Nao Julgue meus Sentimentos
Eu me perdôo pelos meus erros e não delego a ninguém as consequências deles. Eu me perdôo pelas minhas quedas e me dei o prazer de levantar. Eu me perdôo pelas vezes que recuei e percebi que o caminho era outro, me dei a segunda chance para recomeçar de novo. Eu me perdôo e não entrego a ninguém as rédeas da minha jornada, ela só pertence a mim. Estou em busca da minha evolução pessoal, interna, externa e espiritual. E se no caminho dessa jornada eu errar outra vez, mais outras vezes me perdoarei. E se me vir errar, saiba que errei tentando acertar.
Eu quero um dia olhar para trás e não me arrepender de meus erros, quero ser feliz por ter crescido com eles.
Quero lembrar com alegria e gratidão das pessoas que passaram pela minha vida. Quero poder ter a certeza que ainda haverão reencontros, mesmo que sejam para acertar aquele último ponteiro que ficou parado em meio a mágoas e ressentimentos.
Eu já busquei felicidade em coisas grandiosas, em sonhos inalcançáveis, em bens materiais. Hj, sobretudo, quero ter fé, paz e nunca perder o equilíbrio e lucidez. Quero viver um dia de cada vez.
Quero mais diálogo e menos discussão, mais amor e menos dor.
Eu quero um short rasgado e um chinelo desgastado, eu quero andar sem rumo e sentir a presença de Deus na brisa que bater em meu rosto.
Eu quero simplicidade e grandes sentimentos. Eu quero que Deus habite em mim, quero viver mais no espírito do que na carne.
Não quero ser julgada, não quero julgar. Não quero mais estar aqui pra atrapalhar, me reservo no direito de me retirar quando não for para amparar ou acrescentar.
Eu quero estar livre das correntes que me prendem as coisas desse mundo, eu quero estar no comando, não quero mais dualidade de pensamentos.
Tenho desejo de transformação, quero sair do casulo, emergir em toda minha glória e essência.
Nessa madrugada não encontro inspiração para escrever, mas deixo que meus dedos conecte a minha mente e fale por si só.
"Meus caminhos, minhas vidas, tudo se emaranham em meus neurônios em branco.
A vida não passa, ela se perpetua em cada respiração, em cada busca do próprio ser, que pensa existir!
SOU-ME BORRA
"Sou-me borra,
Não asseio mais nada que não martirize meus credos.
Santifico arapucas,
E não avisto nau que se avizinhe de aço.
Sangue novo não refloresta turbulências.
De outro porto, aprumo meus sonhos
E invalido Eros nos contos irmãos.
Se este é o cordão do sacramento de minha escolha,
Cedros são minhas maiores amarras,
E loucos os costumes mais aduaneiros que
Contive tentando me enlouquecer vazia de entulhamentos."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
Bom não sei como dizer não quis contar a ele mas foi a minha mente. Me perdoe fui expressar meus sentimentos não sabia que te magoaria, mas agr já sei o que faço pra te fazer entender não foi por mal. Perdoe-me nunca fiquei tão arrependida nunca quis te magoar. Não sabia que a vingança não e tudo me perdoe.
Te amo melhor amiga...
O amor é uma amizade que deu certo
Um silêncio perpétuo cerrou meus lábios,
não falarei mais sobre o espanto do amor
descobri tardiamente, ser a amizade,
de todos os sentimentos o maior.
A amizade está além de qualquer mito
dos que falam que o amor é sem igual
o que é o amor romântico incircunscrito,
pois que dura e não suporta um temporal?
O amor é uma dádiva de amigos a partilhar
quando almas generosas se permitem dividir,
uma cama, uma mesa ou mesmo um lar.
A amizade não se presta a vil conquista
como quer o encantamento dos amantes
não se compra, não se rende a uma bela vista.
Cada pedido de ajuda negado, foi motivo pra fortalece meus passos.
Lutar por ti, só cabe a ti.
Não desista daquilo, que te conquista, Pé no chão, Fé no coração é a melhor opção a ser escolhida, entre Persistir ou Desisti.
"Ninguém consegue vencer sozinho" isso é frase de quem desistiu.
Onde eu procuro você não faz questão de estar
Nos meus tropeços sempre te encontrei...
A cada dia me perco num caminho diferente
Na esperança de te encontrar...
Ontem eu só queria você aqui comigo
Me pedindo para ficar
Hoje vou dormir pensando
Para quem sabe sonhar
E amanhã irei acordar bem cedo
Para poder te imaginar
laço de fita
Não sabes, criança? 'Stou louco de amores...
Prendi meus afetos, formosa Pepita.
Mas onde? No templo, no espaço, nas névoas?!
Não rias, prendi-me
Num laço de fita.
Na selva sombria de tuas madeixas,
Nos negros cabelos da moça bonita,
Fingindo a serpente qu'enlaça a folhagem,
Formoso enroscava-se
O laço de fita.
