Nao Alimentar Esperancas
Sem pudor
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Encontrei o meu sossego
No calor do teu amor.
Não me deixe teus abraços,
Venha a mim como se encontra
Seja agora e como for...
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Não há beleza noutra flor
Que me traga teu perfume
E a flagrância deste amor.
Seja bela esta fera
Que me fere sem pudor.
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Cai as pétalas desnuda nesse tempo
Que não tira meu intento
De me aquecer no teu calor.
Sou dela hoje e sempre
Pra viver o nosso amor.
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Edney Valentim Araújo
1994...
Quando uma folha cai.
Não está a cair a toa.
Ela carrega muitos momentos.
De muitas histórias vívidas.
Olhar para si mesmo e reconhecer suas próprias qualidades, seus defeitos e suas limitações não é uma tarefa fácil, requer humildade, paciência e resiliência.
Os homens, nos seus devaneios, buscam respostas para tudo. Mas o mundo não os deve satisfação, tão pouco cordialidade.
O homem não foi feito para a riqueza, mas também não deve viver na miséria.
Se é miserável, sofre pela ausência do que precisa. Se é rico, sofre pelo cansaço do que lhe asevera
"Não existe grande e pequeno quando se está diante da imensidão do mar, e você jamais será pequeno diante da imensidão de possibilidades que se apresentam só por você estar vivo."
Pois vejam! Crio novos céus e uma nova terra;
E as coisas anteriores não serão lembradas,
Nem voltarão ao coração.
se desejamos a felicidade será que ela não existe, pelo fato de desejarmos , nos temos sede e existe água, se temos sede de felicidade, e a felicidade é desejo que um instante alegre seja eterno , a palavra de Deus promete a felicidade eterna, se existe a sede pela felicidade eterna provavelmente a palavra de Deus esteja certa.
"Não julguem as pessoas amargas, aquelas chamadas de "mal amadas", elas devem ter um motivo de não serem felizes.
Já parou pra pensar?
Não as torne mais infelizes."
"Sonhar não é proibido, mas é perigoso, pois você pode acabar vivendo apenas um sonho e esquecer de viver a vida."
E como o sol aos cegos não se ostenta,
Assim também às sombras que alivia,
Não mais do céu a luz olhos alenta.
Fio de ferro as pálpebras prendia
A todas, como ao gavião selvage
Para domar-lhe a condição bravia.
(...)
As almas do outro lado eram; reparo
Que dos olhos a hórrida costura
Provoca pranto copioso e amaro
