Nao Controlamos o que Sentimos

Cerca de 606963 frases e pensamentos: Nao Controlamos o que Sentimos

A ciência e o Amor


Amar não tem a ver com reciprocidade.
Na verdade, é raro encontrar um amor de verdade, incondicional. A pessoa já nasce apaixonada — ama sem saber, sem conhecer. Ama nesta vida e em outra, talvez espiritual…
apenas ama e espera.


Não há perguntas, muito menos respostas. A ciência é linda, mas limitada.


E, no íntimo, a pessoa sabe quem é…
e sente a sua contraparte —
um estranho que te completa.🌛🌞

Réu sem crime


Você não sabe o que é passar a vida inteira tentando provar a sua inocência, sem jamais ter feito nada…


Ser julgado apenas pela sua cor, pelo lugar onde mora, pela sua classe social…


Carregar, sem escolha, o peso de um olhar que condena antes mesmo de conhecer a sua história. 🌛☀️

Não é a distância que afasta as pessoas;
é a certeza de que você não é importante na vida da outra pessoa.

Quebra de confiança


Quando você é traído,
não deixa de gostar da pessoa…
mas aprende a ponderar os próprios passos.

Filho Eterno

Dizem que não existe filho adotivo, que família é sempre família, e que, por algum motivo que ainda desconheço, ele nasceu fora desse ciclo… mas que o universo o trouxe de volta para o núcleo familiar.

Depois que ouvi isso, comecei a prestar atenção nas semelhanças. Acreditava que fossem fruto do convívio, mas como explicar um “adotivo” ter mais semelhanças na aparência e nas atitudes do que um filho biológico?

Porém, acredito que esse filho adotivo seja, na verdade, um Filho Eterno… aquele que te encontra em todas as vidas. Ele é um milagre, uma alma que já nasce carregando uma grande missão no mundo — e, talvez, a primeira delas seja justamente encontrar o caminho de volta para quem sempre lhe pertenceu.

Não preciso mexer nas obras de Deus.
Elas são perfeitas.
Até uma flor que se arranca precisa de um motivo, uma razão, uma circunstância;
caso contrário, é matar em vão.

Algumas Ilusões — Menino Confuso | Paulo Fernando


Não sei se já aconteceu com vocês, mas comigo sempre acontece.


Eu começo a me envolver com a pessoa e passo a sentir muito por ela. E tem gente que não sabe lidar com isso. Promete céu, terra e mar… mas você já entende, no fundo, que aquilo não vai passar de palavras bonitas.


Mesmo assim, você acredita. E acaba mergulhando de cabeça nesse começo de relação.


Passa o primeiro mês e tudo parece maravilhoso. Um sonho mesmo. Você conversa até o sol aparecer e só para quando o cansaço chega. Abraça, beija, sente demais.


Mas os dias passam… e tudo começa a mudar.


O tempo que era muito vira pouco. A atenção vai se afastando aos poucos. E aquela pessoa que prometeu céu, mar e terra já não está na mesma sintonia que você.


E então as lágrimas começam a cair.


A pessoa parece não se importar. E o pior: ela diz que você “não é pra ela”, que “não está no momento”, que “está confusa com tudo isso”.


E vocês terminam aquilo que nem deveria ter começado.


Passam 30 dias depois do término… e você ainda sente.


Porque sentimento não passa como dor que se resolve com um simples remédio. Não é rápido assim.


E então você, sem muita força, pergunta:
“Você ainda gosta de mim?”


Você espera uma resposta positiva. Mas, na verdade, a pessoa finge não entender:
“O quê? Como assim?”


Engraçado como algumas pessoas mudam depois de conseguirem o que querem.


Você fica arrasado, claro. Quem gostaria de se sentir esquecido por alguém que amou?


Acho que ninguém.


Mas uma coisa é certa: nem tudo precisa ser do jeito que a gente quer.


Quando você vira sua própria prioridade, esse tipo de pessoa deixa de ser amor… e vira só uma ilusão.


E como ela mesma disse:
“Eu estou vivendo, e você também. Você está bem, e eu estou ótimo.”


Guarde isso: você não precisa de um namorado agora. Você precisa de você mesmo.


De conhecer seus gostos, suas manias, seu cheiro, seu silêncio.


Lembra: quando você começa a deixar de lado o que tanto queria, você começa a receber sem precisar correr atrás.


Bom… acho que é isso.


Qualquer coisa, me chama. Vamos conversar.


— Paulo Fernando | Menino Confuso

⁠Onde há privilégios, não há justiça, apenas prejuízo.

A dignidade humana não pode ser reduzida a estratégia de engajamento.

“Não culpe o amor,
se você não é digno dele.”

Ladu Rodeo

Ó capitão, meu capitão


Nestas longínquas águas,
Nestes imensos mares,
Não mais me encontro...


