Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Ha muito tempo um jovem viu sua aldeia ser atacada por rebeldes e sua família ser morta. Com medo ele fugiu, no caminho encontro com um lobo. Desesperado o jovem armou-se de uma pedra e jogou-a contra a fera espantando-a. Naquele momento sentiu-se forte. Longe de tudo sozinho passou a juntar as pedra que encontrava, como garantia de defesa para qualquer perigo. Fez-se uma montanha de pedras. Um certo dia assustado ouvi barulhos na mata e do pé daquela montanha tirou uma das pedra para se defender. A montanha desabou sobre ele matando-o. Moral da história, muitas vezes o acreditamos ser certo servirá apenas contra-si mesmo.
É incoerente querer que me entendam sem que eu mesmo faça isso. Quem há de me conhecer sou eu, que convivo comigo a todo o tempo.
Há um perigo constante das pessoas se tornarem irreligosas e há um perigo constante da religião sepultar a verdadeira vida com Deus.
Às vezes me bate uma vontade de libertar-me de você, de todos os sofrimento, angustias . Mas há algo em mim mais forte que suplica pra eu permanecer, que depois te todos os fracassos vem a recompensa ..
Vindo de você, um beijo já é o suficiente para dar vida há uma pessoa. Foi através dele que você deu vida ao meu coração.
Algumas pessoas constroem muros pra se proteger, outras pra se esconder. Há tbm quem precise colocar coleira naqueles q supostamente ama...
Eu nunca colocarei coleiras em ninguém, o que faz com alguém permaneça perto de mim, além da própria vontade, são nossas mãos dadas!
O amor é ferida exposta. Vive inflamando a cada ilusão que se esbarra pelo caminho. Cuidamos, mas há sempre o risco de contaminação de novo, quando sonhamos demais e esquecemos de ter aquele cuidado diário a ferida cresce e ganha profundeza.
Se há pessoas que inventam pretextos para exilar-se de alguém, eu faço diferente, me exilo de contradições exilarias com o pretexto de que eu amo alguém.
O amor é composto por diversos sentimentos, sejam bons ou ruins, porém onde há perfeição venho a duvidar que exista amor.
RAZÃO
Há coisas cujo papel é o de apenas justificarem outras. Ha muita teoria em torno daquilo que é palpável, um papel necessário dos que buscam entender aquilo cuja existência é visível , o que de fato existe dentro da matéria absoluta. Existe muita semelhança, ou uma necessidade de que se completem as coisas desordenadas, e tudo se iguala na verdade a que se chega, de que tudo é um tudo,. absoluto e resoluto. A vida, depende não dela só, mas de tantas minúncias, uma cadeia preenchida, completa, e às vezes vazias, das vidas desligadas. O que se pensa, tangenciado o corpo sólido, se diz, ainda sem a verdadeira certeza de qeu aquilo é, ou que é aquilo, de forma tão dura e impenetrável, que não cabe o fio do penamento, entrar, caber. O que se diz das coisas, fala-se sem a exatidão do átomo, e tampouco chega-se a conjunção dos ânios e íons, muito mais lomgíquos e inexplicáveis. E dizem serem eles parte de uma célula, que compõem o homem inteiro, todas as coisas, todos os sentidos e retalhos. Onde cabe a comprovação de Deus, do seu amor, se nem um olhar até hoje foi direcionado a Ele, e acreditamos na sua santa existência sem necessáriamente termos noção de sua aparência e forma. Vimos Cristo, Deus sem dúvidas, mas coberto de das fisionomias humas. Deus é uma dedução, tida pelas atitudes divinas, a que o homem, ainda hoje reluta em atribuir a si próprio. E se Deus não fosse real, certamento o homem chamaria prá si essa divindade.
