Nao Conto Detalhes e muito menos
O Corpo Que Clama, a Alma Que Escolhe
Não é qualquer toque que me desperta. Não é qualquer presença que acende o que em mim arde em silêncio. Meu desejo não é um instante, um ímpeto sem rumo. Ele é fome que só se sacia com verdade, com olhos que me enxergam além do corpo, com mãos que saibam a linguagem da entrega.
Eu não quero apenas ser desejada, quero ser sentida. Quero que meu nome seja dito com peso, que minha pele seja tocada com intenção, que meu corpo seja lido como um livro que se decifra página por página, sem pressa. Porque eu sou feita de profundidade, e quem se detém na superfície nunca me encontra de verdade.
Então, eu espero. Porque sei que quando esse toque vier, não será apenas pele contra pele. Será presença. Será chama. Será tudo.
Quando a Ajuda Vira Julgamento
Não pedir ajuda não significa que eu não precise. Talvez eu só tenha um jeito diferente de demonstrar que preciso de você.
Sempre estive disponível para quem necessitou, sem que precisassem pedir. Bastava um olhar, um suspiro, e eu já estava lá. Porque quem quer ajudar, faz. Chega, estende a mão, encontra um jeito. Não espera que o outro precise gritar por socorro.
Mas quando sou eu que preciso, dizem que não me ajudo. Que não quero ajuda, porque não peço.
Como se fosse simples assim. Como se eu nunca tivesse tentado. Como se o fato de me esforçar até a última gota, sem incomodar ninguém, fosse um atestado de que estou ótima.
A verdade é que, quando pedi, nem sempre encontrei. E precisei aprender a lidar com a frustração do “não”, que só se ouve uma vez, mas ecoa para sempre. Precisei compreender os motivos dos outros, aceitar os limites que me impunham, mesmo que doessem.
Então, antes de pedir, eu penso: será que essa pessoa pode? Será que ela quer? Ou vai fazer por obrigação, com pressa para se livrar de mim?
É mais fácil esperar. É mais fácil não precisar pedir. Porque quem realmente quer ajudar, percebe. Chega perto. Não precisa de um pedido formal. Às vezes, tudo o que alguém precisa é de um abraço silencioso, sem perguntas, sem julgamentos.
Então, antes de dizer que eu não me ajudo, tente entender quantas vezes eu já me ajudei sozinha. Quantas vezes lutei contra tudo, sem incomodar ninguém.
Talvez o problema nunca tenha sido eu não pedir. Talvez o problema seja que nem todo mundo sabe realmente estar presente.
E ter que lidar com opiniões e julgamentos de quem me desconhece me torna, dia após dia, mais bloqueada e inacessível.
Gratidão Pelo Invisível
Te agradeço, meu Deus, não apenas pelo que já vi, mas pelo que ainda está por vir. Pelas bênçãos que meus olhos não alcançaram, pelos caminhos que ainda não trilhei, pelas respostas que nem sei que preciso.
Agradeço porque sei que há promessas sendo preparadas, portas sendo abertas, milagres em movimento—mesmo que agora tudo pareça silencioso. Confio que, no tempo certo, tudo chegará.
E enquanto espero, meu coração repousa na certeza de que Tu sempre cuidas de mim, mesmo quando eu não vejo, mesmo quando eu não entendo.
O Peso de Pedir
Dizem que eu não quero ajuda. Que não me ajudo. Que se eu precisasse de verdade, eu pediria.
O que ninguém entende é que pedir já foi uma escolha. Já foi uma tentativa, e, na maioria das vezes, o que encontrei foi silêncio, portas fechadas ou respostas que doeram mais do que o problema em si.
Aprendi a não insistir. Não por orgulho, mas por respeito. Porque sei que ninguém é obrigado a estar disponível. Sei que as pessoas têm seus próprios fardos e que nem sempre vão conseguir carregar o meu também. Então, eu escuto o não antes mesmo de ouvi-lo. E, para evitar o peso da rejeição, escolho não pedir.
