida de todos. Isso não acontecerá apenas com mudanças nas leis ou regras, mas com uma mudança de mentalidade. Precisamos entender que não é só a nossa mãe que não quer que seus filhos passem fome. A mãe do João, da Maria, do Carlos, da Júlia, e todas as mães – biológicas, adotivas ou sociais – compartilham do mesmo desejo. Uma sociedade verdadeiramente empática começa por reconhecer isso.

Não será fácil transformar um sistema tão desigual, mas a mudança começa com pequenas ações: participação política, cobrança ativa e, principalmente, um olhar mais humano. A economia precisa ser construída para servir a todos, e não para perpetuar privilégios. Essa transformação exige coragem, mas, acima de tudo, empatia.

Inserida por thiagovcnall