Nao Conto Detalhes e muito menos
Tudo tem o seu tempo...
A vida, as pessoas, os sentimentos, e até as palavras. Tudo, sem excepção tem o seu tempo. Um prazo irrepreensível. Por vezes desconforme, misterioso, bárbaro, forasteiro e desconhecido.
Tudo tem o seu tempo e cabimento. Enervante, enigmático e oculto... mas indefinidamente decisivo e aperfeiçoado.
Porque tudo tem um tempo, excedemos e transpomos os padrões da nossa flexibilidade sentimental. São as emoções que ficam recessas, e nós que ficamos indefesos. Cansamo-nos do frágil e indolente demorar dos dias. Temos urgência, uma urgência intolerável, por vezes impertinente. Vivemos agitados e ansiosos por motivos que dizemos não conhecer. Até connosco somos desleais. Dizemos não conhecer causadores, porque optamos fingir que ignorámos.
Mas depois, nos refúgios, nos abrigos assustadores e nublados começam a sentir-se defesas e protecções.
Escapámos aos destroços e deixamos de nos prender a restos e ruínas de sentimentos.
A inconsciência é muitas vezes a principal causadora de determinados estados de loucura. Julgo que este pensamento seja comum a muitas pessoas. O pensamento de que são muitas as vezes que atingimos um estado de insanidade por culpa da nossa inconsciência.
A inconsciência, ou a cegueira. Depende de como gostamos mais de chamar-lhe. O ténue e maçador esforço de correr ao encontro do que ainda está para vir, sem tão-pouco perscrutar memórias e reminiscências.
Não sei ao certo o porquê da invasão destes pensamentos no meu cérebro. Ou talvez saiba. Talvez porque me vejo rompida e rasgada pela minha própria vida. Tanto que me apetece renunciar a certos pontos. Apetece-me. Mas não o faço. Em vez disso mantenho os meus sentidos aguçados, na expectativa de assim descobrir um outro ponto de partida, e desse modo anular episódios que me perturbam. Apagar os passos dados em falso, aqueles que me levaram num sentido que hoje está a parecer-me errado. Só que as memórias não se riscam, como se risca algum apontamento que não está bem definido. As minhas memórias não…pelo menos não no seu todo.
Então hoje remanescem as piores representações, os instantes de dúvida, a tortura de certos sentimentos. As tais imagens que gostava de extinguir por instantes, mas não sou capaz.
É geralmente neste ponto, em que a minha consciência se torna imoderadamente real para ser suportável, que me desmancho em alucinantes e impetuosas habilidades a fim de desviar essas imagens da minha vista. E também é comum nestes momentos fechar os olhos e preferir deixar de ver. E é igualmente aí que os meus actos e gestos perdem parte do sentido. Se é que alguma vez o tiveram.
Claro está que falo em acções específicas, que na verdade não me apetece especificar.
Apeteceu-me apenas partilhar convosco estes meus pensamentos. E talvez um de vocês, mesmo sem as ditas especificações consiga perceber o que realmente tentei dizer aqui nesta minha curta e confusa dissertação.
Gosto de todas as flores, mas violetas são minhas favoritas.
"Joaquim Manuel de Macedo "
"_Mas então como se explica esse ardor com que há pouco pedias o teu botão de
rosa?..."
"_ É que eu amo os botões de rosa; tenho predileção por eles, como você tem pelas violetas e D. Felícia pelos cravos brancos."(pág:78,J.M.MACEDO, Os Dois Amores, Grandes Romances Universais 12).
Como eu amo as cores das violetas, as folhas e gosto de plantar cada folha para novas mudinhas. Sou apaixonada por violetas, gosto de outras plantas, só que as violetas são minhas favoritas.
[...] "Quanto vale um professor e a formação das gerações futuras em nosso quadro social?
Oxalá fossem os salários, proporcionais ao impacto e relevância social da atividade exercida.
Afinal, não apenas através da medicina é possível se salvar uma vida.
Mas, a sociedade vendida ao camarote, assiste imóvel ao cúmulo da desvalorização
Dos mestres nas salas de aula; Dos ‘valores’ a inversão.
Um verme de paletó e gravata, valendo-se dos privilégios de ser político,
Desviando rios de dinheiro e fazendo o eleitor de otário;
Enquanto um professor dedicado, Socialmente indispensável e devidamente formado,
Faz malabarismos intermináveis com as migalhas que lhe ensinaram a chamar de salário.
