Nao Conto Detalhes e muito menos

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Não é sobre chegar em primeiro, mas abrir caminho: sabe o que significa sapatos de madeira para um caminho... é quando o corpo "descansa" enquanto os passos atrofiam e morrem!
Não se deixe persuadir por falsos interesses, e seja sincero sobre tudo com o espelho... não perca a esperança, se pode fazer melhor para si!
Talvez alguém nunca veja às lágrimas de outro alguém nos dias de suas tristezas, até que um dia ele às tenha, e às sinta, e às esconda!
Infelizmente, não é possível para alguém parar um vício de outro alguém que não queira, lamentavelmente, é possível à alguém que queira ajudá-lo arruinar a própria vida tentando!

ECO DO PLENO


Não busco o estrondo das festas vãs,
nem o artifício das palavras amontoadas
que tentam, sem sucesso,
estancar a hemorragia do tédio.
Aprendi que o vácuo é quem mais grita;
necessita de ruído, de pressa, de caos,
para não ter que ouvir o próprio nada.
Eu, pelo contrário,
prefiro o peso sagrado da quietude.
Mergulho no mudo como quem volta para casa,
descobrindo que, no centro do meu silêncio,
não falta conteúdo.
Lá, as águas são límpidas
e a paz não precisa de legenda.
Sou um homem que habita a própria pausa
e nela encontro
tudo o que o barulho tenta esconder.


Vicente Siqueira - Doces Poesias - Barra do Piraí RJ

Um julgamento escolhe frases desprezíveis, ou às que não são, a verdadeira critica não é falar mais alto, mas falar com verdade!
"Uma verdade estava fazendo algo, ela estava o deixando ciente, de coisas que não queria saber": alguém se tranca porque dúvida do próprio valor!
Na calma quase monástica, um sonho parado não espera, na última canção de ninar, ele desaparece enquanto alguém exíta!
Se alguém olhasse em sua volta e observasse os fardos que alguns carregam, perceberia logo, que sua vida tem sido generosa; "não reclamo de nada do nada"!

"Algumas lições ainda não confirmaram suas participações, ainda que tenham sido convidadas": não é fenômeno mais casual, repetir o mesmo erro incontáveis vezes!
Antes de agir, essencialmente em ocasiões sob estresse, pare e reflita, para conter a resposta automática dos erros!
Alguns, frequentemente obscurecidos pela aversão em tomar decisões acertadas, se sentem mais felizes lembrando de bons momentos, do que vivendo-os!
Isto não significa creditar que nada transforma, mas admitir que transformações duradouras exigem enfrentar raízes profundas, como o medo, do novo!

Levantei, como de costume.
Tudo estava no lugar.
A chuva veio antes da alba,
eu não tinha medo de me molhar.


Nem azul, nem cinzento era o sentimento.
Cada gota tinha três olhares.
A cada três olhares, estava eu.
Entre memórias, sons e cheiros, deixei o lugar.


O que há de ser de nós?
Penso eu…
O que há de ser de mim?


Segurei cada gota com a ponta dos meus dedos;
em cada uma delas havia uma lembrança.


Encontrei-me no silêncio,
sussurrando o meu próprio nome.


A chuva eram memórias,
minhas saudades eram a chuva.
Abracei-me com força,
finalmente, o choro parou.


Guardei as presas minha coleção.
Oh, minha querida!


seu nome é amor.

Tenho um pouco das orquídeas
das várzeas baixas ou altas,
Não posso me contentar com
o que os olhos não veem,


Só posso me contentar com
águas cristalinas e doces,
E com todo o amor que
o coração deseja e mantém,


Não amo o que convém,
e sem saber onde e quem;
Quero o que posso ver
e sentir que me faz bem.

“Existe beleza em não conhecer as cercas religiosas, pois elas são cultura do cárcere.
Existe beleza na falta de crença: Deus não é crença, ele é.
Existe beleza no erro humano, não como falha, mas como autenticidade.
Existe beleza no feio que pintaram sobre ser feliz — escolher o que se deseja é admirável.
Existe horror em se negar.”

Não é o nome da universidade que gera conhecimento nos estudantes. Cada um deve compreender que, para ser um bom estudante, é necessária dedicação, e não a expectativa de que o prestígio institucional opere uma espécie de magia capaz de atribuir saber sem esforço. Em suma, não existe uma “melhor” universidade, no fim, tudo exige entrega e compromisso.
Furucuto, 2026

EM UMA MADRUGADA QUALQUER 🌌


Não consigo dormir como antes,
Meus pensamentos não me deixam,
Cada noite que passa, os dias
Retrocedem em minha mente
Como se fossem clipes de pura
Monotonia, mudar o seu redor,
Explorar este mundo 🌎 apenas
Com sua presença, é um pouco
Desconfortante, mais, quanto mais
O tempo passa, menos tempo nos temos,
E de repente a vida se encontra em seu momento de completa confusão.
E de repente... já se passaram 20 anos

#portugal

O ano de 2026 em Portugal ficou marcado na memória coletiva não pelos avanços tecnológicos ou metas económicas, mas pela vulnerabilidade humana perante a magnitude da natureza. O texto que partilho serve como um testemunho vívido dessa época, funcionando como um diário de uma nação que aprendeu, pela dor, que a vida é um fluxo contínuo e indomável.

