Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

Cerca de 623137 frases e pensamentos: Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

⁠É, sei que é difícil, mas no foco vou com Deus, no fim do túnel, sempre há luz pra brilhar.

Inserida por pensador

⁠Onde se Encontram

Há quem viva pela mente, com a lógica na mão,
traçando linhas retas, fugindo da paixão.

E há quem viva pelo peito, em maré de sentimento,
dançando com o vento, sem medir o pensamento.

Mas entre a razão e o sentir, existe um ponto de luz,
onde o saber se rende, e o amor conduz.

Não é ausência de dor, nem o fim da emoção,
mas o olhar maduro que acolhe a contradição.

É quando o coração aprende a pensar,
e a mente permite-se amar.

Quando a clareza não exclui, mas ilumina,
e a maturidade se faz ponte, não doutrina.

Nesse lugar, não há guerra entre partes,
há união de verdades em suas artes.

E o ser que ali mora, pleno e inteiro,
transforma o mundo...
com um gesto verdadeiro.

Eu sou o que há de melhor.

Inserida por alice_ferreira_4

⁠"Há pessoas que valorizam mais o dinheiro do que salvar a vida, de qualquer espécie que seja. Quando o dinheiro é colocado acima da vida, ele transforma pessoas em monstros frios, egoístas e babacas."

Inserida por FilipePierre

⁠Há quem explore a dor dos fracos e o peso da consciência dos fortes.

Inserida por I004145959

⁠Onde há ignorância, sobra preconceito.

⁠ “Quando o pôr do sol beija o mar, há um suspiro no universo inteiro…”

Inserida por rosangela_montano

⁠"Quando o pôr do sol beija o mar"

Quando o pôr do sol beija o mar,
há um suspiro no universo inteiro,
como se Deus descansasse os olhos cansados
numa tela viva de luz e silêncio.

O céu se curva com humildade,
num gesto de ternura que só os puros entendem,
e o mar, velho confidente dos ventos,
abre os braços em ondas de encantamento.

Não há pressa.
O tempo se descalça para caminhar sobre as areias douradas,
e cada segundo parece uma eternidade
vestida de paz, cor e esperança.

É ali, nesse limiar entre dia e noite,
que os corações mais sensíveis se encontram consigo mesmos.
Alguns choram baixinho sem saber por quê.
Outros apenas respiram, gratos por existir.

Porque quando o pôr do sol beija o mar,
algo em nós se acalma.
As dúvidas dormem, os medos se recolhem,
e o amor — mesmo sem nome —
nos visita com os pés descalços e alma leve.

As lembranças antigas dançam na espuma,
e as promessas do futuro se pintam no céu
como se dissessem: “Vai ficar tudo bem…
a vida sabe o que faz, mesmo quando parece não saber.”

Há poesia em cada reflexo dourado,
em cada pássaro voltando ao ninho,
em cada barco que silencia no horizonte,
sabendo que não se chega a lugar algum
sem antes se perder um pouco na beleza.

E tu, que olhas o pôr do sol em silêncio,
carregas dentro de ti um mundo inteiro:
as dores que ninguém viu,
os sonhos que ainda não contaste,
as alegrias escondidas em pequenos detalhes.

Mas naquele momento, tudo cabe num só verso:
“Estou vivo. Sou parte disso tudo. E sou amado pelo céu.”

Quando o pôr do sol beija o mar,
há um recomeço disfarçado de fim,
uma luz que se despede só para voltar mais forte,
e uma certeza suave:
mesmo nas sombras, ainda há beleza.

E que belo é saber que, enquanto o sol beija o mar,
o amor também nos beija em silêncio,
nos convida à leveza,
e nos recorda — sem dizer palavra —
que viver é, sobretudo, saber contemplar.

