Nao Alimentar Esperancas
Fragmento
Poesia: Amizade
(...)
Não existe o acaso,
Apenas existe o que é agora.
Se nos conhecemos hoje é porque
Vamos escrever uma bela história.
(...)
Os atos dos outros não podemos prever. Mas os nossos atos são por nossa conta e risco. Então, pense bem nas suas atitudes e nos seus passos.
Haja com sabedoria: não queira vencer todas as batalhas num dia! Assim, você tira a graça da vida. É necessário ter calma e paciência.
Eles dizem "Como você quer que eu te entenda se você não diz nada?"
Mas é aí que está o ponto, nem mesmo eu sei o que se passa em minha mente, não sei nem explicar minhas dores e muito menos entende-las. Sinto muito, eu quero que vocês entendam ela, mas primeiro eu devo entender ela.
E para isso, preciso de tempo, de espaço, de calma, de compreensão e apoio...
Ore!
Não importa onde, nem como.
Ele quer apenas a oportunidade de ouvir, responder, inspirar e mostrar o quanto se importa conosco...
Nostalgia escolar 19/12/20
Quem diria,
Te ver de novo,
Todo esse tempo,
E eu não esqueci seu rosto,
O cabelo o sorriso,
Lembro dessa época, eu era garoto,
O lance era outro,
Eu não te conhecia,
Quem te apresentou?,
Sua amiga Maria,
Lembro da gente se beijando,
Do lado do muro da escola,
Eu todo tímido,
Você deu início,
A Andressa minha colega de sala,
Passou e viu, no canto da boca um sorriso,
Pra não dizer rindo,
Nega a cada beijo,
Eu queria outro,
Quando você não estava,
Soltava sorrisos feito bobo,
Sorte minha ter te conhecido,
Recentemente quando te vejo,
Vem a nostalgia,
E não deixa esse bom tempo,
Ficar perdido.
Adner Fabrício
O verdadeiro amor não nasce, das sensações e emoções do nosso íntimo apenas. Mas sim das atitudes continuadas, e baseadas na fraternidade, na misericórdia, e na bondade para conosco e para com as pessoas a nossa volta. E que nos levam a essência dele, e que é sobretudo o vínculo com a perfeição.
A incomunicabilidade de si para si mesmo é o grande vórtice do nada. Se eu não acho um modo de falar a mim mesmo a palavra me sufoca a garganta atravessando-a como uma pedra não deglutida. Eu quero ter acesso a mim mesmo na hora em que eu quiser como quem abre as portas e entra. Não quero ser vítima do acaso libertador. Quero eu mesmo ter a chave do mundo e transpô-lo como quem se transpõe da vida para a morte e da morte para a vida.
Quem dificulta que certas coisas não aconteçam ou apenas engane a todos por momentos de sigilo para ser oportunista a usar o falso segredo em situações.
O mal desse século é a desinteligência não digo a ausência de estudos mas sim os que pensam saber alguma coisa quando no final são eternos ignorantes.