Sei que, quando alguém realmente quer ajudar, ajuda. Sem esperar um pedido formal. Sem precisar ouvir "socorro" para entender que há um grito guardado no peito. Sei disso porque sempre fui essa pessoa. A que percebe, a que chega, a que estende a mão sem precisar ser chamada.
Então, se eu não peço, não é porque não preciso. É porque já aprendi que ir sozinho pode ser mais difícil e prolongado, mas é menos doloroso do que ouvir palavras cortantes e afiadas que já me feriram outras vezes. A solidão que vem com o silêncio, embora difícil, se torna um abrigo mais seguro do que os cortes invisíveis de quem diz querer ajudar, mas não está realmente disposto.
E quem sabe, talvez eu só precise de alguém que esteja disposto a perceber sem precisar de um pedido formal. Alguém que, como eu, entenda que a dor nem sempre se expressa em gritos, mas às vezes em silêncios profundos e na ausência de palavras.
Para Ele, Que Já Existe
Eu não sei onde você está, nem se já me viu de longe ou se ainda caminha em outra direção. Mas sei que existe. Sei porque sinto sua ausência como se fosse uma presença, porque o espaço que você ocupa em mim já tem forma, cheiro, textura. Sei porque meus anseios não se dissolvem no tempo, porque meu corpo espera sem se perder no fácil, sem se entregar ao vazio.
Eu poderia dizer que espero pacientemente, mas não seria verdade. Espero com desejo, com urgência contida, com vontades que dançam dentro de mim sem encontrar palco. Espero porque sei que quando chegar, não será um encontro qualquer. Será o reconhecimento de algo que sempre esteve aqui.
Não me guardo por medo, nem por falta de oportunidades. Me guardo porque não sou para qualquer um, porque minha pele não responde a mãos que não saibam o que fazer com ela. Porque meu corpo, minha alma, tudo em mim precisa de verdade, de presença, de entrega.
Então, venha quando for tempo. Mas venha inteiro. Porque não quero metades, não aceito migalhas. Quero um toque que fique, um olhar que me prenda sem me acorrentar, uma voz que me acalme e desperte ao mesmo tempo. Quero ser para você o que você será para mim: um abrigo, um incêndio, uma certeza.
E quando vier, saberá que sempre foi você.
QUANDO EU PARTIR E ENQUANTO EU VIVER
Quando eu partir não quero manifestações de carinho e nem de saudade;
Não quero flores e nem lágrimas;
Não quero lembranças do que eu fiz e tão pouco do que eu fui;
Quero que meu nome seja esquecido e apagado da história;
Enquanto eu viver, quero amizades sinceras e profundas;
Quero ser livre para pensar e para escrever;
Quero amar profundamente e ser feliz.
A Graça que Me Alcança, Me Basta e Me Abastece
A graça de Deus não apenas me basta, mas me abastece, me renova e me fortalece quando sinto que não há mais forças. Não é sobre merecimento, sobre ser digna ou perfeita. É sobre um amor que me alcança no meio do caos, que me segura quando tudo parece desmoronar.
Ela preenche os vazios, acalma as inquietações e me lembra que não estou sozinha. Mesmo quando minha pressa grita e minha ansiedade tenta tomar o controle, Sua graça já é suficiente. O segredo é confiar, mas confiar é também o mais difícil. Queremos as coisas no nosso tempo, do nosso jeito, com respostas rápidas e certezas imediatas.
Vivemos cheios de urgências, de expectativas, mas Deus nos convida a descansar, a lembrar que Ele está no controle. E quando olho para trás, percebo: Ele sempre cuidou de tudo. Até nos momentos que não entendi, até nos silêncios que pesaram, Sua bondade nunca falhou.
Estou sobre essa graça que me alcança. Ela me sustenta, me molda e me ensina que, mesmo quando parece que falta algo, n’Ele eu já tenho tudo.
O Olhar que Toca a Alma
Não é apenas sobre ver, é sobre sentir. Sobre enxergar além do óbvio, dar voz ao que se esconde nos detalhes, iluminar aqueles que passam despercebidos. Minha arte não é só um registro, é um grito silencioso, um chamado à percepção, um convite à sensibilidade.
