Nao Controlamos o que Sentimos
Ninguém é tão seguro
que não possa ser tocado
não existe um só muro
que não seja atravessado
mas é colhido no futuro
o que se planta no passado.
Não há nada que seja feito para Deus em vão, tudo está guardado na nuvem e em breve choverá sobre a sua vida.
Quem tem Jesus no coração pode até ver as nuvens escuras e ouvir os ventos fortes, mas não se desespera. A presença d’Ele acalma o coração, traz paz em meio ao caos e força nos dias difíceis. As tempestades vêm, mas não abalam quem está firme na rocha.
"Aquele a quem espero não chega"
Espero no tempo que escorre calado,
no passo que arrasta a tarde vencida,
num nome que guardo, silenciado,
feito promessa nunca cumprida.
Vejo nas sombras o vulto que falta,
sinto no vento a voz que não fala,
um eco distante, quase esperança,
mas que se apaga quando se instala.
Aquele a quem espero não chega,
não cruza os caminhos do meu chão,
sua ausência é lágrima que navega
no mar do silêncio e da solidão.
Já me vesti de espera e saudade,
já pedi ao céu, à noite, ao dia…
mas tudo que volta é a mesma verdade:
ele não vem, e a alma esfria.
Ainda assim, insisto e me entrego,
a flor que insiste em florir no inverno.
Porque amar, mesmo em vão, é sagrado,
E esperar um gesto eterno.
Patrono: Mateus Sebastião Kilola
"Se um dia eu pudesse dizer algo aos policiais novos, eu diria: não chegue para resolver uma ocorrência e acabe gerando outra ocorrência. Mesmo que em fração de segundos, tenham sabedoria e discernimento."
A alma não vai para o céu ou inferno por acaso; ela vai de acordo com a escolha que você faz AQUI e AGORA. Quem vive no pecado, morre no pecado. Quem vive na graça, morre na graça. Não vale a pena lamentar depois! A decisão sobre o destino da sua alma é tomada HOJE. Pense nisso!
“Não foi fácil, mas cada agulha, cada espera, cada lágrima… me levou até onde sempre almejei chegar”.
Por vezes, nos culpamos por achar que a vida não está nos retribuindo o que entregamos a ela. Mas sabe o que acontece? A vida nos retribui sim, e na medida do que entregamos. Veja o processo do plantio: a sementinha é jogada no solo, depois regada e cultivada diariamente. Então, depois de algum tempo — algum tempo, eu digo — finalmente vem a colheita.
Por que será, então, que você não está colhendo?
Não é que você não está plantando, você só não está cultivando.
Lembra do versículo: "Eu plantei, Apolo regou, mas Deus deu o crescimento"?
Você só pode estar se esquecendo de regar, de manter o seu solo rico. Estabeleça uma rotina de persistência e você, em breve, colherá do melhor desta terra, quando Deus fizer crescer o que você tanto cultiva aí.
O que você não solta, te segura. O que você segura, te molda. E o que te molda em silêncio, um dia te afunda sem aviso. Já parou pra pensar quantos naufrágios são causados por bagagens invisíveis? Às vezes, o que dói não é o que aconteceu, mas o que você insiste em não soltar. A arte de deixar ir não é sobre esquecer, mas sobre se libertar. Porque enquanto você prende o passado, ele prende você. E a chave, curiosamente, está sempre do lado de dentro.
Os momentos de tristeza passam.
Os momentos de alegria passam.
Só não passa a vontade de viver nesta roda gigante que é a vida.
Medo? Enfrente.
Tristeza? Viva-a.
Alegria? Celebre.
Todos só são instantes ínfimosda grandiosidade da vida
Sem amor... por um tempo
Não desejo mais amor.
Todo aquele que até mim chegou...
Um dia de aqui ficar desistiu...
Partiu... foi-se embora... tudo aqui abandonou...
Sem se importar o caos que me causou.
Dor, desesperança, sofrimento aqui deixou.
Brincou com meu coração.
Jogou com meu coração.
Não se importou com os traumas que em mim causou.
Juras de amor esquecidas...
Promessas vazias interrompidas...
Máscaras pelo tempo desmascaradas...
Deixou desgosto e desilusão.
Quem não?
Eu... não mais...
Espinhos?
Caminho sozinho...
Nas asas do vento...
Sigo!
Em busca de carinho...
Rosas perfumadas e coloridas pelo caminho.
Caminhos repletos de alento.
Neste mundo bem redondinho...
Quem nunca?
Eu... eu sim.
Vi voltar o que um dia deixei no meu caminhar.
A alegria de que um novo dia pode me dar.
Poesia: Jenipapo a resistência com consequência
Na Guerra da Independência, não houve clemência!
Muita inocência, os piauienses lutavam por independência!
De um lado, portugueses fortemente armados!
Soldados, desalmados, armas de fogo e até canhões!
De outro lado, sertanejos, indígenas, vaqueiros!
Os verdadeiros, brasileiros, não foram fujões!
Com armas artesanais, foices e facões!
Às margens do Rio Jenipapo a batalha foi cruel!
Lutava um povo fiel! Seu papel?
Resistir a opressão, voltar a situação! Colônia não dá mais não!
Nesta luta, seu cabra da peste o Nordeste saiu na mão!
Então Piauí, Ceará e Maranhão se juntaram de montão!
Independência ou morte, que confusão!
Batalha suicida, mais que em poucas horas os portugas domina!
Na batalha pela emancipação, essa luta não foi em vão!
Salve os heróis no Jenipapo, porque nem tudo deu errado!
Os heróis da resistência, clamavam por Independência!
Em seis de agosto de mil oitocentos e vinte e três veio e emancipação!
Piauí, Ceará e Maranhã ganharam de montão!
Ser independente, foi a solução!
Salve Jenipapo, que não saiu na contramão!
Salve os heróis de Jenipapo, nossos verdadeiros irmãos! (Marcos Müzel 14/5/2025)
