Nao Conto Detalhes e muito menos
"Não permita que a raiva ou a mágoa lhe tomem sua paz .
Podemos até ficar chateados, mas isso não deve ser levado no coração..
A mágoa nos tira a paz e a raiva nos tira a visão da real situação, nos deixa confusos, podemos tomar decisões que não são boas e que nos farão arrepender mais tarde.
A raiva é um ciclo, você magoa quem lhe magoou e quem lhe magoou lhe magoa novamente... se ninguém cortar só vai crescendo e envolvendo mais pessoas e mais mágoas...
Cuidado com as palavras quando está com raiva.
Cuidado com o que e a quem você fala quando está magoado.
Peça a Deus que lhe ajude a perdoar .
Quem perdoa, liberta primeiro a si mesmo.
A oração é o remédio, o louvor a Deus a terapia. #Cuide-se "
#FlaviaLeticia
.. ''enquanto você ficar tentando ser mais que alguém, não chegará a lugar nenhum..o certo é você tentar ser mais do que você é.. crescendo,enxergando os teus erros..e reconhecendo que é sempre tempo de aprender algo.Quando você acha que já aprendeu tudo é porque ainda falta aprender mais um pouco.
A sabedoria começa ai''...
#FlaviaLeticia
" Estamos envelhecendo. Não nos preocupemos!
De que adianta, é assim mesmo.
Isso é um processo natural. ...
É uma lei do Universo conhecida como a 2ª Lei da Termodinâmica ou Lei da Entropia.
Essa lei diz que: A energia de um corpo tende a se degenerar
e com isso a desordem do sistema aumenta.
Portanto, tudo que foi composto será decomposto,
tudo que foi construído será destruído, tudo foi feito para acabar.
Como fazemos parte do universo, essa lei também opera em nós.
Com o tempo os membros se enfraquecem, os sentidos se embotam.
Sendo assim, relaxe e aproveite.
Parafraseando Freud: “A morte é o alvo de tudo que vive”.
Se você deixar o seu carro no alto de uma montanha,
daqui a 10 anos ele estará todo carcomido.
O mesmo acontece a nós.
O conselho é: Viva. Faça apenas isso. Preocupe-se com um dia de cada vez.
Como disse um dos meus amigos à sua esposa: “me use, estou acabando!”.
Hilário, porém realista.
Ficar velho e cheio de rugas é natural.
Não queira ser jovem novamente, você já foi.
Pare de evocar lembranças de romances mortos, vai se ferir com a dor que a si próprio inflige.
Já viveu essa fase, reconcilie com a sua situação e permita que o passado se torne passado.
Esse é o pré-requisito da felicidade. “O passado é lenha calcinada.
O futuro é o tempo que nos resta: finito, porém incerto” como já dizia Cícero.
Abra a mão daquela beleza exuberante, da memória infalível, da ausência da barriguinha,
da vasta cabeleira e do alto desempenho pra não se tornar caricatura de si mesmo.
Fazendo isso ganhará qualidade de vida.
Querer reconquistar esse passado seria um retrocesso e o preço a ser pago será muito elevado.
Serão muitas plásticas, muitos riscos e mesmo assim você verá que não ficou como outrora.
A flor da idade ficou no pó da estrada.
Então, para que se preocupar?
Guarde os bisturis e toca a vida.
Para que se preocupar com as rugas, você demorou tanto para tê-las!
Suas memórias estão salvas nelas.
Não seja obcecado pelas aparências, livre-se das coisas superficiais.
O negócio é zombar do corpo disforme e dos membros enfraquecidos.
Essa resistência em aceitar as leis da natureza
acaba espalhando sofrimento por todos os cantos.
Advêm consequências desastrosas quando se busca a mocidade eterna,
as infinitas paixões, os prazeres sutis e secretos,
as loucas alegrias e os desenfreados prazeres.
Isso se transforma numa dor que você não tem como aliviar e
condena a ruína sua própria alma.
Discreto, sem barulho ou alarde, aceite as imposições da natureza e viva a sua fase.
Sofrer é tentar resgatar algo que deveria ter vivido e não viveu.