Elites políticas aprenderam há séculos, a fazer papel de parasita.
E o fazem muito bem, infelizmente. Sugam tudo o que podem, até de quem mais necessita.
Pensam: “Pra quê investir em Educação se o que nos mantêm é a doce alienação?”
“A essa gente, já lhes basta circo e pão!”
[...]
Repara: o OUTONO é mais estação da alma do que da própria Natureza. A alma guarda aquilo que tentamos esquecer. Será por isso que é tão difícil livrarmo-nos das lembranças?
O outono, é recheado de significados que podem enriquecer nossas percepções, trazer momentos tão nossos pintados em retratos amarelados pelo tempo.
Coração gelado, frio na alma.
Mente vazia, espírito quebrantando.
Saudades do nada, vontade de fazer alguma coisa, forças para não fazer nada.
Coração ansioso, mente pensantiva.
Noite sóbria em plena lua nova.
Desejo insaciável de alguma coisa, desejo ardente, vontade pertinente.
Emoções confusas, você não sabe se rir ou chora.
Rodeado por muitos, mais sentido a ausência de todos e de alguém que não existe.
Sentimentos de angustia, dor que não passa.
Mente vazia, sentimentos de incompetência.
Impaciência me aperta, a angustia so aumenta. Me diz o que eu faço, para ganhar de volta a mulher que amo?
1+1 resulta em 2. MAS, O QUE è 2 se nem contigo consigo ficar a sois?
Soneto do Amor.
Embriaga-me esta sensação estranha
em pequenas doses de amor e euforia...
Brinda-se ao desassossego e agonia
derramados sobre a soberba da qual
me fez desnudo em covardia.
E amando assim não sou mais eu, mas
desolado como estou, sem nada dizer
tendenciosamente fico mais desconsolado.
O que o tempo fez, faz perecer, e o que fez
de mim, faz parecer que logo estou perdida-
mente apaixonado...
De: editoria@oregional.com.br
Para: rizzo.3004@terra.com.br
Olá Rizzo!
Como sempre, impecável no dom de lidar com as palavras.
Adorei o poema "Deus Triste"; tão realista; triste ver a que ponto chegamos, não? Já sem tempo para as coisas mais simples que outrora nos deixavam tão felizes, como uma simples conversa de poucos minutos.
É o preço que pagamos, meu amigo, em nome dessa tal modernidade, que confunde necessidade e busca desenfreada pelo dinheiro.
Bem, deixe-me parar de filosofar...
Espero receber sempre seus poemas, que com certeza enriquecem muito mais o nosso jornal.
Abraço de sua amiga
Vânia Afonso
Editora-Chefe
Do Jornal “O Regional”
Catanduva – SP.
O SANTO RETRATO
À minha frente,
Na parede do meu quarto,
Um crucifixo dependurado.
Faz tempo!
Muito tempo...
Numa tremenda data passada,
Que me disseram tê-lo colocado ali,
Tão visível, perceptível,
No entanto, eu ? indiferente ?
Sempre me omiti;
Só agora vi que nem o tinha notado.
Crucificado!
Jesus preso à cruz,
Com os braços abertos,
SEM NUNCA tê-los cruzados.
Jesus em meu quarto,
Há tanto tempo,
Mas, em mim, aqui comigo...?
Ah! Apenas Lhe dei a oportunidade
De estar em meus aposentos,
Pouco me importando
Com os tantos ferimentos
Que Lhe foram aplicados.
As cruéis perfurações da grande maldade,
Os cortes dos profundos machucados.
Jesus crucificado!
A sacra figura, o santificado retrato.
A imagem do grande sofrimento
DAQUELE que só falou do bem
Em seus maravilhosos ensinamentos.
O sangue, a expressão da dor,
Os pregos pontiagudos.
A coroa toda feita de espinhos
E eu, a cada dia,
Reclamando em demasia,
Somente pelo dissabor
De ter que encarar os fatos,
Que se sucedem pelo caminho.
Por ter que suplantar
Miúdas barreiras, diminutos degraus,
Pequenos obstáculos.
Jesus que eu esqueci!
Que o descaso fez com que
Eu tanto O deixasse de lado!
Não acatei as suas inigualáveis vantagens.
Não estive ?nem aí? ? e daí? - com Você
E com suas pregações, suas mensagens.
Com as divinas palavras,
Que se fazem presentes.
