Nao Gosto do que Vejo
Penso e não te vejo como pensava.
Rios de lágrimas invadem meu coração agonizado.
Ignoro minha dor e só penso em meu sofrer,
Sinto falta de você,
Coração em pedaços, que brotou escuridão na luz,
Ignoro minhas queixas, pois tudo é sofrer.
Lágrimas que rolam dia e noite dia
Lago de tristeza sem fim, lembranças sofridas.
Amor sem despedida, amor de PRISCILLA.
Monólogo
Anda, fala
Não ouço nada
Não escreve
Apenas se cala
O quê?
Não ouço você
Não vejo você
Miopia... Pia vazia
Não quero beber
Essa água amarela
Minha blusa de flanela
Eu perdi você
Fiquei com o silêncio
Insônia e monumento
Inerte, sem movimento
Assim lhe descrevo
Nada de desejo.
Deixei-te um bilhete
Não saia do caminho que tracei, fique!
Na penumbra dos meus olhos vejo
labirintos...bifurcações a me perder…
mas meus sentidos toma-me as mãos...
e sai pela noite a buscar aqueles traços
que entre meia luz e doce melodia, trouxe
encanto para um coração incrédulo.
Espera-me! que bem ali encontrarás nossas
noites perdidas... e assim… algumas loucuras.
Já perguntei para os Astros…
no oráculo, dentro dos sonhos, um bilhete...
Maktub!
Aut. Brida di Beenergan
respeite direitos autorais
Não quero ser melhor que você
Mesmo que eu seja
Não quero dar a entender
Que eu não vejo o seu valor
Mas eu fico pequena só pra caber em você
Eu fico tão pequena só pra gostar por nós dois
A fé na humanidade
subtrai, vejo nas faces
que se traem. Olhares
que já não se olham
mais, não entendemos
os sinais...
( Jota fs - Flores em cacto )
Poema:
Sábados
Saudades dos dias claros e das histórias contadas pelos amigos que hoje não vejo mais,finais de semana como o sábado parece não ter sentido mais.
O sábado intenso rotina que se acaba mas quando chega o domingo vem com ele o afago,o afago de apego ao descanso que com o tempo termina e a rotina mais uma vez começa como a neblina.
Cada momento inspirar ou expirar jogando ou atraindo o ar do momento,viver cada momento é dádiva que muitos não aprendem mas os que com o tempo entende se torna mais sábios com o vento.
Autor: Jefferson Allmeida
Quando acordo vejo você onde você não está, mas meu consolo é que você está dentro em mim e aqui estará para sempre!
Olho para o céu
Vejo aquela estrela
A distância é cruel
Mas ainda posso vê-la.
Não consigo te esquecer
Volta pra min estrela
Eu ainda vê-la
Em todo meu viver.
Te vejo em todo céu
Estrela venha me iluminar
Vivo na escuridão, sem lugar, sem mel
Estrela eu preciso amar
Estrela.
Em todos os cantos posso vê-la
Por favor volte para min!
Eu preciso de você até o fim.
Sei que não sei escrever bem
Mas tento de tudo pra te ter.
Talvez não tenha sido um poema.
Mas eu preciso de você.
Senhor.
De joelhos e prostrada ...
olho para a tua cruz e....
Não Te vejo,não te oiço e não te toco.!
Desculpa não estar do teu lado para ouvir-te.!
Desculpa por não escutar-te quando me chamas.!
Desculpa pelas vezes que não digo as palavras certas.!
Desculpa as vezes em que não ajo de acordo....
com a tua palavra.!
Desculpa por continuar-te a fazer-te chorar..!
Desculpa por fazer o contrário daquilo que esperavas!
Mas eu sei que por detrás da porta do meu quarto.... estás Tu Senhor.!
Que estás sempre ao meu lado e...
nunca deixas-te de sorrir para mim mesmo...
perante....cada desilusão que eu te dou.!
Desculpa Senhor....!!
Sei que procuro por perfeição, perfeita não sou e acredito que perfeição não há. Às vezes me vejo perdida no passado dando voltas em meus devaneios relembro do passado, portanto, relembro de tempos que a saudade domina, sinto que muitas das vezes o passado faz chorar, mas se não fosse pelas lágrimas não conheceria o que é felicidade.
Sempre fui uma pessoa muito franca, não escondo o que sou, o que penso, a maneira como vejo o mundo.
Não ando mais,
nem menos,
não corro para o futuro.
No passado que planejei
vejo as luzes do noturno.
Com pressa de ir!
Para onde?
Melhor ficar aqui neste presente de natal.
Eu passo fingindo que não te vejo, olhando pro céu como quem conta estrelas e você fica lá parado, com cara de tonto, sem saber se eu vou continuar olhando pro céu ou parar com essa palhaçada. E eu, fico tentando resistir. Não resisto e internamente eu dou risada porque assim que te olho de longe você está pronto para acenar pra mim.
Tenta caçar um assunto, pergunta se estou bem pois estou com cara de triste, praticamente fazendo mímica pois não me aproximo e de longe mesmo eu respondo: Eu triste? Não, tá tudo bem. E passo reto sem ir te cumprimentar e beijar sua bochecha que com certeza deveria estar tão quente quanto avermelhada. Depois que passo por você começo a blasfemar e perguntar pra mim mesma, como que com tanta imbecilidade e frieza que você possui, conseguiu perceber que sim, eu estou triste. Estou carente e com saudade de você, do seu corpo, da sua pele, do seu suor, do seu hálito, de cada centímetro de você.
Te desejar é brincar de roleta russa com a arma apontada pra própria cabeça, beirando a loucura e contando com a sorte, eu planejo mais alguma forma de tentar te atingir sem que eu precise expor o perímetro sombrio do meu coração.
Acho que não estou em um dia bom. Talvez você tenha me mandado um olho gordo, ou tenha colocado meu nome com mel dentro do altar, ou eu tenha esquecido meu tarja preta, mas de qualquer forma, eu penso em você com dor nos olhos e olhos na dor de quem sente o coração desmanchar ao lembrar de alguém.
Você é todo errado. Todo complicado. E quer me levar junto para o seu paraíso de perdições. Me deita no seu sofá marrom macio, e explora todo o meu corpo como se realmente me amasse. E realmente me ama, mas só por alguns minutos. Depois me coloca de enfeite porta afora, por onde eu passo alguns minutos meio perdida e meio estagnada, vendo se não esqueci nenhuma peça de roupa junto com a minha dignidade. E você volta para o seu apartamento de caro, que foi todo decorado com móveis caros, com lembranças do seu casamento caro, como um porta retrato caro que revela o rosto da mulher que você jurou fidelidade.
E ainda sem querer entender, ao deitar ao lado dela você fecha os olhos e sente um frio na barriga ao lembrar do meu corpo jogado no seu sofá marrom macio. E desperta com o sentimento de culpa. Mentindo pra si mesmo que ama a mulher que está ao seu lado.
Enquanto do outro lado da cidade estou eu mentindo pra mim mesma: que sou forte, madura e mulher o suficiente pra usar e ser usada, sem sofrer.
Todo jornal que eu leio so vejo desgraça e sangue , será que não existe nada mais puro a publicar ou será que nos tornamos tão tolos a ponto de bater palmas pela decadência humana?
