Nao Conto Detalhes e muito menos

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Sobre expectativas.
Não é raro nos percebermos esperando...
Um gesto, uma palavra, uma defesa ou um reconhecimento.
Criamos lindas fantasias sobre como o outro deveria ser, sobre os valores que deveria ter, ou sobre as belezas que deveria apreciar. Quanto mais ao outro amamos, mais dele esperamos.
Pois amar, é ansiar pelo amor do outro, e por isso tantas vezes ao outro endereçamos as carências embrulhadas em mimos e presentes.
Nesta doce ciranda, sempre haverá um pedaço amargo, um espaço não preenchido, não correspondido, que assim pode ser lido como não-amado.
O desafio é construir amores, consciente do espaço amargo, com falhas na correspondência, mas que por respeito às diferenças, sabedoria dos limites, amaremos o outro com o reconhecimento de um espaço que não pode ser amado.

Inserida por brunobarcellos

A saudade;

Lá está você sentado no meio da estrada, na qual olha para os lados e não ver diferenças. Aí pensa : como seria diferente se tivesse amado todos eles de forma igual; se tivesse feito as mesmas promessas; se tivesse usado os mesmos peso e medida, em qualquer tipo de julgamento que tenha feito. Talvez a saudade fosse só uma , e assim melhor sentida. Mas logo você acorda e vai viver todos os caminhos e suas respectivas diferenças, claro.

Josué Morais.

Inserida por josuemorais

Se ela soubesse o quanto é amada, não sairia por aí em busca de colecionar amores vazios de sentimentos.
Se ela soubesse o quanto desejo seus beijos, não sairia por aí sentindo o gosto de outras bocas.
Se ela soubesse o quanto respeito tenho pelo seu corpo, não sairia por aí trocando carícias com qualquer idiota que lhe fala de amor.
Se ela soubesse quantas vezes sonhei em estar ao seu lado, não se negaria a fazer parte da minha realidade.
Se só por um instante ela pudesse ver a si mesma com meus olhos, certamente se apaixonaria. O sorriso dela? É sem dúvidas o mais lindo que meus olhos já contemplaram.

Inserida por lannyContos

Ontem eu sonhei, sonhei com a felicidade, sonhei com você. Senti no peito uma sensação incrível, não sei o que era, só sei que era bom, muito bom, senti algo que jamais senti. Sabe, o que eu pensei? Que eu tinha me completado, encontrado a pessoa perfeita, esta que ocupasse o vazio que tenho no meu coração.
Ontem vivi tudo aquilo de forma especial, de uma forma inesquecível.
Hoje parei para refletir, daí, percebi que, na verdade, não era um sonho, era real. Todos os momentos, não era ilusão, não era apenas um desejo, era verdadeiro. Eu só notei hoje, que você estava ali. Apesar de ser por apenas "um minuto", foi essencial para que amanhã, eu possa lembrar e dizer, você foi, você é, você sempre será a mulher que me fez sonhar, um sonho real, um sonho inesquecível.