Minha paixão sempre foi essa: capturar o que os olhos distraídos deixam escapar. A força de um pescador ao lançar a rede, a marisqueira que madruga para sustentar sua casa, as crianças correndo entre ruas e histórias que ninguém escreve. Meu olhar se volta para eles, para os que fazem o dia acontecer, para os que moldam a identidade do meu povo com mãos firmes e corações cheios de esperança.
Agora, mais do que nunca, minha busca se intensifica. Meu compromisso é trazer à luz o que parece invisível, tornar grandioso o que muitos ignoram. Porque Indiaroba pulsa, vive, respira cultura, memória e luta. Cada imagem que faço, cada palavra que escrevo, é uma forma de eternizar sua essência, de revelar a alma que habita nesse chão.
Sigo nessa jornada, com a câmera na mão e o coração aberto, pronta para dar voz ao que precisa ser dito, para que nenhum olhar se perca e nenhuma história seja esquecida.
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O Olhar que Me Define
Meu olhar não se limita ao que os olhos veem, mas ao que a alma reconhece. Eu fotografo para eternizar, escrevo para ecoar memórias. Meu olhar recua no tempo, buscando o que merece ser lembrado, e avança com a sensibilidade de quem entende que cada imagem e cada palavra são pontes para o outro.
Vejo beleza nos detalhes, valorizo as marcas do tempo e busco o que é essencial. Em tudo que crio, há um instante de entrega: um pudim feito com afeto, uma lembrança registrada com carinho, um verso que toca quem lê. Cada foto, cada palavra, é uma forma de me conectar e trazer à tona histórias que, de alguma forma, pertencem a todos nós.
Não me contento com a superfície. Quero o encontro genuíno, a troca verdadeira, a lembrança que resiste ao tempo. Meu olhar é minha identidade, meu povo, minha cultura, minha história. E ao compartilhá-lo, convido outros a enxergarem não apenas o que está diante deles, mas o que pulsa dentro.
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O Corpo Como um Instrumento que Só Toca na Sintonia Certa
Meu corpo não é uma melodia qualquer, não toca para qualquer ouvido. Ele precisa da sintonia certa, do toque que sabe a nota exata para fazê-lo vibrar. Há desejo em mim, mas ele não dança ao som de qualquer presença. E eu espero. Porque sei que, quando a música certa tocar, eu não terei dúvidas – será entrega, será arrepio, será um acorde perfeito.
O Corpo Como um Livro que Nem Todos Sabem Ler
Meu corpo não é um livro de páginas fáceis. Ele não se abre para qualquer olhar, não se entrega a mãos que não sabem segurar sua história. O desejo existe, pulsa, grita em silêncio. Mas não pode ser saciado por qualquer toque sem alma, sem intenção. Eu espero por quem leia cada linha com paciência, que entenda a profundidade antes de querer folhear apressado. Porque para mim, desejo não é pressa. É construção.
O Desejo Não Se Satisfaz em Qualquer Toque
Hoje, sinto a falta de algo que não sei explicar completamente. Um desejo que vai além do corpo, que pulsa na alma e no peito, uma vontade de ser tocada, de dividir risos sem pressa de chegar ao fim. Quero ser vista em minha totalidade, ser amada, sem que isso se perca no superficial.
Mas, ao mesmo tempo, me nego a buscar essa satisfação qualquer. Não quero apenas um toque vazio, uma troca momentânea. Eu quero mais. E, ao me negar, meu corpo sente a ausência, sofre em silêncio, como se algo estivesse faltando, como se a falta fosse mais forte que o desejo.
E é nessa contradição que me encontro. Querendo, mas sabendo que o que busco não está em qualquer lugar. Eu espero, mesmo que a espera me consuma.
Eis porque o sábio age pelo não-agir, e ensina sem falar.
Aceita tudo que lhe acontece. Produz tudo e não fica com nada.
O sábio tudo realiza - e nada considera seu.
Tudo faz - e não se apega à sua obra.
Não se prende aos frutos da sua atividade.
Termina a sua obra, e está sempre no princípio.
E por isto a sua obra prospera.
Adoro quem pensa como eu, mas amo quem me faz pensar de um jeito que eu não tinha imaginado.