Se não viveu na fase devida o melhor a fazer é esquecer.
A causa do sofrimento está no apego,
está em querer que dure o que não foi feito para durar.
É viver uma fase que não é mais sua.
Tente controlar essas emoções destrutivas e os impulsos mais sombrios.
Isso pode sufocar a vida e esvaziá-la de sentido.
Não dê ouvidos a isso, temos a tentação de enfrentar crises sem o menor fundamento.
Sua mente estará sempre em conflito se ela se sentir insegura.
A vida é o que importa. Concentre-se nisso.
A sabedoria consiste em aceitar nossos limites.
Você não tem de experimentar todas as coisas, passar por todas as estradas
e conhecer todas as cidades. Isso é loucura, é exagero.
Faça o que pode ser feito com o que está disponível.
Quer um conselho? Esqueça.
Para o seu bem, esqueça o que passou.
Tem tantas coisas interessantes para se viver na fase em que está.
Coisas do passado não te pertencem mais.
Se você tem esposa e filhos, experimente vivenciar algo que ainda não viveram juntos,
faça a festa, celebre a vida, agora você tem mais tempo,
aproveite essa disponibilidade e desfrute.
Aceitando ou não o processo vai continuar.
Assuma viver com dignidade e nobreza a partir de agora.
Nada nos pertence.
O que importa é o que está dentro de nós; a velha máxima continua atual como nunca:
“quem tem muito dentro precisa ter pouco fora”.
Esse é o segredo de uma boa vida.. . "
Auto-avaliar-se é um ato imprescindível, porém fazer julgamentos de si próprio pode ocasionar o não conhecimento do seu verdadeiro potencial.
Não podemos ser responsabilizados pelas cartas que nos são ofertadas pela vida, mas podemos assumir inteira responsabilidade pela maneira como jogamos. Portanto saiba que a sua consciência é o seu guia.
Bom dia! Tenha uma excelente terça-feira abençoada por DEUS!
ACHEI NO FUNDO DO BAÚ UNS POEMAS ESCRITO EM 1990, ESTE QUE VOU PUBLICAR AGORA É NOSTALGIA PURA, NÃO SE ESPANTE CAROS LEITORES, POETAS SÃO TODOS NOSTÁLGICOS MESMO QUANDO SÃO FELIZES. SER POETA É ISSO...
"ESTA NOITE EU QUERIA MORRER"
Há tantas noites que não durmo,
Há tantas lágrimas no meu sofrer,
No meu grito calado teu nome sussurro.
Esta noite eu queria morrer!
Quero dormir p'ra não mais acordar,
P'ra dar um fim ao meu padecer,
E num sepulcro abandonado
Meu corpo repousará.
Esta noite eu queria morrer!
Para não imaginar-te em outros braços,
Para não viver sem teu amor,
Para aliviar meu cansaço,
Para meu coração não sangrar de dor.
Oh! Esta noite eu queria morrer.
Valda Fogaça
saudades! sim… talvez… e por que não?...
[5 de abril de 2015]
24 horas! reabri hoje o livro a paixão segundo g.h., da clarice. escolhi-o para ser o nosso manual de inexistência mútua. 24 horas. o tempo não é real. saudades! sim… talvez… e por que não?... saudades de feitio estranho. fome de fazer nada ao teu lado, porém a distância fala do seu próprio modo, o tempo não fala, mas canta a sua própria canção. 24 horas sem comunicação. aceito a fatalidade com um sorriso triste. a resposta possível não é possível, amor e mistério. tenho medo da saudade, ainda que ela ande presa a mim.
©pedro pereira lopes
saudades! sim… talvez… e por que não?... [2]
[7 de abril de 2015]
segunda-feira. foi a primeira sem ti, detestável. comprei os sorvetes, como sempre, um pouco depois das nove da noite. encontrei-te em espírito na última aula, hesitei, fiz uma pausa. experimentei os olhos afadigados dos estudantes sobre os meus, abandonei a sala para refrear a dor da tua inexistência.
descobri, afinal, que a tua irmã tem a tua voz, como várias vezes disseste. condenei a minha intromissão, queixei-me então do dia, do frio, da solidão e da tua coragem. os sorvetes desfizeram-se, sobre a mesa, entre a pilha de louça suja. justiça poética, acredito. hoje é feriado. tenho a certeza de que cá terias passado a noite… saudades! sim… talvez… e por que não?... onde estiveres, só quero que te lembres de ser feliz.