Aqui está uma descrição histórica e narrativa desse período, refletindo a essência das suas palavras:

Portugal 2026: O Ano do Reencontro com a Essência
1. A Natureza como Força Implacável
Em 2026, o território português enfrentou o que muitos descreveram como o "princípio das dores" da crise climática. Não foram apenas previsões estatísticas; foram lágrimas devastadoras caídas do céu. Rios que transbordaram as suas margens, submergindo lares e transformando bens materiais — acumulados durante uma vida inteira — em nada.

Neste cenário, a sociedade portuguesa confrontou a sua impotência perante o comando da vida. Onde as palavras falharam em conter a força das águas e o sopro do vento, restou o silêncio da alma e o reconhecimento de que nada é um bem contínuo ou garantido.

2. A Transmutação do Valor
A história deste ano não se escreve pela perda financeira, mas pela mudança de paradigma. As populações, fustigadas pelo terror de verem as suas vidas destruídas, foram obrigadas a passar por metamorfoses de humor e espírito.

O Valor da Vida: Percebeu-se que o objeto só tem valor através do olhar de quem o possui. Sem a vida, o material é vazio.

O "L" de Ligação: No auge da calamidade, surgiu uma união que as crises anteriores não tinham conseguido consolidar. A "entre-ajuda" tornou-se a moeda de troca, e o amor, o único refúgio seguro contra a convulsão do mundo.

3. A Resiliência e a Espiritualidade
Perante o véu da incerteza, o povo português de 2026 encontrou-se "por sua conta". Esta solidão perante o destino forçou um olhar para o transcendente. A esperança, muitas vezes vista como uma ilusão, tornou-se o único elo de libertação para um povo que nunca se sentiu tão preso às circunstâncias.

A fé e o pedido de misericórdia deixaram de ser rituais vazios para se tornarem gritos de socorro por alívio e consolo. Aprendeu-se o "verso da moeda": a ideia de que as coisas más contêm em si a semente do crescimento e da adaptação.

Reflexão Final
Portugal em 2026 foi um país que chorou com o céu, mas que descobriu que a generosidade é o único gesto capaz de vencer a paralisia do pânico. Foi o ano em que se compreendeu que a maior proteção não vem de muros, mas da união entre corações que batem em uníssono entre a terra e o céu.

"A força da natureza não se vence por palavras, mas sim com gestos de generosidade."

Amor em estado de agora

Faz parte do caminho:
Não te esquecer, mas escolher viver outra vez.
Não importa o tempo, nem a contagem dos dias,
meu amor permanece — raiz e calmaria.

Passam horas, instantes, saudades...
Um tempo que se foi, mas que abre portais.
De um futuro que brilha, promessa de paz,
da alegria que contagia e não olha para trás.

É um novo fôlego, o desejo em estado de prece,
a vontade de fazer com que o agora aconteça.
Seja em forma de amor, ou de pura paixão,
ou no brilho de um riso que inunda o chão.

O essencial é o movimento, o ato de ser,
a coragem bendita de enfim renascer.
Hoje o destino é você, o afeto se faz chama,
e o amor, no presente, por nós dois reclama.

Venha!
Não tema o abraço da felicidade.
Posso ser o teu melhor, a tua vontade,
posso ser o prazer, ou apenas o meu eu,
posso ser o reflexo do que em ti se perdeu.

Podemos ser nós, sem pressa ou adeus.
Simplesmente viver.
Simplesmente sermos teus e meus.

Poesia de Islene Souza

O Avesso da Fala

Tateio o que ficou sem legenda,
o que não coube na moldura da frase pronta.
Não é mais sobre o que os lábios dizem,
mas sobre o que o silêncio grita
quando a gramática do afeto entra em colapso.

Houve um tempo de certezas lineares,
de palavras que descansavam no papel como pássaros.
Hoje, o que sinto é arqueologia:
escavo o peito à procura de um sentido
que não se explica, apenas se atravessa.
Queria entender a mecânica dessa ausência,
o exato ponto onde o nó se tornou rastro.

Mas a fala tem seu avesso,
e é lá — onde a voz tropeça e o ego cala —
que finalmente me encontro,
inteira,
em tudo o que não sei dizer.



