Nao me faz Andar pra Tras e nem Ficar Parado
Há duas situações: uma em que o goleiro escolhe um canto e pula, e outro em que ele fica parado no centro do gol. Ele tem maior probabilidade de pegar a bola na situação em que ele fica parado no centro do gol, mais a maioria escolhe um lado e pula, pois ninguém que ficar parado vendo a bola entrar.
Olá! eu senti sua tristeza daqui e preciso que leia
Até rio parado morre.
É preciso abrir portas,mas existem portas que precisamos fechar ou saber lidar com elas...
A tristeza quis entrar?...não se abale por muito tempo....às vezes não estamos satisfeitos com algumas coisas e isso vai se acumulando,mas abrir porta para tristeza é pular etapas do ciclo,(nascer,crescer,desenvolver,dar frutos e voltar para onde viemos,para voltar novamente)
Quando se abre porta para o negativo, ele entra com toda força,e isso que acontece:-envelhecemos e logo depois morremos,PULAMOS O CICLO...
Mas nenhuma doença no mundo que mata rápido é tão forte para nos derrubar, quando o pensamento é positivo... exp: pessoas com câncer que fazem quimioterapia,o cabelo não cai, a pessoa vive anos e nem parece ter a doença,mas até o câncer pode ser curado,pois é uma doença espiritual.
Muitas pessoas que passaram dos 100 anos aconteceu,porque um dos segredos da longevidade é manter-se positivo.MAS ATÉ PARA OS QUE PASSARAM DOS 100 ANOS,se um dia abrir porta para tristeza ,se envelhece da noite para o dia e morre....
O que você faz,neste momento de tristeza?levante-se,movimente-se ....Tem conhecimento com aromas,incensos,músicas,velas,oração?,seja como for,LEVANTE-SE E FAÇA!!!!.....CHORE HORRORES,CHORE MUITO,NÃO COM TRISTEZA,PENSE QUE AS LÁGRIMAS ESTARÁ,LAVANDO E LEVANDO PARA LONGE TUDO QUE TE INCOMODA,SE SINTA RENOVADA(O) AGRADEÇA!nunca mais esqueça disso,você nunca estará só,peça tudo para o que você acredita e fique calma(o) ,veja a luz fluir e mudar tudo isso! Agora entendeu porque você não está só??? Namastê!
A ingratidão é como doar um rim para um alguém e depois descobrir que seu outro rim está parado e que você precisa de hemodiálise, e depois da notícia este alguém olha pra tua cara e diz: bem feito pra você!
Engraçado, agora parecemos dois estranhos. Aquele amor ficou parado ali mesmo, no meio da estrada, de bagagem pesada, só com a roupa do corpo, sem saber que rumo seguir, sem mim, sem você, sem carona, sem atalhos nem mapas. O nosso amor vaga: com sede, com fome, com lágrimas. E espera, espera um dia a nossa volta, espera que um dia, feito criança, o carreguemos no colo e brinque e sorria como era de costume fazer nos piqueniques de domingo.
O tempo passa, o vento passa, a paisagem passa, o amor não passa. Ele fica! Caminha a passos lentos e exaustos, as malas pesadas de recordações já puíram, arrebentaram e ficaram pra trás. Os olhos cansados já não enxergam a longas distâncias, já não me reconheceriam, nem reconheceriam você. Nosso amor é uma moldura sem retrato em busca dos rostos que antes ali sorriam! É um vão eterno entre mim e você.
O amor envelhece, a memória desgasta, as lembranças se vão, os sentidos enfraquecem, mas lá no fundo tem uma coisa que ainda queima, e arde, e dói! Aí acontece que o amor não espera mais por mim nem por você, espera por alguém, qualquer alguém que o leve e cuide e guie e queira bem.
O amor não passa, não acaba, adormece. Se vai aos poucos na esperança de um dia saber como voltar!
Encontro Marcado
Parado ao longe te vejo chegar reluzente, altiva e imponente
Então me vês e abre um sorriso que me conforta
O tempo é curto e a saudade é imensa
No banco de trás, nossos corpos clamam pelo encontro
Os olhares, ahh... esses conseguem enxergar a volúpia que salta aos lábios
Peço ao chofer que nos leve para Ninho...
