Não Esqueço Coisas que Vivi
ABSTRAÇÕES II
(Malheur à moi...)
As vezes me esqueço de sorrir e
distraída, atravesso a membrana
que separa o ontem do hoje
guardando no olhar
só um pouquinho da saudade!
Esqueço de desistir
Esqueço dos meus fantasmas
Acabo com todos
Quando encontro a paz
Quando percebo que sou útil
Quando vejo que se o dia recomeça posso fazer o mesmo
Quando as trevas saem
Quando luz aparece
Quando tudo fica claro
Quando as pessoas acordam
Percebo que ainda posso viver
Percebo que realmente um dia tudo passa
Mas minhas dores são como cicatrizes na alma
Que me previnem da dor
Mas que sumiram
Mas que nunca mais vão voltar
Diferente do meu futuro
Então posso prosseguir
Então posso VIVER
Quando estou praticando orientação, esqueço que o resto do planeta existe, sinto o peso do mundo sair de minhas costas... relaxo... Sinto-me longe das preocupações, e entro em estado de êxtase, esqueço que tenho papéis, papéis e mais papéis me esperando, e sinto que apenas os únicos papéis que me esperam são os mapas dos percursos e os das folhas que caem das árvores que estão em meu caminho.
Estou tão preocupado com que quero ter, que as vezes esqueço de agradecer o que eu já tenho.
Nada a pedir só a agradecer!
apercebi-me da proximidade, agarro-me ao dia, mas já me povoa a noite e eu esqueço a verdade que mais doeu...
Enquanto isso...esqueço de ti!
Imagino-te com teus amores injustos
Apegos findáveis que duram enquanto
a pecaminosa relação existe apenas nas camas frias
***de encontros sexuais...gelados qual a neve***
e no teu desagrado afugentas de teu peito e memória
***o verdadeiro amor...por mim..***.
e eu vou te perdendo pouco a pouco noutros caminhos...
e suavizo a fragilidade dos sentires enquanto
***esqueço de ti!***
Quando estou com você esqueço de tudo.
Nossos olhares se encontram e se transformam em apenas um...Estar a seu lado é tudo de bom.
Adoro quando você me olha, como que querendo dizer algo...Para resumir o que escrevo, vou apenas dizer:
-Ei você aí, você mesmo que está lendo essa mensagem...Eu te amo!
Sera tao errado se eu me esqueço
Tao momentaneo se eu enlouqueço
A noite cai e os meus pesadelos voltam
Eu que jurei ser aquela menina
O passado é o começo
Mas nao é o fim
O ECO, ECOA.....
Sou muito sonoro,
É que esqueço-me de ouvir
E no silêncio ignoro,
O eco que há de vir...
Em ondas sonoras a ecoar
O eco que penso escutar,
No silêncio, com estrépito som
Segue o ritmo de um eco sem tom.
O eco então a ecoar
Em ondas sonoras entoa
O equidistante som a tocar
Pois paralelamente o eco, ecoa...
E estando o eco sem som
Sem ritmo e sem harmonia
De espectro e variação,
Ecoando um eco na poesia!
E então esqueço as dificuldades e agarro as oportunidades. Oportunidades que vem direto de Deus. Me direciono para o que Ele tem de novo preparado para mim. Chega de lamúrias pelo passado. Simplesmente me revisto de toda a armadura de Deus e vou. Com fé. Feliz!
