Nao Conto Detalhes e muito menos

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Você está pensando
que eu vou esquecer você.
Mas o amor que mora em mim
não aprende a desaparecer.
Eu sei…
você me esqueceu,
nem sequer disse “até logo”,
virou as costas ao que fomos
e me deixou falando sozinho com o vento.
Mas eu…
eu vou continuar te amando,
mesmo que o tempo me aconselhe o contrário,
mesmo que o mundo diga que é tarde.
Refrão
Não adianta, mulher, fugir de mim,
o que é destino não se desfaz assim.
Até o céu conspira a nosso favor,
há estrelas guardando o nosso amor.

KAMORRA


Eu não amo meu sobrenome por vaidade.#11;
Eu amo porque ele me cobra.
E eu decidi sustentar.


Nesse nome eu coloquei meus valores.#11; Coloquei minha fé.#11;
Coloquei minha disciplina.#11;
Coloquei as noites em silêncio que ninguém viu.#11;
Coloquei a resistência de não me vender por afeto barato.


Kamorra, para mim, não é som.#11;
É postura.


Quando eu digo meu nome, eu lembro do homem que eu preciso ser para não manchá-lo.#11;
Não é sobre ego.#11;
É sobre responsabilidade.


Existem homens que carregam um sobrenome.#11;
E existem homens que transformam o sobrenome em bandeira.


Eu escolhi transformar.


Se um dia perguntarem quem foi Kamorra,#11; eu quero que a resposta não esteja no registro civil,#11; mas no caráter.


Porque nome forte não nasce forte.#11; Ele é honrado todos os dias.


— Marcos Kamorra#11; (Filosofia Kamorrista)

“Coragem de Soltar”


A pior sensação é quando você não quer desistir de alguém,
mas precisa deixar ir,
pois você não é o que ela precisa
— mesmo querendo ser tudo o que ela precisa sentir.


É como segurar areia nas mãos cansadas,
quanto mais aperto, mais escapa.
É como pedir ao vento que fique,
quando ele nasceu para ser estrada.


Meu coração insiste em ficar,
minha razão aprende a partir.
Entre o querer e o dever,
há um abismo difícil de medir.


Eu quis ser abrigo,
mas talvez eu fosse tempestade.
Quis ser porto seguro,
mas era só metade.


E dói —
dói como silêncio depois da despedida,
como casa vazia
que ainda guarda vida.


Não é falta de amor,
é excesso de verdade.
Amar também é reconhecer
quando a presença vira saudade.


Então eu solto, mesmo tremendo,
mesmo querendo insistir.
Porque às vezes amar alguém
é ter coragem de deixar ir.

Pandemia - Junho de 2020

⁠Não tem a ver com evolução no sentido exato da palavra, tem a ver com entendimento sobre o básico, algumas pessoas pensam que passando por esta pandemia, estarão evoluindo, sendo que continuarão fazendo as mesmas coisas no aspecto de relacionamento com outras pessoas.
Evolução é o processo através do qual ocorrem as mudanças ou transformações nos seres vivos ao longo do tempo.
Existem pessoas que infelizmente não mudam e nem melhoram.

NADA É ETERNO
(Tudo passa)

Ninguém é eternamente jovem que a juventude não acabe;
Ninguém é eternamente velho que a velhice não acabe;
Ninguém é eternamente belo que a beleza não acabe;
Ninguém é eternamente orgulhoso que o orgulho não acabe;
Ninguém é eternamente bom que a bondade não acabe;
Ninguém é eternamente rico que a riqueza não acabe.
Ninguém é a perfeição absoluta que não acabe;
Estrelas mudam de lugar;
Os fundos dos rios e mares se modificam;
E a própria terra gira em torno de si mesma.
Enfim, somos apenas seres, cheios de virtudes e defeitos, com dia e hora marcados, com prazos de validade para acabar.
A única coisa que permanece para sempre e muito além da morte é o amor de Deus!
Portanto, que vivamos, intensamente e com qualidade, porque da vida nada se leva, tudo se acaba. Pense nisso: NADA É ETERNO!