Inserida por divinojosenascimento

Meus 15 anos!
Eu sempre me senti diferentes das outras garotas. Não mais bonita, nem mais feia, só diferente. Nunca gostei de maquiagem, quando usava me sentia o curinga personificado. Minha moda? Eu mesma criava o meu jeito de me vestir. Saltos? Nunca gostei, eu preferia All Star. Roupas com decote? Eu passava longe!
Eu estudava em uma escola de tempo integral - Escola Estadual de ensino integral Emanuel Rosa Sales. Meu tempo de escola não era diferente desses famosos clichês que passam nos filmes: "Garota bonita vs Garota feia".
Bruna, é uma daquelas garotas que todos os meninos são loucos para "pegar". Realmente linda e atraente, mas posso dizer que tinha muita beleza e pouco conteúdo. Eu era exatamente o oposto dela. Enquanto os garotos faziam fila para namora-la, eles também faziam fila para fugir de mim.
O meu primeiro e tão sonhado beijo, aconteceu com um garotinho da escola, que tinha por nome Pedro. Eu estava feliz, cheguei a pensar que ele e eu namoraríamos (quanta inocência)... Depois de alguns dias trocando beijos e acreditando que estávamos juntos, Pedro me deu um belo fora dizendo:
- Não posso mais ficar com você, meus amigos estão me zoando e falando que estou namorando uma garota que parece menino.
Eu chorei muito ao ouvir aquilo, eu tinha apenas 13 anos e não entendia porque insistiam em me rotular gay.
Comecei a perguntar a mim mesma se aquilo era resultado do modo como eu me vestia ou talvez o jeito masculino como eu andava (eu já tinha ouvido alguns colegas dizendo que eu não sabia rebolar e andava de um jeito masculino. Eu nunca imaginei que existia regras na forma de andar, onde diferia homens de mulheres.) Talvez a minha falta de feminilidade tenha contribuído em toda essa construção pejorativa que as pessoas tinham com a minha aparência.
Um dia almoçando sozinha na escola, sentou uma garota na minha mesa (de nome Nicole) para me fazer companhia. Isso raramente acontecia... Ela me tratou bem como há muito tempo não acontecia, disse que entendia tudo que eu estava vivendo pois também passou pelo mesmo ao se assumir.
Fiquei brava por ela ter agido como se eu também fosse lésbica. Levantei furiosa e fui embora pra minha sala deixando o almoço quase intacto na mesa. Sentei na minha cadeira e comecei a refletir que talvez aquela menina tenha sido a única que me tratou bem, não se importando com o que falavam sobre mim. E se eu tinha tanta raiva daqueles que me julgavam, porque logo eu iria julga-la? Voltei ao pátio e olhei em volta para encontra-la e fui até onde ela estava para me desculpar.
Ela desculpou-me e se tornou minha melhor amiga. Quando alguém zoava a gente nos chamando de lésbicas ela sabia exatamente como nos defender, até parecia que ela acostumou com aquilo ao ponto de ser mais forte e pouco a pouco ela me ensinava a ser forte também.
Depois de um tempo esse tal menino - o Pedro - começou a me zoar com os demais amigos... Me chamava de "Maria macho", "sapatão" e uma série de coisas desse gênero. Eu chorava e tinha vergonha de ir a escola. Eu implorava que minha mãe me tirasse de lá, mas ela inocentemente achando que era preguiça de estudar, não atendeu meu pedido. Eu comecei a rezar que a convivência na escola melhorasse, mas tudo só piorava, passei a ter medo de me aproximar das pessoas e chorava quase sempre que estava sozinha.
Eu comecei a cair em uma depressão enorme. Piorando eu morria de medo de falar para minha mãe o que estava acontecendo. Eu tinha medo que ela também achasse que eu era lésbica. (eu era só uma garota de 13 anos sentindo-se só).
Os boatos sobre minha sexualidade se espalharam e logo todos os alunos e alguns professores já estavam sabendo da história e tomando essa mentira como uma verdade absoluta. Eu me afundava a cada dia em uma solidão absurda dentro de mim. E sempre quando me viam chorando nos cantos da escola, afirmavam que era vitimismo para chamar atenção.
Tentei me afastar da Nicole para diminuir os boatos, mas sem ela a escola era ainda mais difícil de suportar. Nossa amizade só crescia e os boatos de que estávamos namorando se espalhou pela escola.
Em uma manhã de quarta-feira fui ao colégio, mas não tive coragem de entrar na sala de aula. Eu tive fobia/medo daquelas pessoas que se diziam meus colegas. Covardemente desisti de entrar na sala e segui de uniforme, livros e mochila até a saída para tentar ir embora da escola, mas infelizmente os portões já haviam sido fechados e eu em uma atitude desesperada para não entrar na sala, segui em destino ao banheiro do vestiário feminino. Fiquei lá por quase 4 horas sentada no chão do banheiro, por mais desconfortável que fosse, era melhor para mim que entrar na sala.
Na hora do intervalo um grupo de meninas da minha sala entraram no vestiário para retocar a maquiagem antes de irem almoçar. Ironicamente notei que o assunto da conversa era sobre mim. Elas falavam em alto e bom som, para que quem entrasse naquele banheiro pudesse ouvir que os diretores deveriam expulsar-me, pois pois era inaceitável um namoro lésbico na escola. Todas caiam na risada, pareciam contar a mais engraçada de todas as piadas.
Abri a porta do banheiro e com toda a raiva que eu estava sentindo, empurrei uma delas contra o banco do vestiário. Por ironia, era a Bruna. Mas meu ódio me cegou e não consegui parar de machuca-la, suas amigas tentaram separar a briga e chamar socorro, mas até lá eu já tinha feito um estrago no rosto dela.
