Nao Entendemos nada mas Continuamos Insistindo
Nossos problemas, na verdade, são paraísos ocultos que não conseguimos entender, desvendar de primeira. São as últimas peças daquele quebra-cabeça irritantemente complicado que, depois de tantas tentativas cansativas e frustradas de como montá-lo corretamente, acabamos deixando de lado, completamente desistentes de mais uma tentativa. Tal qual, talvez, pode realmente resolver tudo, clarear nossos caminhos. Isso pode, com certeza, implicar-se à nossa vida. Sempre tentamos mas nunca vamos ao nosso limite. Nunca saímos da maldita zona de conforto, sempre querendo acomodar tudo e todos às nossas vontades. Temos medo de pôr nossa cara a tapa, mesmo sabendo que este é o único jeito de crescer, amadurecer e criar valores importantes. Precisamos de quedas, empecilhos, obstáculos, pois só assim seremos capazes de levantar e seguir em frente. Quem erra uma vez não erra duas, e sim desvia do erro. Agradeço a todos os santos, abençoados ou não, por finalmente compreender tal virtude. Por finalmente compreender a vida e as coisas mais importantes dela."
Mande flores enquanto as pessoas estão vivas. Não diga que não tem motivo ou tempo. Quando elas morrem, sempre arrumamos tempo e motivo, mas elas não poderão contemplar a beleza nem sentir o aroma dos buquês.
♫ E não adianta
nem me procurar,
em outros timbres
outros risos,
eu estava aqui o tempo
todo, só você não viu... ♫
[Pitty-na-sua-estante]
A vida ensina
Não vale revidar...
Não vale dizer que não quer essa lição ou aquela...
Serenidade e atenção, é a melhor opção.
Não há outra forma de vivê-la
Sempre é mais adiante..depois da tempestade...depois de desesperar.... depois do chão sumir.
Pois tudo é o desconhecido, sim dá medo.
É a vida, ela tem que ser vivida!
E nesse ciclo de viver e sobreviver, vamos crescendo, vamos vivendo!
Quando a lágrima jorrar
Deixa, não pare o choro!
Sinta-a descer pela face...que se multipliquem as lágrimas!
Enquanto nascem dos olhos, vai limpando o que doe...
Se for saudade, nossa caixinha de recordação, traz os momentos a recordar, traz aquela pessoa que temos saudade para o momento presente, e, nesse momento nossa alma se tranquiliza!
Se chora por ter perdido algo, pare, não perdeu, nada possuímos além de nós mesmos...
Se as lágrimas são de desespero, é a explosão do medo, do não saber o que fazer...recorda, tantas, tantas vezes, que no mesmo desespero adormeceu, e ao acordar já tinha passado.
A lágrima sempre é o último grito do coração!
Ao fazê-lo gritar o Universo para, e a vida assume o comando!
A nossa essência entra em ação, e no mistério de viver aparece a solução!
Não preciso de asas para voar meus sonhos carregam-me pela mão, como o cavalheiro tira a dama pra dançar !
...engraçado que não me assombra a ideia do “FIM” , mesmo porque é uma palavra muito forte e convicta para uma vida incerta e cheia de surpresas.
A noite pode ser criança mas eu já não sou. Sou mulher amiga, amante que se entrega numa entrega perfeita onde um homem e uma mulher se perdem em um caminho chamado desejo, amor, paixão e se encontram entre braços e abraços embalados pela música que seduz que fala, enquanto corpos se tocam e bocas se calam. Entre emoções, sentimentos e toques. No silêncio da madrugada, quando luzes se apagam e toda cidade dorme.
Seduza-me, sinta-me e te farei conhecer o que chamamos de paraíso perdido onde habita o pecado !
Os temos não são mais os mesmos. A bola caiu, a saia desabotoou e o nariz de palhaço permaneceu apenas para manifestações de rua, que também não são mais as mesmas.
Aristides assistia ao ”Grandioso Circo Ínfimo” engolindo cada gota da semelhança que a peça passava. Seus talentos artísticos se resumiam em entreter crianças em postos de saúde ou distribuir balões nos dias de ações governamentais em creches ou algo parecido. Assistia, então, à peça que contava o fim da arte, do circo e a decadência do teatro. Seu coração palüitava e seu olhar endurecia tentando demonstrar indiferença.
Não. O tempo não podia se perder assim. Cidadezinhas acabaram. Só restaram fotografias. Proust já dizia. O circo desaparecera junto. Aristides, que um dia recitara Camões, Gil Vicente e Dante Alligeri, contentava-se com as peripécias de palhaços de rua e pirulitos de maçã verde nas portas de lojas de brinquedos. Levantou-se. Partiu.
Chorou uma lágrima como se fosse a última. Malandro. Na dureza, sentou à mesa do café. Deu um gole de cachaça. Deu no pé. Macabeando entrou na mão atrapalhando o tráfego. Caiu, sangrou, na hora. A hora da estrela. Ao menos uma vez.
Cansei de falar e não ser ouvido, cansei de dar atenção a quem simplesmente me ignorava, cansei de tentar mostrar para as pessoas meus valores e minhas qualidades. Eu simplesmente cansei.
Chego em casa tão cansada,trabalhei o dia inteiro,não é só pelo dinheiro,é a vida é a lei,sobrevivência,independencia.....cabeça parece vazia,concentrada no dever que me move todo o dia,mais por dentro os pensamentos não param de falar e meu coração não para de te amar....a noite sem dormir,numa triste agonia,com este amor que só aumenta,mais que me envolve e me alimenta, é a esperança de te ver de novo quem me sustenta....Amanhã é um dejavú,trabalho,correria,mais é por tanto que te amo,mesmo com tantos desenganos,é você minha alegria.....Prá noite passar mais rápido,já vou ir dormir meu amor prá te ver no outro dia.....