A supremacia de amar


Amar...
É sofrer em silêncio
e
não entregar- se ao desprezo da dor,
nem ao medo.
É sorrir para alguém
mesmo quando esse alguém não merece o sorriso.
É abraçar e perdoar
Quando não se merece o perdão.
É transmitir alegria
quando dentro de si abunda a tristeza.
É aceitar as diferenças
mesmo quando tudo parecer complicado.
É entregar- se
de corpo inteiro e coração.
Não é ser subordinado
mas, corresponder as exigências e ser companheiro.
É irradiar felicidade
mesmo estando cheio de angústia.
É transformar um momento
mesmo sendo ele completo de injustiças.
É viver e ser feliz
mesmo passando por inúmeras dificuldades.
É compreender
aquele que não merece sua compreensão,
e quando não se é compreendido.
É oferecer cobertor
a quem só te oferece o frio e a saudade.
É está sempre junto
mesmo sendo coberto pelo fria da distância.

Deriva

Eu não me sinto em casa, pois fui eu quem se lançou para fora dela. Hoje, as paredes sabem o meu nome, mas não me reconhecem.

Eu já não me sinto em mim. Habito este corpo como quem ocupa um traje espacial em missão sem retorno, ou como quem vive em um quarto barato demais para reclamar e caro demais para abandonar.

Há dias em que caminho pela própria consciência como um inquilino com o aluguel atrasado, evitando fazer barulho para não ser expulso. Abro as gavetas da memória e encontro apenas recibos de versões antigas de mim. Todas vencidas.

Não é que o mundo tenha me posto para fora. Não. Fui eu quem saiu aos poucos, deixando as luzes acesas para fingir que ainda morava aqui.

Agora está tudo silencioso: só a expansão infinita e a própria respiração dentro do capacete. Não há grito; o som não se propaga no vácuo. Foi um afastamento quase imperceptível, um desencaixe mínimo entre rota e propósito.

Resta o eco de alguém que já fui e que, se me encontrasse na rua, talvez atravessasse para o outro lado.

Não me sinto infeliz com a vida -
Me sinto infeliz comigo.
Me sinto infeliz ao olhar no
Espelho,
E me perguntar onde ficou perdida
Minha face.


Hoje, não sei
Se vejo a vida
Através dos meus olhos
Ou se tem alguém
Usando-os
Em meu lugar.


Observo minha imagem
No reflexo,
E fico desesperada.
Tentando achar o que sobrou de mim mesma -
Pois estou fragmentada,
E já não sei mais
onde me encontro.


Queria saber
Em que momento
Eu me perdi.
Não que fosse adiantar de algo -
Mas só pra me ajudar
A parar de pensar
Que já nasci assim:


Tão quebrada.
Tão vazia.
Tão amarga.


Sentindo que
vivo uma vida
Ao qual não me pertence.


Queria poder lembrar de
Um tempo,
Onde eu sabia quem eu era.


Se é que esse tempo,
sequer,
Chegou a existir.


Ou se ele é apenas
Mais uma ilusão
Tão fragmentada,
Quanto eu mesma sou.


Por que quando eu tento lembrar
de quem eu fui,


Na minha frente,
Só há névoa.


E no chão,
Pequenos cacos
De alguém que
talvez
Um dia eu tenha sido.

A Geografia do Quase
Nós somos o segredo que o tempo não conta,
A linha do horizonte que o sol nunca toca.
Tu és a pergunta na ponta da língua,
Eu sou o silêncio que a boca sufoca.


Caminhamos juntos na mesma calçada,
Mas em mapas distintos, em eras rivais.
Eu vivo no "agora", tu vives no "nada",
Dois corpos vizinhos... dois mundos jamais.


Te amo no espaço onde a lógica falha,
Onde o não e o sim se confundem no ar.
És a minha derrota e a minha medalha,
O naufrágio doce de quem não quer se salvar.


E se a vida nos pune com essa distância,
Que é feita de tudo, menos de chão,
Eu te abraço na sombra, com a mesma constância,
De quem guarda um incêndio dentro do porão EVER .. .. ...

A vida ensina: não tenha pressa mais não perca tempo; o tempo recicla: o maior problema é alguém achar que tem tempo!
Apenas às lembranças e saudades, são o que faz às coisas pararem no tempo... "o que fazemos agora, ecoa na eternidade de alguém"!
O trabalho consiste, principalmente, em fazer perguntas para ter uma resposta do tempo... a parte frustante é que às pessoas que quer realmente ouvir estão distantes!
Hoje é um novo dia, e cheio de possibilidades e esperanças; calma é necessária, mas a coragem mostra que alguém não teme nenhuma situação!

"Sinto em algumas horas que é a hora de desistir de mim, se não deixar tudo pra trás agora": o que quer que tenha feito e o que tenha falado... meu coração não teve a intenção!
A vida é feita de níveis, não é prudente transbordar, nem com amores, e nem com decepções!
Quando o dia é longo e difícil,
"quando pensa que já se cansou desta vida, bem, aguente firme"!
Não desista de si mesmo, às vezes está dando tudo errado, se achar que já se cansou desta vida e se se sentir como se estivesse sozinho... "cante comigo porque estou aqui"!

