Nao Conto Detalhes e muito menos
TEMPO EM PÓ
Demétrio Sena - Magé
Ando muito sem onde; sem caber;
há um poço insondável no meu peito;
um doer que nem sinto, por ser tanto,
que definho de muito não sentir...
É um vago voar sobre o vazio,
uma forte fraqueza que me gasta,
sinto frio no meio do calor,
numa vasta e sombria e compressão...
Toco a massa da própria inexistência;
minha essência não é essencial
nesta sombra que nada justifica...
Olho em volta, sem algo para ver,
pois viver é coar o tempo em pó,
pra tomar um café com solidão...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
LOBO MAU
Demétrio Sena - Magé
Nunca fui muito ou nada bom em interpretar o mocinho das minhas histórias relacionais no mundo real. Fazer o mocinho se torna complicado, lá na frente, quando meus afetos querem se livrar de mim. Acho terrível deixar alguém se contorcer por dentro, porque não sabe o que fazer para me dar o "bilhete azul". Devo confessar que tenho o talento especial de fazer o vilão da trama. Penso no próximo (não digo isso para impressionar nem me fazer de mocinho nesse aspecto, em especial).
Já entendi que ser o vilão (aquele que tem ou atrai para si todas as culpas nas horas cruciais) faz muito bem ao próximo, nas questões mais acirradas e nos eventuais rompimentos de relação. Todos querem ser mocinhos e ficar bem no filme, na foto ou na novela. Não sou pessoa muito boa (fique tranquilo quem sempre pensa que vou dizer que sim), mas tenho pelo menos essa virtude ou não vilania: estou constantemente disposto a não reivindicar o papel principal de um drama.
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DE COMER POR STATUS
Demétrio Sena - Magé
Atravessei uma infância muito pobre, tendo que "aprender a gostar" de uma sopa rala; comidas feitas com restos misturados; alimentos não convencionais catados no mato, por necessidade ou fome, sem uso dos temperos - caros, para quem não tem nada - que os tornam "iguarias excêntricas".
Hoje, quando já posso comer o que me apetece ou satisfaz, não quero "ter que aprender a gostar" de escargot, caviar, larvas preparadas por chefs prestigiados e outras nojeiras caras. Variedades que existem mais para mostrar quem é quem do que para satisfazer apetites. Comida não tem virtudes e defeitos que passamos a perceber, como no ser humano. Tem sabor, é bem ou mal preparada. O sabor é bom ou ruim. E se tenho nojo, não fingirei não ter para passar no crivo de um grupo social.
Comer por status não é crível para mim. Nem é incrível. É medíocre. "Aprender a gostar" de comida por ascensão social não compõe minha índole; não tenho projeto nem intenção de mostrar a quem quer que seja, "quem é quem" e de que lado estou nessa ostentação gastronômica fútil; sem propósito nem sentido. Nem poderia, se quisesse, porque não alcancei o status inútil de quem coleciona dinheiro e joga fora o excesso, numa disputa sem fim com quem faz "clicherianamente" o mesmo.
Não quero comer, vestir, morar, consumir, ter ou fazer algo por status. Quero poder vivenciar o que aprecio, sem para tanto, precisar "aprender a gostar". O que é bom e prazeroso é à primeira garfada, ao primeiro gole, ato e utilização. Comida e coisas não "se abrem" ou se revelam aos poucos.
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Respeite autorias. É lei
SOBRE TODOS NÓS
Demétrio Sena - Magé
Sou amigo de fulano e cicrano, que são muito amigos de bertano, pessoa muito bem sucedida e influente no bairro em que nós residimos. Bertano tem um problema comigo, por preconceitos que ele nutre porque não tenho religião e sou eleitor da esquerda. Em razão disso, percebo que fulano e cicrano evitam qualquer proximidade comigo em ambientes físicos e virtuais onde bertano esteja (ou não, mas perceba essa proximidade). Em outras palavras; só são próximos a mim, com ele ausente ou distante.
Dia desses fulano e cicrano, que estão sempre juntos, vieram conversar comigo, meio sorrateiros. Olhavam muito em volta: quem sabe, verificando se não passava ninguém que depois pudesse contar para bertano que o viram comigo. Quando eu lhes disse, com muita franqueza, que sabia o que vinha ocorrendo nos últimos dias, eles bem que tentaram se explicar. Disseram que só não queriam aborrecimentos e, pelo que depreendi, havia uns interesses envolvidos, etc. Segundo eles, eu devia entender. Explicações esdrúxulas.