Que vão sendo apregoadas
Há mais de vinte séculos,
Por todos aqueles que sempre
Olham-te de frente e continuamente se salvam.
Jesus,
consciente, eu admito!
Não fui além de ter-me entregue
À insignificância, ao nada praticamente;
Permanecendo estático, inerte, distante,
Sem saldar tantas dívidas de meus tamanhos débitos.
Por isso, abro-Lhe agora,
Ainda robusto, forte, vivo,
As portas desse meu coração desamparado
Que não soube estimar
O quanto Você era e é
Indispensável, necessário, preciso.
Contudo, mesmo assim,
Talvez, só isso seja insuficiente,
Pois, quando eu tocar os vitrais do céu,
Pode ser que se ouça alguém dizer:
?Contente-se em ir a outro local
- Lá bem diferente, quente e tumultuado -.
Ao mal que você fez por merecer.
Não há como permiti-lo entrar,
Visto que seu nome não consta, aqui relacionado!?
Esta noite, 28 de setembro, tive um sonho. Nesse sonho tudo começaria novamente. Algo estranho, porque eu sentia que a partir daquele momento seria tudo novo, diferente. Senti uma sensação de prazer com alívio. Uma sensação boa. Algo me dizia que as coisas iriam mudar para melhor.
Pela manhã, minha esposa recebeu um telefonema de uma proposta de emprego. Estamos os dois desempregados, ou melhor; com a graça de Deus, somente um, e por pouco tempo, está desempregado. OBRIGADO DEUS. O TEU FILHO JESUS OROU E INTERCEDEU.
Obrigado. Obrigado. Obrigado.
Só basta a gente sonhar...
Eu tive um sonho e foi com você...
Foi tão maravilhoso, que eu nem consigo esquecer...
Você estava sorrindo e olhando para mim...
E num encontro de olhares eu te disse sim....
Te confesso que até hoje eu não consigo esquecer...
E toda vez que fecho os olhos só penso em você...
LáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLá
LáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLá
E a partir desse sonho eu passei acreditar que a ilusão é tudo ou nada...
Só basta a gente sonhar...
LáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLá
LáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLáLá
Mariana Guedes Costa e Silva e Tamy Henrique Reis Gomes.
Bem que tentei,
Tentei ser feliz,
bem que tentei,
Tentei fazer feliz,
como tentei.
Foi inútil,
declaradamente.
Não consegui mudar
O ponteiro da vida
Que segue apenas
Em sentido único.
Como burro
De Tapa
Com o caminho à frente
Imposto e sem a
Possibilidade do que
Vive ao lado.
Esforço inútil,
tentativas frustradas,
sacrifício demasiado,
absurdo e
até a exaustão.
Perdi as forças,
os desejos se foram,
não há o que mudar,
porque ninguém quer mudar.
Como está, é bom.
Assim está legal.
Não mexe que está fluindo,
geralmente é assim.
Comodismo da rotina
Onde o morno
É quente para muitos
E o morno não me basta,
Quero o calor das chamas
A provocação intensa
De uma verdadeira paixão,
Um amor impiedoso
Intenso nos prós e
Tão intenso quanto nos contras.
Verdadeiro nos sentimentos
Mas tão verdadeiro quanto
No sofrimento,
Mas mesmo no misto
De sentimento,
Mesmo nessa louca
Montanha russa de humores
Nada tema, por que
O medo e a solidão existem apenas
Aos desprovidos
De uma cara metade
Na rudez, ou alma gêmea
No veludo das palavras.
O medo impede a mudança
O medo impede o caminhar
O medo impede o sorrir
Escancarado e o olhar
De desejo sem se importar
Que entendam ou não
E se algumas coisas
São realmente para serem sentidas
E não entendidas,
Somente quem as sente
Pode avaliar o porque
De algumas histórias
Pra mudar, precisa coragem,
precisa desejo,
precisa fibra,
acima de tudo
precisa amor.
Não dou mais ao mundo
Ou ao destino
Ou as pessoas
De alma negra,
Obscurecidas pela ausência
De tudo colocado
Nessas palavras
O direito
A poda ou a dizerem
O quando pode
O quanto vale
Ou o quanto medem
meus sentimentos.
Se acredito no infinito
Como limite esse será
Mesmo que em minha
Finita vida, mas
Infinita enquanto vida.