©pedro pereira lopes
saudades! sim… talvez… e por que não?... [3]
[8 de abril de 2015]
trabalhei com afinco, o dia todo – como sempre o faço –, com a vã esperança de libertar-me. então o trabalho não liberta? de pouco adiantou. surgias em cada palavra vitimada que eu lia, e punha-me logo a sorrir como um louco no fim da tarde. guardei o riso para depois, rir sozinho a desgraça alheia não tem graça nenhuma.
hoje tive uma raiva daquelas! voltaram a tirar-me uma das luzes do carro. ao malfeitor brindei as labaredas infernais, mesmo que tenha sido por meio de um haicai muito mal conseguido. são saudades! sim… talvez… e por que não?... falando em poesia, descobri que não eras, afinal, o pote de vida, mas sim a fonte.
©pedro pereira lopes
saudades! sim… talvez… e por que não?... [5]
[13 de abril de 2015]
já se sabe que os escritores são uma raça estranha de seres humanos – assunto esgotado. enfadonha seria a sociedade sem, por exemplo, pessoas como o eduardo white, sangare okapi e álvaro taruma. disse-me um amigo filósofo que agora é deputado: ‘os poetas são os humanos mais humanos’. white tinha um coração ainda maior do que o talento. sangare idealiza ilhas e calça sapatilhas coradas (quando não está a encantar serpentes com o fumo do cigarro que se apaga no turbante do aladino). taruma, o condenado, vive mesmo numa ilha, mas é um pirata de terra firme. em comum, a poesia.
sonho. é melhor assim, que pensem que de um sonho se tratou. foi real, ouvi a tua voz. quanta preciosidade numa curta ligação! refiz a nossa última visita ao mar. escalei as pedras e dediquei o teu nome à infinidade das águas e do céu, num voto de afecto alternativo e, talvez moderno.
sabes que tenho uma paixão pela academia, mas está a fartar-me o ensino. talvez devesse ficar exclusivamente na investigação, não sei. o resto conto-te pessoalmente. apeteceu-me um sorvete, como sempre, nas segundas. o teu ficou guardado, com duas lambidelas cheias de ternura. saudades! sim… talvez… e por que não?...
© pedro pereira lopes
E se? E se o mundo parasse de apontar (por hipocrisia) aos que erram, aos que perdem, aos que não são? Se inesperadamente surgissem braços que abraçam, mãos que repartem e doam, bocas que abençoam e sorriem, olhos que enxerguem, ouvidos que escutem, corações que sintam, sintam amor, compaixão e tenha fé na mudança.
Eles (o mundo), não precisam de dedos indicadores e mentes pensantes, mas de braços abertos e de corações cheios de amor, amor como o de Cristo.
Não prego aqui o evangelho morno que dispensa a integridade da Palavra, mas sim um evangelho que se preocupa com o próximo em semelhança do que Cristo a nós fez: nos deu amor quando não merecíamos!
Ame muito. Tome cuidado pra não ser permissivo e esquecer da Verdade, mas não se endureça por causa da religião. Seja Cristo.
DA VIDA NADA SE LEVA!
Do mundo, não levo nada,
Não levo dotes ou riquezas,
Nem certezas ou incertezas,
Nem beijos de minha amada.
Não levo os meus amigos,
Nem colegas ou seguidores,
Nem tampouco os inimigos,
Não levo mágoas ou rancores.
Não levo tristezas ou dores,
Nem alegrias ou paixões,
Não levo os meus amores,
Nem lembranças ou ilusões.
Eu vim como pó na terra,
Da terra me alimentei.
Mas tudo um dia se encerra,
E à terra retornarei.
Partirei como cheguei,
Partirei como criança,
Aos que ficam deixarei,
Amor, saudades e lembrança.
LUZES À VIDA!
Marcio Souza
Não faça do seu dia uma escura noite!