Fui suspensa após isso e quando finalmente voltei à escola minha vida se tornou um inferno ainda pior. Bruna começou a espalhar boatos mentirosos sobre mim, afirmava aos quatro cantos da escola que me viu beijando uma garota e eu havia batido nela para que ela não falasse a verdade sobre mim.
E enquanto pessoas como a Bruna e o Pedro se voltaram contra mim, a Nicole se aproximava cada vez mais e me fortalecia.
O tempo foi passando e eu acabei me encantando por aquela garota. Me encantei por ela e não por ser uma menina. Acabei me apaixonando pela forma que ela me cuidava e me protegia do mundo. Eu não sei se nasci lésbica ou se me tornei devido as circunstâncias, mas até hoje não me arrependo.
Parei de me importar com o que as pessoas falavam sobre mim e passei a ter orgulho de quem eu era. Tomei coragem e me assumi para minha mãe que, graças à Deus, me aceitou bem. No início eu tinha receios de assumir até a mim mesma, mas depois que eu me aceitei vi que minha sexualidade não me fazia menos que as demais pessoas.
Fomos o primeiro casal lésbico da escola. Era algo novo e inusitado, após isso muitos outros casais gays começaram a assumir também.
Ao me assumir, uma porção de barreiras difíceis começou a surgir para que eu quebrasse. Eu era vítima de preconceito constantemente. Até daqueles que deveriam nos defender. Acabei sendo obrigada a mudar de escola após uma conversa de diretores com minha mãe. As pessoas não aceitavam e parecia que a minha sexualidade desmoralizava a todos.
Pessoas se afastaram e deixaram de ser meus amigos, no início não entendia o que estava acontecendo comigo. Eu era uma menina como todas as outras, a única coisa diferente era o que eu trazia no meu coração. Mas desde quando a minha forma de amar muda quem eu sou?
(...) ANOS PASSARAM
Deixei de ser a menina assombrada, para me tornar a mulher destemida. Concluí o ensino médio e iniciei a faculdade de Psicologia.
Um certo dia vindo da faculdade, encontrei uma garota desolada, com a cabeça baixa, sentada em um banco na rodoviária. A faculdade é em uma cidade vizinha, então fazia parte da minha rotina descer do ônibus na rodoviária e ficar na espera da minha mãe ir buscar-me.
Já era tarde e não tinha quase ninguém na rua, era por volta de quase onze e meia da madrugada. Me aproximei e quando a tal garota levantou a cabeça, vi que se tratava da Bruna. Nesse momento eu gelei, fiquei paralisada e sem ação.
Ela tentou ignorar a minha presença, continuando sentada em um banco, tentando abafar o choro. Creio que se sentiu intimidada. Tentei me aproximar, porém eu estava com certa vergonha. No fundo eu sentia muita mágoa, raiva e desprezo ao lembrar de tudo que ela me causou anos atrás, mas ir embora e deixa-la para trás naquele estado me traria peso na consciência. Já era tarde e seria perigoso para qualquer garota ficar ali naquele horário sozinha. Insisti para que ela se abrisse e eu pudesse entender o motivo do choro. Mesmo com muito medo que ela me tratasse mal como tratou em todas as vezes que cruzamos.
De início ela me tratou mal e disse que eu estava tripudiando da tristeza dela. Ela implorou para que eu me afastasse, mas eu fui insistente. A verdade é que ela estava insegura, achando que eu estava ali para me engrandecer com sua dor.
Sentei ao seu lado no banco em que ela se encontrava e disse:
- Eu não quero te fazer mal, se o destino fez que a gente se encontrasse a essa hora, talvez fosse mesmo pra ser assim, do contrário, as forças superiores teriam enviado uma daqueles suas amigas do ensino médio. - Rimos juntas.
Ela começou a chorar e me abraçou, fortemente como se fosse um pedido de desculpa por ter durante tanto tempo me perseguido. Creio que a minha piadinha fora de hora sobre ensino médio tenha despertado tais lembranças nela.
Ela ainda presa no meu abraço, contou-me que acaba de ser expulsa de casa e o motivo era sua sexualidade. Eu fiquei surpresa. Puts! Sempre imaginei ela héterosexual e agora essa revelação, caramba me pegou realmente surpresa. Ela chorava mais que antes e me pedia desculpa por tudo que me causou e me abraçou ainda mais forte.
Quando minha mãe finalmente chegou para me apanhar da faculdade, eu expliquei toda a situação e pedi permissão para leva-la para dormir aquela noite em casa.
Minha mãe respondeu algo que me fez agradecer aos céus por ter a sorte de ter nascido daquela mulher:
- É claro que pode Lanny. Algumas vezes na vida, nós pais tememos tanto que nossos filhos sofra, que brigamos para que eles sigam um caminho que a nossos olhos seria menos doloroso. Talvez seus pais só esteja com medo de tudo que você vai enfrentar pela sua sexualidade. No início eu também agi assim, mas depois me preocupei em não der para minha filha um exemplo dessas pessoas que não se importam com com a felicidade. Nós as vezes buscamos tanto o melhor para nossos filhos e esquecemos que o melhor nem sempre é o caminho mais fácil e sim o caminho que mesmo difícil os fazem mais felizes. Eles vão te aceitar Bruna, é questão de tempo até que eles vejam a filha maravilhosa que você é.
Naquela noite e por mais alguns meses Bruna passou a dormir em minha casa. Esquecemos sobre o passado e firmamos uma amizade forte. Hoje somos quase como irmãs. Após alguns meses sentindo na pele o peso da rejeição e do preconceito ela foi finalmente aceita por seus pais e hoje é namorada de uma garota linda que costumo chamar de cunhada.
Não sei se dá pra tirar uma moral dessa história, mas se desse seria: O mundo gira e as pessoas que hoje você oprime, amanhã pode ser uma das poucas que vai te estender a mão quando precisares.




