Nao Chega aos meus Pes
Não sei se padeço de tanto pensar ou se padeço quando já não mais pensar...
Sempre foi esse meu pesar e até o fim será esse meu penar.
"Seguimos com esperança, fé em Deus e confiança, com os pés firmes na jornada.Se a justiça não for nosso caminho, em um Brasil que vive de jeitinho, não teremos uma meta traçada".
(Rodrigo Juquinha).
Ser humilde não é andar de pés descalços ou com uma roupa surrada é saber pedir perdão quando está errado.
Nós, reles mortais, mesmo não sendo como a bailarina, vivemos a vida na ponta dos pés, tentando nos equilibrar para não cair e se machucar. Afinal só depende de nós para fazer de nossas vidas o mais belo dos ballets.
Mesmo que eu quisesse não conseguiria agradar a todos, mas tenho plena convicção de que todas as pessoas me agradam: algumas me agradam perto, outras me agradam bem longe.
Todo tempo de vida é o tempo certo, pode não parecer mas tudo que nos acontece é para nos tornar pessoas melhores.
Se olhares para baixo não enxergarás nada mais do que seus pés, olhe para cima e enxergarás mais do que o horizonte."
Metaforicamente falando: Se for para entrar no mar só para molhar os pés, prefiro não entrar. Eu sempre mergulho de cabeça, e talvez, afogar-se algumas vezes, seja necessário para aprender a nadar.
Não mergulho mais de cabeça, receio bater em outra pedra. Por isso só fico no raso, só molho os pés.
(Raso)
Com o tempo, Torna_se admiravel e respeitoso os pes no chao .
Nao ha nada que o tempo torne mais repugnante do que a futilidade vazia.
Fizeste-me mil maldades
e uma maldade muito grande
que não se faz
acho que devo ter sido a pessoa
a quem fizeste mais maldades
nem deves ter feito a ninguém
uma maldade tão grande
como a que me fizeste a mim
não sei se tens remorsos
tu dizes que não tens remorsos nenhuns
porque dizes que és um vil criminoso
para mim
eu também sou uma vil criminosa
mas não para ti
desconfio que tens o remorso
de ter alguns remorsos
por me teres feito mil maldades
e uma maldade muito grande
a maldade muito grande está feita
e não se faz
acho que essa maldade muito grande
nos aproximou um do outro
Quando você faz a vontade de Deus, você ajuda as pessoas, quando você não faz, você atrapalha as pessoas...
Não acabou
O Deus da paz esmagará Satanás debaixo de seus pés em breve. - Romanos 16:20
Escritura de hoje : Romanos 16: 17-27
Um dos personagens intrigantes da literatura e da ópera é o Dr. Faust. O personagem de Faust foi baseado em uma lenda alemã sobre um homem que fez um pacto com o diabo, entregando sua alma em troca de juventude, conhecimento e poderes mágicos.
Um artista colocou a lenda na tela, representando a história de Faust como um jogo de xadrez sombrio. De um lado da mesa, está Fausto, um símbolo de homens e mulheres no mundo, com apenas três ou quatro peças no quadro à sua frente. Seu rosto está contorcido em desespero. Do outro lado da mesa, o diabo se recosta na cadeira, orgulhoso de sua aparente vitória. O artista intitulou sua pintura, "Xeque-mate". Um mestre do xadrez chegou à galeria de arte, ficou diante da imagem e a estudou por um longo tempo. Então ele exclamou: “Ainda não acabou! Não é xeque-mate! O rei e o cavaleiro ainda têm outro movimento!
Muitas vezes ao longo da história, parece que Satanás está vencendo o jogo. O deus deste mundo parece controlar o quadro. No entanto, Jesus Cristo tem o passo final. Paulo poderia ousadamente afirmar: "O Deus da paz esmagará Satanás debaixo de seus pés em breve" (Rom. 16:20). O maligno não pode e não vencerá. Como cristãos, podemos viver com a forte confiança de que o jogo não acaba até acabar.
Refletir e orar
O príncipe das trevas sombrio ...
Não trememos por ele;
Sua raiva podemos suportar, pois eis! sua destruição está certa ...
Uma palavrinha cairá sobre ele. - Mais tarde
Não há perdedores com Cristo nem vencedores com o diabo. Haddon W. Robinson
Mil e uma
Dá-se início o crepúsculo
E vou como quem não quer nada,
Aos teus pés.
Nunca suplico, ou ao menos falo,
Ela por si só me entende,
Sinto.
Ouço
Sua respiração ofegante
E com desejo:
Ser mulher!
Eu a faço!
Não que precise do meu corpo,
Só queremos um bate-papo!
Ali,
Conversamos sobre tudo
Sem uma única palavra.
Olhares e toques
Sob calor ardente do quarto
O mundo nos-ouve,
(Apenas gemidos).
O que ouvimos do mundo?
(Os choros).
Na ânsia pelo experimentar pubescente
O sal do seu suor,
O Crespo do seu corpo,
Vejo o querer em seus olhos,
Enquanto reviram-se ao me olhar,
E aos poucos seus lábios fraquejam,
Como num desmaio,
Seu corpo dorme.
Música,
Tempo,
Excitação,
Continuam.
Enfim chegou o momento da entrega,
O diabo vem a nos cobrar,
O que a tempos prometemos-o,
Entregamos-o, ele odeia perder tempo,
Primeiro ela.
E depois eu.
E sem saber das horas ou dos dias,
Nos miramos,
Tomamos o que ainda está por acabar,
Somos mil e uma transas!
firmava os pés no chão enquanto varria, mecanicamente, os cacos de vidro. era a primeira vez que não se arrependia dos gritos, do murro na porta, de mais um copo atirado contra a parede. estava sozinha, reconhecendo suas frustrações, a parcela de si não compartilhada, e já não lhe importava o lado de fora – algo haveria de se perder, sempre, no vácuo entre duas mãos sobrepostas. em minutos, um vizinho solidário invadiria sua sala e, com tiques de pardal, exploraria cada canto, procurando marcas da Louca, até finalmente perguntar tudo bem? e ela responder, sorrindo, que sim.
Há pessoas que não podem ser libertas, não porque Jesus não é capaz de liberta-las, mas porque a pessoa não quer se livrar do que a aprisiona.
No Egito os israelitas eram escravos, e durante toda a trajetória de libertação, questionavam a Moisés.
Você pode sair da prisão, mas se a prisão não sair de você, jamais será liberto.
Vida sofrida
Mas nunca fui iludida
Com coragens e com os pés no chão
Não me abalo com qualquer ferida
