Nao quero te Perder Devido a Distancia
Fecho os olhos e in meu canto
Peço a Deus todos os dias :
Que eu não perca meu autodomínio,minha sensibilidade,
minha humildade , minha sensatez, minha paz de espírito ...
Diante a todas as maldades que insistem em atravessar
meu caminho.
Porque sei , que sem a força e a sabedoria de Deus ...
Não sou ninguém .
Sou vento na contramão
sou vulcão
sou inexatidão !
Mas com Ele
sou sabedoria
sou calmaria
sou amor
sou poesia .
"Na biblioteca da vida seja aquele livro que todos adimiram e querem ver, mais não por ter uma aparência bonita, e sim pelo conteúdo que tem a oferecer. Afinal uma boa aparência muitos tem, mais poucos tem algo bom pra oferecer.
“ Falar de amor, não consigo... Amor somente é sentido ou vivido, por mais que as palavras forem sinceras demonstre a cada dia, reconquiste, encante, e faça com que aquela pessoa se sinta em um mais belo jardim, onde as flores são as mais belas por seu perfume e sua essência magnifica! ”
''Beijo''
"Meu lábios não se cansam
de tocar os teus,
meus olhos não se desprendem
dos olhos seus
O sabor que fica em minha boca
me faz desejar ainda mais
encontrar outras vezes teus beijos
te beijar, muitas vezes mais
Tão curto o espaço do beijo
ainda que seja longo o tempo passado
talvez todo tempo não seja possível
para ter todos os beijos desejados"
❝ Imagine como seria você acordar amanhã e receber a notícia que eu partí dessa vida, como seria não me encontrar mais nos lugares de costume? Como seria chegar sozinho(a) onde frequentemente iamos juntos? E o segredo que você prometeu me contar, mais que não contou, preferiu deixar pra depois, não sabendo você que o meu depois não chegaria. Seria muito triste ne? Então, pense nisso,
Nunca deixe pra amanhã, o que você pode fazer hoje! ❞
"O dia de amanhã quem sabe é Deus!"
Luciano Melgaço
"Na vida cristã não basta nascer. É preciso sobreviver, se Desenvolver, crescer e refletir o Caráter de Jesus Cristo. Para que o crescimento seja uma realidade, é preciso orar e estudar a Bíblia todos os Dias e Trazer outros para Jesus."
PRAÇA DAS NAÇÕES
Dá licença Castro, mas...
A praça não é do povo
Como o céu não é do condor
A praça é do Cagado, do bigola
Do Perneta, do Zé-da Ana e do Paquinha
A praça é das nações
Como o céu é das andorinhas
A praça é da igreja
Como a noite é da polícia e da dor
A praça é da mulher que beija
Como é da beata, a ladainha
A praça é do “Especial”
Do rato, do Râmbert, do Preto
Do Popeye, do Pão-Branco, não!
Do Luquinha, do Edinho e minha
A praça é do som estridente da sanfona do Zé-da-Ana
Em busca do tão sonhado refrigerante
A praça se cala, se acalma sob o som que toca
Tocantins de um Luiz Tupiniquim
Sob o passo largo e óculos escuros, dobra-se o mastro
E a praça se rende ao tom do ‘Safari” e Jair de Castro
A praça se inquieta com oradores, padres, missas e cultos
E fica indecisa com Willama, seus atores, atrizes, todos cultos.
A praça é dos amores
A praça é viagem
A praça é dos pecadores
A praça é passagem
A praça é o obstáculo e o receptáculo
É o caminho que nos leva ao “espetáculo” dos céus
Que passa pela lente objetiva de Tadeu
Que também ama a praça e Ama Deus
Que passa pela pena mordaz de Rezende
E pela crônica eterna de Jauro Gurgel
Passa pela subjetiva câmera de Silésia
E de sua nordestinidade Jaqueline. Visse?
E passa... só não passa pela indiferença das elites,
Dos vidros elétricos de Ômegas, Fiats, Vectras e vereadores.
A morte
A mortalidade pra mim é conflitante, pois acho que somos eternos.
Logo não vejo a morte como fim, mas uma etapa cumprida.
Cabe a cada um analisar muito bem as nossas atitudes, os relacionamentos, as energias que emitimos agora, neste exato momento!
Portando, seja gentil, paciente, tolerante, perdoe sempre e principalmente, ame incondicionamente.
O que é dar um tempo se não a prévia de um fim, um fim mais devagar, o medo de dizer que acabou. Porque por ponto final dói demais, então se prefere dizer que só é um tempo, talvez pra dar esperança ao nosso coração de que nesse meio tempo de forma mágica as coisas se resolvam, que a vontade de acabar passe e que a saudade fale que ainda existe amor. Mas, o tempo nunca parece amigo nosso, passa lento, nos faz imaginar coisas, criar histórias, nos faz sofrer lentamente, a quem dera o tempo estivesse do lado da gente.
Esperei o telefone tocar com você me pedindo pra ficar, mas não tocou e as horas se passaram, os dias, as semanas, os meses.. O tempo passou enquanto minha esperança ficava, ficava e ficava..
Infância
Foi mágica da infância, da janela do meu quarto
não sabia assim tão bem , como era do outro lado.
Debruçada na janela, sempre sonhava um bocado
mas não sabia de nada, da vida do outro lado.
Tudo parecia tranquilo,
naquele meu imaginar,
pessoas boas felizes,
sempre vivia a sonhar.
A vida era dosada, luxo nem podia pensar
vestidos de seda, mamãe não podia me dar.
Sabia que existia, no meu inocente sonhar
só não podia tocar, muito menos usar.
Mas a vida era feliz,
eu conseguia sonhar,
os beijinhos da mamãe,
tudo podia amenizar.
Nada lá me faltava, tinha onde brincar
rua branca e macia, com areia para pisar.
Campinho de futebol, em frente meu lar
um lugar interessante, pra poder brincar.
Era linda,
minha terra,
meu cantinho,
meu lugar.
Um rio maravilhoso, onde eu podia nadar
com árvores frondosas, uma beleza de lugar.
Com margens enfeitadas, o rio sorria pra mim
eu com os pés na chão, ficava mais um "poquim".
Mas um “poquim” mamãe!
Eu sempre falava assim,
e acabava mergulhando,
banhando mais um "poquim".
A noite era alegria, a vizinhança à conversar
a meninada reunida, pular, brincar, gritar!
De repente aquela música, era do cinema
indicava que era hora, do filme começar.
As horas iam passando,
o povo ali conversando,
a meninada brincando,
e minha vida mudando.
Era menina morena, com pés no chão eu corria
simples assim era feliz, desse jeito eu crescia.
Cabelos negros ao vento, minha infância vivia
crescendo ficando mocinha, eu nem percebia.
Da vida da janela
à rua que eu conhecia,
brincando e sonhando,
eu mudava como a lua.
Saudades da terrinha, onde pude sonhar
de pessoas amigas, com quem pude partilhar.
Dos amigos de infância, das pessoas do lugar
do cheiro de terra molhada, era marca do lugar.