Repentinamente me vejo sendo outra vez aquela garota de quinze anos. Isso é tão assustador!
Me vi presa outra vez dentro de mim mesma, com medo de sair do quarto e viver. Parece tão louco me sentir assim. Eu sempre me achei/pensei ser tão segura de mim mesma.
Me sinto de mal com o espelho, quando fico diante dele vejo um reflexo errado de mim. Por mais louco que seja, ele mostra a imagem de uma garota de quinze anos chorando, mas eu sou uma mulher. Ele deve estar refletindo errado ou sera o reflexo da minha alma?
As pessoas me olham, mas sinto que são sempre olhares focados para as minhas "imperfeições" e nunca olhares de admiração. Eu já desisti de conhecer novas pessoas por vergonha da minha aparência, recusei alguns encontros por puro medo do que os outros pensariam de mim depois de me conhecerem a fundo.
Sei que muitas pessoas não entendem meus sentimentos, minhas escritas, minha palavras. Mas a confusão dessas palavras combinam com meu excesso de sentimentos confusos. Sou tão de mal comigo mesma que me recuso a pensar na ideia de alguém me ver com bons olhos... É como se fosse impossível na minha cabeça.
Cinco anos passaram e a garota de quinze anos ainda não morreu dentro de mim. Ela continua chorando e se sentindo abandonada nesse mundo onde só parece caber pessoas de boa forma e pouco conteúdo.
Gosto de pessoas que buscam despir não só meu corpo, mas minha alma também.

Inserida por lannyContos

O amor não é uma semente que se planta, cresce, floresce e a gente colhe; o amor é um dom divino (explicando, que vem de Deus), entendendo então de que você se faz dotado do amor no vosso coração ou não, e definitivamente, a vida não vai te ensinar a amar; em suma, seus sentimentos se limitarão apenas no gostar; gostar é mais ou menos, é gostar pouco ou gostar mais e pode-se até deixar de gostar, já o amor é terno e eterno e quem ama, ama coisas pessoas e ou animais e se você não nasceu com dom de amar; é triste, mas, sem ilusões jamais se fará capaz.
Abraços fraternos.

