Nao Controlamos o que Sentimos

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Não consigo entender.
Como duas pessoas que se gostam.
Fazem bem uma para outra.
Sorrirem juntas quando se veem.
Precisam se afastar?
Não é ilogicamente contra o amor?
O amor pode ser definido, limitado?
Qual tipo de amor devemos definir como correto para podermos ser felizes?

A dor não é suficiente pra dizer como me sinto. Nós fomos tão felizes juntos,
mas agora eu sei que você se foi.
Você disse que jamais iria me abandonar.
Sempre que eu precisasse, você estaria aqui.
Eu posso te perdoar,
mas não posso te esquecer,
e mesmo que você tenha me deixado...
Ainda te amo!
Ainda te amo!

Quando a dor não encontra a cura encontra a vítima!

Ela deixa ir.

E talvez seja isso a coisa mais próxima de liberdade que existe: não confundir queda com morte. Não confundir mudança com derrota.

As folhas caem e ninguém pede desculpa.

O tronco continua.

E de algum jeito que ninguém explica direito, isso ainda é vida.

Só uma ideia: quando nascemos, não escolhemos nosso próprio nome; quando morremos, não escolhemos o lugar onde nosso corpo é deixado. Como pessoas, devemos ser o mais bondosos possíveis para com os outros, para que o fim de cada um seja digno de uma vida na qual o nome, o corpo e o legado sejam de respeito.

O QUE NÃO MORRE

Eis o que não morre
Pois tem suas garras cravadas na garganta do tempo
Ela está entre a humanidade desde o início dos tempos...
Fera que ronda a terra
Louca besta devoradora
O mundo teme suas garras afiadas
Rasgando ventres vazios,
Infernal sempre é sua presença
Arrastando quem há tanto tempo não come,
No prato vazio revela seu nome
O maldito nome é: Fome... Maldita fome
Fome.

CICLO DO PÓ

Do pó ao poder
Do poder ao pó
Não há para onde correr
Pois o ciclo termina no nó.

O rei e o mendigo
São tão iguais,
Calçada, castelo e abrigo
Futuro pó e nada mais.

Pó que vida se forma
Sonho que o sonho sonhou,
Vida que ao pó retorna
Pois termina onde começou.

Do pó à vida
Da vida ao pó,
Não há outra saída
Pois o ciclo termina no nó. (pó)

Amar-te por todos os motivos existentes inclui os que ainda não aconteceram. Os motivos que ainda não reconheço são como sementes que o futuro guarda no bolso: irão germinar com o tempo, com os dias, com os gestos que ainda não fizemos. O amor que sinto já é inteiro, mas também está em expansão como um universo que cresce mesmo quando parece completo. E essa confiança no que virá, no que ainda não vi, é a forma mais pura de entrega: a de quem ama não só o que és, mas o que serás.

Todos nós já provamos de uma sede de viver com intensidade, em que não queríamos nem dormir, nem tomar banho, nem comer... Sintomas parecidos, mas era porque a diversão que era a vida nós não queríamos interromper. Eu me apego a essa lembrança. Essa vida que flui e fluía. O oposto da depressão, para mim, é a infância bem aproveitada, feliz e encantada. ✨

O amor é vivo nas mente livres, mas o amor não floresce numa mente confusa.

Viver sem vida não é viver. A vida vive com vc, então viva até depois do amanhecer, pois, sem viver, vc não está sendo você!

Ela me pediu Nudes eu mandei um poema ela não me respondeu pensei ela queria foto do corpo e eu mando a pureza do meu coração

Quando a pessoa não consegue alcançar ou compreender a profundidade de alguém, ela tenta rebaixar essa profundidade para se sentir confortável na própria superfície.

Por vezes, a mentira seduz não por ser mais bela do que a verdade, mas porque a verdade exige uma coragem que ainda não possuímos. Furucuto, 2026

Só não fuja de mim...


Quando eu me aproximar,
depois de criar coragem
e falar do nada,
mesmo sem sentido algum...


Não precisa me responder.
Pode fingir que não me ouviu,
pode se calar
para não me magoar...
Com palavras
não pensadas,
ditas da boca para fora,
jamais do coração,
que saem como defesa.


