Nao me Peca pra te Esquecer
Parafraseando Diogo Nogueira
Quem não gosta do frio, bom sujeito não é
É ruim da cabeça ou não conhece o calor.
Não existe ordem, civilidade onde reina o feio, o abjeto, o desprezível. Pessoas pobres de alma não acrescentam em nada ao mundo, não possuem transcendência, não possuem espírito. Estas simplesmente passam e não deixam nada.
Esses tipos de pessoas só existem onde há o caos. É uma via cíclica. Onde há desordem, o desumano, há o abjeto. Onde há o abjeto, o feio, há desordem, a maldade.
O tempo é uma borracha que não apaga o passado. Não dá para voltar atrás e escrever uma nova história sobre as linhas já preenchidas da vida, mas dá para escrever nas folhas em brancas do presente a história que a gente quer para a nossa vida.
Há coisas que deixam de caber na vida da gente não por serem grandes demais, mas porque coisas miúdas e insignificantes não valem o lugar que ocupam.
Que mude o ano, o mês, o dia, mas não os motivos de transformar a vida em uma felicidade constante.
O que me importa é a realidade da bondade e não a percepção dela.
O que vejo em todos os lugares são pessoas que se preocupam em parecer boas enquanto fazem o mal.
Foda-se elas.
Um amor de cigano é como o vento, livre e misterioso. Não tem fronteiras nem limites, é intenso e apaixonado. É uma jornada sem destino certo, cheia de emoções e descobertas.
Meu tempo com você
Uma manhã que já se foi
Uma tarde que se põe
Não temos mais todo tempo do mundo.
Mais não posso largar o amoleto do tempo e você.
Apontar o defeito dos outros não faz os seus ficarem invisíveis, muito pelo contrário, os torna mais evidente.
Costumava caminhar, e às vezes, percebendo ou não, deixava restos do que ficou e do que sonhava para trás
A parte mais bonita do amor é a inocência: apesar de não saber como termina, a gente começa como se nunca fosse acabar.
Para que serve um pedido de desculpa, se a pessoa não se dispõe a mudar e insiste em praticar os mesmos erros ?
Nós achamos que somos livres, mas não somos. O que somos é escravo enjaulados nas nossas certezas em busca de uma liberdade que justifique as nossas escolhas erradas.
Não preocupo-me com o que pensam a meu respeito, simplesmente porque o julgamento dos outros não condiz com quem eu realmente sou. São tantos defeitos e falhas que eu até admiro tanta imaginação. Eu só teria motivo para preocupar-me se percebesse que vêem em mim mais adjetivos e virtudes do que eu sou capaz de ver.
Para cada Indivíduo existe uma isca que ele não consegue evitar de beliscar ou morder.
Écomo um queijo numa ratoeira, onde os olfatos de ratos, não mostra o perigo de tão sedutor perfume presenteando a morte certa.
Enquanto a dor por não sermos amados por quem queríamos existir, o amor-próprio será o melhor remédio.
Amor não se acha pronto e acabado por aí, amor se constrói e não há possibilidade alguma de existir amor se essa construção não teve como alicerce o respeito.
