Nao Conto Detalhes e muito menos
eu acordo pensando em você, eu escrevo linhas e notas sobre você, eu não quero ter medo, mas tenho. Eu queria poder dizer tanta coisa, mas dizer ao coração que ainda não estamos
preparados para nos colocarmos ao vento. Ainda preciso te olhar mais, te reparar mais, fazer desenhos pelo seu corpo, passear pelos seus traços, clarear as nossas vidas, avisar que é para ser intenso, te falar sobre o amor, beijar seus olhos antes de você me amar.
Eu sou assim mesmo "meio" estranha!
Não gosto do tempero do miojo, e gosto dele sem caldo com Knorr...
Meu horário de dormi é sempre ás 00:00 e quando passo disso fico com insônia..
NÃO gosto de chocolate! Porém tenho minhas exceções...
Gosto de dormi com meias, mesmo estando calor.
Não gosto de massas, a não ser em restaurantes italianos...
Gosto do impossível!! O normal nunca me abriu os olhos...
Quando olho uma pessoa quero saber sua historia e não o seu histórico, quero saber sua base.
NÃO gosto de religiões, gosto apenas dos DEUSES delas!
adorooo pessoas simples e fechadas, ou com sorrisos escancarados!
Trato o MEU deus como um amigo próximo, brinco, xingo, faço piada e acho graça...
amooo a natureza, odeio o capitalismo, mas adoro o milk shake da bob's, vai entender!?, rsrsrsrsrs...
Tenho uma tatuagem com as INICIAIS dos meus melhores AMIGOS e não da minha família!!!
Adoro comer sopa de manhã quando sobra da janta...
Quando me apaixono FICO BOBA, quando amo FICO com MEDO!
Gosto de salgado com doce...
Sou alérgica a ABACAXI...
Sou uma mistura de complexidade com simplicidade e assim vai se formando...
EU!
cansada, exausta...
escolhas, pessoas, tempo, amores, cicatrizes, feridas...
não podia ser mais ser facil?
pq tem q ser assim?
qual é o problema?
felicidade existe mesmo?
e o amor, oq é amor? ele existe ou ele é um personagem de contos de fada?
pq doi? oq doi?
tempo cura? tempo faz esquecer?
como é a paz de amar e ser amado?
pq o tempo não volta? pq os pensamentos não me deixam dormi?
oq é ser feliz?
existe alguém predestinado a alguém?
pq tudo não passa? oq fazer? pra onde ir? pode fugir? fugir pra onde? já posso gritar? e chorar, pode?
????????????...
"Palavras que diziam tudo, mas não diziam nada. Como explicar essa contradição? Como solucioná-la? Acha que se a resposta existisse, aqueles ali estariam daquele jeito? Tão abalados?
Fatos; essa palavra explicava o porquê de tanta dor, indignação, mágoa, incerteza e porventura aflição, talvez não havia como saber o real motivo de tudo aquilo."
Não e não, sou e sou; pedra e pedra, som e som, carne e vento:
Salada e sopa, pimenta no vento... solidão na floresta, valsa do sangue escorrendo entre os dedos dos macacos perdidos, hipócritas, vencidos, ricos ou pobres ?
Famintos de sentimentos apenas de uma palavra nostálgica "solidariedade".
AMOR SEM FIM...
Meu amor queria ser irracional,
Ver você nas asas de gato,
Mas gatos não têm asas?
Você me questionaria.
O amor não tem lógica de existir...
Quero dançar um balé inventado,
Sem nomes complicados,
Sem pontas de pés e sapatilhas.
Quero unhas em minhas costas,
Palavrões num sussurrar de prazer,
Suores emanados pelo ar
E tendo você a tremer por ter me amado.
Quero amar você...
Sei que ai é o seu lugar,
Mas sei que meu coração fica vazio sem você,
Venha sentada num gato alado
O seu lugar ocupar...
André Zanarella 13-11-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4601904
GOSTO DE BANANA
Minha amada não suporta gosto de banana,
Brinco com isso, pois sou meio sacana.
Minha amada sabe que perante ela sou banana,
A cada ato dela a mim, ao céu dou Hosana.
