Nao me Comove mais

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⁠Que nossas ações sejam mais barulhentas que nossas palavras, não para impressionar homens, mas sim para ecoar na eternidade.

Inserida por ateodoro72

⁠⁠Não há jeito mais bonito e Prazeroso de castigar quem nos quer mal do que sermos felizes.

Inserida por ateodoro72

⁠⁠⁠Não há jeito mais bonito e Prazeroso de castigar os que nos querem mal do que manter o equilíbrio.

Inserida por ateodoro72

⁠Não há Dor que supere a de beijar a testa gelada da pessoa que você mais Ama num caixão.

Inserida por ateodoro72

⁠Não há ninguém mais Triste do que os que só conseguem Sorrir diante dos outros.

Inserida por ateodoro72

⁠Se a sua religião te convenceu a mentir e fazer discurso de ódio, você não precisa de mais liberdade de expressão, precisa é se libertar do mau-caratismo.

Inserida por ateodoro72

⁠No universo digital, não há “desinteligência humana” mais medonha que recorrer à 'inteligência artificial' para confundir os que se acham inteligentes.

Inserida por ateodoro72

⁠⁠Se a Fé que professas te permite mentir e fazer discurso de ódio, você não precisa de mais “Liberdade de Expressão”, precisa é se libertar do mau-caratismo.

Inserida por ateodoro72

⁠Não se sabe quem é mais digno de pena, se os que fingem bondade ou os que acreditam neles.

Inserida por ateodoro72

⁠Não há jeito mais medonho dos reféns bajularem o “Sequestrador de suas Mentes” que lutar pela liberdade dele.⁠

Inserida por ateodoro72

Não há ausência de paz mais contraditória que tentar minimizar ou ignorar atentados contra a democracia a pretexto de pacificação.⁠

Inserida por ateodoro72

⁠Não sei precisar quem é mais digno de pena, se os que mentem em prol das verdades em que acreditam, ou os que acreditam neles.

Inserida por ateodoro72

⁠O pré-tribulacionismo é uma ideia mais recente, surgida no século XIX com John Nelson Darby, e não fazia parte do ensino dos primeiros cristãos, o que levanta dúvidas sobre sua base histórica em relação à visão tradicional da Igreja sobre a volta de Cristo e a tribulação.

Inserida por CaioSantos2020


O Engano Mais Sutil

Há um tipo de engano que não se grita — se sussurra. Ele não chega com violência, mas com sutileza. E talvez, por isso, seja tão perigoso. É o autoengano que nasce quando passamos a medir nossa vida por fatores externos, enquanto o interior vai, aos poucos, murchando.

Começamos a acreditar que estar ocupados é o mesmo que estar plenos. Que estar em evidência é o mesmo que estar bem. Que produzir é igual a crescer. E quando damos por nós, já não nos avaliamos mais pelo que somos diante de Deus, mas pelo que parecemos ser diante dos outros.

Mas o Reino não funciona assim.

Enquanto o mundo se impressiona com performance, Deus examina o coração. Enquanto olhares humanos celebram resultados, o Espírito pesa as motivações. Não é o número de compromissos na agenda, nem a frequência das postagens espirituais, nem mesmo o reconhecimento da comunidade — é a temperatura do coração no secreto. É a fome por Deus quando ninguém está vendo. É a entrega silenciosa, sem plateia, sem aplausos.

Por isso, talvez a pergunta mais urgente hoje não seja: “Como está sua vida?”
Mas sim: “Como está sua alma?”

Você ainda se reconhece na presença de Deus? Ainda se sente incomodado quando se afasta dEle? Ou o barulho da rotina te anestesiou a ponto de não perceber mais o silêncio que se formou entre vocês dois?

Voltar a medir-se pelos olhos de Deus é reencontrar um ponto de referência que não muda — mesmo quando tudo ao redor se torna fluido e relativo. Não se trata de emoção, mas de alinhamento. Porque nem todo progresso indica direção, e nem toda constância revela fidelidade. Há rotinas que nos afastam com elegância, e há estabilidade que mascara desvios profundos. O verdadeiro risco não está em continuar andando… mas em seguir sem perceber que já nos afastamos do centro.

Inserida por CaioSantos2020

⁠Perdoar o imperdoável me torna mais humano?

Essa pergunta me pegou desprevenido. Não veio de um livro de filosofia, nem de uma conversa profunda. Veio de um episódio de uma série de advogados. Mas a ficção tem esse poder estranho de, às vezes, nos despir por dentro.

Mike Ross mentiu. Construiu sua carreira sobre um engano. Por mais brilhante que seja, sua história é marcada por uma fraude. E quando a verdade ameaça vir à tona, tudo parece ruir. Do outro lado, Louis Litt — o guardião das regras, o homem que respira justiça e vive pela letra fria da lei — se vê diante de uma escolha: expor Mike, ou poupá-lo.

E então ele faz o improvável: perdoa.

Não porque Mike mereça. Não porque a situação peça isso. Mas porque, naquele instante, algo mais forte que a regra sussurra dentro dele: a compaixão.

