Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Há um tempo atrás afirmei que amaria até o meu coração achar que não dá mais. Bem, esse dia chegou. Eu desisto.
Acredito na plena capacidade renovadora da sociedade, mesmo que só diante da dor. Pois não há mudanças, em tempos felizes.
Disse eu a Caroline, a vida é uma ilusão sem perversão. Sem generosidade não há amor, sem pastel de camarão não há paixão.
Distante da humildade não há a verdadeira amizade do mesmo modo generoso que distante do perdão não há o verdadeiro amor que a tudo transcende e completa, só ilusão.
Não ha valor financeiro algum no mundo que consiga comprar satisfatoriamente a verdadeira paz interior nem feliz filosofia da tranquilidade.
Para os sentimentos puros do coração não há palavras, só energias, vibrações e olhares. O que tem palavras muitas delas bonitas e inexatas são racionais vontades que relativam se entre momentos, necessidades entre delitos penitencias expressivos de solidão e da paixão.
Por mais que não pareça a arte indigenista nativa e a arte popular cabocla é o que há de mais valioso na cultura artística brasileira.
A psicografia católica não existe o que há em certos casos é a inspiração de certos santos reconhecidos pela Igreja.
Não há nada mais rentável no Brasil que as seitas fundadas pelos Mercadores de Fé. Cada vez mais distantes do original evangelho, promovem a multidão, a união dos desesperados que por interseção do conjunto na mesma vocação, desabrocham incontáveis milagres.
Diante de toda natureza irretocável e em liberdade, reafirmo que não há lugar do grande santuário, onde possamos sentir na mente, na alma e no espirito por vida a harmonia, o amor e a perfeição, de toda a criação divina, manifestada em cada detalhe isoladamente e em conjunto a onipotência, onipresença e onisciência de Deus.
A Historia é a base para o Direito. Sem o Direito não há Democracia, e sem historiadores não existem advogados.
"Fora da caridade não há salvação" é uma frase atribuída a Allan Kardec, codificador do espiritismo. No entanto no mundo contemporâneo de hoje, nos tempos de imensos abismos sociais em que vivemos, de miséria e fome, ruinas de conflitos bélicos que assolam o nosso planeta, este mandamento ultrapassa o caráter meramente religioso como uma síntese da moral cristã e é sim um dever de humanidade, um comprometimento com a vida e ativa cidadania planetária, o respeito do ser humano perante sua própria espécie.
Há amores que duram décadas e não dizem nada. E há amores que, em um único outono, mudam toda a paisagem da alma.
Devemos sim olhar para o passado, não para nos apegar; mas há de se aprender algo, analisarmos em nosso trajeto o que vale a pena levar adiante! Avaliarmos sobre o que se estacionou lá que deveríamos ter atentado para devida manutenção! Vergonha é não edificar sabedoria, dar passos atrás para impulsionar é maestria, retorno pode ser mais assertivo que pesada bagagem!