Poesia de Islene Souza

O salto que você não dá é a perda que você aceita✨
Desde 2019 venho estudando, observando e refletindo sobre consciência, comportamento humano e os padrões que sustentam nossa realidade. De lá para cá, construí minhas próprias perspectivas e passei a compartilhá-las. Curiosamente, quase todos os dias surge um vídeo novo, um conteúdo que parece dialogar diretamente com o que estou vivendo e investigando.
No início, eu assistia e entendia pouco. As informações pareciam confusas, distantes ou difíceis de organizar. Com o tempo, percebi que não se tratava de acumular respostas, mas de desenvolver presença e leitura. Hoje, consigo aprofundar a análise e, principalmente, simplificar. Tornar acessível aquilo que antes parecia abstrato. Esse se tornou meu objetivo.
O vídeo que acabei de assistir não trouxe uma explicação pronta, mas provocou reflexão e gerou entendimento. Ele reforça algo que venho observando há anos: nossa experiência humana não é linear. Somos feitos de sentimentos, emoções, dualidades e estados de consciência que não cabem em rótulos rígidos ou explicações rápidas. Quando tentamos enquadrar o que é vivo em sistemas fechados, criamos desconexão.
A verdadeira compreensão surge quando permitimos sentir antes de explicar. Quando a mensagem atravessa o racional e encontra o corpo, algo se reorganiza. Nesse ponto, o entendimento deixa de ser apenas mental e passa a ser integrativo. É aí que acontece a expansão da consciência. A cura.
A interpretação sem conexão com o coração não gera sentimento de mudança é para conseguir acessar o coração é preciso aceitar, compreender e perdoar a si , em toda magnitude. Alinhamento, corpo, mente e espírito.
O vídeo mostra que não somos apenas matéria isolada, um conteúdo antigo, mas profundamente atual e sim campos em interação constante. Fazemos parte de uma consciência coletiva, onde energia se comunica com energia. Aquilo que emitimos ressoa com frequências semelhantes, criando aproximações ou distanciamentos naturais. Não é algo pessoal, mas vibracional.
Nossas emoções e sentimentos definem essa vibração interna, que inevitavelmente se reflete no externo. Antes da forma, existe o estado interno. Antes do resultado, existe o padrão que sustentamos. As polaridades não geram conflito por acaso; elas revelam compatibilidades ou incompatibilidades de frequência.
Nesse contexto, o chamado o “salto quântico”acontece no aqui e agora, quando sentimentos, pensamentos e ações entram em coerência. Não se trata de um evento externo ou distante, mas de uma mudança de estado interno. Quando essa coerência se estabelece, a realidade responde de forma natural.
Curar, dentro dessa perspectiva, não é consertar algo quebrado. É retornar à COERÊNCIA. É integrar partes que estavam fragmentadas. Quando essa integração acontece, o sistema inteiro responde: mente, corpo e vida entram em outro ritmo.
Talvez agora faça sentido para poucos, mas sigo com a clareza de que, no tempo certo, essas reflexões terão seu lugar. Consciência não se apressa, ela amadurece.
O treinamento nunca acaba.❤️‍🔥🙏🚀
Gratidão universo✨

Pensar o Nosso Tempo


Texto VII – Educação


A educação não falha por falta de programas.
Falha quando esquece o humano.


Ensina-se para o exame, para o número, para a estatística. Raramente para a consciência. Quando a escola exime-se de formar o pensamento crítico, passa a produzir obediência acefálica.


Educar é mais do que instruir: é formar sujeitos.

O Brilho que Vem de Dentro


​A verdadeira felicidade não é algo que roubamos dos outros; é algo que cultivamos no nosso próprio jardim. Quando você torce pelo sucesso de alguém, o universo entende que você também está pronto para receber o seu.
​Ser otimista é acreditar que o sol nasce para todos, e que não precisamos apagar a vela de ninguém para que a nossa ilumine o caminho. A paz de espírito mora na consciência limpa de quem sabe conquistar o seu espaço com integridade.

​Não queira o riso que nasce da dor,
Nem construa castelos no chão de ninguém.
A vida devolve, com todo o vigor,
O fruto plantado na busca do bem.
​A estrada é larga, há espaço e lugar,
Não tente o atalho de quem já venceu.
Felicidade é saber respeitar
O que o destino pro outro escolheu.
​Não fure o olho, não quebre a corrente,
Nem de amiga, nem de um estranho qualquer.
Quem planta o respeito colhe, certamente,
A força de ser quem a alma quiser.
​Seja o apoio, o abraço e o abrigo,
Pois o brilho alheio não tira o seu brio.
Quem anda direito caminha seguro,
Longe das sombras e do desvio.
Paz e amor!!!
Autor desconhecido