Experimente e ajuste: vontade não é infinita mais pode permanecer até alguém crescer e aprender; a perseverança trabalha onde a força termina, e um ideal começa!
Cansaço não significa desistência: "não confundo exaustão com o fim de minha história"; descansar, é sinal de que chegou até onde podia chegar"!
Calçados e gente quando lesionam, é porque não são do tamanho certo; continuar caminhando quando os passos pedem uma pausa, é uma forma silenciosa de coragem e resistência!
"Faço algo para melhorar e não para ser perfeito"; quando a vida busca o extraordinário... se torna... e reflete o extraordinário!

E se a mais absurda teoria, não fosse teoria: insiste uma ideia tendenciosa, a de que "só vale a pena começar algo quando tudo estiver completo"!
O que poderia estar vivendo agora, se não esperasse tanto pelo dia perfeito? Mas a verdade, é que "quase nada nasce pronto"!
A busca pelo "bastante" costuma ser apenas uma desculpa, bem disfarçada, do medo de errar e de ser julgado... "os sonhos não tem culpa das escolhas erradas nossas"!
"O perfeccionismo cega a razão diante de evidências"; ter a sensibilidade para aprender, exige, primeiramente, que alguém abandone a necessidade de sempre ter a última palavra em toda discussão!

Acredito que a verdadeira medida de uma vida não se encontra no que as mãos acumulam, mas no que o coração distribui. Minha jornada é guiada por uma promessa silenciosa: ser a voz dos que não podem falar e a proteção dos que ainda não podem se defender.
Para mim, proteger uma criança é garantir que o futuro tenha esperança. Cuidar de um animal é honrar a forma mais pura de amor e inocência que habita a Terra. Em cada olhar resgatado e em cada sorriso protegido, encontro o meu propósito.
Entendo que a morte não é o fim quando deixamos algo vivo nos outros. Por isso, vivo sob uma única verdade:
Herança é o que se deixa para os outros; legado é o que se deixa dentro deles.
Que, ao final do meu caminho, o meu rastro não seja feito de posses ou títulos, mas sim pelo silêncio de um animal que não sofre mais e pela alegria de uma criança que cresceu segura. Esse é o meu compromisso. Esse é o meu legado.

Você não está fraca.
Você está esgotada.
Burnout não é drama.
É um grito da alma cansada.
Tem mulheres funcionando…
mas por dentro já pararam.
Mulheres produtivas por fora.
Exaustas por dentro.
Mulheres fortes que também colapsam.
E está tudo bem pedir ajuda.
E se você anda chorando sem saber por quê, talvez não seja fraqueza.
Você chama de cansaço. Seu corpo chama de limite.
É preciso reorganizar!
Eu já passei por isso e cada vez mais isso se repete nesse mundo desafiador e robótico!

Eu te desejo.
Mas não te desejo como quem tem fome.
Te desejo como quem deseja pele.
Pele que não é pele, pele que é carinho, cobertor.
Pele como a tua, que é o silêncio, a música.. pele que é dor.


Eu não desejo teu corpo, desejo tua presença.
Ouvir tua respiração, sentir o colchão afundar com teu peso ao meu lado.


Silêncio. Apenas silêncio..
Silêncio pesado, poético, como se o simples fato de existir junto contigo já fosse íntimo demais..
E talvez seja.


Não é sobre o ato.
Não é sobre querer-te nu.
É sobre fechar os olhos.
Não para imaginar o corpo,
Mas sim pra sentir
A ideia dele ali.


A proximidade. O toque. A respiração.
É bonito.
Melancólico.
Poético, quase erótico.
Não é por te querer por inteiro, mas sim, por te querer por perto.


E assim, eu deixo guardado no peito..
Esperando por um toque que nunca será feito..
Tudo fica estático.
E o que faz as coisas voltarem a girar é a tua imagem.

Antes mesmo de começar à escrever,
Aprendi à temer.

Quando não passava de uma criança,
Cheia de esperança,
Que brincava de boneca, e sonhava em ser princesa.

Aprendi cedo demais,
Que de fazer maldade, qualquer um é capaz.

Que não precisa ser estranho, pra nos roubar a infância, e impedir de ser criança.

Cresci com o peito doendo,
Tentando curar uma ferida
Que eu nem sabia de onde vinha.

