Nao me Peca pra te Esquecer
Voltarei tão rápido que você não terá tempo de sentir minha falta. Cuide do meu coração, ele ficou com você.
Você não pode ir para a cama
Sem uma xícara de chá
E talvez essa seja a razão
Que você fala em seu sono
E todos aqueles conversa
São os segredos que guardo
Apesar de que não faz sentido para mim
O que Lacan chama de um sujeito petrificado pelo significante é um sujeito que não faz quaisquer perguntas. A definição mais simples de um sujeito petrificado é a daquele que não se questiona sobre si mesmo. Ele vive e age, mas não pensa sobre si.
Ninguém conhece minhas lutas. Portanto, eu não preciso provar nada, a não ser sapatos, roupas, vinhos e cachaça.
Não sei disfarçar sentimentos e sinceramente nem quero. Seria uma violência tão grande comigo mesma a troco de nada.
Somos responsáveis pelas condutas pessoais que causam impactos na vida profissional. A ética não é temporária, é linear.
Eu te amo, e nada mais sei.
Além do fato que você não gosta e nunca gostou de mim.
Talvez seja só uma ilusão esse amor, pois que seja, agora, enquanto eu não tenho a resposta, só posso dizer que, viver sem você e como estar vivo sem respirar.
Eu te amo, e nada mais sei.
Você está esperando por alguém, mas até você se acha patética. Isso não é amor. É uma obsessão. O amor que você tinha mudou e agora está apodrecendo. Você deveria jogá-lo fora.
Não há homem ou mulher que por acaso não se tenha olhado ao espelho e se surpreendido consigo próprio. Por uma fração de segundo a gente se vê como a um objeto a ser olhado. A isto se chama talvez de narcisismo, mas eu chamaria de: alegria de ser. Alegria de encontrar na figura exterior os ecos da figura interna: ah, então é verdade que eu não me imaginei, eu existo.
Enquanto seu coração sangrar e doer não se preocupe, se preocupe quando todos seus sentimentos forem se esgotando e nem mesmo a dor te machucar, nesse dia seu coração estará negro e sua alma vazia.
E se eu me arrepender, que seja por algo que tentei.Se fracassei é porque não tive medo de arriscar.
Ninguém me Habita
Ninguém me habita. A não ser
o milagre da matéria
que me faz capaz de amor,
e o mistério da memória
que urde o tempo em meus neurônios,
para que eu, vivendo agora,
possa me rever no outrora.
Ninguém me habita. Sozinho
resvalo pelos declives
onde me esperam, me chamam
(meu ser me diz se as atendo)
feiúras que me fascinam,
belezas que me endoidecem.
