Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Há pessoas que chegam e a conexão é imediata,, mas por algum motivo não permanecem e deixam um vazio.
A vida segue e esse vazio é preenchido, circunstâncias, destino ou a vida pregando peças, mas o que faz parte de sua história encontra um meio de voltar , senão é vida que segue.
Quem muito tem seu ego, ou autoestima inflada, é a mesma pessoa que mais se odeia quando não há ninguém por perto.
Não tem mais lar o que mora em tudo.
Não há mais dádivas
Para o que não tem mãos.
Não há mundos nem caminhos
Para o que é maior que os caminhos
E os mundos.
Não há mais nada além de ti.
Porque te dispersaste…
Circulas em todas as vidas
Pairas sobre todas as coisas
E todos te sentem.
Sentem-te como a si mesmos
E não sabem falar de ti.
O ego fará de tudo para manter a mais medíocre das ilusões; para ele, não há distinção entre mentira e verdade, mas sim o que lhe é mais conveniente para sua sobrevivência. Porém, é inerente à destruição dele. Você dificilmente o perceberá, pois ele é sutil e perspicaz.
Palavras ditas, não há como voltar,
Fatos gravados, sem como apagar.
Tudo se foi, ficou a lição,
O eco eterno dentro do coração.
O Limiar
No limiar, não há ventos que empurrem,
nem mares que convidem ao salto.
Há apenas o peso da pergunta tardia:
“E se?” – um eco que se dissolve no vazio.
Aqui, a alma desperta tarde demais,
não para agir, mas para contemplar o que não foi.
Os olhos, antes cegos pela marcha do hábito,
enxergam, mas não movem os pés.
É tarde para o recomeço,
não porque o tempo se esgotou,
mas porque o coração se aquietou
no conforto áspero do mesmo lugar.
Há uma estranha paz em não cruzar,
em não arriscar o salto que devora o chão.
Covardia ou prudência?
Ou apenas a certeza silenciosa
de que o homem pertence ao seu medo
mais do que ao seu desejo?
O limiar não pede pressa,
não exige escolhas,
não grita nem sussurra;
ele apenas está –
uma linha imóvel entre o ser e o nada.
O despertar chega como uma lâmina,
fina, fria, cortando o véu da ilusão.
Mas a ferida não sangra coragem,
apenas o conforto amargo de saber:
a vida continua, mesmo no não-agir.
E assim, o homem se curva,
não à força da mudança,
mas à aceitação de sua própria fraqueza,
encontrando, no limiar,
não um início,
mas um fim que se alonga.
O Limiar
No limiar, onde o tempo hesita,
o vento não sopra e o silêncio grita,
há um abismo entre o que fui
e o que, talvez, nunca serei.
Ali, os dias se dobram em espelhos,
refletem rostos que nunca usei,
são máscaras deixadas pela alma
no altar daquilo que não ousei.
No limiar, a luz é frágil,
um fio tênue entre o claro e o escuro,
e os passos ecoam no vazio
como perguntas sem futuro.
O que há além? Um nome? Um rosto?
Um eco que devolve a vida ao posto?
Ou apenas o silêncio denso,
onde tudo cessa, até o intento?
No limiar, encontro-me nu,
despojado de sonhos, de medos, de véus.
Sou pó, sou tudo, sou nada,
um grão perdido entre céus.
E quando cruzo, se cruzo,
não levo certezas, mas sinto o pulsar:
um suspiro que rasga o infinito
e deixa o agora se perpetuar.
"Há dias em que você passará por situações e momentos que talvez não mereça, mas isso será para o seu benefício. Isso te mostrará o quanto você é forte e ajudará a te tornar uma pessoa melhor.
Vertigem do Nada
Há um buraco no centro do peito,
não é dor, não é falta, é vazio.
Um eco que grita sem nome, sem rosto,
um abismo que engole o que antes era rio.
As estrelas são olhos mortos no céu,
testemunhas frias daquilo que somos:
poeira sem rumo, sem forma ou destino,
fantasmas que ao nada vagando retornam.
O tempo, carrasco sem face ou clemência,
sussurra promessas que não pode cumprir.
Cada instante é um fardo, uma farsa,
um passo mais perto do eterno cair.
E quem sou eu neste vasto deserto,
senão sombra que sonha ser luz?
Um verbo calado, um silêncio sem versos,
um grão de areia que o vento conduz.
Procurei na matéria, no espírito, no verbo,
mas o Nada me encara, imóvel, voraz.
Sou apenas o medo vestindo a esperança,
um eterno adeus a tudo que jaz.
Se há sentido, ele dança no escuro,
esquivo, risonho, a zombar do querer.
Mas na borda do abismo, ainda respiro,
porque mesmo no Nada, há ser.
2022
Cara, se entrega....
Não perca o seu tempo
Demonstre
Ame
Viva
Aproveite enquanto há tempo para se entregar
E Tudo bem que existe a possibilidade del* te machucar de uma forma inimaginável
A verdade é que
O amor nos torna muito vulneráveis
Mas é melhor perdemos alguém que não nos ama
Do que ter alguém do ao lado, e amá-la
Sabendo que ela nunca será sua
Os esforços no presente, tornam meus sonhos palpáveis.
Então não há nada que possa reclamar, se já não sou e nem estou onde comecei.
Neste seculo, o ser humano passou a ser mais individualista. Não há mais aquela solidariedade de antes. Pode ter certeza de que você só será lembrado quando precisarem de você.
Há os que querem e não podem
Há os que podem e não querem .
Como seria diferente e mais justo
Se os que podem quisessem e
Só os que não quisessem
É que não pudessem..
Interprete os sinais confusos como um não tenho interesse em você, não há equívoco relacionado ao que é positivo. Pessoas confusas só te enrolam, você fica recebendo migalhas em quanto eles(as) ofertam o seu melhor a outra (o) que lhes desafiem no mundo da conquista.
Frase de Islene Souza
Não há como ter paz e harmonia em sua vida, se você vive a causar discórdia e contendas na vida dos outros. Vigia a sua língua, pois tudo que sair da sua boca é seu coração expondo você.
A língua maldosa causa confusão e deixa você longe da paz que anseia.
Frase de Islene Souza
