Nao Ame Sozinho
Ficar sozinho é uma das maneiras mais sábias de conhecer a si mesmo, olhar para o horizonte e ver as pessoas que por ali passam é um sentimentos que tentamos imaginar o que passa na mente delas, ou imaginamos coisas um pouco mais pervertidas, mas atingir o âmago de nossos sentimentos procurando uma terra fértil e fecunda, pode nos trazer outros amores e outros sofrimentos. Não ausência de coisas calmas e de uma vivência em geral, funda em nós um mar de pensamentos, quando vivenciamos certos momentos da vida, bons ou ruins, eles afetam as nossas escolhos, sendo assim , complique menos, veem o Sol se pôr com prazer, aproveitar cada momento da vida é uma das maneiras de viver feliz, a tristeza está estampada demais em nossas caras no dia-a-dia lutando pela felicidade, mas esquecemos que a felicidade está em todos os lugares, ela está na conversa entre os amigos, na conversa do chefe, a felicidade só é mais dificil de se achar hoje em dia pois a grande maioria ou está procurando no lado errado ou não a quer buscar. Quem espera que a vida é feito de ilusões pode até ficar maluco ou morrer de solidão, acalmar nossos corações e analisar nossos conceitos é tirar os espinhos do nosso coração, apoio o pessimismo em certas partes como também apoio o otimismo, mas cada momento em nossas vidas, ela vem com uma balança, no qual, pra ela ser perfeita tem que ser na medida certa, por exemplo: ao passar uma linha pelo buraco que tem no alfinete eu preciso colocar na balança concentração e calma, mas se eu estou indo para uma festa, eu preciso colocar na balança a liberdade como substância principal e também outros ingredientes como concentração e procurar se divertir.
É preciso saber viver para que as coisas deem certos, mas mesmo que a vida te encha de bens materiais, você precisa se concentrar no quanto gasta e pensar no que é melhor para você e para ao próximo, lógico que eu gostaria de ser rico, mas será mesmo que eu faria o próximo bem ao passar de lamborghini na frente de uma criança que quer apenas um pedaço de pão pois estava com fome? Eu particularmente ficaria muito mal.
Ninguém é capaz de ser feliz sozinho, todos nós precisamos de um amor para nos compartilhar em tudo, pois sabemos que, sozinhos podemos ir até mais rápido, mas juntos, bom, juntos conseguiremos ir bem mais longe, afinal, a caminhada a dois é mais convidativa, ter ao lado alguém para se apoiar quando se cansa faz toda e total diferença.
SUPLICA DE UM POBRE ESPIRITO:
Encontro-me sozinho dentro de mim
Sufocando em meus fantasmas
Busco me encontrar, e não encontro
A saída...
Me auto mutilo
Na busca da razão pela qual
As pessoas se agridem
Se humilham, se regridem
Meu soluço é vão
Meu pranto seco
Meu coração enrijecido
Fenece sem perdão
Minha angustia suplica ao orbe
Clemência
Para que Minh ‘alma não feneça
Ao onipotente.
Plane sozinho...
Abra tua prisão
e solte esta águia
que deseja voar livre
e ver a vida, sem grades.
Aprenda a voar,
crie asas
e deixe tua imaginação levá-lo,
até onde nunca chegou.
Solte-se do medo
que te amarra,
fingindo te proteger
e plane sozinho
sob um céu sem fim.
Crie você, teus limites
e não tenha medo de ousar.
by/erotildes vittoria
sozinho,sou noite sem lua
estrelas sem brilho.
sou a tarde sem sol
sozinho,sou eu sem voce!
loge de mi
é um dia sem fim
é a estrada sem luz
carro sem vulante
é um caminho alcatroada de saudade.
sozinho,sou eu sem voce.
sozinho
sou cristão sem fé
sou Deus sem graca
sou a guerra da solidao
sozinho,sou eu sem voce.
Sozinho nesse quarto tentei refletir
Mergulhei bem fundo no meu coração
Quis me conheci mas eu me perdi
Nada entendi foi tudo em vão.
Um dia você vai acordar e lembrar, que toda a sua vida, você sempre quis casar, morar sozinho, ter um quarto só seu, ter dinheiro e sempre deixava pro final, uma coisa muito importante, que era, realizar esses desejos com outra pessoa, realizados com uma pessoa que também tem os mesmos propósitos, ser feliz, amar e ser amado, e fazê-los reais. Mais hoje estou aqui, e vim repleto de cores novas pra por nesse seu arco Iris de cores frágeis e incoloráveis, trazendo um brilho que nos teus olhos, ainda não abitava, e quero que saiba, que quando eu dizia, " sabe quando eu te disse que eu nunca tinha te traído? " realmente eu nunca te trai, mais quando eu falava que " EU TE AMO " é ai eu menti , pois todos os dias esse sentimento só aumentava mais, e eu não sabia como explicar. Mais ai eu lembrava que amor não se explica se sente! Nunca duvide dos meus sentimentos enquanto estiver comigo, pois nada nesse mundo muda a vida de uma pessoa se não estive movida ao Amor!