Meu ser, que voava nas luzes da festa,
Qual pássaro bravo, que os ares agita,
Eu vi de repente cativo, submisso
Rolar prisioneiro
Num laço de fita.
E agora enleada na tênue cadeia
Debalde minh'alma se embate, se irrita...
O braço, que rompe cadeias de ferro,
Não quebra teus elos,
Ó laço de fita!
Meu Deusl As falenas têm asas de opala,
Os astros se libram na plaga infinita.
Os anjos repousam nas penas brilhantes...
Mas tu... tens por asas
Um laço de fita.
Há pouco voavas na célere valsa,
Na valsa que anseia, que estua e palpita.
Por que é que tremeste? Não eram meus lábios...
Beijava-te apenas...
Teu laço de fita.
Mas ai! findo o baile, despindo os adornos
N'alcova onde a vela ciosa... crepita,
Talvez da cadeia libertes as tranças
Mas eu... fico preso
No laço de fita.
Pois bem! Quando um dia na sombra do vale
Abrirem-me a cova... formosa Pepital
Ao menos arranca meus louros da fronte,
E dá-me por c'roa...
Teu laço de fita.
Castro Alves ALVES, C., Espumas Flutuantes, 1870.
O silêncio não teve mais ser tratado como forma de contentamento da minha parte, uma vez que os meus pensamentos aprenderam a decifrar o manuscrito do seu corpo; agora, revelado perante os meus olhos está o caminho que me leva ao seu coração, que somente em meus sonhos o trilhei, mas em lugar nenhum me levou; vou me declarar, para que a noite não traga mas o silêncio.
Não sei, mas também não afirmo
só quero um lugar para dormi e nunca mais acordar
meus olhos captam a imagem, só que minha mente não sabe oque e real
quem sou ? quem eu era
talvez eu fui aquele relógio, e agora oque sou
meu tic tac foi substituído pelo tum tum do meu coração
bombardeando sangue pelo meu corpo
sera que preciso me preocupar com a corda ?
ou com o tempo, não sei, agora que estou acompanhando o tempo, nada mais importa
Não sou eu que busco as palavras. São elas que buscam a mim. Revoam meus pensamentos, e por fim constroem ninhos no beiral do meu olhar.
Desculpe se não me controlei,
Não calei meus pensamentos;
Meus impulsos.
De uma forma que não sei explicar, continuo pensando em você.
E pensei em mil palavras pra dizer,
Procurei muitas formas de me expressar,
Até que percebi que o que me encantou em você foram suas palavras,
Afinal, é o menino dos poemas.
Eu procurava algo que era tão óbvio;
E por isso não pude enchergar.
É ridículo desejar alguém que acaba de conhecer.
Chega a ser surreal querer tanto assim outro corpo junto ao seu.
Um corpo que de tão distante parece nem existir.
O medo de dizer “eu te amo”
Sergio Macedo
Meu coração já não me pertence.
Meus pensamentos já não me pertencem.
Sim! Posso dizer com muitas certezas,
Que eles Pertencem um alguém,
Que não me pertence também.
Não! Não sou um louco
Sou apenas um alguém,
Que ama outro alguém.
Que de fato, meu coração,
E meus pensamentos lhe pertencem.
Autor
“Sergio Macedo”
Era um caminho. Aberto. Vago. Alheio.
Pesava sobre meus ombros posses, abstrações.
Não há setas, bússolas, perdões.
Não há um destino, mas vários ou nenhum.
As pegadas dos últimos passos, eu vi adiante.
Que garantias isso me dá?
O que é o destino se não a morte?
Caminho em direção a ela?
E eu tentei ver nas réstias do horizonte onde dará.
Dará na última pegada, ao cair numa armadilha.
E o que será adiante se não um ponto de vista?
20 anos e os ombros pesados.
A dificuldade de se desvencilhar…
É preciso estar leve pra escalar montanhas.
Um dejá vu. Me pergunto se já estive nesse ponto
Ou se os pontos se repetem gradativamente.
Talvez a natureza não seja tão criativa.
Parece que o ar se torna cada vez mais rarefeito.
Ou eu me sufoco com meus próprios ombros.
Fui tirando pedaços da bolsa. Um apelido, uma mentira...
Alguns pedaços saíam com muita dificuldade,
um chiclete grudado aqui e ali.
No final… no final… estava leve?
Mas afinal alguma coisa permaneceu, aguada e inconsciente
e essa coisa afinal sou eu?
Havia um vazio pesado. Como o ar rarefeito.
Como a melancolia que inunda os domingos.
Um cemitério vazio encharcado de medo.
Afinal, quando acabara já estaria acabado?
O mais se temia já teria se adiantado?
Não sei o que eu era e o era um estado de mim.
Nem ao menos sei a diferença.
Sei que quando chegar a hora
a hora já terá passado.
Tão lógico e paradoxalmente.
˜"°••°*"˜Até hoje vivo pele Fé...
Que me fez vencer meus fantasmas, já não tenho mais um coração aflito.
O SENHOR me transformou e a paz radiou...🍃
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