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Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

Cerca de 624013 frases e pensamentos: Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

"Do admirável ao ridículo há apenas um passo, o problema é que quase sempre eu avanço dez passos." ⊙﹏⊙

Em cada átomo do nosso Universo há uma impressão digital de Deus.

Há muito de verdade no dito de que o homem se torna aquilo que come. Quanto mais sanguinolento o alimento tanto mais fraco o caráter.

Há dois tipos de pessoas: Aquelas que, quando levam uma bronca do professor, melhoram, e aquelas que ficam com raivinha dele e saem fazendo intriga com os pretextos mais edificantes do universo.

Há mais coragem em ser justo, parecendo ser injusto, do que ser injusto para salvaguardar a aparência de justiça.

Mulher E Lua

Há um mito muito antigo
Onde narra à criação
Da essência e alma feminina.

O Criado fez as mulheres e
Da lua extraiu os fragmentos
Para criar as suas almas.

Pra cada alma criada
De suas entranhas
Uma estrela surgiria,
Assim todas as mulheres
são gêmeas com a lua.

É a fonte dos seus enigmas,
Mistérios, beleza e mudanças
de fases.

Quer Compreendê-las?
Desbrave a lua sinta sua
Magia Contemple seu luar.

⁠Há silêncios que fazem barulho. Há palavras caladas que berram por dentro e há emoções escondidas que se mostram no corpo.

Como é que há pessoas tão burras e tão estúpidas a ponto de assinarem a sua própria sentença, e ainda se rirem?

Es difícil hacer justicia a quien nos ha ofendido

Este mundo é uma grande loja de esculturas, nós somos as estátuas e há rumores por aí de que alguns de nós, algum dia, despertaremos para vida

⁠Há momentos que sou tratado
como um vilão
e em outros como um mocinho,
entretanto, o fato é que não sou
nem um, nem outro,
nem penso em agradar a todos,
apenas sigo o meu próprio caminho,
querem que eu cure, que eu ensine,
vezes, pedem pra apressar-me,
em outras, pendem pra acalmar-me
mas só quem sabe o meu valor
e dar-me o devido respeito
que poderá assim beneficiar-se
do meu agir, O Tempo.

⁠Há apenas duas maneiras de morrer. Podemos morrer com fé ou podemos morrer em nossos pecados.

O que há de comum entre o pensamento judaico-cristão e o pensamento zen-budista é a consciência de que preciso abdicar da minha 'vontade' (no sentido do meu desejo de forçar, dirigir, estrangular o mundo fora de mim e dentro de mim) a fim de ser completamente aberto, receptivo, desperto, vivo. Na terminologia de Zen chama-se a isto, frequentemente, de 'esvaziar-se' - o que não tem nenhum significado negativo, mas de receptividade para receber. Na terminologia cristã isto se denomina, amiúde, 'anular-se e aceitar a vontade de Deus' (...) [Mas numa interpretação paternalista da fé cristã, também muito explorada pelas tiranias laicas do século XX, que jogam com o nosso 'medo à liberdade' que Fromm estudou num de seus clássicos de psicanálise política] em lugar de tomar suas decisões, o homem as deixa a cargo de um pai onisciente e onipotente, que vela por ele e sabe o que lhe convém. Claro está que, nessa experiência, o homem não se torna aberto e receptivo, senão obediente e submisso. A obediência à vontade de Deus se processa melhor quando inexiste o conceito de Deus. Paradoxalmente, obedeço realmente à vontade de Deus quando dele me esqueço. O conceito do vazio Zen implica o verdadeiro significado da renúncia à própria vontade, sem, todavia, o perigo de regressar ao conceito idólatra de um pai ajudador.
Erich Fromm, "Psicanálise e Zen-Budismo"

Há beijos que pronunciam por si mesmos
a sentença do amor condenatório,
há beijos que são dados com o olhar,
há beijos que são dados com a lembrança.

Há beijos silenciosos, beijos nobres
há beijos enigmáticos, sinceros
há beijos que são dados apenas almas
há beijos proibidos, verdadeiros.

Há beijos que queimam e doem,
há beijos que arrebatam os sentidos,
há beijos misteriosos que deixaram
mil sonhos errantes e perdidos.

Há beijos problemáticos que contêm
uma chave que ninguém decifrou,
há beijos que geram tragédias, já que
muitas rosas em um broche não têm folhas.

Há beijos perfumados, beijos quentes
que palpitam em desejos íntimos,
há beijos que nos lábios deixam vestígios
como um campo de sol entre dois gelo.

