Nao estou Sozinha
Estou escrevendo isso às 08:09 da manhã...
31 de outubro de 2025
Bom, essa noite sonhei que havia comprado uma tarrafinha de pesca pequena para piabinhas.
Fui pescar com meu marido no rio, nem precisamos jogar ela, só abrir e lá estava, cardumes de peixinhos, piauzinhos e ela pegou muitos. Ficamos muito felizes, mas ao olhar para o rio fiquei muito triste, pelo fato de ter muita poluição, a água estava totalmente barrenta, com muito esgoto descendo, o rio havia se tornado um canal por onde o esgoto passava.
No lugar que eu peguei os peixes, a água estava límpida e os peixes estavam saudáveis, mas quando comecei a observar ao redor, era muito lixo descendo em sacos de fibra fechados, de repente eu estava no começo da nascente do rio, e ela estava lotada de lixo, quase já não tinha água descendo, estava quase que totalmente seca.
Fiquei muito triste ao retornar para aquele local onde eu peguei os peixes e vi um peixinho gordinho, mas ele não estava nadando, eu me admirei da barriguinha dele ser bem estufada, foi quando percebi que não era porque ele estava gordinho, mas ele estava tendo uma convulsão, estava saindo baba de sua boquinha, enquanto ele estava virado para cima.
Ele estava em seus últimos momentos, percebi que a poluição estava muito grande, até os peixes que estavam saudáveis, estavam morrendo por falta de oxigênio.
Eu fiquei triste e quis desistir da pesca, porque não era justo, me alimentar daqueles peixinhos que estavam lutando para sobreviver.
Eu terminei o sonho, com um ar pesado...
Creio que refletiu a minha tristeza por ver o Rio Corda aqui da cidade, secando cada dia mais.
Acabaram com o leito do rio, construindo uma orla que tomou boa parte dele. Muito cimento, esquenta muito e vai sugando toda a água.
Os esgotos estão tomando conta do rio, a água sempre cheira a gordura, lixo descendo em todo momento, o rio está morrendo e os peixes vão desaparecer em pouco tempo.
Os lugares mais fundos do rio, estão visíveis e dá para atravessar caminhando em quase todos os pontos do rio.
É muito triste, ver que hoje ainda resta vida nele, mas será que daqui há algum tempo, os elementos desse sonho que tive, não será uma realidade??
Meu coração sangra, todas as vezes que vou ao rio com meu esposo, e vejo cenas de poluição, que destrói o meu coração.
Esse sonho, foi somente o reflexo da minha percepção.
#salveoriocordaemearim
Por: Alinny de Mello
06:41 am - sexta-feira 21 de janeiro
Estou aqui sentada no batente do meu banheiro, após escrever sobre um sonho bem tenso!
Mas, nesse momento estou a escrever outro, antes que eu me esqueça dos detalhes.
Acordei em meio a um súbito, nessa manhã...
Os galos estavam cantando e eu estava com a cabeça toda enfiada no lençol, por causa de tantos pernilongos.
Eu estava com os olhos fechados e ouvia os sinos da igreja tocar e pensei ter ouvido 3 batidas.
Ou seja, 3 horas da manhã.
Mas, logo abri os olhos e descobri que já era dia, pelas frestas das telhas no teto.
Eu fiquei até surpresa por ter me enganado com o horário! Rsrrs
Mas, deve ser porque acordei nas últimas 3 badaladas do sino.
Bom, no sonho eu estava com meu marido descendo uma ladeira bem conhecida aqui da cidade, e era noite.
Eu estava com o meu celular e lembro também da roupa que eu estava!
Tênis preto com cadarço branco, short curto e uma blusinha simples.
Estava eu bem bonita, parece que a gente estava voltando de alguma festa, porque meu cabelo estava arrumado.
A gente dava gargalhadas e foi quando uma moto com dois garotos se aproximou e eles ficaram a nos olhar.
Vimos que eles estavam indo em direção oposta, mas quando nos observaram deram meia volta e retornaram rumo á nossa direção.
Os sujeitos eram bem estranhos...
Magros e usavam short jeans e camisas folgadas, meio desbotadas e estavam de chinelos havaianas.
A moto era uma biz preta.
Percebi que eles estavam querendo nos assaltar, porque estávamos bem trajados á vista deles.
Logo pensei no meu celular, o único que eu tinha, com todos os aplicativos nele de suma importância para mim.
Peguei ele rapidamente e coloquei dentro da minha blusa, porém ficou totalmente visível!
Mas, era torcer para que eles não percebessem, até porque minha blusa era bem fina, além de ser uma regatinha.
"Os caras" retornaram e pararam bem á nossa frente.
O de trás nos observava com aquele olhar de "bandidão" com braços cruzados e com a expressão de muita maldade.
Eu e meu marido disfarçamos!