Não faça da sua noite uma eterna escuridão.
Deixe o sol dar luz e beleza ao seu dia.
Deixe a lua iluminar a sua noite!
Deixe que as luzes do sol, da lua e do Espírito Santo iluminem e aqueçam a sua vida e o seu coração!
A vida é uma dádiva de Deus e a grande motivação para lutar para ser feliz... Pense nisso!
Márcio Souza.
O PRINCÍPIO E O FIM.
Márcio Souza.
Da vida eu não peço nada.
A ti ó Deus, eu agradeço o que me concedeste na vida e só peço que me dê o privilégio de morrer em paz!
Toda vida chegará ao fim, mas não a imortalidade da alma.
Sempre haverá vida e morte, para que as espécies se renovem, se aperfeiçoem e se perpetuem!
Márcio Souza.
RENASCER.
Márcio Souza.
Não há como negar, esse sentimento de amor que sinto,
Sentimento, puro, sério, rico e profundo,
Verdadeiramente, honesto, sincero eu não minto,
Com todo desprendimento e por todas as razões do mundo.
Chegou-se tão de mansinho e lentamente,
Aportou-se no coração quase mudo e sem nada dizer,
Bateu-se inesperadamente e de repente,
E como um passo de mágica, comecei a amar você.
Pouco a pouco, com carinho você foi me conquistando,
Fazendo-me acreditar, por aquilo que deixei de crer,
E quando dei por mim estava, perdidamente, lhe amando,
Pois, aos poucos, conseguiu fazer em mim, que o amor voltasse a renascer.
Como num passo de mágica, no doce mundo dos sonhos,
Como uma fada madrinha sorrindo me despertou,
Acordei-me das cinzas de um triste sono enfadonho,
E com seu jeito inocente, novamente, despertou-me para o amor.
É um amor mesclado de ternura pureza e simplicidade,
É um amor, bonito, sem loucura ou paixão,
Sem egoísmo, cobranças, ciúmes ou maldade,
É um amor adulto e consciente, nascido no fundo do coração.
Surgiu como uma inspiração de cada verso de poesia,
Em linhas soltas, simples e em desalinho,
Como um cantor eufórico, com o seu novo canto de alegria,
E de um saltitante menino, como livre voo de um passarinho.
Vai-se o tempo e com o tempo vai-se a ilusão,
E com a maturidade a volúpia da paixão a arrefecer,
Após tantas voltas e tropeços chega-se a conclusão,
Que na verdade, o amar é bem diferente de querer.
Não tem idade, pois sempre jovem é o coração,
Passam-se os anos, mas o amor não se findou nem se desfez,
Não nos importam quaisquer motivos ou razão,
Pois, certamente, há sempre tempo para renascer e se amar outra vez.
Márcio Souza.
NÃO ME CONDENES.
Não me condenes por amar-te tanto,
Como é bom ter alguém que ame a gente,
Não me condenes pelos meus prantos,
Mesmo distante AMO-TE,verdadeiramente!
Ah!Se eu tivesse esse
privilégio,
Cometeria até o sacrilégio,
Juro-te sem ser reticente,
Que feliz eu até morreria certamente!
Marcio Souza.
MORTE DO POETA
Marcio Souza
Meu mundo perdeu-se as cores,
Transformou-se em saudades,
Já não canto mais versos de amores,
Foi-se embora a felicidade.
Será meu canto de despedida?
Que o próprio tempo revela?
Dessas surpresas da vida,
Que o pobre poeta não espera?
É uma angústia sem fim,
É uma dor que arrebata,
Que tomou conta de mim,
E que aos poucos me mata.
E nessa adversidade sentida,
Levada à própria sorte,
O poeta morre, com a poesia em vida,
E a posteriori, com o seu próprio corpo a morte!
De tantos versos e cantigas,
Hoje é um poeta que jaz,
Sem lágrimas de despedidas,
Que apenas, partiu em paz.
Marcio Souza
O TEMPO
Márcio Souza
O tempo que não para,
O tempo que passa,
O tempo não espera,
O tempo se foi, que será e já era.