Inserida por Santos21

Tudo passa,
Mas meu amor por você, ainda não passou...
Ainda não aprendi a viver sem esse amor...
A dor só aumentou...
Meu coração por você sagrou...
Tudo passou,a canção do rádio passou, a dor de cabeça passou,mas a dor do amor...
Ainda não passou,ainda está chorando, ainda está sofrendo...
Ainda estou vivendo com essa dor.
A Dor Que Você Me Deixou.

Inserida por deusirenesilva9

Medo

Não ter como fugir
Escalando paredes
Não ter como fugir
Arrombando portas
Não ter como fugir
Sem janelas para abrir
Terra sem vento
O relento mora aqui
Pergunto ao tempo
Quantos minutos faltam atéa hora virar
Se ao menos eu tivesse a luz do Sol para auxiliar
Entro em desespero
Não posso desalinhar
Se existe o bem, o mal também
O medo é uma escolha errada
Que só faz prejudicar
A quem caminha e quer sombra
Mas escolhe a hora errada de parar
Regredindo passos, quando a meta é avançar
Ter medo é uma escolha
Mas coragem
A vitória está logo a chegar.

Inserida por tgralha

Agradeço...
À incompreensão daqueles que não compreendo.
Àqueles que apagam as luzes das quais eu ainda não acendi.
Àqueles que sorriem de frente e, ao primeiro passo, apontam-me armas.
Àqueles que nunca conversaram comigo, mas idolatram a minha imagem e tiram suas próprias conclusões.
Aos esperançosos, porque são aqueles que mantêm o caos das esperas.
Aos otimistas, porque são eles que, na primeira frustração, mudam seus pontos de vista.
Aos que olham a alma alheia e baseiam a vida do outro na sua, inclusive, generalizam-na.
Aos que vislumbro no cotidiano e que, com a distância, desconheço.
Aos que se aproximam com interesse e logo desencantam... (...)
Aos que navegam, pois há portos.
Aos felizes, pois há momentos que não cabem em palavras e, muito menos, em denominações... (...)
Àqueles que apontam sem ver, concluem sem pensar, insistem em conceituar.
Aos falsos humildes, pois, em algum momento, vão demonstrar sua pretensão.
Aos ricos, que só ostentam e que se desmoronam em suas fragilidades.
Aos pobres, porque percebem os valores e significados.
Aos ignorantes, porque se acomodam em seus quadrados e preferem a cegueira, a respirar o insuportável saber do outro, ou a sua própria capacidade de ver além dos seus preconceitos.
Aos pseudo-amigos, porque em suas ausências consegui ver os que importam. (...)
Aos do bem, aos do mal, pois só assim saberei a diferença.
Aos que partem, porque me levam onde nossos pés não alcançam.
Aos que ficam, porque me ensinam a continuar. (...)
De tudo algo se tira. Tudo é muito, nada é pouco.
Os extremos me deturpam a visão e continuo agradecendo à vida, porque só assim é possível olhar para as minhas marcas e reconhecer que sou humana.
Fragmentos do livro: Entre Pausas e Reticências, pág 111.

Inserida por marcelachatinha

Tenho medo da porta que não mais se abre...
Tenho medo da maldade...
Medo da ignorância;
Medo do nunca mais...
Tenho medo da má fé...
Da injustiça; do olhar entre os dentes...
Temo não ser amada; ser rejeitada; errar mais que acertar...
Tenho medo das expectativas;
Medo daquela primeira impressão que nunca se apaga...
Temo a covardia;
Tenho medo de deixar o tempo passar e não viver o hoje... Perder o tino... O time, a hora...
Temo gritos; grosserias; ausências...
Tenho medo das não voltas!...
Medo do que nunca vai acontecer...
Tenho medo de promessas, medo de me iludir... Medo de não perceber o caos instalado!...
Temo as perdas...
Temo a indiferença...
Temo a discórdia!...
Tenho medo da insensibilidade...
Medo de não dizer o que sinto...
Tenho medo dos dedos que apontam sem conhecer...
Medo de feridas que não cicatrizam...
Medo de não olhar nos olhos...
Tenho tantos medos...
Que saem de mim e que talvez involuntariamente atinja pessoas que amo, que não conheço, que apenas me "conhecem"...
Tenho medo do medo...
E sentir que é maior que eu, num mundo de tanto medos externos a mim!...
O medo só é superado com enfrentamento e fé!...
Na minha zona de conforto mora o medo e todo medo é um risco!...
Pausa...
O meu medo é o meu maior estímulo para superá-lo.