Poderia brincar com o tema banana
Mas há tantas promessas no inicio da semana,
Quero comer peixe em um bar bacana,
Comida japonesa que é minha paixão mundana.
Convencê-la de ir ao bingo seria algo bacana,
No final de semana sem carro ficar em minha cabana,
Com ela é claro, namorando e vendo passar a caravana.
Quero-a todos os dias dessa semana,
Tê-la em minha vida é prioridade soberana
Se o mundo não aprovar minha paixão, ao mundo dou uma Banana!
André Zanarella 19-11-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4588555
BINGO
Seus amigos estão comigo,
Você não está aqui no bingo.
Dando risadas comigo,
Torcendo pelo bingo.
Cadê você menina linda?
Você sempre é bem-vinda!
Venha ser a minha sorte,
Eu sem você só sinto a morte.
André Zanarella 22-11-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4614308
SOBRE O ESCREVER
Escrever me traz conforto,
Se não fosse isso estaria morto.
Escrevo riscos como quem planta flores,
Falo de minhas mazelas e de meus amores.
Escrevo mesmo que ninguém leia,
Tenho agendas que já estão cheias.
Muito do que escrevi foi para fogueira,
Pois achava que tudo era bobeira
Hoje jogo tudo na escrivaninha do recanto,
Às vezes eu posso até causar espanto;
Mas ali mostro um pedaço de mim que é minha alma
E em muitas situações me impediu de perder a calma.
André Zanarella 04-12-2012
A DASIMETRIA NÃO EXPLICA
Hoje acordei com falta de ar,
O ar devia estar mais denso,
Ele entrava em meu ser, mas...
Mas ele não oxigenada nada.
Sei que pensava apenas em você,
Sabia que queria você sibilando,
Um gemido ao meu lado na cama.
Penso em nossos momentos bons,
Penso em nossos momentos ruins,
Cada minuto que falei contigo,
Cada sorriso teu que eu acho tão lindo,
Uma esperança em viver ao teu lado.
A dasimetria não explicaria este ar...
Que é normal, mas é tão denso em respirar.
Bateu uma saudade tão grande de você,
Queria ser um peão montado num cavalo,
Para apenas ao seu lado cavalgar
O ar estaria denso ou rarefeito?
Cada vez que vejo suas fotos...
Suas fotos me traz um frio na barriga
Frio de um destino que irei sofrer.
Cada vez que imagino onde está,
Me da um frio na barriga, pois temo por você.
O ar demora a oxigenar meu ser
Pensar em você me dá um enorme prazer
Será que você está pensando em mim?
André Zanarella 08-12-2012
Dasimetria = Medida da densidade do ar atmosférico.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4630259
BANDAGEM DE AMOR
Meu passado sempre me assombrou,
Mas para isso não chame o psiquiatra,
Venha e apenas me de carinho e amor.
Coloque bandagens em meus ferimentos,
Deixemos que eles cicatrizem por você.
Não sei se vamos para o altar um dia,
Ou se seremos abençoados pelos orixás,
Ou apenas oficializado por oficial de justiça,
Mas quero viver uma historia longa com você.
Quero ao tirar as bandagens apenas te amando,
Pois o amor gerara apenas mais e mais amor.
Se vamos segurar a mão de outra criança,
Não preciso saber, pois já considero a tua a minha,
Seu passado já é meu e sua historia eu amo.
Então quando você cai coloco minhas bandagens,
Troco-as com carinho, pois sei o que é estar sozinho.
Sei que quero construir sonhos e dividir emoções,
Fazer mimos em todos os planos para você,
Peço apenas que não me abandone sozinho.
Se eu vou chorar em seu ombro é por que confio em você,
Coloque em minha alma uma bandagem de amor
Só quero vê-la crescer e te apoiar quando precisar de mim.
Minha caixa de primeiros socorros é toda sua.
André Zanarella 17-12-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4635851
EXPRESSÃO
Há tempos que não encontrava uma razão,
De não ficar sofrendo no dia de hoje na solidão.
Hoje mesmo sozinho estou tão bem
Queria apenas estar com você também.
Mostrar meu amor a você em alta expressão
Eu e você dançando uma dança de salão.