Começamos a falar alto e dar muitas gargalhadas, de algum assunto inventado na hora.
Só para convencer eles, que aparentemente não tínhamos nada para que roubassem e ainda por cima parecíamos que estávamos totalmente bêbados.
Atuamos direitinho! Hehehe 😅
Tanto que os indivíduos logo aceleraram a moto e partiram na mesma direção.
Ficamos aliviados!
Mesmo assim, a rua estava bastante escura e resolvi não arriscar.
Peguei meu celular da blusa e enfiei dentro da calcinha, na parte da frente!
E não gostei da idéia, mas por precaução era melhor fazer isso ou corria o risco de novamente aparecer aquele tipo de indivíduos.
Afinal, estávamos um pouco distante de casa e teríamos que caminhar um bom pedaço!
Enfim, deu tudo certo e eu acordei com o canto dos galos e as badaladas da igreja, pelas quais achei ser 3 da manhã!
Devido eu acordar ouvindo às 3 últimas badaladas.
Só depois de um tempinho, alguns minutos depois, levantei para ir ao banheiro e peguei o celular para escrever esse sonho doido e olhei que era 6 horas da manhã.
Agora são exatamente 07:04 da manhã de uma sexta-feira e tenho que acordar meu marido para ir trabalhar.
Ele sai às 8!
O Avesso do Vidro
Toda vez que me olho no espelho me sinto diferente
Sinto que estou todo trocado
Como se estivesse de trás para frente
Desarmonia é pouco
O rosto é destoante simetricamente
Algo está alterado
Dentro da minha confusa mente.
Procuro a linha reta, mas só encontro o desvio
Um olho que vigia, outro que foge pelo rio
A boca entorta num riso que não planejei
Sou o rascunho de alguém que eu nunca encontrei.
Não há moldura que prenda essa minha heresia
A perfeição é um tédio, uma fria anatomia
Sou feito de sobras, de ângulos e de frestas
Um quebra-cabeça montado com o que resta.
Se o vidro me cospe essa imagem incompleta
É porque a alma é curva, e a carne nunca é reta
Aceito o erro, o vinco e o traço mal posto
Pois não existe verdade num perfeito rosto.
"Cansei de criar falsas expectativas, estou criando vergonha na cara e me desapegando do que não me satisfaz."
-Aline Lopes
É tanta gente tomando conta da minha vida que estou pensando em tirar férias e nomear cada um pra cumprir minha jornada de trabalho.
Estou querendo cada vez menos.
-Pessoas.
-Opiniões
-Julgamento.
-Disse me disse.
*A minha volta.
=Eu não sou todo mundo!
🌍
Às vezes eu penso em me mudar para Marte 🪐
E me lembro de que estou sem dinheiro para nada!
Então, eu me pergunto se lá teria chá. ☕🤗
Estou vivendo e aprendendo
Apanhando e batendo
Seguindo minhas rotas
Rasgando e se costurando
Como pipoca crescendo na panela, dia a dia.
Crescendo num processo continuo
Letra por letras
Eu vou preenchendo minha tela...
É o meu coração que está falando, ele na verdade está ditando e eu escrevo, estou sinceramente cansada! Cansada de relacionamentos ociosos, cansada de tentar me relacionar, esse meu último relacionamento parece que quebrou a última peça e não tem mais nenhum encaixe. Eu já estou numa idade que não me permite mais me doar, eu quero tudo o que eu mereço, eu sem dúvidas nenhuma quero o meu melhor, eu escrevo para mim, eu sou a minha melhor motivação diária! Eu me coloco de pé todos os dias! Até aparecem pessoas bacanas querendo entrar na minha vida e parece que criei uma barreira de proteção, fora os que saíram e ficam querendo uma nova oportunidade, eu acho que sou egoísta nesse ponto! Não tenho mais interesse em ninguém que passou e teve a oportunidade de me fazer feliz e fez o contrário, não consigo dar uma nova tentativa de me magoar novamente e brincar com meus sentimentos, vai brincar com outra! Continuar com os contatinhos e pronto! Após um certo tempo, volta com aquele repertório. Você está fazendo falta, hahaha, eu estou bem viva, graças a Deus! E pode ter certeza de que quem passou pela minha vida e teve a oportunidade de me fazer bem e me fez mal, eu não sinto falta nenhuma, há ela prega mensagens de paz e otimismo e não me perdoa por quê? Essa pergunta clichê me dá até preguiça de responder, mas vamos lá; é exatamente isso que eu escrevo, eu não tenho mágoa, rancor, saudades, não tenho nada disso não, inclusive a vontade de abrir acesso a águas passadas! Vontade nenhuma!
Eu sou a protagonista da minha história e sou a única pessoa que pode definir os critérios para quem pode ou não fazer parte dela. Foco nas minhas vontades e no meu crescimento pessoal. A plenitude que eu busco virá da minha própria capacidade de me fazer feliz. Quando sentires saudades do passado, meu bem, vá a um museu, por favor...🫡😏
Eu passei metade da minha vida tentando ser alguém melhor.