Inserida por marcelachatinha

- Cartas de um bobo – Part.03
Eu adoeci em prantos por uma amada a qual sabia que não era minha,
entristeci pela amada a qual não me pertencia, me joguei em uma paixão que não era me aceitaria.

Meu coração ficou destroçado por que sempre ela estava ao meu lado, ela segurava minhas mãos suadas de nervoso, sentia meu coração acelerado, olhava em meus olhos apaixonados, percebia o arrepiou de minha pele a cada respiração, a cada toque.

Transpirava amor enquanto ela transpirava medo, insegurança, receio, confusão, mesmo assim eu não queria deixar ela, mesmo percebendo que não estava dando certo, queria se entregar mais e mais a cada segundo do seu dia, enquanto ela só se afastava de mim com um triste olhar vazio de que não queria machucar um coração, eu insistia por que eu notava que mesmo assim ela tentava de alguma maneira.

Chegou a certo momento a qual meu coração doía por esse amor, não entendia por que eu fazia tudo por ela e mesmo assim parecia não que te bastava, que fosse pouco, que não preenchia o vazio do peito dela, que não fariam seus olhos se preencherem com o brilho a qual tanto eu esperava, que sua pele também pudesse se arrepiar na mesma velocidade ou intensidade da minha.

Apreendi da pior maneira da minha vida, mesmo morrendo de saudades de tudo o que eu fazia e o que eu não tinha o que significa platônico e deixar ir.

Eu não a culpo por não me amar pela mesma intensidade, eu me culpo por amá-la além do meu ser.

Inserida por crisgoulart

Há tempos eu não escrevo
eu que escrevia sem motivo pensar
eu sentia e escrevia
ou escrevia para não sentir
eu que há tempos não escrevo
hoje penso por que não mais escrevi
eu que há tempos não escrevo não foi há tanto tempo não escrevi em poesia o que de mais profundo eu sentia.
agora eu que escrevo pois percebi que não escrevia
escrevo para relatar minha saudade
eu que há tempos não escrevia agora escrevo a dizer que sem você eu não mais escreveria
não com tanta verdade
não com veracidade
eu que saudades sinto e que há tempos não escrevi.

Inserida por WErcya

Já Não tem Nais.

Todos nós tivemos aquele dia em que nada deu certo.
Todos nós tivemos aquele dia em tudo saiu como planejamos.
Todos nós tivemos aquele dia que saímos sem planos.
Todos nós tivemos aquele dia desejando alguém por perto.

Todos nós tivemos aquele dia de esperança.
Todos nós tivemos aqueles dias de silêncio.
Todos nós tivemos aquele dia de criança.
Todos nós tivemos aqueles dias de lamento.

Todos nós tivemos aquele dia de luto.
Todos nós tivemos aquele dia de luta.
Todos nós tivemos aquele dia de tudo.
Todos nós tivemos aquele dia de lua.

Todos nós tivemos aquele dia de nós.
Todos nós tivemos aquele dia livre.
Todos nós tivemos aquele dia a sós.
Todos nós tivemos aquele dia triste.

Todos eles tiveram. Já não tem mais.

Inserida por RobertaCosta9

Sonhe em voar alto...ouse chegar no topo.
Não tenha medo dos obstáculos...
Nosso Deus e grande, poderoso,dono do ceu,da prata e do ouro.
Não colocaria em seu coração sonhos que te
fariam pensar que é um tolo.
Eleve seus olhos para o alto,e confia naquele,que te fez promessas de te fazer vitorioso...
E jamais se esqueça o quanto pra ele tú es valioso.

Inserida por LucimarGeorgetti

Quando voce não aparece tudo a minha volta se entristece.
A noite fica fria e quando vem o sol, nem me aquece.
Que fazes....por onde andas!
Que de mim assim se esquece!
A sua ausência a cada dia mais...e mais me enloquece.
Te quero tanto que escrevi este poema, pois queria que soubesse...
Quem sabe você perceba que me ama e sem mim você
também padece...
Venha meu amor!
Vamos viver esta paixão e ser feliz porque a gente bem que merece...