Sei que não estou a deriva,
Já que sigo pra um caminho que sei qual é...
Mas não sei para onde me leva.


Nestes tempos tenho me encontrado em tempestades,
Em ruas sem saídas,
Em vales sombrios.


E, em todos eles, meu capitão, não me achei..
Entre ratoeiras e poeiras, entre armadilhas e realezas.
Não me encontrei.




Ó capitão, meu capitão,
Dos poemas larguei a mão,
mas da mão não larguei a mente.
E ela, forte como antes, não dormiu,
Mas eu a reneguei e a rejeitei.
Agora, ando-me só.


Acompanhado mas só,
com companhia mas desacompanhado,
me vejo numa grande ópera, imensa e bela. Linda como nenhuma antes, mas tão vazia e contaminada...
E não sei como sair, sei que quero, mas não sei por que porta sair.


E se eu sair e a ópera se reconstruir tão bela e formosa como é? E se, por menores chances que seja a reconstrução, se descontamine e se reforme por si só?
Sem as tramanhas e mesquinhas mãos dos piratas sujos, tropeiros e interesseiros.


Mas e se eu ficar e desabar? Ou me contaminar por achar que a reconstrução há de vir..
Como hei de ficar? Ó capitão...


Tens me instruído mas não tenho entendido...
Tens me segurado e guardado, mas como covarde e teimoso não te respaldo..
Falho mais que todos os outros..
Fraco mais que todos os outros..


Ó capitão, meu capitão, perdoa pelos tropeços,
Estes tão bravos mares me atormentam e me fazem recordar de momentos de perdição.
Canso-me destes mares e ainda mais dos que vejo pela frente.
Mas me cansas no que eu mesmo me coloquei, ó capitão, meu capitão.


Instrua-me uma última vez por estas bravas águas. Instrua-me e me faça passar pelo fogo, meu capitão.
Que juro-te minh'alma que me tornarei o mais valente e sábio dos mares.

A maldade não tira Fotografia
VANDERSON NETO DE CARVALHO


O Retrato do que a Lente Não Vê


A lente foca a pose, o riso arranjado,
O contorno perfeito do instante ensaiado.
Mas o olho que observa além da moldura
Sabe que a pele esconde a fratura.
Porque o peito é terra de mistério e via,
E a maldade, meu amigo, não tira fotografia.


Ela não posa para o flash, não deixa sinal,
Muitas vezes se veste de abraço cordial.
Assim como a mágoa que cala e corrói,
Que no silêncio da alma destrói e desfaz o herói.
As pessoas negam, erguem muros de gesso,
Com medo de ver seu próprio avesso.


Mas ler o outro não é apontar o erro ou a dor,
É oferecer o espelho com as mãos do amor.
É antecipar o passo de quem vai tropeçar na própria sombra,
E estender a palavra que acolhe e desmancha a afronta.


Pois engolir o que queima na alma adoece o viver,
E o monstro criado no escuro só faz a distância crescer.
Às vezes, o peso que o outro carrega no peito sofrido
Era apenas a pressa de um mal-entendido.


Sejamos o sopro que limpa a vidraça embaçada,
A voz que liberta a mágoa que estava guardada.
Que a palavra seja ponte, e nunca barreira ou conflito,
Para que a gente escute o que o outro chora no mito.
Pois a vida só cura, e o peito só volta a ser leve,
Quando a alma deságua... e a imagem se atreve.

Às vezes, a maior mudança não acontece quando encontramos respostas, mas quando aprendemos a fazer perguntas diferentes.

Pepita de Oliveira

Às vezes, não é a vida que mudou. Foi o olhar que amadureceu.

Pepita de Oliveira

A maturidade não elimina as dúvidas. Ela apenas nos ensina a conviver melhor com elas.

Pepita de Oliveira

Eu passei por tempestades da vida. Você leu? PASSEI.


Isso significa que elas não me derrotaram. E as suas também não definirão o seu fim.


Continue firme. Dias melhores virão. Você vencerá.

Você quer saber por que estou quebrado? Porque sobrevivi a tempestades que muitos não suportariam. Elas tentaram me destruir, mas falharam. Hoje, carrego cicatrizes, não derrotas. E sigo vivo.

⁠Não se coloque na fila dos substituíveis.⁠

Música é arte, e a história política não cria arte.
Pode usá-la, mas não a cria.
Na minha opinião, o artista que grita política, grita por socorro.

Não sou teu amigo, não sou teu inimigo. Sou o mensageiro da tua própria consequência. O que recebes de mim é o que mereces não por vingança, não por justiça divina, mas porque a vida, o acaso, o universo (ou apenas eu) decidimos que a única verdade que mereces é a que plantaste. Carteiro, Hermes, Courier. chama como quiseres. No fim, entrego a carta. E o que ela diz não depende de mim. Depende de ti. E de como me trataste quando eu ainda era apenas o mensageiro, e não a mensagem.