Quando eu morrer


Não desejo homenagens tardias, pois a morte não escuta aplausos nem recolhe flores.
Se algum tributo houver de existir, que seja enquanto ainda respiro, enquanto meus olhos veem e minhas mãos tocam o mundo.
Não me enviem coroas — a vida não se coroa após o fim.
Não proclamem grandezas quando já não posso contestá-las ou sorrir delas.
Não digam que fui extraordinário, nem o melhor jurista, nem o melhor delegado, nem o melhor escritor, nem o maior professor da história. Fui, antes de tudo, humano — falível, inquieto, em permanente construção.
Não batizem ruas com meu nome quando meus passos já não puderem percorrê-las.
Não eternizem o que não soube ser vivido no tempo certo.
Se desejam me honrar, que seja agora: no reconhecimento sincero, na palavra dita sem atraso, no gesto simples que alcança quem ainda caminha. A verdadeira homenagem não é póstuma — é presença.

Anelante.

Não quero apenas um abraço!
Não quero apenas um sim!
Não quero apenas um "te amo"!
Não quero apenas um "gosto de você"!

Quero atenção, com reação.
Quero um abraço demorado.
Carinho sem proibição.
Quero amar e ser amado.
Quero...

Quero você em meus braços.
Quero longas viagens no espaço.

Quero... quero acordar e te ver!
Quero... quero tudo e mais um pouco!
Quero, no mundo, o olhar de menina me querendo em seus braços.

Eu quero!! E você?

Você não entende, não é só sobre sol e lua, eros e psyque ou só sobre destino, é e sempre será sobre amor, eu amo você e nada no mundo jamais mudará isso.
Quer perder sua vida com alguém que nem se quer entende o quanto você é perfeita? Todos fingem entender sua completude, mas sua completude é e sempre será minha.

A Garota do Balcão
Passei dois anos tentando entender como é perder alguém.
Não perder por briga ou despedida, mas perder por dentro.
Perder a fé no sentimento, perder a crença no amor, perder a certeza de que algo assim pudesse acontecer de novo.
Durante esse tempo, eu realmente acreditei que não encontraria mais ninguém.
Que algumas pessoas atravessam a nossa vida levando consigo tudo o que havia para amar.
Que depois delas, o coração aprende a funcionar… mas não a sentir.
E então, sem qualquer aviso, eu entrei numa loja de acessórios de celular.
É curioso como a vida escolhe cenários simples para grandes recomeços.
Entre películas de vidro, suportes discretos e cabos organizados não por cor, mas por tipo —
como se até ali tudo precisasse fazer sentido —
havia uma garota atrás do balcão.
E o mais estranho de tudo é que a única coisa que realmente nos separa…
é o balcão.
Não foi só o sorriso que chamou atenção.
Foi o conjunto.
O jeito contido.
As tatuagens minimalistas, quase silenciosas, marcadas como pensamentos que não precisam ser explicados.
Detalhes pequenos, mas cheios de intenção — como quem diz muito sem dizer nada.
E então tem o olhar.
Um olhar tão misterioso que desconcerta.
Daqueles que, se sustentado por mais de três segundos,
faz a gente desviar não por timidez,
mas por sentir demais.
Ali eu entendi uma coisa importante:
o amor não avisa quando volta.
Ele reaparece… diferente.
Não veio com urgência, nem com exagero.
Veio como curiosidade.
Como vontade de permanecer um pouco mais.
Como aquela sensação estranha de querer voltar ao mesmo lugar sem precisar de motivo.
A Garota do Balcão não sabe,
mas ela desmentiu uma certeza que eu carreguei por dois anos.
Ela provou que a gente nunca perde a capacidade de se apaixonar —
a gente só esquece como é até alguém lembrar.
Hoje, confesso ao público:
já não tenho mais o que inventar para entrar naquela loja.
Já comprei o que precisava… e o que não precisava também.
Mas continuo voltando.
Talvez isso não seja uma história de amor.
Talvez seja só um capítulo breve.
Ou talvez seja o começo de algo que ainda não tem nome.
Mas uma coisa é certa:
depois de tanto tempo acreditando que o sentimento tinha ficado no passado,
eu me apaixonei de novo.
De um jeito novo.
Mais calmo.
Mais consciente.
Mais verdadeiro.
E tudo isso começou…
E tudo isso começou com um balcão no meio.
Não como obstáculo,
mas como prova de que às vezes o amor não está distante —
só separado por alguns centímetros
e pela coragem de atravessar.

Amo aqueles que não sabem viver a não ser como quem declina, pois são os que passam.
Amo os grandes desprezadores, porque são os grandes reverenciadores, e flechas de anseio pela outra margem.
Amo aqueles que não buscam primeiramente atrás das estrelas uma razão para declinar e serem sacrificados: mas que se sacrificam à terra, para que um dia a terra venha a ser do super-homem.

Friedrich Nietzsche
Assim falou Zaratustra. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.