Já a sós, proclamo a soberania do teu corpo, Invasivo, rasgo tuas roupas
Timidamente tenta me conter, sem esforço fazer, agora não há resistência
Pede, me prende e sobre mim se espalha, outra vez me completo
Mastiga-me com vigor, ouço chamar por meu nome
Pressinto teu ápice, aumento meu ritmo
Profanas o Santo nome – “Oh Meu Deus!”
Ondas de choque percorrem teu corpo, me olhas como quem agradece um precioso alimento
Antes do fim a boca sacia a sede
Deixo-te ir
Sabendo que mais do que nunca carregas uma parte de mim
Armando ficou parado olhando com atenção a enfermeira Patrícia colocar a estrela no alto da arvore de Natal.
Foi com muita alegria que recebeu o convite dela para ajudar na arrumação do símbolo. Era bom se sentir útil de novo. E assim colaborou. Bola por bola. Estrela por estrela, até que terminaram.
Patrícia, então, equilibrou o objeto, olhou para Armando com um sorriso e disse:
- Pronto "Seu" Armando, acabamos.
Armando não respondeu. Continuou alí parado olhando para a arvore. Patrícia que há anos trabalhava no asilo, conhecia a realidade de cada um interno e o quê a data representava. No caso de Armando, era a solidão. Foi internado há dois anos e desde então só recebera duas visitas do filho, um famoso médico da cidade. Não ousava tentar vislumbrar as muitas lembranças que passavam como um filme na mente do octogenário.
Até que...
- Seu Armando! - Chamou com um pouco mais de energia.
Ele, ainda, não atendeu.
Ela desceu da pequena escada e segurou o braço dele.
Foi quando Armando olhou e disse-lhe:
- Muito obrigado minha filha. Obrigado mesmo. Sabe? lembrei-me dos tempos em que tinha minha família e que fazia da arrumação da Arvore de Natal, um evento especial. Mas com o tempo, tudo passou e depois de todos estes anos, você me proporcionou viver de novo algo especial. Arrumar mais uma vez uma Arvore, foi uma experiência que me trouxe muitas recordações. Muito Obrigado e Feliz Natal!
Armando terminou a fala limpando os olhos das lágrimas que insistiam em molhar seu rosto, enquanto virava o velho corpo e se dirigia ao seu quarto. Patrícia não conseguiu responder. Sorriu um sorriso de choro em meio a emoção de também viver um... Feliz Natal.
Parado padeço em sentimentos, obscuros como as trevas do meu coração
O que um dia já foi meu acalento, me faz chorar por não ter mais razão
Desatino por sofrer e te entreguei meu coração
Pareço valente, mas no fundo não sou durão
Derramo em lagrimas, por não ouvir mais o seu tom
Em um canto sem luz, ele parado a olhava e via o semblante de loucura que existia ali. Ela que outrora era controladora, o vendo parado sem conseguir ver seus olhos mais uma vez, sentia que a fera que existia dentro de si, hoje era dominada. A angústia dos sentimentos se perdia em um turbilhão de detalhes que estavam ali, naquele momento frente-a-frente. Um olhar escuro começava a dar lugar a luz clara que o irradiava por causa daqueles caprichos que ele tanto amava. Ao olhar sua musa ali, aos seus pés implorando seu perdão, ele sentia que nada mudaria tal situação e que aquela fraqueza, não cabia no ego que ele antes idolatrava. Ela por sua vez, não acreditava que seu amado, que a conquistara com tanto ardor, naquele momento começava a lhe igualar aos outros seres. Não para ela que tanto havia sido cortejada e desejada e que não entendia a volta daqueles sentimentos que a haviam atormentada por outros em outros momentos vividos. Ele se move das sombras na direção dela, lhe desfere um beijo e sai sem rumo definido. Ela chora agarrada ao tapete da sala se perguntando onde estavam suas súplicas de ajuda feitas em oração contra o fim daquele desalinho. Eis que a porta se abre e ela enfim consegue ver os olhos daquele que havia partido. Eram olhos de ternura e de cansaço que mostravam fardos de uma vida que se esvaia. Ele se ajoelha perante a dona de seus raios de luz e a toma nos braços. Ela fica calada e entende que ali estava seu porto, seu protetor. Aquele que poderia ter raiva do mundo mas que jamais poderia desgostar de sua dama ao ponto de partir deixando seu coração para trás. Os dois se congelam naquela cena de época e sobem aos céus como pequenos feixes de luz dentro de toda aquela escuridão que consumia todo aquele lugar, provando que não há no mundo escuridão, sombra ou pavor que possa acabar com a luz que existe dentro de cada um de nós.