Justiça e misericórdia: não basta uma sem a outra

Esse gesto me confrontou. E me revelou.

Muitas vezes, somos ensinados a escolher entre dois caminhos: ser justo ou ser misericordioso. Como se um anulasse o outro. Mas a verdade é que uma sociedade — e uma consciência — só amadurecem de verdade quando aprendem a equilibrar os dois.

É preciso ser justo. É preciso praticar a justiça. Mas também é preciso saber o que é misericórdia. E praticá-la.

Justiça sem misericórdia se torna crueldade.
Misericórdia sem justiça vira permissividade.
Unidas, elas produzem sabedoria. Produzem humanidade.

O dilema que habita em todos nós

Perdoar o imperdoável não é apagar o erro. É olhar para ele com os olhos de quem também já errou. É reconhecer que há uma dor por trás da culpa, uma história por trás da escolha errada.

Louis, naquele episódio, não nega a verdade. Ele apenas escolhe não deixar que a verdade se torne uma arma de destruição. Ele escolhe algo raro: a humanidade em sua forma mais nobre — o perdão consciente.

Ser justo, mas ser mais do que isso

A grandeza não está em aplicar friamente a regra, mas em saber quando a regra já não basta. Em saber quando o gesto humano precisa ir além da letra. Porque há momentos em que seguir a lei não é o bastante — é preciso seguir a consciência.

E foi isso que me tocou. Porque eu vi em mim a rigidez que cobra, mas não acolhe. Vi em mim a pressa em julgar, o medo de errar, a dificuldade de ceder. E entendi, com um nó na garganta, que ser humano não é ser impecável — é ser capaz de compaixão mesmo diante da quebra.


Talvez seja isso que nos refine:

A capacidade de olhar o outro — e a nós mesmos — com verdade, mas também com ternura.
De dizer: sim, houve erro.
Mas também dizer: ainda assim, há espaço para recomeçar.

Ser justo é necessário. Mas saber perdoar com consciência — isso é maturidade.
E quando conseguimos unir esses dois mundos, nos tornamos profundamente humanos.

Inserida por CaioSantos2020

⁠A Economia produz tortura massiva. Não existe tortura mais democrática do que ela, em algum momento até os super ricos se encontram com ela cara a cara. Se a Humanidade tivesse essa consciência a tortura de fato já teria sido abolida no mundo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Julgar por pensar diferente, não pesquisar, não entender que se pode evoluir ou se achar mais civilizada do que qualquer pessoa revelam que a barbárie está em toda a Humanidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não extradite quem
nunca mais poderá
voltar para o lar,
Não seja cúmplice
do crime de aprisionar
quem é inocente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Só não vê quem não quer
que a lei do mais forte
sempre acaba pesando sobre
quem tem a boa fé de crer
na liberdade de se entregar
de corpo, alma e coração.

Em vez de condenar planos
de poder por covardia,
eles optam em calar vozes
como a do General que foi
preso numa reunião pacífica
e que espera sem êxito até
hoje por liberdade e justiça.

Só não vê quem não quer:
a jogatina geopolítica
jamais reconhecida
que pisoteia toda a gente,
e a roda da vida que vem
se suportando porque
quase nada está evoluindo.

Eles fingem que não
veem tal problemática
porque para eles
anda sendo conveniente,
O quê menos importa
é a dor da tropa
que também é gente.

Eles optam por gosto
com quem é conivente
com a dor famigerada
da espera gota a gota
do diálogo da rodada
em pleno México,
porém se esquecem
que Deus está vendo....

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠I

Saudades não será
mais uma tragédia
esquecida na Pátria
onde no mesmo dia
o riso foi arrancado.

A dor dos nossos
não comove nem
mesmo os nossos,
o meu coração
continua doendo.

Insone porque falta
o oxigênio essencial,
sobra provocação
a todo o instante
e urge todo cuidado.

O nosso drama não
comove ninguém
por todos os lados,
o meu coração
está aos pedaços.

Nesta América Latina
onde nos pisoteiam
o tempo inteiro e vidas
escapam como um
furacão entre os nossos dedos,
como as que perdidas
nos campos do Império.

As mortes banalizadas
em todos os instantes,
e tem gente que acha
que há como viver como antes.

II

Não sei mais o quê
falar onde possíveis
falsas notícias dizem
que presos políticos
civis foram levados
aos cárceres comuns.

Não sei mais o quê
falar onde possíveis
falsas notícias dizem
que presos políticos
militares foram levados
para Ramo Verde.

Perguntar até onde
foi parar o General
que está preso inocente
é falar com as paredes,
mas mesmo sem
sucesso ainda peço
confirmação ao Universo.

Nesta América Latina
viciada em indiferenças
e traições como
as sofridas por El Salvador
que brincam nas estações
com cada um dos nervos
e fazem perder paradeiros
como os de jovens na Colômbia,
e seguimos fingindo que
nada disso está acontecendo.

Inserida por anna_flavia_schmitt