Nao me Importo com o que Pensam a meu Respeito

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Sou bem individualista, o que é meu, é meu. FIM. O maior ensinamento que o individualismo me ensinou é que, você só consegue ser mais para alguém, sendo primeiro para si. Ninguém é capaz de acrescentar quando não há nada de si para oferecer.

Inserida por christyanyury

Eu tornei-me aquilo o que eu mais temia;

Meu maior inimigo.

Inserida por leandro_faccion

Muitas caras para o espelho, algumas máscaras para a sociedade; quem olha nos meu olhos, vê minha única Verdade!

Inserida por SebastianStriquer

Por vez meu poema vai até o inferno das emoções para que o leitor que está na escuridão do entendimento, nas trevas do pensamento, se identifique naquela situação e aí, como em um poema-armadilha do Bem, caia com sua alma aflita na rede eletromagnética que o resgata e o trás para um nível mais consciente e elevado.

Inserida por SebastianStriquer

Rsrsrs,meu bem foi um lapso te considerar tanto assim!

Inserida por maria_luiza_7

IMBUÍDO SÂNDALO

"Suavizei as termas do meu espírito aviado,

Avistei os corpos do além-inverso em adoração,

Custando em mim o imbuído sândalo em composturas

Com vícios para satisfazer ninhos rebocados

No vento estagnado e ungido

Que enluvou no penacho da crisálida

Meu daltonismo visceral e sem calosidades."

CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES

Inserida por CAROLINE__GUTERRES

LÁPIDES DE THEMIS

"Módicas satisfações no entremeio aberto do meu trago

Co-tabulam vencimentos gastados no espécime vulgar

De rendimentos portados no espelho.

Encandeiam júpiteres alucinados por renegar

O vício libidinoso que regula lápides de Themis

Encarregadas de vencer rosários delineados e incinerados

Por partilhas e instintivos pareceres de ovação."

CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES

Inserida por CAROLINE__GUTERRES

Você é a areia que eu uso pra lubrificar meu coração a cada intervalo de batidas.

Inserida por IGabriele

Meus Medos

Tenho muitos medos
E os carrego em mim,
De perder meu amor
De parar de sonhar
De esquecer me no fim.

São muitos e vários
Os medos que me assolam enfim.
Mas medo não há maior
Que cuidar de jardins,
Meu Pai morreu assim!

Inserida por Mlago

Eu, morta e enterrada
Meu silêncio sepulcral
Serve de passagem
Uma espécie de ritual
A vida é renovada
A torre foi, enfim, derrubada.
Eu, descanso em paz.

Inserida por AlessandraGuidi

TARÂNTULAS, PRENDAS E SIBARITISMOS

"Sorver do vale meu fardo incompleto

Como parte do êxodo sugado por fraternidades

É simplificar santuários relativizados

No assento espirrado.

Pinçar excitações e intolerâncias

E evacuar verdades classificadas

Vence tarântulas, prendas e sibaritismos."

CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES

Inserida por CAROLINE__GUTERRES

Escolhi deixar meu coração livre pra que a vida me leve. E quem sabe, um dia, nossas quinas se cruzem. E a gente se ame nas novas esquinas.

Inserida por brunamotti

ESPECTRO DEIFICADO

"Deificar o meu espectro me torna escape

Da instalação de estradas estratosféricas.

Senão, o mesmo rio que me engolfou

Secando em desencontros do visto da janela

Me tornaria capaz de ser ao mesmo tempo

Vida de dístico, fundo do estilo,

Eixo do sinistro e prumo da embocadura."

CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES

Inserida por CAROLINE__GUTERRES

CANTAREIRA E IMENSIDADE

"Sem o dorso da minha cantareira,

Eu alcançaria o teto do meu argumento

No congado interesseiro e trovador.

Sem aceitar minha imensidade,

Alargaria travessas contidas

Para enfeitar salitres sodomitas e arqueiros,

Apenas para que o meu véu neófito

Fincasse força na aspiração."

CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES

Inserida por CAROLINE__GUTERRES

Se meu futuro dependesse da teoria de Aristóteles eu colocaria culpa no zodíaco.

Inserida por Kaien

BOCA DO TEMPO

No pesadelo do meu sonho
eu vi a boca do tempo, mastigando
os anos. A idade oscilava para o futuro
sendo engolida pelos tragos da vida.
Eu vi... A pele, os lábios sendo, sendo
rascunhados pelas rugas dos anos.
Enquanto alegria e as e os passos...
Viajavam, dia, mês décadas, sobre
boca do tempo... As janelas da juventude
iam se fechando, uma a uma!
Até sobrar apenas as telhas, amareladas
das lembranças.
Sobre a boca do tempo... As pernas se
cansavam e tremiam entortando os
passos, e as lagrimas se perdiam sob
o chão. As válvulas gastas, ruíam
ritmando a retinia do velho coração.
Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

MEU MUNDO UNIVERSO

Era uma vez uma lugar
Onde tudo de podia
Pensar .
Momentos ruins poderia troca
Por coisas boas lá inventar.
Os pássaros cantão livremente
E a terra seca e sem vida, árida
Sofrida, pode se curar.

Pena que nesse universo o voz
Do pássaro, o barulho das ondas,
A voz dos animas não se pode em
Um outro por Niguem escutar.
Se não por aqueles que vive ali
Dentro, se não para aqueles a quem
A quele universo está preso .

Queria bem eu trazer os gritos da quele
Mundo para alguém ouvir, mais pena
que outro Niguem pode ver ou sentir.
Se não aqueles a quem a quele mundo
Foi criado, talvez porque não se pode
ser comentado, ou tão certo compartilhado .

Inserida por SamukahSeugirdohr

Abram o meu mural e leiam,ele é como se fosse um livre de boas páginas com diversificação de mensagens gratuitamente.Leiam q é bom

Inserida por Cacio01

O meu objetivo d expandir meus versos,é ajudar a limpar tantas sujeiras q existe e como compositor gosto sempre d está inventando

Inserida por Cacio01

O que eu aprendi com meu filho: Que ser pai é viver mais uma vida ao mesmo tempo, a qual é tão importante quanto respirar, e como tal, não temos nenhum controle e sua ausência nos sufoca.

Inserida por ValterLemes