Não entendo. Não entendo escravidão social, afetiva, ideológica, de classe nem qualquer outra... também não entendo "sinsenhorismo" e vocação para camuflagem. Se não entendo, é porque sei lidar com a diversidade... separar quem de quê... ser fiel às amizades opostas entre si... nunca julgar ou deixar que julguem por mim ou me orientem sobre quem é quem. Eu jamais entenderia esse rastejar nas sombras; esse viver de modo a dar satisfações de como vivo, com quem lido e de minhas verdades existenciais.
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Respeite autorias. É lei
Vamos lá, amor. Uma coisa que, na minha perspectiva, é muito superficial, como uma amizade. Ou, como o tempo, uma hora acaba. Mas e o "amor eterno"? Aquilo que os casais prometem um ao outro quando acham que se amam. Assim que a relação acaba, o "amor" acaba. Mas e todo aquele papo de "pra sempre"? Ou então de "vamos nos amar para o resto da vida"? Isso é apenas uma palavra. Você diz da boca pra fora o que sente, e é apenas felicidade de estar com a pessoa no devido momento. Mas, ao invés de você dizer "estou feliz", é melhor massagear seu ego falando para a outra pessoa que a "ama".
Nem sempre fui assim; já acreditei no amor. Mas aqui estou, escrevendo uma carta de repúdio ao amor, sendo hipócrita e egoísta ao mesmo tempo, pois já amei, já fui amado, tive a melhor sensação do mundo, que é o acolhimento. Você sentir que não só está, mas que faz parte daquilo. Já estive com uma das melhores pessoas do mundo, sem dúvidas uma das melhores, mas tive como consequência a pior sensação: a sensação de deixar de existir, de ser e não significar. Consequência essa que veio em um momento muito desoportuno. Se fosse um livro, com certeza seria “Divina Comédia (Inferno de Thiago)”.
Aprendi
Aprendi que na vida temos que amar
Amar muito mais do que o muito do amar
Estar ao lado da pessoa amada
Sorrindo, cantando e brincando
Muito mais do que o muito do sorrir, cantar e brincar
Aprendi que os laços da amizade permanecem
E que superam a distância e o tempo
Muito mais do que o muito da distância e do tempo
Aprendi que devemos celebrar nosso viver
A cada dia, a cada momento, a cada fração de segundo
Muito mais do que o muito dessa celebração
Pois ainda que lágrimas façam morada em nossos corações
Insuficiente essa tristeza torna-se
Quando próxima do muito mais do que o muito
Da alegria de viver!
Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de rubis. Provérbios 31:10
Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela. Efésios 5:25
Porque na muita sabedoria há muito desgosto; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em sofrimento. Eclesiastes 1:18
Viajei por muito tempo, procurando um ninho seguro.
Cansado de voar, pedi a Deus um lugar para descansar, pois já me sentia em apuros.
Ouvindo Ele minha oração, abril logo minha visão.
Ali estava uma árvore frondosa, era a moça mais formosa, que em seu ninho feito de rodas, repousei meu coração.
Era uma vez uma ovelhinha muito mansinha que pastava pelo campo destraida e sem se preocupar com nada, de longe um lobo lhe observava e sutilmente se aproximava, então o lobo correu em direção da ovelhinha e quando se preparava para atacar percebeu que a ovelhinha não ficou com medo, confuso o lobo perguntou para a ovelhinha:
-Você não vai fugir? Você não tem medo de mim?
E a ovelhinha respondeu:
- Não! Por quê? Eu deveria ter medo?
O lobo espeto respondeu:
- Não não, eu só queria lhe dar um susto.
Sem saber que o lobo era seu predador natural ela quis ser amiga do lobo, o lobo ficou desconfiado, pois esta era a primeira vez que uma ovelha não fugia dele e ainda queria ser sua amiga. A ovelhinha lhe convidou para passear no pasto, o lobo ficou sem reação, mas aceito o convite, e toda tarde a ovelhinha saia para se encontrar com o lobo, logo aconteceu o que parecia impossível, eles se apaixonaram e decidiram viver juntos, a ovelhinha estava totalmente apaixonada pelo lobo, e o lobo aprendeu a amar a ovelhinha, mas com o passar do tempo o lobo foi ficando com fome, e começou a olhar diferente para a ovelhinha, certo dia o lobo não resistiu e mordeu a ovelhinha, e a ovelhinha gritou:
- Aaaaaai!
Então o lobo parou e pediu perdão a ovelhinha:
-Me perdoe meu amor eu não sei o que deu em mim, eu não tive a intenção.