Ultimamente ficar sozinho é a coisa que está me fazendo mais bem, é a onde eu leio, é aonde eu escrevo e é o momento aonde reflito sobre a vida de modo geral não somente pensando em mim, mais sim na minha família, nas pessoas em um todo e sabe muitas vezes esse meu pensar me faz refletir o tanto que somos ambiciosos. Que sempre buscamos ser maior que os outros, mais sabem de uma coisa? Podemos lutar contra isso, não precisamos ser maior que os outros, sabem por quê? Porque todos nós somos iguais, mais tem uma grande diferença de pessoa para pessoa, porque tem aquelas que querem ser a maior e na verdade ela é a menor, e tem aquela que não quer ser maior que as outras pessoas só faz a diferença aonde quer que ela esteja, muitas pessoas vão querer te derrubar mais sabe por que você não vai cair? Porque você é a diferença no meio em que você vive e é nesse meio que você pode mudar as pessoas para melhor basta acreditar que as pessoas merecem ser mudadas.
E vai, e vai passando o tempo.
O chilreio em plena madrugada angustia o coração sozinho, olhar para a janela e ver o manto negro da noite adentrando e as lágrimas escorrendo não amenizavam o aperto no travesseiro. O tempo escorria lá fora e em seus pensamentos o medo apertava, angustiava, afrontava a coragem que teve ao terminar, ao se afastar, ao desistir, deixando-a assim: sozinha. Arriscar a pouca felicidade que encontrou nas mãos de mais um homem, arriscar sofrer de novo ou, o que em seus pensamentos é ainda pior, não encontrar alguém para arriscar. Todo mundo teme falar de amor, mas deita à noite sonhando com alguém ao seu lado. Ela não é diferente e, por isso, essa imensidão de espaço em seu coração a corrói, a destrói na espera de um alguém. Não digo de príncipes de contos de fadas, falo de homem trabalhador, honesto, que de segurança, amor, carinho e a atenção a cada instante, cada momento fazendo o tempo dela ao seu lado valer à pena. Tememos viver e não amar, seria como um peixe não conhecer o mar, um pássaro não conhecer a sensação de voar, como o sol amanhecer sem brilhar. Ela teme a solidão todas às noites, mas fecha os olhos esperando amanhecer e, finalmente, você aparecer na vida dela para lhe conhecer. Ela te espera sem nem mesmo te conhecer, por isso, capricha no perfume, no penteado, no vocabulário, pois é por você que ela espera o amanhecer, surpreenda-a.
Quando te sentires sozinho,
olha para dentro de ti.
Verás todos os tesouros do universo!
Estão ocultos à tua espera...
Só tens de querer observar!
É tão fácil amar,
o que de belo existe em cada um de nós.
Basta sentires,
a cada instante,
que és talentoso,
és brilhante!
Não deixes que contrariem a tua vontade.
És poderoso.
Majestade!
Ofuscas o brilho das estrelas,
o canto das sereias.
És especial.
És único.
És o dono e senhor das tuas ideias!
Anabela Pacheco
É bom ter com quem contar
Quando todos se vão
Quando estou sozinho
E com mais ninguém
Estou com Sabrina
E com mais ninguém
Estamos sós
E com mas e porém
Nada além de que
Nem mais nem menos
Simplesmente só
Como sempre quisemos
Como sempre estamos
Mesmo quando ignoramos
Eu e tu
Nós no singular
Vai lá se entender
Tua assinatura já foi tão confundida
De números a meros símbolos
Ainda não te conhecem
Minha solidão
Nós cegos..
COMO, ONDE E POR QUÊ?
Mais um dia de frio, sozinho, isolado e perdido no deserto. O que busco, para onde devo ir, o que fazer, como agir, e quem sou eu? Não sei? (!) Logo, para quem não sabe o que quer, para onde ir, o que fazer, ou está perdido, qualquer lugar serve!
Eis a resposta da charada, aquilo que se procura ou se espera, ou seja, a chave da vida, o significado de sua busca, mas existe um impasse. Para se ter acesso, existe um segredo oculto, onde somente o coração pode enxergar! Aquilo que é essencial para nós é invisível aos olhos de qualquer outro.
Vivemos sempre em busca de algo, a todo tempo, a todo instante! O que realmente procuramos nesta vida, essa busca intensa por algo desconhecido, esta sede de achar o que é primordial? Não sei? (!) Porém, nesta jornada de aventuras, esquecemos da realidade e não utilizamos aquilo que possuímos em mãos os utensílios ideais para fazer a diferença necessária... Sábio é o homem cultiva as belas coisas simples que a vida nos trás aos olhos e cegos não avistamos o óbvio. Devemos sempre ir além e permitir que a perfeição, o conhecimento e virtude da sabedoria adentrem o nosso eu.