Estou na outra metade.
Costurando os retalhos do tempo
No meio-fio, eu paro para refletir.
Eu mudei tanto e tudo mudou um tanto.
A vida segue rotineira.
Ouço o pingo caindo da torneira
A gota d'água.
A contra gotas
O sangue flui na veia.
Não sou a mesma pessoa que nasceu.
Entre os murmúrios do vento.
A menina cresceu!
Então grita a mulher que dança.
Entre verdades e mentiras.
E toda a semelhança.
Balança
Do grão à raiz da montanha.
Ainda tento.
No sol ou no relento.
Ser um ser humano mais atento.
Ao amor.
Meu eterno brincalhão.
A gentileza.
Que me traz toda beleza.
Da vida.
Nesse mundo todo avesso.
Eu suspiro e agradeço.
Até aqui, bem vivida
Obrigada vida!
Te conto uma coisa que às vezes me pega no meio do dia, quando estou fazendo algo banal como mexer numa xícara ou olhando a janela sem motivo nenhum. Eu paro e penso que já não reconheço mais aquela pessoa indecisa que eu era. Parece até estranho falar assim, como se eu estivesse descrevendo uma conhecida distante, alguém que já dividiu a mesma casa comigo dentro da cabeça, mas que hoje mora em outro endereço emocional. E não foi uma mudança organizada, dessas que a gente planeja numa agenda bonita. Foi no meio do caos mesmo, naquele período meio insano da existência em que tudo parecia acontecer ao mesmo tempo, como se o universo tivesse resolvido testar a resistência da minha alma numa maratona que eu nem sabia que estava inscrita.
Houve dores que eu não tinha vocabulário para explicar. Aquelas que não cabem em frases simples, que fazem o corpo cansar antes mesmo do dia começar. E houve acontecimentos imprevisíveis, daqueles que chegam sem pedir licença, quase arrancando o fôlego da vida, como se o ar ficasse curto por dentro. Eu lembro de pensar, em alguns momentos, que talvez eu estivesse atravessando uma daquelas fases em que o mundo fica meio opaco, meio silencioso demais, e a gente começa a sentir a fragilidade dos dias como quem segura um copo de vidro muito fino. Qualquer movimento parece arriscado.
E tem algo que pouca gente fala com calma. Quando a doença passa perto da gente, ou quando o corpo decide lembrar que é limitado, os dias ficam diferentes. Existe uma melancolia leve pairando no ar, uma espécie de reflexão constante que chega sem ser convidada. O relógio parece ter outra lógica. O tempo ganha peso. Eu comecei a observar coisas que antes passavam despercebidas, como o valor de simplesmente respirar fundo e perceber que ainda estou aqui, ainda existindo nesse caos organizado que chamamos de vida.
Só que, curiosamente, foi exatamente ali, naquele cenário meio turbulento, que eu comecei a me encontrar. É quase paradoxal. Enquanto tudo parecia instável, alguma coisa dentro de mim começou a ficar mais firme. Como se a vida estivesse dizendo, com aquele tom filosófico que às vezes ela usa sem avisar, que viver não é um caminho reto e confortável. Viver é esse conjunto de provas inesperadas, dessas experiências que nos desmontam um pouco para depois nos reorganizar de um jeito mais verdadeiro.
Hoje, quando penso naquela versão indecisa de mim, eu não sinto vergonha nem vontade de negar que ela existiu. Eu olho com certa ternura, na verdade. Aquela pessoa estava tentando sobreviver com as ferramentas que tinha na época. E agora eu percebo que tudo aquilo, até as dores e os momentos em que eu quase perdi o fôlego emocional, foram parte do processo de me tornar mais humana. Mais consciente, talvez. Mais real.
Porque ser humana não é ser forte o tempo todo. É atravessar fases frágeis, sentir a melancolia de alguns dias, aprender com o próprio corpo e com as surpresas da vida. E mesmo assim continuar caminhando. Não perfeita, não invencível, mas mais inteira do que antes. Às vezes eu até sorrio sozinha pensando nisso, como quem descobre que a própria história, apesar de bagunçada, faz um sentido bonito no final das contas.
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"Estou desconstruindo minha sabedoria com criatividade para encontrar soluções para cada oportunidade”.
“Estou treinando minhas asas pra poder voar para o topo quando meu mundo virar de cabeça para baixo.”
“Fui enganado por um papagaio que pairava sobre mim, a me dar conselhos, agora estou em uma ilha deserta sem tesouro e o pirata com meu ouro.”
"Queria que Deus me desse sabedoria e discernimento para saber se estou no caminho certo, minha intuição pode estar me levando longe demais para voltar."