Há beijos que se parecem com lírios
, sublimes, ingênuos e puros, beijos
traiçoeiros e covardes,
beijos amaldiçoados e perjuros.

Judas beija Jesus e deixa impressa
no rosto de Deus, o crime,
enquanto a Madalena com seus beijos
piedosos fortalece sua agonia.

Desde então, em beijos,
amor, traição e dores pulsam,
em casamentos humanos se assemelham
à brisa que brinca com as flores.

Há beijos que produzem delírios
de paixão amorosa ardente e louca,
você os conhece bem, eles são meus beijos,
inventados por mim, para sua boca.

Beijos de chamas que em uma trilha impressa
carregam os sulcos de um amor proibido,
beijos de tempestade, beijos selvagens
que só nossos lábios provaram.

Você se lembra do primeiro...? Indefinido
cobriu seu rosto com rubores
e nos espasmos de emoção terrível,
seus olhos se encheram de lágrimas.

Você se lembra que uma tarde em excesso louco
eu vi você ciumento imaginando mágoas,
eu te suspendi em meus braços... um beijo vibrou,
e o que você viu depois...? Sangue nos meus lábios.

Eu te ensinei a beijar: os beijos frios
são do coração do rock impassível,
Ensinei-te a beijar com os meus beijos
inventados por mim, pela tua boca.

Há algo cinzento e sagrado no leste, enquanto a Califórnia é clara como roupa no varal, e tem a mente vazia — pelo menos, era assim que eu pensava naquela época.

Jack Kerouac

Nota: On the road

A Orgulhosa

Num Baile

Ainda há pouco pedi-te,
Pedi-te para valsar...
Disseste - és pobre, és plebeu;
Não me quiseste aceitar!
No entretanto ignoras
Que aquele a quem tanto adoras,
Que te conquista e seduz,
Embora seja da "nata",
É plena figura chata,
É fósforo que não dá luz!

Deixa-te disso, criança,
Deixa de orgulho, sossega,
Olha que o mundo é um oceano
Por onde o acaso navega.
Hoje, ostentas nas salas
As tuas pomposas galas,
Os teus brasões de rainha;
Amanhã, talvez, quem sabe?
Esse teu orgulho se acabe,
Seja-te a sorte mesquinha.

Deixa-te disso, olha bem!
A sorte dá, nega e tira;
Sangue azul, avós fidalgos,
Já neste século é mentira.
Todos nós somos iguais;
Os grandes, os imortais;
Foram plebeus como eu sou.
Ouve mais esta lição:
Grande foi Napoleão,
Grande foi Victor Hugo.

Que serve nobre família,
Linhagem pura de avós?
Se o sangue dos reis é o mesmo,
O mesmo que corre em nós!
O que é belo e sempre novo
É ver-se um filho do povo
Saber lutar e subir,
De braços dados com a glória,
Pra o Pantheon da História,
Pra conquista do porvir.

De nada vale o que tens
Que não me podes comprar;
Ainda que possuísses
Todas as pérolas do mar!
És fidalga? - Sou poeta!
Tens dinheiro? - Eu a completa
Riqueza no coração;
Não troco uma estrofe minha
Por um colar de rainha
Nem por troféus de latão.

Agora sim, já é tempo
De te dizer quem sou eu,
Um moço de vinte anos
Que se orgulha em ser plebeu,
Um lutador que não cansa,
Que ainda tem esperança
De ser mais do que hoje é,
Lutando pelo direito,
Pra esmagar o preconceito
Da fidalguia sem fé!

Por isso quando me falas,
Com esse desdém e altivez,
Rio-me tanto de ti,
Chego a chorar muita vez.
Chorar sim, porque calculo,
Nada pode haver mais nulo,
Mais degradante e sem sal
Do que uma mulher presumida,
Tola, vaidosa, atrevida.
Soberba, inculta e banal.

" Há poucos homens sentimentais no mundo, Assim como há poucas mulheres capazes de entender seus sentimentos."

Toda história tem dois lados...
Há grandes diferenças nas versões...
Tem quem prefira contar a sua...
Tem quem prefira guardar para si...
Delas podem surgir heróis...
Às vezes o herói não é o mais forte dos lados...
Às vezes o mais forte é quem não contou a sua versão...
Todo mundo precisa de um herói...

Os meus limites me fizeram crer que a cada escalada há uma nova montanha.

Que eu acorde pensando na vida, que eu desperte os sonhos que há em mim , que eu consiga me levantar desta nostalgia que me domina, que eu consiga me reeguer , que eu consiga "ser", vencer...que eu consiga amanhecer....