Inserida por rosangela_montano

⁠Como uma manteiga posta suavemente em uma frigideira que há tempo já estava quente, esperando-a.
Desliza escorregando da colher bem devagar e quase não se soltando. Até que se desprende da colher se despreguiçando.
E em uma perfeita transição da colher para a frigideira, toca seus pés na superfície dura e quente e se derrama alongando, se deitando, derretendo-se toda a molhar a frigideira por todos os lados.
Consegue ouvir o som da cena? O chiado da manteiga, se assentando a frigideira e escorregando devagar, é uma sinfonia de gemidos.
Um prazer mordiscado.

Inserida por alvesiury

Vezes há em que as palavras se apagam
e só sabemos pronunciar o beijo.

Inserida por JeremiasMaxaieie

⁠Enquanto o mundo corre, o sábio respira — pois até no silêncio da brisa há um impulso para seguir em frente.

Inserida por joemarro

⁠Há momentos em que a vida nos exige mais fé do que força.
Bom dia!

Inserida por SolSorte

Lembranças

⁠Em Timbó, onde o sol beija a colina,
Há sombras longas, de estranha sina.
Certos homens, fantasmas na memória,
Seus feitos ecoam, sem ter mais história.
Nunca morreram, em lendas suspensas,
Seus nomes sussurram, em bocas tensas.
Heróis de outrora, em bronze eternizados,
Mas seus corações, jamais foram amados.
Viveram de glória, de feitos marcantes,
Em livros de história, figuras gigantes.
Porém, a doçura de um toque suave,
O calor de um lar, a alegria que move,
Jamais sentiram, presos à missão,
Às frias armaduras da ambição.
Seus olhos não viram a flor que desabrocha,
Nem a simples beleza que a vida nos troca.
Assim, pairam sempre, em nosso pensar,
Modelos distantes, sem poder tocar.
Certos homens nunca morrem, é verdade,
Mas em sua eterna fama, falta a humanidade.
E há outros, vagando em meio à multidão,
Com almas silentes, sem ter direção.
Nunca viveram, pois medo os consome,
A ousadia dorme, o instante não some.
Passam os dias, sem deixar um traço,
Seus sonhos murcham, num lento fracasso.
A voz embargada, o passo incerto,
A vida se esvai, num deserto aberto.
Não provam o vinho, nem sentem o abraço,
Seu mundo é pequeno, um eterno compasso
De rotinas vazias, de olhares fugazes,
Prisioneiros de si, em tristes miragens.
Então, a balança da vida nos mostra,
Que a imortalidade, às vezes, é a nossa
Maior solidão, um fardo pesado,
Se o viver de verdade, nos foi negado.
Pois de que vale a lembrança perpétua,
Se a jornada terrena foi sempre incompleta?
Melhor a vida breve, sentida e vivida,
Que a eterna existência, fria e esquecida.

Inserida por gabriel_luiz_maroli

⁠Que seja poesia ou razão, mas tudo que for inspirado para que os homens creiam que só há um SENHOR que dirige os passos de quem acredita, seja escrito.

Inserida por Monta

Silêncio em tormentas

Há em mim um lado que é calmaria,
E outro que se perde na tormenta.
Um que se cala ao te olhar,
E outro que grita tua ausência.

Carrego em mim um amor que te envolve,
Mas também um orgulho que te afasta.
Sorrisos nascem só de te ver,
E lágrimas caem quando não estás.

Sou feito de contrastes,
De céu sereno e tempestade,
De certezas e dúvidas,
De encontros e saudades.

Mas entre todos os meus lados,
Entre tudo o que sou ou deixo de ser,
Não existe em mim sequer um instante,
Em que eu não te deseje
Com alma, com coração

