Nao Gosto do que Vejo
Não se limite, apenas viva o processo de crescimento interno, após isso, virá a manifestação florescente externa.
Saber ir? É uma estratégia para um bom estágio emocional, apenas vá, não se mantenha aonde não és bem-vindo, nem permaneça onde sua presença não causa alegria.
Se permita, abra ciclos, feche ciclos, saber ser é saber viver, não meramente curvado, mas, erguido com olhar por cima e atitudes de um ser ético, livre e humano.
Saudades? Dói, como dói. Dói mais quando estamos próximos e não sabemos o significado de ser sem a saudade, estamos acostumados senti-la quando a distância toma conta, ta próximo? Abrace e demonstre todo ser de luz que você é. Depois? Pode não ser mais possível, o momento é esse, é agora.
É preferível vossa solidão do que companhias vazias, palavras trocadas que não agregam tampouco preenche o coração, é preferível vossa genuína solidão do que ocupar-se com a presença insignificante daqueles que de ti só tiram a razão.
Tudo pelo olhar de um sorriso!
Que exibe os lábios do paraíso, onde
não existe lágrima nem o fechar do amor!
As pessoas são assim:
extremas em sua latitude,
intensas em sua longitude e
juram NÃO à bipolaridade.
Eu amo
Tu amado
Ele não imagina como é sagrado
Nós somos amor e vento
Voz dos sentires e
Eles veem de dentro
Eu não sou mais por ser exagerada,
É que eu sou infinita, sou intensidade
porque não me dou só um pouco,
porque quando me verto
espalho-me por toda a mesa
e corro pela abertura estreita do chão
só para inundar...
“Eu não morreria por ti” Parte 2.
Não, eu não morreria por ti.
Pois morrer é o fim, e eu busquei o começo.
Viveria por nós, se houvesse um "nós" inteiro.
Tentei por nós, até que o cansaço
se tornasse o único laço
que ainda me prendia ao teu lado.
Nas tuas águas, mergulhei sem fôlego.
Nas tuas crises, fui o porto que não tive.
E nos teus silêncios sombrios,
tentei iluminar caminhos que você insistia em apagar.
E em um poema que agora se transforma,
escrevo o que sobrou de mim.
Se um dia leres estas linhas,
não me chames de tolo por ter partido...
chama-me de corajoso por ter desistido
de quem já havia desistido de si.
Às 23h47, não há mais o peso da espera.
Amei-te por quem tu eras,
mas não posso amar quem te tornaste
para justificar o vazio que criaste.
Teus mil e um defeitos eram aceitáveis,
mas a tua cegueira tornou os meus esforços invisíveis.
Tu escolheste ver apenas o raso,
enquanto eu te oferecia o oceano.
Trataste o sagrado como uma simples paixão,
algo que desabrocha no tédio e morre na primeira confusão.
E assim, como meu último ato de cuidado — por mim:
Não, eu não morreria por ti.
Eu escolhi viver sem ti.