A ovelhinha tinha um coração muito bom e perdoou o lobo, mas a vontade de comer a ovelhinha era mais forte que o lobo, e não demorou muito para o lobo morder novamente a ovelhinha, a ovelhinha então percebeu que estava correndo um grande perigo, mas ela amava muito o lobo e não conseguia mais viver sem ele, com o passar do tempo a ovelhinha foi ficando mutilada devido aos vários ataques do lobo, a ovelhinha estava triste pois quem ela tanto amava era quem mais lhe feria. Um dia quando o lobo não aguentava mais de tanta fome voou em cima da ovelhinha enquanto ela dormia e devorava ela ferozmente, e a ovelhinha já sem forças olhou nos olhos do lobo e disse:
- Eu te amo! E morreu. Então o lobo caiu em si e chorava copiosamente porque ele a amava, mas não conseguia parar de devorar a ovelhinha porque era o seu instinto natural. Quando o lobo ainda estava comendo a ovelhinha, percebeu que dentro de sua barriga tinha um filhotinho, espantado o lobo não acreditou no que estava vendo, pois descobriu que a ovelhinha estava esperando um filho seu, mas era tarde de mais. Sem saber o que fazer, o lobo saiu correndo desesperado e uivou em grande agonia. E ninguém nunca mais viu o lobo.
Autor: Raone Fonseca
"Muito se fala, pouco se ouve e nada se sabe.
Seu perfume na minha roupa, ainda é algo sufocante.
As marcas na pele, também marcam a alma, o seu eu me invade.
Eu achei que tudo seria mais fácil, ou menos complicado que antes.
Eu sou muitas coisas, aos seus olhos negros, tenho muitas fases.
Aos homens, poeta; a nobre mãe, orgulho; às mulheres, tratante.
Percebi que agora, muito se fala, pouco se ouve e nada se sabe..."
"E eu, que nunca fui muito fã da escuridão, me encantei pelo negro dos seus olhos.
Eu, que sempre fui um bom jogador, perdi jogando os seus jogos.
Eu, que nunca gostei de excessos afetuosos, me regozijava na dança dos nossos corpos.
Eu, que sempre fiz da tua companhia meu paraíso, hoje faço da sua ausência meu purgatório.
Eu, que de amor, me tornei um ébrio, hoje de solidão meu coração está sóbrio.
As festas da minha paixão, sua indiferença, apagou os fogos.
Minhas palavras de amor, graças à ti, hoje são um misto de desgosto e ódio.
O teu sorriso é o oceano onde me afogo.
Na madrugada, sonho que estou junto à ti, a manhã vem e infelizmente, sem você, acordo..."
Afinidade.
... de um jeito surpreendente
Ela menina, dona da beleza feminina e muito instruída, ousada na mente.
A gente de fato... se entende
Não é mero acaso do cotidiano
É fato consumado, o poder do vocabulário
Envolvendo verbos incandescentes.
Surreal, como um Kiss imaginário
Lábios nos lábios... aderentes.
Descrição aflorada, no olhar das cifras enigmáticas, o calor de um destino longínquo desconhecido.
Porém... totalmente eloquente.
Destino e desejo... a coragem é aliada.
Aos corajosos e visivelmente atraentes.
A Receita para uma Vida de Equilíbrio
Eu sou muito feliz porque aprendi a dosar os ingredientes certos para uma vida de equilíbrio. Minha receita é simples: seguir os desejos do coração com um punhado de coragem, gentileza à vontade para gerar a bondade. Misture um pouco de alegria e o resultado é a magia!
Numa manhã muito estranha e serena, Um balbuciar parecia uma criança pequena, Mas era um pequeno duende a pular, Corria pelo jardim, ora aparecia, ora sumia no ar.
Sua intenção parecia clara e bela, Distraindo-me, trazendo uma alegria singela. A tristeza em mim estava a se instalar, Por alguém querido que vi partir, e não pude evitar.
Passaram-se anos e o duende nunca mais me deixou, E meu amor, esse, nunca mais voltou. O duende, meu amigo, sempre a me animar, Vez em quando vem me visitar.
Traz pétalas de flores, um gesto encantador, E eu o recompenso com maçãs, um pequeno amor. Geometricamente cortadas, ele aprecia, Nossa amizade, um refúgio na melancolia.
Assim seguimos, eu e o duende querido, Um laço mágico, um segredo jamais perdido.
Ouvir é algo muito superficial, pois quem ouve esta conectado a si mesmo, portanto, ou julga ou reage, pois o foco é o seu próprio ego.
Já o processo de escuta ativa é profundo, pois exige acessarmos a nossa sabedoria interior, para que o nosso eu se conecte ao eu do outro e, assim possamos experimentar empátia. É neste lugar, chamado empatia, onde os conflitos se dissolvem.
Nenhuma outra técnica pessoal ou corporativa é mais eficaz para solucionar conflitos do que despertar a “humanidade” de cada indivíduo.
Recebi essa poesia de alguém que parecia que me conhecia a muito tempo...
Pérola
Ela é de Santos, gosta de mar, shortinhos curto e patinete. Gosta de escrever, de sorrir e Jamais perde uma piada. Brinca muito,mas sabe falar sobre artes,pinturas e papo cabeça, depende do lado que quer te mostrar. Tem um bom gosto musical e gosta de tirar fotos.