A prova do infinito
É o tema e o lema
Tentei no início
E não me convenço
De desistir no final
Dos versos
Porque a derrota
não está em mim
e a derrota não
faz parte da vida
das pessoas de alma
iluminada onde no meio
da escrita encontram
uma mística forma
de esperança e dela
a força para entender
que lutar, guerrear
quando preciso
é o que transforma
o tentei...
em tentarei novamente.
Se Ela se amar da mesma forma que jurou amar a mim, o Amor próprio se revelará nos olhos um do outro; e sem dizer uma palavra, eu saberei e ela saberá, também, o quanto é raro ser suficiente.
Cientes, porém, que o destino de todas as coisas é espera para grande partida que há no fim, o amor, por certo, nos faltaria algum dia. Então, por legítima defesa ou estado de necessidade, uma escolha se faria: matar a saudade para que o amor, em nome dela, não nos mate pouco a pouco (da falta que possamos sentir um do outro).
Se eu soubesse fazer contas ........Na medida do amor.
No tamanho da saudade........Diria que a distância não existe.
Que não há espaço,,,,,,,,,,ou tempo no mundo.
A ponto de separar,,,,,,,,,,,os nossos corações,
e as nossas lembranças........Haverá sempre um grato colorido,
do infinito carinho das horas alegres,,,,,,,,,da força gostosa do sorriso, constantes com a doçura dos beijos,,,,,,,,,o calor dos abraços,
a ternura inefável do contato de peles,,,,,,,,,tudo um lindo sonho de gente feliz!.
©Ivan Dionizio da Cruz
Marco Aurelio Santos, um roteirista de cinema e televisão também locutor de rádio FM local. Nascido em São Paulo no dia 30 de Abril de 1969, foi criado no jardim Zilda, Capela do Socorro e região do bairro do Grajaú. Além de locutor, autor roteirista com vários argumentos, roteiros de cinema e sinopses de telenovelas ainda aguardando produção, escreveu para as revistas Gordo, Fofura e os Trapalhões de Ely Barbosa. Todos publicados pela editora Abril. Escreveu também para pegadinhas de programas de TV sendo ainda apresentador de shows e eventos pela região do Parque América, Parque São Paulo, jardim Primavera e jardim Varginha,Parelheiros. Apesar de sofrer com a Trombose nas pernas desdo oito anos de idade, o filho de Maria Ana, a dona Lúcia e Josué de Sousa, continua na luta pela vitória e conquista. Foi sem duvida Alguma, uma peça importante para a cultura da Capela do Socorro. Ainda mais, como espirita, ajudou muito as mães solteiras com uma equipe formada por mulheres. Sua história é longa. Pai de seis filhos que são : Mauricio, Maria Helena, Maria Ana, Tamires, Isabela e Yasmim, filha de sua atual esposa a atriz e modelo, Juliana Almeida Bastos, a vida e carreira do dramaturgo, autor, locutor e roteirista que abandonou a carreira de desenhista para escrever em 1983, esta na Web como : A FANTÁSTICA HISTÓRIA DE MARCO AURELIO SANTOS.
Atualmente, depois de terminar seus oito projetos para o cinema, mais duas sinopses de telenovela ainda aguardando produção, esta prestando serviço para a Rede TV com João Kléber.
A DOENÇA NA PERNA DO AUTOR
Seus tratamentos começaram na Faculdade Osec, hoje Unisa, nos anos oitenta. Mas a doença começou nos fim dos anos setenta quando o menino ainda tinha oito anos de idade. Passou pela Santa Casa de Santo Amaro e até no hospital das Clinicas.Marco Aurelio, conta com a ajuda de sua esposa a modelo e atriz, Juliana. O pai do Maurício e mais cinco filhos e uma de sua esposa, Vem passando muito mau também pelo começo de Pneumonia, que já teve cinco vezes a doença tratada no Hospital Grajaú. No ano de 2011, no mesmo hospital, foi internado na U.T.I por começo de Tuberculose. Marco Aurelio, foi locutor de rádio fm local na região do Varginha, quando fez programas de prestação de serviços e utilidade publica principalmente na Nova Brasil e Espacial FM. Como apresentador de shows e eventos, abriu portas para talentos da região, Parque América, Parque São Paulo e jardim Primavera, ao lado de Sergio Luiz, com a Voyager FM e as vezes com a subprefeitura da região.