Somente através dos elementos essenciais e simples, poderemos alcançar aquilo que se procura e sair deste deserto perdido. Digo mais! Não existe êxito sem sofrimento, não existe felicidade sem dor, e não existe vitória sem luta. É preciso sentir a dor, suar, lutar e se esforçar muito para gratificar-se do alívio.
Siga ao seu mestre, torne-se também o sábio! A sapiência é uma das virtudes que só as dores poderá lhe proporcionar. Olhe para o interior das coisas, reflita a vida e encontre aquilo que somente a si pode saber, seja harmonioso e feliz. Assim encontrará a trilha da vida e sairá do deserto perdido, achando aquilo que te apraz literalmente.
Apressado, sai do prédio deixando o portão bater sozinho, ainda ajeitando a camisa por dentro da calça enquanto ligeiramente caminha.
Aperta o passo, não há tempo nem para olhar para os lados, apenas baixa os olhos para seu Tissot folgado no pulso esquerdo... A cada trinta segundos.
Dezembro, céu de brigadeiro, o sol a pino de quase meio dia faz grudar o tecido da camisa as suas costas. Sua fotofobia lhe faz apertar olhos protegendo-os da luz diurna; continua seu trote, não há tempo para procurar seu Rayban Clubmaster em meio à bagunça de papeis, livros, cédulas amassadas, moedas e dois maços de Marlboro em sua bolsa carteiro de couro.
Sinal vermelho, para bruscamente na calçada olhando o semáforo com a mão a frente da testa fazendo sombra aos olhos, não vê nitidamente as cores, baixa a cabeça correndo mais uma vez os olhos ao relógio, mas nota o cadarço desamarrado de seu velho tênis preferido e bem gasto por sua pisada pronada. Articulando num reflexo mental o movimento de como se abaixar rapidamente para amarar seu cadarço, ouve os sons da aceleração dos carros; sinal verde, não há tempo, continua seus ligeiros passos. Incomodado e pisando cautelosamente, agora sente seu tênis frouxo no pé.
A pisada manca lhe faz perder segundos preciosos, sua ira se aflora por estar em cima da hora e ter de desacelerar par dar passagem a uma senhora e seus três poodles negros, que encabrestados em suas guias tomam a calçada. Mais á frente, quatro idosos lado a lado caminham em passos letárgicos na inversão proporcional de sua pressa; em meio aos carros invade a pista, ultrapassa os anciãos e volta à calçada, um skatista vem em sua direção, incólume desvia mais uma vez.
Os batimentos já acelerados, respiração ofegante, rosto tomado em suor e metade da camisa molhada por fora da calça fazem esquecer-se do cadarço tocando o chão; seus passos rápidos se transformam num ritmo fundista embora sem sincronia; correndo variando os ritmos, desviando dos vendedores de eletrônicos, do carrinho de mão do fruteiro e do guardador de carros que monitora a vaga; esbarra no entregador de papeis com anúncios de compra de ouro, apenas acena discretamente o pedido de desculpas.
Não bate um vento, apenas o clima seco e sensação térmica de 46 graus; parado novamente no sinal, que acabara de avermelhar para o pedestre, encontra a lacuna do tempo para amarrar o cadarço, abaixa-se e assim o faz, ergue os olhos e avista a portaria do edifício do outro lado da rua na qual fará sua entrevista de emprego; assim que os carros param, ele segue desbravando seus últimos metros antes de cruzar a portaria espelhada e moderna.
Ainda com pisadas fortes adentra o edifício, sem muitas dificuldades se apresenta para a recepcionista no lobby central; corre para a porta do elevador que está parado no vigésimo terceiro andar; toca o indicador aceleradamente e renitente o botão para subir. Entre a contagem dos andares no visor eletrônico na parede e os olhos no relógio, sua ansiedade faz dos segundos virarem uma interminável espera.
Abrem-se as portas do elevador, sozinho ele entra, retira a anotação do endereço do bolso da camisa e diz o andar para o ascensorista; no segundo andar o elevador para, não há ninguém a espera; somente com a cabeça para fora o ascensorista anuncia a subida. Ninguém.
No monitor interno do elevador, informa as condições climáticas do dia, da hora e data.
Em seu primeiro momento de entretenimento, olhando a tela, o jovem apressado repara que de acordo com a hora do monitor, está adiantado quarenta minutos, olha seu relógio novamente; incrédulo consulta as horas ao ascensorista que lhe confere com as do monitor.
Soltando o ar dos pulmões num alivio imediato, vidra seus olhos mais uma vez ao monitor, sua pupila corre a tela até parar na data. Num estalo temporal busca sua anotação agora no bolso da calça.
Tomado de cólera solta três palavrões seguidos ao constatar que sua entrevista é no dia seguinte.