Inserida por DaviRogerio

Quando o Silêncio Me Abraça

Há dias em que o mundo pesa, mas o céu insiste em ser azul. A alma senta na beira do peito como quem espera o tempo passar. Guardo segredos no bolso da camisa, palavras que nunca disse por medo, e sonhos que dormem dobrados no canto esquerdo da alma. Já amei com os olhos fechados, como quem anda no escuro e ainda assim enxerga a luz de uma voz dizendo: “fica”. O amor, às vezes, é só silêncio — um café que esfria na mesa, um bilhete que nunca foi lido, uma canção que ninguém ouve mais. Mas também é flor nascendo no asfalto, é abraço sem pressa, é vontade de ficar quando tudo quer ir embora. A vida me ensinou a ser abrigo, mesmo quando sou tempestade. E a sorrir por dentro quando a dor bate do lado de fora. Há beleza no que não se diz, há poesia no que se perde. E há esperança naquilo que recomeça sem aviso. Sou feito de ausências e memórias, de encontros que não voltam e de promessas que ficaram no meio do caminho. Mas sigo... leve, como quem dança com o vento. Profundo, como quem já chorou sorrindo. E inteiro, mesmo quando partido.

Inserida por pettrulho

⁠Hoje eu precisava escrever,
mesmo que as palavras pareçam pequenas diante do que sinto.
Há uma dor em mim que ninguém vê.
É um vazio tão profundo que não sei como descrever.
Só sei que está aqui — me atravessando em silêncio.
Esperei com amor, com fé, com cada parte do meu ser.
Esperei como quem acredita em milagre,
como quem sente antes mesmo de existir.
Me entreguei por inteiro, corpo e alma,
a um sonho que crescia — mesmo sem forma.
E quando a resposta veio…
não foi grito, nem tragédia.
Foi apenas o não.
Silencioso, seco, cortante.
E ali, eu me perdi um pouco.
Ninguém viu meu luto.
Ninguém me abraçou por algo que “nunca aconteceu”.
Mas dentro de mim, eu vivi.
Eu sonhei.
Eu amei.
Hoje carrego uma dor muda,
como quem enterra uma parte de si sem ter onde chorar.
E mesmo assim…
mesmo assim…
há um pedaço de mim que ainda espera.
Que ainda ama o que não chegou.
Se um dia você me vir sorrindo,
saiba que há um mar calmo por fora,
mas que por dentro…
ainda há ondas que não sabem descansar.
Com amor,
de mim — por mim.

Inserida por zorictha

⁠Vazio Dominical Comum

(CLARA COSTA) Cravejar o que
há de bom no que é difícil
Ser peregrino no que não se
tem coragem de tornar dito
Eu movo, eu morro, eu tento.

E por mais que tudo isso não lhe acalente
Lhe traz a insanidade real que é necessária
Tudo basta ao ponto que nada dói
E tudo precisa doer
E o todo precisa arranhar.

É preciso fincar as unhas no corpo e nas mãos
Para que assim se descame um ser
E nasça um outro, que seja um outro
alguém ou uma outra imagem
Subversa ao tão metódico ser humano igual
E rasgue a carne, mas estanque o aprendido.

Seja nu, seja real
Veja as gotas invisíveis da lágrima
que te tornará mais do que visível
aos olhos do olho que te assiste
em um cenário dominical tedioso
que reverbera o silêncio e o vazio.

Inserida por Claracosta

⁠Tome muito cuidado com a idolatria há qualquer pensamento ou reflexão!?

Ambas sempre terão um fundo de verdade e outro de ilusão.

E dependendo de pessoa para pessoa:
Nenhuma das duas fará sentido.

Inserida por apollo_nascimento

A morte que respiro viva
há dias em que viver
é um ato de violência contra mim
em que o corpo caminha
mas a alma não vem junto
e o mundo espera
que eu sorria com a boca
mesmo quando meu coração
grita com os olhos
não é que eu queira morrer
é que já morri
tantas vezes em silêncio
que a morte parece mais honesta
do que esta vida fingida
as pessoas dizem:
“tudo passa”
mas há dores que não passam
elas assentam-se, fazem casa
e chamam de lar o que sobrou de mim
e eu finjo
com uma habilidade que ninguém duvida
porque desapontar é pior do que desaparecer
mas só eu sei o peso
de fingir luz quando só há breu
de sorrir com cacos nos lábios
de carregar o próprio túmulo dentro do peito
não peço salvação
não quero promessas
só queria poder existir
sem ter que mentir
que ainda estou viva por dentro

Inserida por zorictha