Pedir pra namorar
Eu fui na casa dela
Pra me apresentar
Pro pai e a mãe dela
Pedir pra namorar
Mas que filha mais linda
Que aqueles dois tem
Só com ela eu
Eu não preciso de ninguém
Só com ela
Eu não preciso de ninguém
A flor mais linda do jardim
A estrela mais bela do céu
O meu anjo querubim
Deixa eu provar desse mel
_PROPÓSITO - Podemos definir propósito como: aquilo que te faz levantar todas as manhãs. O seu propósito é o que te oferece um senso de direção, o que guia as suas decisões de vida mas, principalmente, tem a função de criar um significado para tudo o que você faz.
_MOTIVAÇÃO
Já a motivação é aquela energia, o impulso de agir! Essa motivação pode vir através de fatores externos ou internos, mas independente de onde ela venha, o importante é saber alocar essa energia da melhor forma possível!
E o que essas duas coisas têm em comum? A gente te explica: a motivação está, geralmente, ligada ao seu propósito, assim como aos seus valores. Isso porque o propósito serve como a sua base, e a motivação nada mais é que o agente que te fará alcançá-lo.
COMO FUNCIONA NA PRÁTICA?
Infelizmente não existe uma fórmula mágica que vai te dar as respostas sobre qual o seu propósito ou a sua motivação. Mas, quanto mais tempo você investir para refletir, mais perto você pode chegar de encontrar as suas próprias respostas. Para ajudar nesse processo, trouxemos aqui algumas boas práticas que, se aplicadas no seu dia a dia, te ajudarão nessa jornada de autoconhecimento.
_Desligue o piloto automático
Reflita e pergunte a si mesmo:
- você está feliz com a sua vida atualmente?
- Ama o que faz?
- Por quê você acorda todos os dias?
- Onde você quer se ver daqui a 5 - 10 anos ?
- Qual é o seu maior sonho?
_TENHA VISÃO DE MÉDIO E LONGO PRAZO, EXERCITE SUA FÉ!
Como já falei: não existe fórmula mágica para o sucesso instantâneo. Não se concentre apenas onde você está agora, olhe para o futuro. Pense quais passos você quer dar daqui a mais de 10, 15, 30 anos, não entre três a cinco anos. E está tudo bem se você não tem todas as respostas agora!
Se você estiver constantemente com essas reflexões, você construirá o seu caminho aos poucos.
_Pratique!
Desenvolvemos habilidades e talentos através de atividades. Quanto mais experiências você tem no dia a dia, mais consegue sentir o que você faz bem - e gosta de fazer - e quais não se identifica. Uma super dica é anotar em um papel todas as atividades que já fez e refletir sobre qual a importância de cada uma para você. E se sentir que não tem tantas respostas, talvez seja um bom momento para testar coisas novas, como voluntariado, ler mais ou aprender algo novo! Esse exercício de tempos em tempos pode te aproximar do seu propósito maior.
_Trabalhe sua resiliência
Nem tudo sai do jeito que a gente espera, e isso não significa fracasso. Para agirmos em busca de um propósito, com certeza passaremos por diversos obstáculos. É extremamente importante saber lidar com isso, tirando sempre aprendizados de cada um deles.
Mas lembre-se: essa não é uma receita de como achar o seu propósito e ser mais motivado(a), esse conteúdo é um convite para você embarcar na busca pelo seu autoconhecimento.
Não quero te dar as respostas, mas deixar claro que você deve questionar o sentido do que você faz no seu dia a dia para entender onde você quer chegar.
@deniscoferreira
Psicologia Positiva, Psicanálise, Coaching
#motivação #propósito
Nossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.
Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.
Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.
É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.
No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordemossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.
Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.
Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.
É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.
No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordem
O que aconteceria com o mundo se houvesse, repentinamente, um "apagão" tecnológico? Para onde correríamos a fim de buscar respostas caso não tivéssemos mais acesso ao "doutor" Google? O que faríamos com nosso tempo se não tivéssemos recursos tecnológicos para ocupá-lo?
Como iríamos nos relacionar com as pessoas se perdemos a capacidade da comunicação face a face, olho no olho, preferindo relacionarmo-nos com milhares de "amigos" virtuais e mal conhecemos quem mora conosco ou na mesma rua, no mesmo bairro?
"Todos buscam a felicidade, enquanto deveriam buscar a Paz. A felicidade é efêmera. É feita por momentos que podem se dissolver facilmente. A Paz é permanente.
Paz é um estado emocional onde, mesmo diante de situações difíceis, não se perde o equilíbrio."
(do livro "O Ciclo" de Oscar Pestana)
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