Inserida por LucimarGeorgetti

Todas as vezes que pegamos e escolhemos um "atalho", erramos o caminho, e não chegamos aonde precisávamos chegar.
Nem sempre a estrada da vida que nós precisamos caminhar é confortável, ferimos os pés e o cansaço nos domina, mas querer enganar o tempo e chegar em algum lugar sem esforço, poderá nos levar ao abismo.
Gilberto Braga.
Janeiro/2016.

Inserida por Gilbraga

Fazia, realmente fazia tempo que eu não sentia tamanha sensação, foi um dos momentos mais desnorteantes que eu tive em minha vida, ter você entre meus braços, o seu cheiro, o seu sabor me entorpecia por completo, mas saiba bem, hoje eu não sou como a um tempo atrás, estou sempre preparado para abrir mão, dizer adeus e fazer com que esse momento não passe apenas de uma lembrança.
É triste ter que esquecer esse momento tão bonito, logo eu que queria sentir você em meus braços novamente, sentir o beijo mais doce que eu já dei, e o momento mais feliz do meu ano, mas se for preciso dizer a deus eu direi, meu bem, que você fique bem!

Inserida por andreambrosio

"ISTO NÃO É O EVANGELHO"
Esta frase é uma das que mais uso pra iniciar o cuidado de tantos que me procuram diariamente por todas as vias se dizendo decepcionados com o que chamo de "mercado religioso, religiosidades e religiosismos"
O que ouço destes feridos NÃO TEM NADA A VER COM O EVANGELHO.
Se não tem nada a ver com o Evangelho, nada tem a ver com Jesus de Nazaré.
Se nada tem a ver com Jesus de Nazaré, nada tem a ver com o Reino de Deus.
Se nada tem a ver com o Reino de Deus, nada tem a ver com o Evangelho.
Afinal, o Reino de Deus é um Reino de Amigos e não um reino de negociantes.

Inserida por visterine

Me perco em tão poucas palavras, mas não existem tão verdadeiras e puras. Preciso me preocupar em não ter pressa? Ou devo explorar o tempo e pedir que os momentos sejam hoje aqueles tão esperados?
É difícil deixar de ser tão teimoso e entender que nem sempre se pode ter o controle de tudo, ou do seu próprio caminho. Mas é quando desejamos muito algo, acabamos por esperar. Esperamos o tempo que for, até ficarmos gagá.
Você não ganha nada ao temer um futuro, você apenas nunca o terá se o temer. É suficiente pensar positivamente para que a motivação volte a ser o que era. É só observar as estrelas antes de repousar e sentir a brisa entrando pela janela.
Nem sempre escolhemos o que queremos, há momentos que acontecem por acaso e acasos. É difícil compreender como em tão pouco tempo se pode existir e sentir um sentimento tão claro e sereno.
A beleza encontramos nas coisas mais simples, um olhar, um sorriso, uma palavra ou um gesto, algo que sempre nos remeterá a algo e que nada jamais nos fará esquecer.
Tais palavras se devem pelo fato de apenas ser e poder expressar o tão quanto gostaria de poder sentir essa emoção, talvez eternamente. O mais importante é que quero viver. Que seja com você.

Inserida por welitondeangeli

Meus caminhos estão sendo feitos por lugares que eu não sei se vou conseguir ir. Havia momentos no passado que eu podia ter sido melhor do que eu imaginei ser, quanto tempo eu perdi, creio ter perdido até mesmo as chances para o amor. Esperamos tanto por algo, nossos corações vão murchando, eu sinto tanto não ter plantado nada pra que eu pudesse colher.
Tudo que deixarei é uma vergonhosa jornada, eu pensava tanto sobre o tempo , hoje vejo minhas mãos tão velhas e doentes , escrevendo algo, nuvens não são mais de algodão, sonhos com o que posso sonhar agora, o que me resta afinal?
Não há mais cor nesses dias, quando criança havia tanta magia, hoje só mágoa e agonia, vida eu lamento por ti , te chamei de minha e esqueci de te amar.

Inserida por AllanRodriguez