Adoro quem me faz sonhar, mas amo quem me faz viver.
Adoro quem me inspira a escrita, mas amo quem me deixa sem palavras.
Adoro quem me entende, mas amo quem fica ao meu lado mesmo sem me entender.
Adoro quem tem paciência para me ouvir, mas amo quem me escuta quando eu não falo.
Adoro quem faz o que eu quero, mas amo quem faz o que eu nem sabia que queria até ser feito.
Então lá vem as coisas que você não deveria saber: primeiro eu simplesmente odeio quando alguma situação nos deixa desentendido. Não é uma discussão, porque discussão passa. Não é uma briga, porque briga passa. É um desentendimento. Que aparentemente está tudo bem, mas no fundo não está. Mas eu odeio as brigas e discussões também. Depois, eu odeio quando tudo é pra ser fácil, mas não é. Minha culpa. Sua culpa. Odeio quando se afasta, quando não compreende, quando compreende "descompreendendo". Não gosto quando um grão de arroz vira o almoço inteiro. E a janta e o café da manhã do dia seguinte. Eu odeio sentir ciúmes, e mais ainda quando você sabe que vou sentir e mesmo assim, continua. Eu detesto quando estamos distantes, mesmo quando estamos perto. E quando você quer impor. Odeio seus programas antecipados e quando fica bravo quando discordo. Odeio quando você discorda. Odeio quando me deixa confusa. Odeio quando mudo meus planos por causa de você. Odeio não conseguir deixar de te amar.
Talvez tudo isso nem seja novidade e você já saiba. Nada mais justo que contar coisas que você realmente não sabe, e talvez nem deveria saber: meu sorriso nem cabe no rosto quando ouço sua voz no telefone. Seu abraço me arrepia. Seu beijo me delira. Seu sorriso me derrete. Amo sua risada. Adoro sua voz. Quando estamos sozinhos, me sinto única. E no meio de milhões de pessoas, se estou ao seu lado, também me sinto. Amo mudar meu programas por causa de você, adoro quando você muda seus programas por causa de mim. Adoro minha confusão. Adoro os apelidos, as noites bem dormidas com você. E as más também. Amo sua culinária. Adoro seu estilo. Amo quando me imita. Acho incrível quando me agarra do nada. Beijos roubas me hipnotizam. Surpresas me tiram o fôlego. Adoro te dar a razão, e adoro ter razão também. Adoro nossa felicidade. Amo nossos projetos. Amo nosso futuro. Presente. A saudade, me traz mais amor. Você é feito de amor. Meu amor é feito de você. E eu amo isso, amo não conseguir deixar de te amar. Amo te amar cada segundo.
Ele: Porque não segue seu coração?
Ela: Porque ele está quebrado.
Ele: Quem o quebrou?
Ela: Você.
Ele: Como assim? Eu não fiz nada.
Ela: Por isso, mesmo.
Ele: Me desculpe.
Ela: Não posso.
Ele: Porque?
Ela: Tenho medo.
Ele: De que?
Ela: Me envolver de novo, me aproximar mais de você.
Ele: E aí?
Ela: Eaí, meu coração vai se quebrar mais ainda e talvez eu não consiga mais conserta-lo.
DIA DAS MÃES SEM A PRESENÇA DELA!
Para aqueles que, assim como eu, não tem mais sua presença terrena, ela sabe que somos seu espelho de vida, e assim desejo o mesmo a você o que desejo a minha mãe. Amor incondicional. Sinto sua presença a cada minuto por todo o santo dia. Mãe quando tem o amor recíproco do filho, sua dor causada pela separação que se faz necessária para que outras futuras mães possam nascer, continuará ela a sentir que ainda será amada e presente na vida de seus amores filiais.
O mundo espiritual matou a morte, e assim mais rapidamente ela se conscientizará que ainda vive e viverá eternamente, mesmo que separados pelos projetos divinos. Essa passagem obrigatória entre as moradas do criador funcionará apenas como uma promoção de acordo com seu merecimento, mas nunca cairá no esquecimento daqueles que os amam verdadeiramente.