Desenhar em seu corpo um coração
Com minha saliva e com minha paixão.
Tomar vinho e brindar o tal do natal
E desejar que de nos se afaste todo o mal.
Hoje eu e meu dragão estamos na sacada
Imagino partindo daqui numa linda escada
Indo para um lugar onde não há hipocrisia
Onde o amor jamais será considerado uma heresia.
Neste mundo poderei mostrar toda minha expressão
Que irá mostrar a você toda a minha paixão
André Zanarella 24-12-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4658227
COISAS DE MEU BANDANECO
No meu bandaneco guardo meus tesouros,
Não são colares, rubis e nem três ouros.
No meu bandaneco guardo o sorriso bonito,
Que me causava um bem estar infinito.
Guardo o beijo no corredor sôfrego,
Que ao lembrar ainda me tira o sossego.
De uma tarde de amor no meio do bambuzal,
Do chantili causando enjoo descomunal.
Também guardo a fuga do amasso na rua escura,
Como guardo como me chupava sem frescura.
Meu bandaneco tem segredos inimagináveis,
Que também são preciosos e intocáveis.
Eles só existem porque apesar das brigas te amo
E isso guardo em meu ser e não é um engano.
André Zanarella 27-12-2012
Bandaneco = Saquinho que se usa a tiracolo.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4643747
PARTIDA
Parto da Terra minha nave,
Não vi uma legião de anjos,
O raio de luz não ocorreu,
Foi apenas um despertar.
Por um momento perdido,
Como bêbado com vertigem,
Enjoo e zumbido no ouvido,
Tendo ver onde fui parar.
Choros e gritos ao redor,
Odor pútrido a impregnar,
Todas as faces são desvairadas,
Estou ali parado meu destino é ajudar.
Uma oração sem palavras,
Uma oração de coração,
Uma oração de vibração,
Uma oração no abraço irmão.
Não vejo anjos, vejo obreiros.
O raio de luz somos nós a ajudar;
Os cães farejam quem quer ser ajudado;
Muares carregam o socorrido para outro lugar.
Acordo cansado como sempre.
Sede intensa como sempre.
O odor ainda no nariz é forte.
Faço uma oração é hora de trabalhar.
André Zanarella 04-01-2013
http://www.recantodasletras.com.br/pensamentos/4110267
NÃO VEIO A BALHA A PALAVRA
Na partilha a palavra não veio a balha,
Sentia-me morto dentro de uma mortalha.
Apenas ouvia a minha e a tua respiração
Todo o resto seria a mais pura imaginação.
No adeus a recordação não veio a balha,
Talvez isso tenha isso nossa grande falha.
Nossos anjos choraram na nossa despedida,
Pois você deixará de ser a minha prometida.
Chorei pelo sentimento que não veio a balha,
Pois a vendo partir me senti mais do que canalha.
Restou a certeza que eu fiz o melhor a sua felicidade,
Trago ainda a certeza de um reencontro na eternidade.
André Zanarella 05-01-2013
Balha= vir à balha, ser citado, ser falado, vir a propósito.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4102669
A VERDADE TEM MUITOS INIMIGOS
O idiota ataca as pessoas com codinomes,
Não tem coragem de mostrar sua real face.
É envelhecido pela covardia de ter perdido,
Acha que o “piche” causara um dano maior.
A energia do idiota se volta contra ele mesmo,
Gasta o tempo perdido perdendo mais tempo.
Esquece que ser feliz é o que importa na vida,
E é mais gostoso quando damos a felicidade.
O idiota é o triste inimigo da verdade moribunda,
Que critica a todos sem se mostrar nu ao mundo.
Prega que quer espalhar a felicidade a todos,
Quando nem ao menos sabe cuidar de quem ele tem.
O idiota tem soluções para todos ao seu redor,
Coitado, só não tem solução para ele mesmo.
Ai, numa crise de fúria ataca quem está quieto
E quem está quieto ouve ópera e ignora.
André Zanarella 07-01-2013
Sobre as ofensas pessoais em minhas poesias
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4104783
"Você entrega horas e mais horas da sua vida e depois percebe que algumas pessoas não mereciam nem segundos. E é ai que você passa a avaliar o seu tempo, suas prioridades... Passa a dar valor a um toque, um silêncio, um olhar mais sincero.