Sorriso maroto e um charme único e envolvente que oscila entre sua timidez e seu jeito brincalhão.
Olhos castanhos escuros, seu olhar contem seriedade, brilho e mistério.
Mas o que me encanta mesmo e ela nem sabe, é o dente da parte inferior que é tortinho, sim eu adoro e acho um charme.
Mãos sempre quentes, que aquecem as minha quando estão frias.
Cabelo longo, preto, que quando senta na cama de costas me alucina de uma forma que nem sei explicar…
O beijo tem um mistério que vai além dos seus lábios perfeitamente modelados,é envolvente, gostoso e quente.
Sabe desde o primeiro dia, antes mesmo de eu falar, como tocar minhas costas com carinho e um leve ar de provocação (mesmo que muitas vezes nem tem a intenção de me provocar).
Ama vinho, um bom charuto, cappuccino, panda, lhama, e as super poderosas, também gosta de “pimenta”.
É agitada, mas quando alguém precisa dela, é pura calmaria.
Racional e analítica, mas tem uma fé inabalável.
Ela é como uma pérola escondida no mar, é misteriosa, e sua casca dura é apenas uma forma de se proteger. Mas para quem sabe olhar bem, compreende que dentro dessa casca, possui um tesouro raro, precioso, e único. A beleza está nos olhos de quem sabe olhar além do caos, além do superficial, além casca, a esses estão reservados a verdadeira beleza da Pérola.
No meu cárcere, olho e vejo através da janela do meu inconsciente.
Estou muito tempo nesta prisão, e onde encontro-me, perco-me nas curvas da longa estrada.
Meus pés doem muito.
A coluna sente o peso da idade e, nem sempre, permite-me levantar do leito para espiar o que foi feito dos meus sonhos.
A vida me fez desistir de amar
O mundo me tornou muito frio
Muitas vezes já pensei em parar
Cansado de sentir o coração vazio
Mas a vida me deu um presente
E me fez tentar amar outra vez
Não sei isso é coisa da minha mente
Ou se você é a causa dessa insensatez
Quero te amar sem medo de arriscar
Quero ser seu refúgio e ser seu abrigo
Nos dias felizes vamos juntos se alegrar
Nos momentos difíceis quero ser seu amigo
E nesse lance de amor sei que sou aprendiz
Mas quero dizer te amo minha amada Beatriz
Prisma de uma cor só
Viver na depressão é muito difícil
É como cair em um precipício
Sem chorar ou poder gritar
Ou suas paredes não arranhar
Tem gente que acaba em hospício
Outros até cometem suicídio
A dor torna-se insuportável
Deixando o até menos sociável
Você olha no espelho e busca se ver
Mas não consegue se reconhecer
Sua cama agora é o seu universo
Em dor e tristeza estás tão imerso
Em seu telhado agora só chuva negra
A sua mente está a mais pura sujeira
Suas boas emoções viraram pó
Agora tu és prisma de uma cor só
Tudo que precisas é manter a calma
Porque torturar tanto a sua alma?
Com ideias ruins que não mais fazem sentido
Entenda, não é só você que estás tão perdido.
O desprezo e a angústia neste mundo por seguir ao Rei Jesus Cristo.
É muito angústiante a minha dor e o desprezo na qual os homens e mulheres deste mundo colocaram em meu coração e minha face.
Na verdade a alegria tem fugido de mim assim como a lealdade das amizades, o seguir a Cristo Jesus, tem me sido pesado por este detalhe...
Acaso cada um não tem sua cruz, a minha foi de desprezo, não tão angustiante quanto a sua meu mestre Jesus...
Mais este cálice tem me alcançado para eu beber, sinto o féu, o amargor desses dias atribulados, que nem mel algum em meu alcance atenua o sabor em meu interior.
Quando me deito e porque o cansaço me alcançou junto a tristeza, e minha mente só tem pesadelos...
Acredito somente a esperança de que me colocaste no pouco, para me trazer a benevolência e benefícios na eternidade onde os dias se contam para o nada , a saber a eternidade de alegria...
Todas as minhas fontes estão secas, até a da verdadeira alegria que são minhas lágrimas estão em deserto, será que há amargura maior...É claro que sim, e ele me poupará eternamente.
Jesus Cristo é justo, ele entrega dor e sofrimento no início para nós fortalecer e amargura em nosso ser, pois os melhores remédios são os amargos, vé Jô, se tornou remédio para multidão de desesperancados, e eu não sou um pó, e nem um grão de areia... sou apenas mais um para Deus a saber Cristo Jesus Cristo o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.
Poesias Líricas ao Rei Jesus Cristo
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