E você mãe, que sofre pela dor da perda de seu filho, tenha fé na providência divina, pois amor que é amor não é orgulhoso ou egoísta, cada um de nós temos nossa missão a cumprir nessa estada terrena. Crê que um dia o reencontro acontecerá, e se não crês, não tem problema sabe porquê? Pelo simples fato de que, se é amor ele nunca morrerá! Pense nisso pois tens outros filhos para criar.
Feliz dia das mães!
Nunca gostei do morno. A não ser um banho num dia em que não se está frio nem quente. Fora isso, ou é quente, ou é frio. Eu prefiro o quente. Bege, cinza, marron. Pra mim não. É vermelho, rosa choque, azul anil, verde bandeira.
Não construo laços fracos. Ou você é meu amigo, ou não é: simples assim. Não sou de antipatizar antes de conhecer, mas há quem diga que tenho excesso de crítica comigo e com os outros. Acho que há uma fórmula certa pra me repelir e uma pra me atrair. Só isso.
Ao contrário de muita gente, eu amo literatura, história. Aliás, isso é parte de mim, tanto quanto números não são. Eu não sou exata, por isso me reconheço muito mais em humanas. Porque isso sim eu sou: Humana. Com todas as imperfeições e perfeições que Deus me permitiu ter e construir. Fé: Crer sem ver. Eu tenho fé. Fé na vida, nas pessoas (ainda tenho), nos meus amigos, no amor e principalmente, fé em Deus.
Gosto de música boa, gosto de escrever, de viajar, de conversar. Não sei cozinhar, embora quisesse saber. Sou bem humorada a maior parte do tempo. Não nego sorrisos. Educação então, nem falo. Prefiro um amigo com quem contar do que dez que me digam "não posso" na hora que eu preciso. Qualidade à quantidade. O tempo cura todas as coisas. A vida ensina, pelo amor, ou pela dor. Inteligência me encanta, burrice me dá graça. Talento não é pra todo mundo.
E o que fizer, faça seu melhor. (...)
Sou morena olhos castanhos cabelos pretos e linda
Morenas não chegam, marcam Presença!
Morenas não falam, encantam!
Morenas não têm coragem, tem princípios!
Morenas não respiram amor, aspiram liberdade!
Morenas não despertam Vontade, despertam desejo!
Morenas não são diferentes, são raras!
Morenas não chamam, invocam!
Morenas não aparecem, chamam atenção!
Ser Morena não é moda, é atitude, religião!
Mor૯nas não espera, dá tempo!
Morenas não dançam, humilham!
Morenas não pegam qualquer um, escolhem a dedo!
Morenas não são VIPS, são camarote!
Morenas não amam, são amadas!
Morenas não andam, desfilam!
Morenas não se acham, são procuradas!
Morenas não são boas, são ótimas!
Morenas não são fáceis, são irresistíveis!
Morenas não são as melhores, são exclusivas!
Morenas não prometem, fazem! Morenas não dormem, descansam a beleza!
Morenas não são convencidas, são realistas!
Morenas não mudam, evoluem!
Morenas não desistem, vão à luta!
Mulher que canta verso sabe o valor que tem loira que se acha não sabe o veneno que a Morena tem! Livrai-me de todo o mau Amém...!
Não te salves
Não fiques parado
a beira do caminho,
não congeles o júbilo,
não queiras sem vontade,
não te salves agora
nem nunca
Não te salves
Não te enchas de calma,
não reserves do mundo,
apenas um rincão tranqüilo
não deixes cair as pálpebras
pesadas como juízos,
não fiques sem lábios,
não fiques sem sonhos,
não penses sem sangue,
não te julgues sem tempo.
Mas se
apesar de tudo,
não pode evitar;
e congelas o júbilo,
e queres sem vontade,
e te salvas agora,
e te enches de calma,
e reservas do mundo,
apenas um rincão tranqüilo,
e deixas cair as pálpebras
pesadas como juízos,
e te secas os lábios,
e dormes sem sonho,
e pensas sem sangue,
e te julgas sem tempo,
e ficas parado
à beira do caminho,
e te salvas;
então
não fiques comigo.
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