O tempo é beleza,
O tempo é felicidade,
O tempo é a natureza,
O tempo é bondade,
O tempo é prazer
O tempo é amor,
O tempo é paixão,
O tempo é lazer.
O tempo é coragem,
O tempo são dores,
O tempo é desilusão.
O tempo é o universo,
O tempo são rimas e poesias e versos,
O tempo são mentiras, são sonhos e verdades,
O tempo são realidades,
O tempo são razões,
O tempo dos amores que ficam,
O tempo são amores que se vão,
O tempo são belezas da vida,
O tempo são Amores e paixões,
O tempo de ilusões perdidas,
O tempo de aventuras e emoções.
O tempo é saudade,
O tempo é alegria,
O tempo é tristeza
O tempo é utopia,
O tempo é a noite,
O tempo é o dia.
O tempo, enfim, é tudo.
O tempo é constante
O tempo é profundo,
O tempo é instante,
O tempo é minuto,
O tempo é hora,
O tempo é agora.
O tempo é o mundo.
O tempo é despedida,
O tempo é ir embora,
O tempo é partida,
O tempo que fica,
O tempo é lembrança que ri e que chora,
O tempo sou eu, que faço meu tempo,
O tempo sou eu, em qualquer advento,
O tempo é o vento, quando eu for embora,
E eu serei mais um tempo, que ficará na história.
Márcio Souza
O DIA DOS NAMORADOS.
Márcio Souza
Não há barreiras ou distâncias,
Para um casal de enamorados,
Não importam as circunstâncias,
Pois são dois amores apaixonados.
O amor é um sentimento,
Que está no peito latente,
Não se esquece em nenhum momento,
E cresce constantemente,
É como um botão em flor,
Que vai se desabrochando,
Em belezas e sonhos de amor,
Em doces sonhos, sonhando.
O amor é a cura da alma,
Sentida no coração,
É um sentimento que fala,
Que não tem explicação.
Amor puro e verdadeiro,
É um amor sem preconceito,
É se doar por inteiro,
Não importa o que é certo ou direito.
Não nutre qualquer sentimento,
De culpa ou ansiedade,
Pois viver feliz cada momento,
São pedaços da felicidade.
Aos amores presentes ou distantes,
Aos eternos apaixonados,
Que sejam eternos amores amantes,
Porque todo dia é dia, é o "Dia dos Namorados".
Márcio Souza
RESIGNAÇÃO
Se é isso que tu queres,
Eu não teimo não insisto,
Faça o que tu quiseres,
Eu não luto, eu desisto.
Se é o teu jeito de ser,
E é tua opinião,
Eu procuro te entender,
Não tiro a tua razão.
Respeito teus ideais,
E nem vou mais contestar,
Talvez não me encontre mais,
Se depois me procurar.
A vida corre com o vento,
O tempo é rápido a passar,
Eu já não tenho mais tempo,
Um tempo pra te esperar
Talvez eu me sinta triste,
Deste teu amor ausente,
Mais no mundo ainda existe,
Amores, de amor carente!
Saindo tão de repente,
Aos poucos eu me refaço,
Pois existe muita gente,
Esperando o meu abraço.
Repito,desisto, não vou lutar,
Eu vou te deixar em paz,
Mas se talvez me procurar,
Já será tarde demais.
Não vou tirar-te a razão,
Mas não reclame depois,
O amor,é via de duas mãos,
Não posso amar por nós dois.
Na vida, tudo se ajeita,
Com certeza podes crer
O meu amor que rejeitas,
Alguém ainda há de querer.
No meu pranto derramado,
Não vou ficar iludido,
Pois amar, sem ser amado,
É puro tempo perdido.
Márcio Souza.
o inverno parece mais frio pois vc não esta aqui pra me aquecer..
o verão parece fazer frio pois nem mesmo o sol pode esquentar meu coração que parece estar congelado sem vc por perto..
a primavera parece sem cor...
e outono sumio das estações...
pois vejo tudo diferente sem vc..
sem vc nada faz sentido nem mesmo as quatro estações do ano me parecem estar certas..
e eu sou queria que vc chegasse antes que o inverno voltasse..
pq acho q não aguentaria passa mais frio..
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