Nao Entendemos nada mas Continuamos Insistindo
Nada ficou no lugar.
Quero rasgar minha pele e tirar você de mim.
Te amar se tornou tóxico.
Quero paz na alma!
Tem coisas na vida que acontecem sem que nada tenhamos feito para isto.São coisas que estavam escrito para acontecer.
Pra começar, Cada coisa em seu lugar e nada como um dia após o outro, quem se soltar, da vida vai gostar e a vida vai gostar de volta em dobro, e se tropeçar do chão não vai passar
Quem sete vezes cai levanta oito.
Sabendo que de quase nada sei,e que vivo num universo do saber,vivo a repassar o pouco que ainda me resta aprender.
Relógio incomum
Tempo verdadeiro foram os que me marcaram, mesmo sendo em um relógio nada habitual. Meus ponteiros as param, e não é uma experiência ruim, descortino meu eixo em forma de fragrância. E a ampulheta da vida, talvez escapou das minhas mãos, perco o nexo das estações e só tenho entendimento que quente é ruim o morno é indiferente e o frio é psicológico.
E agora que faço
Se o meu corpo nada tem haver com a minha mente
E agora que faço
Se quero viver no presente e não no passado
E agora que faço
Se quero amar e desejo ser amada
E agora que faço
Olho pra você
Vejo que o amo tanto
Sinto que nada foi em vão
E a cada dor que vem
Lembro-me de quando diz "eu te amo"
Olho pra você
Lembro do primeiro olhar
O sorriso que me ofertou
Do carinho que me fez
Olho pra você
Sem nada pedir em troca
Com a certeza apenas
Que te amo tanto
Na fronteira entre a vida e a morte,quando nem mesmo rios de dinheiro nada poderá fazer,é que se percebe que dinheiro não é tudo.
O CAMINHO QUE VOCÊ ANDAR
FOR CERTO, NADA PODE LHE DESVIAR!
LEMBRANDO SE VOCÊ PROCURAR A DEUS, A IGREJA É VOCÊ, VOCÊ DEVE
ENTREGAR POR COMPLETO SUA ALMA A DEUS PAI & DA ONDE ESTIVER< NÃO PRECISA DE TEMPLOS< DEUS É LIVRE & DEVE ESTÁ NO SEU Coração, NO SEU PENSAMENTO & MEDITAÇÃO A ELE
LÁ NO CÉU & NÃO TRANCADO & NEM PAGO!
Primeiro Coro de Antígona
Muitas são as coisas estranhas, nada, porém, há de mais estranho do que o homem.
Parte sobre as espumas da préia-mar no meio da tempestade do inverno sulino
e cruza as montanhas de vagas, que abrem abismos de raiva.
Extenua a infatigabilidade indestrutível da mais sublime das deusas, a Terra,
revolvendo-a ano após ano, arrastando com cavalos para lá e para cá os arados.
Sempre astuto, o homem enreda o bando dos pássaros em revoada
e caça os animais da selva e os agitados moradores do mar.
Com astúcia domina o animal, que pernoita e anda pelos montes,
subjuga o dorso de ásperas crinas do corsel
e põe o jugo das cangas de madeiras ao touro não domesticado.
A si mesmo encontrou tanto no soar da palavra e na compreensão,
que, com a rapidez do vento, tudo abarca, como no denodo, com que domina as cidades.
Igualmente pensou, como escapar aos dardos do clima bem como às inclemências do frio.
Pondo-se a caminho em toda parte, desprovido de experiência e em aporia, chega ele ao Nada.
A morte é a única agressão, de que não se pode defender por nenhuma fuga,
embora consiga esquivar-se habilmente às penas da enfermidade.
Garboso muito embora, porque domina, mais do que o esperado, a habilidade inventiva,
cai muitas vezes até na perversidade, outras saem-lhe bem nobres empresas.
Por entre as leis da terra e con-juntura ex-conjurada pelos deuses anda ele. Ao sobrepujar o lugar, o perde, a audácia o faz favorecer o não-ser contra o ser.
Aquele, que põe isso em obras, não se torne familiar de min há lareira
Nem tão pouco o meu saber compartilhe comigo o seu desvairar-se.
(Primeiro Coro de Antígona, peça teatral de autoria de Sófocles (v.332-275) IN: HEIDEGGER, Martin. Introdução à Metafísica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1969, p.170-171)
