Nao Gosto do que Vejo
“É isso, então. Acabei dizendo esse monte de coisas quando só queria mesmo dizer que gosto de ti, honestamente. Não sei se como amigo ou algo mais, mas definitivamente pelo tipo de gente que você escolheu ser. Rezo para que você tenha sorte aí com suas coisas, que você encontre alguém legal como você, que vai te fazer feliz e mostrar que o amor verdadeiro existe sim, coisa que obviamente sou incapaz de fazer. Bem, no próximo ano talvez a gente não se veja muito, pois é difícil não notar que seguimos caminhos diferentes. (Mas, juro, você vai junto comigo no meu peito, seja em Praga ou em Porto Alegre. Passe o tempo que for, nada vai apagar a lembrança daquele olhar. Profundo).”
Copacabana, quem te viu quem te vê
Gosto é das pessoas simples,
por mais complexas que elas sejam.
Encanta-me nelas a inediticidade em seu agir,
o brilho sincero no olhar e a deferência para com o outro.
Gosto de gente de outra época,
gente que viveu de verdade, calejada pela vida,
marcada pelo trabalho duro nas roças do campo.
Gente que desbravou os bairros urbanos ainda in-natura.
Eu me identifico é com o meu povo, esse povo guerreiro
que fez do limão azedo uma limonada saborosa
desbravando as matas, abriu estradas, ergueu pontes
e alicerçou casas. Hoje tem água, luz, asfalto...
E quem se lembra dessa gente? Desses homens e mulheres resolutos.
Que do barro e da argila da paupérrima vila, ergueram um império,
comunidade que cresceu na unidade coletiva da colaboração.
E hoje, impermeável e hesitante, se perde na individualidade e na autointrospecção.
Meu Deus!
Nossa Senhora...
Acabaram com tudo.
Nem a fé de antes restou.
Gosto quando olha nos meus olhos e me diz,
estou aqui, fica bem
e de modo amável com seu jeito afável
me encaixa nos teus braços
e tudo se acalma.
abraços longos, momentos únicos,
assim você preenche meus pensamentos e espaços.
Eu te quero. Com gosto de cerveja, creme dental ou pastilha de menta. Eu te quero deitado na cama, no sofá, ou no tapete. Eu te quero dançado, parado, ou apenas sentado ouvindo música. Eu te quero, assistindo filme, seriado ou um programa chato de auditório. Eu te quero em casa, no trabalho, na rua. Te quero na praia, no campo, no trânsito. Eu te quero com pizza, cabelo cortado, camisa preta. Eu te quero de manhã, de tarde, de noite, de madruga, com dinheiro ou com nada, de braços abertos ou de cara emburrada. Eu te quero, sorrindo, cantando, calado, ou falante. Eu te quero com mãos dadas, grudados, separados, com roupa, mas de preferência sem. E te quero de todo jeito, defeito, sem me importar com nada. Eu te quero e só isso basta.
Gosto da sua companhia.
Gosto do seu jeito doce
Gosto quando você sorri...
Me sinto feliz em te conhecer
Sempre vem me alegrar
Quero te abraçar,
Te beijar,
Tudo o que posso dizer
Que para mim é um prazer
Pois é impossível esquecer
Alguém como você...
Por vocação gosto muito de acrescentar valores mas por decepção quase nunca sou reconhecido perante o maior sucesso, alheio.
Flores lindas,
cultivo com gosto no meu
jardim.
Madressilvas, margaridas
e até jasmins.
Mas...
Meu Bom Dia hoje,
vem com cheirinho de alecrim.
__Sophia Vargas ♥
03/01/2010
Aquele frio na barriga, aquela ansiedade, aquela curiosidade de saber qual o gosto de um beijo verdadeiro ou ao menos real.....
Enquanto alguns gostam de ficar apenas com a parte de fora do corpo alheio, eu gosto é de entrar, e acessar a alma.
Porque até me chama atenção as belezas enfeitadas de superficialidades, mas me encanta uma alma revestida de verdade.
Se tendo a ser intenso, penso. Se tendo à compaixão, comparo a mim. Gosto de viver, fluir o rio do tempo, deixar transparecer. Como mortal, almejo a felicidade no mais íntimo do meu âmago e também na sua plenitude reluzente, que me transborde mas que nunca me deixe faltar em mim. À mim, minha liberdade, minha dor, meu mistério.
Queres me entender? Estou estampado nos contos de Paulo Coelho, eu sou a dor que Clarice transpassa, guio o mistério como feito nos poemas de Carlos Drummond de Andrade. Sou tudo ou nada, meio termo não faz sentido.
Eu sou o fogo, apraz dessa dor / labareda / te atraio, assim como a mariposa, que pousa no decesso.
(...)
E para o amante, uma dica: O perigo me compete. Desfruto e contemplo a tormenta. E a faço.
Os boatos, tomo de alerta, fugindo dos grandes abismos! Por isso, gosto de meus inimigos, suas demências justificam as minhas.
Como gosto de te ver sorrir, tens o sorriso mais apaixonante e lindo cativante como o sol em terras frias. Quando não sorri não a sol, quando não ouço sua voz não a ar, quando não a vejo não a vida. Sua presença me alegra e me traz paz, quando chegas até a mim o mundo fica doce e não a tormenta que me atinge, como é importante meu amor, como és importante para mim.
Como gosto de surpresas…
divido as pessoas entre as que me surpreendem….
e as que me decepcionam porque não me surpreendem.
POEMA - O SILÊNCIO
Gosto de namorar o silêncio,
Falar o que o coração sente,
Com palavras e pensamentos
Que nem mesmo as paredes escutam.
O silêncio faz-me amar,
Mesmo que alguém esteja me vendo,
Mesmo que o coração agitado, grite por dentro,
Pois, o bem que o silêncio me faz,
É capaz de apagar as farpas
Que inquietam a alma...
