Não aguento mais
Não suporto, não aguento mais...
Visíveis monstros traiçoeiros,
Lobos em pele de cordeiros.
Astros da mediocridade ligeira, vorazes.
Olhos famintos, mãos geladas, mortas, desfalecidas,
Vidas envolvidas na glória do medo, do “eu” poder fantasioso.
Queixas sem doenças, malefícios encarnados na alma, no coração, nas feridas,
Não aguento mais... Apenas ver, se como tal mortal não posso ser,
Pai, quem sou? Por que sou?! Pois nada quis viver!
Um bicho do mato, perdido na trilha, secando feito folhas no cerrado
Cigarra velha num último cantar, medos insanos!
Rostos mascarados, peles cheirosas, roupas limpas, o mundo não para.
De dentro das veias escorrem cera, a cola da maldade, a febre do ódio, o encalço do mal.
Deveras a vida foste dada para ser vivida?! Tal qual uma criança que não sabe ler!
Meus braços já não podem levantar, não quero mais chorar, não aguento mais o ver!
Os olhares estão por toda a parte, as vozes soam feito gralhas no alto da montanha,
A surdez não me é suficiente, preciso também fechar os olhos, pois, não aguento mais...
Mais uma vida saturada pela fadiga da desigualdade psicológica, a moral é imoral,
A faca está cega, Pai! Quem há de ouvir os gritos do norte?!
Ouça! São os gritos da morte! Desta vez, ninguém teve sorte!
De sorte que não existe jogo da vida, ou se tem ou não se pode comer!
A vida é incapaz de viver?! Não! Já não aguento mais...
Até onde seguirei com meus farrapos sendo arrastados pelo altruísmo dedicado à miséria geral?
Pensamentos nefastos enraízam-se dentro do meu ser, o sono vem, cerram-se os olhos,
O dia chegou!
Todos estão deslumbrantemente impecáveis!
FORA PT
Fora PT, Fora PT
Não aguento mais
passar fome com você.
Fora PT, Fora PT
Não aguento mais
passar fome com você.
Nós servidores, dizemos não,
Para vocês nessa próxima eleição.
Nós servidores, dizemos não,
para vocês nessa próxima eleição.
Insuficiência,
E a culpa é minha,
Eu não aguento mais,
Eu só queria que meus pensamentos ficassem em silêncio,
Eu queria dar um reset na vida,
A intensidade me corrói,
Ninguém me aguenta,
Ninguém fica,
Eu só queria que tudo isso acabasse,
Mas, me falta coragem,
Se não faltasse,
Talvez meu peito não chorasse mais,
Às vezes não é só texto,
É um pedido de ajuda,
Mas, quem é capaz?
Dói demais,
Essa insuficiência insuportável,
Me sinto insignificante,
A insegurança bate forte,
Eu só quero fugir da realidade,
O que não resolve,
Mas, a dor é tanta...
Eu não aguento mais,
Viver nesse mundo voraz,
Refém da falsa paz.
Terra de aparência,
Do mal e sua essência,
O funil da decadência.
Podre é a raça humana,
Seu coração muito se engana,
Sua mente é profana.
Não aguento mais!
Na televisão é coronavirus, Covid-19 o tempo todo!
A Globo não mostra outra coisa!.
Se você não aguenta mais ver na televisão, imagina contrair e depois ter que disputar atendimento ou espaço em UTI na saúde pública!
Segundo o representante da moral e bons costumes, 70% vai contrair e pronto!
E alguns irão morrer, Ou muitos E DAI??
Carrego uma sede de liberdade. Não aguento mais essa espera contínua para viver, existir cansa. A vida é efêmera. Em um piscar de olhos já não estarei mais aqui. E levarei comigo apenas um conjunto de decepções e sonhos jogados no lixo. Os carregarei comigo até o túmulo, junto com a certeza de que tive uma vida desperdiçada.
Eu quero explodir. Não aguento mais. Não dá, pra mim já chega. Se eu não consigo conviver com todo esse sentimento me sufocando, me atormentando, a melhor coisa a fazer é libera-lo. Costumo ficar pelos cantos imaginando que um dia, tudo seja diferente. É bom pensar sobre a vida, sobre quais atitudes tenho que tomar. Porque se eu não pensar duas vezes, provavelmente, eu irei me afundar nas lágrimas do dia-a-dia. Preciso da minha melhor espada contra a falsidade, e o meu melhor escudo para me proteger da dor.
Não aguento mais ouvir dizerem que eu falo ou escrevo coisas sem sentido, como assim eu falo e escrevo o que penso se este não entendeu o problema é desse.''
Não aguento mais ficar longe de você, mesmo quando estou perto, seus olhos me levam em uma viajem, em um universo interminável, onde tudo é tão lindo, mais nada é tocável, Morro de sede em frente á fonte de água mais pura que se existe. O museu da tua alma está quase se fechando por conta da hora, já é tarde, quase hora de beijar tua boca.
Se despedir de seus olhos é como tentar separar o Sol do dia, e a Lua da noite. É preciso desses dois astros para iluminar minha vida, como tira-los então? Tento voltar para a realidade, mas já não á realidade. Porque tudo que envolve você é surreal. Sua presença é a paz que adormece o meu mundo, que para ao te ver. Sinto-me uma montanha imóvel diante de tantas nuvens e paisagens.
Sinto que para voltar a viver minha vida, tenho que me perder do caminho dos teus olhos, e encontra o da tua boca. Ou esperar que você se perca no caminho, e encontre o caminho da minha.
E sei que o beijar, faria nossos olhos se fecharem, e que ninguém precisaria se perder ao se encontrar.
Dedicado a : Gabi :v
