Nao Alimentar Esperancas
No Brasil, não aparece a expressão "guerra civil", mas Revolução ou Guerra dos Farrapos, movimento constitucionalista de São Paulo de 1932, Cabanagem de 1835, a Sabinada na Bahia, a Balaiada de 1838. Não gostamos nem da expressão guerra civil, e vivemos prolongadas guerras civis. E o mais fascinante é que todas essas derrotas, como a de São Paulo, do Pará, da Bahia e do Rio Grande do Sul, viraram marcos de identidade. Celebramos periodicamente nossas derrotas.
Não me importa se não podemos nos querer, se temos um amor proibido ou se é pecado o desejo carnal. Só me interessa saber se me queres, se me desejas em um querer selvagem que desatina a nossa razão! Não mais quero me esconder e, sim, quero você iluminando a minha noite e o meu caminho, mas deixe eu habitá-la. Ah, vivamos a promessa de sermos tão jovens e façamos tudo o que acham que não podemos.
De que adianta ter um sorriso bonito se é falso?
De que adianta ter um olhar sedutor se não expressa a vontade da alma?
De que adianta falar coisas bonitas, porém contrárias ao que o coração sente?
De que adianta ter personalidade forte e ser fraca e vazia de sentimentos?
Há pessoas que antes de encontrar alguém, precisam primeiro se encontrar.
Vivem sonhando, mas nunca acordam pra realizar.
Normalmente quando as pessoas estão tristes, elas não fazem nada. Apenas choram a respeito de sua condição. Mas quando ficam com raiva, elas provocam mudanças.
"Não é o espelho quem denúncia a beleza. Ela está nos olhos do observador ! Não é a maciez da cama que determina o sono, mas a mente de quem dorme"
Adoro seu cheiro... ainda mais o seu papo
E amo mais ainda quando não temos mais assunto.
Pois nossos olhos dizem tudo em silencio.
Não só o que é físico, todas as coisas se desfazem, porém, por mais que eu queira, esse sentimento no meu coração se recusa a se desfazer.
(Tsunade)
Orações Escritas
Entre a Essência e o Silêncio
Em minhas orações, não consigo Te pedir muita coisa que não seja pela minha essência, minha alma e meu caráter.
Sei lá… às vezes acho que não sou merecedora; que pedir pode ser abuso ou atrevimento.
Que no meu quase nada há tanto, que mesmo em meio às minhas necessidades, eu vejo que muito eu tenho — e Te louvo e agradeço.
Eu olho o mundo à minha volta e percebo muitos com tão menos, com quase nada.
Digo isso de forma material, espiritual e até na saúde física.
Mas as minhas dores são invisíveis.
Tenho até vergonha de necessitar ou pedir algo diante da realidade do mundo.
Vivo esse conflito dentro de mim, onde a razão quer sufocar as minhas dores.
Ah, Deus, eu já pedi tanto para ser invisível.
Para que me desviasse dos olhos maus, dos caminhos tortos e das línguas maléficas.
E, de certa forma, tenho me tornado invisível de fato.
As dores da alma não sangram, não têm odor, não podem ser tratadas com curativos.
Por isso são machucadas e reabertas diariamente — como aquele dedinho do pé que, uma vez ferido, tudo parece afetá-lo novamente.
E quem pode dizer que essa dor não é real?
Só porque não é visível, não deixa de existir.
Basta vires tu. Tu e o abraço. Não precisas sequer de algo dizer, chega só tu e o abraço. Aquele abraço que me cala, sossega e aquieta. Aquele abraço que me faz fechar os olhos, respirar fundo e sorrir.
Bastas-me tu. E o abraço. O que me conforta e descansa. Tu e aquele abraço calado que me traz todas as respostas. Aquele abraço que me retém contra o teu peito. Aquele abraço que faz de mim miúda. E invencível.
Basta vires tu. Eu já cá estou.
Trazes o abraço?
As mulheres modernas e independentes não quer o seu dinheiro, não quer dividir o lar, não querem compromisso,
querem uma boa companhia, uma garrafa de vinho e alguém que realize-a na cama.