Defende-se de um sentimento
que é cura,
não tormento.


Pode ficar quieto, parado,
e até me ignorar,
mesmo que eu não saiba o porquê:
se é amor, desejo ou desprezo...


Já não me importa tanto.
Posso até me enganar,
sem conhecer o real motivo.


Apenas fique.
E não fuja de mim!

Mundo


Vamos tentar viver no meu mundo...
Se não der certo, viveremos no seu.
E, se ainda assim não conseguirmos,
construiremos o nosso próprio mundo.

O meu Cerrado!


Não tinha concreto,
não tinha aço,
era só caminho,
era só espaço.


Corria livre
pelo cerrado,
buscando o céu,
o sonho alado.


Não tinha o aço,
não tinha a grade,
só céu infinito,
só liberdade.


Tudo era lindo,
era encantado,
o mundo inteiro
me foi dado.


Corria feliz,
sem ter direção,
seguia a trilha
do coração.


Não tinha preço,
não precisava,
porque a vida
era de graça.

Nada é suficiente


Posso enfrentar
Uma ou outra situação.
Não me importo
Com a poeira da montanha,
Nem com o vento
Congelante,
Que finjo ser neve aqui no DF.


Só quero te encontrar...


Quem liga se os ônibus não param?
E que depois
Venha um bem lotado?
E daí se tenho que correr?
O que importa é o resultado final:
Você!


E daí se fico horas
Na parada,
Esperando os olhos secarem,
Até me acalmar
Da dor de vê-lo partir
Sem se despedir...


Se tenho que procurá-lo no infinito,
No passado ou no futuro,
Se fui até as dobras do tempo...
O que importa é que o encontrei
Aqui, no presente.


Só quero te ver...


Se a saudade me mata
E lateja no peito,
Se meu coração e minha alma
Entram em conflito
E não entendem a razão...


Quem se importa
Se as dores de outras vidas
Ainda me atormentam?
Se é só em você
Que eu penso.


Pode ser um estranho amor
Que chegou na noite escura da alma,
Pode ser uma dualidade
Lutando de igual para igual...


Só quero estar com você.


E daí se minha mente se confunde
Com dúvidas que não me pertencem?
Se nem tudo é matemática,
Nem tudo está na ponta do lápis...


Se tive que te amar duas vezes,
Nesta vida e em outra espiritual,
Só quero sonhar
E estar com você no final.


E nada mais importa.
Você é o ouro
Que eu preciso
No fim do arco-íris,
É a luz no fim do dia.


E sem vê-lo
Nada mais faz sentido.
É como perder a alma,
É deixar de existir...
Porque nada é suficiente.

A minha verdade


Enquanto houver verdade,
haverá em mim
um grito que não se cala.


Pois aqui habita
uma sabedoria única,
um sentimento inigualável.


Onde a destreza
provoca incertezas
e busca, no íntimo, a soberba.


O que se quer
é o que se vê,
não se inventa.


Apenas se compreende,
de certa maneira,
e não se explica.


A vida insiste
e, por ora,
é o que chega.


Nem há busca,
nem desespero;
por vezes, apenas exagero.


Ou talvez, esperança,
o que causa anseio.
E, no momento, é o que vejo.


Busco prazer
na simplicidade do acaso,
no milagre do amanhecer.


Em cada história
eu me encontro,
mas no amor, eu me perco.


Novamente,
como matemática básica,
não tem erro.


Essa sou eu:
não guardo segredos,
sou sempre do mesmo jeito.

Amor!


Amor não é algo que se dá, é
algo que se exala.
Já existe dentro de você — e não se limita a um relacionamento amoroso.
Cabe em qualquer situação.


Existem momentos na vida em que ninguém deveria se sentir só,
e nessas horas, não importa de quem venha o abraço de conforto.


Mas depois, você reflete e percebe:
talvez esteja no lugar errado, com a pessoa errada.
Porque, se quem deveria te abraçar, enxugar as lágrimas
e tentar te fazer sorrir não teve essa sensibilidade —
aquela que muitos teriam até com um estranho —
então algo precisa ser revisto.