Você esteve lá, Quase o tempo todo, para pessoas que não estavam nem ai... Normalmente, é assim mesmo que acontece. Até que um dia a gente acorda, e passa a estar mais presente para nós mesmos. Passamos a estar mais ao nosso lado, sem egoísmo. Apenas com mais amor-próprio."
(Mozert)
Leia textos completos no blog: http://mozert-paz.blogspot.com.br/
Quando você me olha, meus olhos que riem
Não consigo desviar o olhar,
não consigo fingir...
Puxa como eu gosto de você,
não consigo desgostar...
Quando você me olha, meu coração pula,
muda de lugar..
OUÇO SUA VOZ COMO UM SUSSURO, FICO PARADA,
MAL CONSIGO RESPIRAR...
E, o jeito que você me pega,
tão docemente,
me acalmo,
me calo,
não consigo falar..
E o seu sorriso desajeitado me beija,
não consigo...
respirar...
então você me derruba,
me esparrama em seus braços...
Sabe o que eu temo,
é
um dia eu desmair,
ou morrer em teus braços...
...
Ebook? Não!
Prefiro cheiro novo de folhas límpidas,
Prefiro cheiro velho de folhas amareladas.
Novinho lacrado, velhinho amassado
Com páginas recicláveis ou comido por traças.
Aquece como um velho edredom remendado
Conforta como um velho suéter bordado
Querido como o velho jeans rasgado
Amável como uma velha camisa desbotada
Suave como o cheiro de café na caneca ao lado
Na fila, no ônibus, na varanda, na cama... O livro... Oh, livro!
Há um pedacinho bem pequeno da minha bondade espalhado por dentro da minha mente. Não em meu corpo, não em meu coração. Em meu corpo há culpa, mágoa e rancor. Submissão à tristeza. Enjaulada em meu próprio corpo, não consigo explodir, não consigo farfalhar como as folhas de uma árvore, não consigo fazer o vento ventilar as dores do meu coração, não consigo fazer borboletas formigarem meu estômago. Emoções que fluíam antigamente dentro de mim, hoje se perderam por aí. Borboletas tentando serem resgatadas, pois estão presas com pedras de culpa por cima delas. Existe uma grade de ferro que me prende dentro de mim mesma, não permite ampliar-me da vida. Olho pra dentro da minha alma e enxergo o escuro do mais profundo mar, pequenas faíscas pisca-pisca que esperam um sentimento bom como o amor.
O inferno está na minha mente. Não no mais profundo da terra, onde nele é habitado pelo seu pior pesadelo: lúcifer. Eu habito o inferno com minha própria consciência, caminho por lá todos os dias e encontro lá protótipos de pessoas. Más? Não. Algumas são más, sim. Não é exatamente chamado de inferno e sim uma dimensão inferior. Existe a dimensão superior onde lá habitam seres bem de vida, nada ambiciosos, generosos, praticamente perfeitos. E na dimensão inferior existe pessoas rancorosas, guardam ódio, sofrem infinitamente, guardam mágoas, são tristes. São como eu: presos na culpa que lota minha mente, o que me impossibilita de ter a felicidade que tão almejada é.
No fim, a dimensão inferior é habitada por seres que sentem culpa mesmo que o orgulho a impeçam de admitir. E de onde vem a culpa? Da mente, da pressão, da sobrepressão, da opressão, da omissão. Outra vez digo: sou enjaulada por minha própria consciência. Corro todos os dias procurando uma saída, procuro as portas do meu coração e todas estão trancadas com um cadeado.
Deitada no vazio do escuro da dimensão inferior, vejo a sua forma de distorção: Deus. Enxergo a luz branca que penetra em minha íris, minhas pálpebras de leve se fecham e se abrem.
Novamente o escuro do inferno. A imensidão do paraíso que um dia habitou minha alma. A felicidade já adentrou meu coração. As borboletas um dia já saltitaram de dentro de mim. Já fui liberta do meu próprio cérebro. Mas não adianta, hoje em dia não consigo mais flutuar nas asas das borboletas mais saltitantes que antigamente me faziam felizes.
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