Não Consigo
Eu me perdi
Eu me perdi não consigo voltar mais...me perdi do que eu já fui,me perdi do meu maior sonho e assim acabei me perdendo de sonhar, porque os sonhos só iriam me frustar.
Me perdi no meio das lágrimas,de toda dor que o mundo enxerga...me pediram para ser forte,levantar a cabeça e seguir adiante,sem terem um pouco de noção o quão difícil foi chegar até aqui,escutando as críticas e os mimimi.
Eu não escolhi está a aqui,mas eu me perdi de tal forma que não sei mais como voltar,para todos os lados que olho só vejo escuridão,essa escuridão me leva as lágrimas e aqui eu fico presa,dentro de mim,dentro do meu.
Como não bastasse eu me perder,eu tenho que enfrentar a vida,que continua dolorosamente,me visto do meu melhor sorriso,para não ter que explicar tamanha tristeza, não sou heroína,mas é assim me visto de uma armadura para sobreviver aos dias.
Por fora vc pode contemplar um sorriso,por dentro estou toda despedaçada,tentando juntar o que resta para continuar na batalha;ainda escuto que sou fraca, tô fazendo drama, tô me fazendo de vítima,te convido a vesti a minha armadura e vim viver no meu lugar,com todos os medos,com todas as dores.
Moral:
Parem de julgar a dor que vc desconhece,parem de julgar as pessoas pela aparência,a armadura que vestimos e o sapato que calçamos para disfarçar toda dor dói, dói muito.
Tenham empatia porque o dia de amanhã está longe do nosso alcance.
#Depressaonaoefrescura
#Depressaomata
Isso é um desabafo.
O que eu não consigo falar em palavras,
eu escrevo em letras, através de folhas,
dando vida e sentimentos a elas,
e distribuindo sabedoria a quem as lêem.
Oito ou oitenta.
Eu não consigo ser temperante, assim como sugere Aristóteles; a depender da situação sou oito ou, oitenta – não consigo ser quarenta.
Solidão no mar de incertezas
Socorro!
Não consigo respirar
Neste mar de incertezas
Cheio de monstros
E há poucos marinheiros confiáveis.
Sou só eu em meu barco
Navegando por onde o vento me levar
Explorando ilhas desconhecidas
Experimentando novos sabores
Lutando contra monstros
Mas no final, estou sempre só
Enfrentando o vazio sozinha
E ele está me consumindo
Logo, não serei mais eu.
Uma tempestade se aproxima
Não há como escapar
Eu encaro a tempestade
E com bravura continuo
Não tenho mais nada a perder
Além da minha vida.
As enormes ondas vem
Destruindo e engolindo tudo
Sinto a força do mar sobre mim
Me empurrando
Enchendo meus pulmões de água
Inutilmente luto para voltar a superfície
Meus braços e pernas exaustos
Não tenho mais forças
Estou me afogando
Em minha mente eu rezo
E clamo por socorro.
Haverá um deus para me salvar?
Um bom marinheiro?
Eu fecho os olhos e aceito meu destino.
Tem algo engasgado em meu peito,
Não consigo ter o direito
De expressar o que passa
em minha cabeça...
“Ainda não é meu tempo de filosofar, mas sinto dentro de mim inspirações que não consigo controlar, cabendo apenas escrevê-las”
Ainda sinto sua falta, parte de mim se foi, e o que restou não consigo dizer.
Aquela música que jurei um dia que não seria de ninguém tomou sua forma,
Choro com ela todos os dias, pois entretanto me lembro de ter a oportunidade de dizer que queria você com todos os seus defeitos para nunca mais devolvê-la.
Não irei ao meu sepultamento !
Quando vou a um sepultamento, não
consigo vê e nem sentir ás lágrimas dos que choraram. Principalmente daqueles que se derramam ao lado do caixão sobre a pedra da capela e dizem: Ó meu Deus!!!! porque o Senhor não me levou no lugar dele ? Puro teatro, puro fingimento e hipocrisia. Sinto-me mau só em ouvir-los, por isso já tomei uma decisão: Não irei ao meu sepultamento, pois não quero ter que passar por tudo isso de novo.
Não consigo entender o motivo pelo qual soldados se matam, em favor de alguém que os deixam morrer.
Pra fazer algo, tenho que amar. Se eu não tiver apaixonada pelo que faço, não consigo cumpri-lo, me recuso a exerce-lo.
Sei de todas as coisas das quais preciso mudar, mas fico paralisado diante daquilo que não consigo compreender
"Meu cachorro fica horas, brincando felizão, com uma bolinha ou um ossinho.
Eu não consigo ficar 10 minutos sem pensar em problemas e contas.Que inveja!"
Devaneios
Não consigo me concentrar
Minha mente corre sem freios
Já não sei mais oque é real
Ou puro devaneio
Aves de rapina voam sobre mim
Olhando-me como alimento
Parece um pesadelo sem fim
Engulo o choro, e lamento
Percorro do inferno ao céu
Meus medos, e anelos
Provando do mel e do fel
Em um universo paralelo
Porém, meu maior receio
É perder-me de vez
Nesses devaneios.
Não consigo mais ver a luz
No que vinha do fim do túnel
Agora escuridão me conduz
Sigo tateando a esperança
O mundo está um caos
Há falta de agua como de amor
O ar poluído fede
E as toda criatura está em dores
Homem animal racional
Trouxeste a escuridão
Ser humano desumano
Destrói sua própria espécie
Predador destruidor e inconsequente.
Não percebe que irá se autodestruir?
Por que tem uma mente doente
Só resta uma esperança
Que venha por nós,
Um ser superior,
Deus!
Oração de um pai que não crê
Eu não acredito em Deus.
Não consigo. Não vejo necessidade, nem presença.
O mundo, pra mim, se explica por outros caminhos — razão, ciência, acaso talvez.
Mas mesmo sem fé, todas as noites, me ajoelho ao lado da cama dos meus filhos e oro.
Não oro por mim.
Não peço nada pra mim.
Minha oração é por eles.
É por amor — só amor.
Porque quando estou com eles, abraçado, sentindo o calor pequeno e infinito desses corpos que nasceram de mim e que hoje são meu mundo, eu percebo uma coisa estranha:
Não acredito em Deus, mas desejo que Ele exista…
Nem que seja só pra cuidar deles.
É contraditório? Talvez.
Mas o amor de um pai não precisa ser lógico.
Ele é visceral, instintivo, manso e feroz ao mesmo tempo.
E então eu falo com Deus.
Falo mesmo não crendo.
Peço: cuida deles.
Peço: livra-os do mal.
Peço: que eles cresçam fortes, felizes, bons.
Agradeço também — por cada risada, por cada abraço, por esse instante sagrado que é vê-los dormindo em paz.
Não faço isso escondido.
Não é um ritual meu.
Faço com eles, por eles.
Eles acreditam, a mãe deles também.
E eu não quero roubar deles esse mundo invisível que tantas vezes conforta.
Não oro por fé.
Oro por amor.
E talvez, só talvez, esse amor que sinto seja a coisa mais próxima de Deus que eu jamais vou tocar.
Não consigo entender porque a opção da intelectualidade política com as guerras, se com a paz ela nos une gerando mais inteligência e conhecimento..