Vivia com uma culpa que não era minha, E um peso tão grande que minhas mãos tão pequenas não sabiam como carregar.

Não conseguia lutar, e ninguém eu tinha pra fazer isso por mim.
Todo mundo me dizia:
"Deixa isso passar!"
E assim, deixei.
Mas o que foi embora, não foi a dor.
Fui eu mesma quem ficou pra trás.

Ninguém ensina
Como crescer direito
Depois de ter a sina
De ser roubada a inocência.

Ninguém me contou
Como se vivia
Depois de ter sido objeto
Antes de sequer poder lembrar
Que eu existia.

Me disseram que o tempo cura,
Mas esquecerem de dizer que o tempo também cobra.
E que se uma ferida não for cuidada, O tempo cicatriza torto, e a dor nunca vai embora.

Hoje, já cresci.
Mas não cresci inteira.
E sim, com um pedaço de mim faltando.

E por isso, carrego comigo um grito antigo.
Que não foi ouvido, mas sim abafado..
E isso antes de eu sequer poder entender o que, e por que tinha acontecido.

E eu sei que não é justo comigo
Carregar sozinha
Algo que nunca foi culpa minha.
Mas ainda sim, fico em silêncio.
E quando a dor chega com força,
Eu pego meu caderno e escrevo.

Por que essa dor
Não vai embora, só ameniza.
Por que não tem como não doer,
Sendo que eu nunca vou saber
Quem eu poderia ter sido.
Se eu não tivesse temido,
Antes de ao menos ter a chance de aprender escrever.

-Victória Licodiedoff Lemos

Eu sou triste
Não do jeito depressivo da coisa -
Mas como quem tenta, e mesmo assim não consegue mais se deixar iludir pela falsa esperança de que a vida importa, e que um dia vai fazer algum sentido.


E parando pra pensar, não faz. Nunca fez.
Nunca sequer importou.


Hoje, me encontro desiludida, e isso me perturba. Me perturba pensar na vida, e saber que inevitavelmente, com ela terei de me contentar.
Que não importa o que eu faça, talvez nada saia do lugar.


Às vezes me pergunto se vivo num limbo,
Se minha vida pra sempre será estagnada, se um dia eu vou piscar e já vai ser tarde demais pra mudar,
Me pergunto se devo sonhar, mesmo sabendo que muitos deles nunca vão se realizar.
Me pergunto se sonhar é coragem, ou apenas uma forma de adiar a realidade.


Tenho medo de acordar, e perceber que tudo mudou, menos eu. Tenho medo de sonhar, me esforçar ... e ainda sim ficar no mesmo lugar de onde sempre estive.


Não quero a minha vida, todo dia contemplar -
só quero parar um pouco de pensar.
Parar de pensar nos meus arrependimentos,
Nas coisas que eu já fiz, nas coisas que já aceitei,
Ou nos momentos que um simples pensamento me impediu de ser feliz.


Quero parar de pensar no passado, de me remoer por coisas,
que já não posso mais consertar.
Como se minha culpa lentamente me consumisse, e virasse o único lugar que já consegui morar.


Então, sim,
às vezes fico triste.
Mas não por causa dos arrependimentos,
Nem das dores,
Nem da incerteza.
Às vezes fico triste só por querer estar viva,
E perceber que
até isso cansa.

AINDA NÃO É O FIM.


Como o servo suspira por água,
a minha alma suspira por Ti.


Minhas lágrimas me sustentam, Senhor;
és o meu alimento,
pra não desistir.


Por que estás abatida,
ó minha alma,
dentro de mim?


Espera em Deus,
o socorro virá;
ainda não é o fim.


Lembro-me
de quem Tu és.


A minha alma, mesmo abatida,
sustenta a fé.


Direi ao Senhor:
Tu és a minha rocha,
e é esta rocha
que firma o meu pé.


Por que estás abatida,
ó minha alma,
dentro de mim?


Espera em Deus,
o socorro virá;
ainda não é o fim.

⁠O SEGREDO DA VIDA

Eu cantei o amor,
pra não ser solidão,
da tristeza e da dor,
eu também fiz canção e num canto sozinho, escutei bem baixinho, a voz do coração.

Que sempre me ensinou, que o segredo da vida é manter sempre vivo, o sorriso no olhar,
Que enxergar os pequenos, detalhes da vida, isto que é amar.

Vivo então a sorrir,
confundindo a razão,
que insiste em querer,
vê minhas lágrimas no chão, pois não sabe o segredo, o segredo que a vida,só fala ao coração. ❤

Autor Cicero Marcos