...
Os paradoxos da minha timeline.
Sempre fui um aficionado pelas figuras de linguagem. Paradoxos e metáforas, por exemplo, sempre me ajudaram no processo de externar meus pensamentos. Traçando uma linha do tempo, voltamos ao ano de 1972 para compreendermos o real propósito deste livro.
Na ocasião, o então presidente Emílio Garrastazu Médici, terceiro da lista de ditadores que governaram o Brasil, promovia pela primeira vez a transmissão de um evento através da televisão em cores. Mesmo considerando o regime autocrático e a sua ilegitimidade, nascia a Telebrás, a primeira empresa de telecomunicações do Brasil. Em meio a censura, a violência e a cassação de direitos políticos, o primeiro computador da América Latina era construído na Cidade de São Paulo. Ao mesmo tempo que as fronteiras se fechavam para o livre-comércio, Médici inaugurava o primeiro trecho da Rodovia Transamazônica. E para completar, o juiz Sérgio Moro nascia ao passo que Luiz Inácio Lula da Silva entrava para o Sindicato dos Metalúrgicos com apenas vinte e sete anos de idade.
Saindo um pouco do contexto tupiniquim, o terrorismo palestino assombrava a delegação israelense em plenos Jogos Olímpicos. E para encerrar a lista de contradições, Richard Nixon, então presidente dos Estados Unidos, se reunia em Pequim, na China, com o lendário Mao Zedong - patrono da luta contra o imperialismo e o capitalismo em todo o mundo.
Neste mesmo ano eu chegava ao mundo e daí a ligação emblemática com os paradoxos da minha história. Com tantas contradições presentes no meu encontro com o mundo exterior, ressalto aqui o meu primeiro contato com a resiliência. Minha querida Mãe, genitora mor diante do seu primogênito, ao se preparar e ver se consolidar o segundo maior elo de sobrevivência depois do cordão umbilical, Mãe e Filho, eis que surge a fome e o anseio instintivo pelo aleitamento materno. Um choro a plenos pulmões antes fechados, uma insistência concebida pelo amor incondicional e um pequeno sussurro em meus ouvidos: - Filho, seja resiliente!
Uma história triste de amor com P
Pedro, parado, pensando,
Possivelmente por Paula
Perambulando pelas paralelas
Portas pretas, palácios perdidos
Perante Pedro Paula pálida
Palavras perdidas, palavras pesadas
Pedro paralisado por palavras
Palavras perfurantes
Palavras pavorosas
Vi você parado na mesa de um bar, você parece tão feliz por ter deixado de me amar.
Mas aí eu vi que você fugiu, Não sei como reagiu.
Você estava tão lindo quanto no dia que eu te perdi, e sinto que nunca mais voltarei a estar perto de ti
Não quero te fazer chorar, como as outras fizeram .
Uma vez você me disse que alguém quebrou seu coração , e agora não quero te tratar como mais uma opção.
Eu não sei por que eu fujo, eu não sei porque eu choro, se eu te amo.
Vou fazer de tudo para você ficar, você não está em segundos planos.
Meus sentimentos, ficaram mais insanos, quando te vi naquela mesa de bar
Horas Caídas -
Horas caídas num triste silencio
gente perdida sem direcção ...
Olhar parado que rosto enfeita?!
Tantos pecados de mão em mão!
Quem se aninha, quem se deita
numa cama sem ter pão,
sente que a vida o rejeita
e lhe serve, à mesa, a solidão!
Tantas vezes que a fome nos parece
ser maior do que a razão
porque toda a gente a sofre e padece!
E não deixa de sofrer, de ter razão,
horas caídas num triste silencio
tantos pecados de mão em mão!
A verdade conduz as pessoas por um caminho longo. Quem usa a verdade, em algum momento, será parado, não conseguirá avançar, mas continuará de onde parou. Os mentirosos, sempre usam o caminho curto, avançam rapidamente, sobem e sobem e invés de serem parados, eles simplesmente despencam.
Seu quarto é uma ilha onde o tempo parece parado, e cada meta concluída é apenas um pequeno alívio em um oceano de cansaço sem fim. O amor que ele sente, porém, é uma maré alta que não pode tocar a praia, pois ele se esconde nas sombras de suas obrigações.
