Nao Alimentar Esperancas

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O que a mente não entende, ela adora ou teme.

Nossos inimigos (pessoas que não nos querem bem), possuem o ódio, a inveja, a maldade estampados no olhar...Sendo facilmento notados por nós! Isso nos possibilita viver distante deles ou sempre armados em direção à eles...

Tem semanas que me sinto totalmente inútil. Me deixei cair na rotina de não fazer nada. Nada que amo, nada que me completa ou me faz ser feliz durante as horas do decorrer do meu dia. Me sinto refém da minha própria vida. Sem propósitos. Tem dias que estou cansada, mas de nada, porque nem cheguei a me esforçar, apenas puro sedentarismo que tomou conta de mim. Um ser tão saudável. Ainda lembro dos meus planos de 3 anos atrás: Terminar os estudos, passar para comunicação social e viver a minha vida da melhor forma e possivelmente ter alguém pra chamar de "meu". Ok. O lance de ter alguém não é bem uma ideia fixa, porém todo o resto era. Estou totalmente decepcionada comigo, com a minha vida. Ninguém me leve a mal ou achem que é drama, mas aos 19 anos você acaba tendo uma crise de identidade terrível. Essas coisas do que é certo, com quem andar, o que falar, o que sentir e como se sentir em relação as pessoas e o mundo ao meu redor. Daqui a pouco cansarei de pensar. Enfim, vou descansar aqui, pra mente não parar de vez também. Possivelmente novas promessas surgindo, promessas para cumprir dessa vez.

Eu não tô triste não, Zé ! Eu só não tô feliz.. é meio diferente..

Você pensa que todo mundo é cabeça de bagre e só você é o esperto. O que você não sabe é que, na verdade, você é o grande cabeça de bagre. Você se acha o sujeito mais inteligente do mundo e tem a maldita mania de achar que os outros precisam de sua ajuda. Você se acha superior e considera os outros idiotas. Adora reprimir tudo e todos. É impaciente, mal-educado e fica dando conselhos fúteis aos outros e sempre consegue afundar as pessoas que seguem seus conselhos idiotas. Você não passa de um desorganizado, não tem praticidade alguma e não sabe nem em que planeta vive. Quando alguém te questiona, você recorre ao misticismo, uma vez que sua inteligência é limitada.

Meu coração pulsa com o sofrimento dos outros e se manifesta com tamanha dor por não terem paz.
Meus ensinamentos foram sublimes e me deram o dom do amor pelo próximo.
Tenho plenitude, mas me falta devoção em ser proeminente e entender á razão da vida.
Sigo em meu caminho e supero minhas dificuldades e sei que não tenho que provar nada á ninguém.
Procuro lutar contra pensamentos maléficos e invejosos que querem me aprisionar.
Meu coração pode ser doce e bondoso, mas aprendi a me defender.
Sou o meu próprio líder e minha capacidade é indefinível.

Você não precisa de espelho, todos que estão a sua volta são seu reflexo.

Eles idolatram tudo, mas não dão valor a nada.

Creio que a não violência é infinitamente superior à violência, e que o perdão é bem mais viril que o castigo...

O intelecto se satisfaz com teorias e explicações, a inteligência não; e para a compreensão do processo total da existência, é necessária uma integração da mente e do coração no agir. A inteligência não está separada do amor.

"Aquilo que foi é o que virá a ser, e o que se tem feito é o que se fará; de modo que não há nada de novo sob o sol" - Eclesiastes 1:9

Quem reza se salva, quem não reza é condenado. Salvar-se sem rezar é dificilíssimo, até mesmo impossível... mas rezando, a salvação é certa e facilíssima. Se não orarmos, não temos desculpas, porque a graça de rezar é dada a todos... se não nos salvarmos, a culpa será toda nossa, porque não teremos rezado.

Não odeie a mídia, seja a mídia.

Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.

Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.

É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.

Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.

É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.

Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.

É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.

Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.

Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.

Se dou felicidade, recebo felicidade.
Se dou tristeza, recebo tristeza.
Não é possível esconder-se ou escapar das consequências das ações.
As leis físicas naturais que governam esse universo expõem o ato mais secreto, punem cada crime, recompensam cada virtude, corrigem cada erro. Tudo isso acontece de uma forma totalmente incógnita, mas com absoluta segurança e precisão.

Os psicólogos interessam-se sobretudo por saber em que ocasiões há, ou não, tomada de consciência, mas negligenciam demasiadamente a outra questão, que lhe é complementar e consiste em estabelecer ‘como’ ela se processa.

Nunca desista dos seus sonhos,se os seus sonhos estiverem nas alturas,não se preocupe Deus te dá asas pra ti e faz você voar e ir além!
Acredite,Deus te fez assim, campeão da vida!!!

Não é o bastante ver que um jardim é bonito sem ter que acreditar também que há fadas escondidas nele?

Douglas Adams
O guia do mochileiro das galáxias (1979).

É muito importante que o homem tenha ideais. Sem eles, não se vai a parte alguma. No entanto, é irrelevante alcançá-los ou não. É apenas necessário mantê-los vivos e procurar atingi-los.

(O Livro de Dias)

Quando todos mentem, dizer a verdade não é apenas rebelião. É um ato de revolução.