Namorar Liberdade
Gatos são leais aos donos quando são bem tratados.
Há quem prefira os cães como animais de estimação, o meu amor por vocês 🐈 é um amor antigo, amor de criança. Aprendi a observar, entender como funciona seu comportamento, talvez eu as ame por sua liberdade existente de ir e vir quando quiserem sem estarem presos.
Porque eu sei que a sua liberdade os levam a serem fiéis aos seus donos, quando se sentem seguros uma vez ganhando sua confiança eu as terei para sempre.
São 5 anos que eu tenho vocês perto de mim, te peguei quando não quiseram cuidar de você, vi e acompanhei seu crescimento houve dias que tive marcas de seus leves aranhões causado por nossas brincadeiras.
Quando eu saio vocês já estão lá esperando a ração para se alimentar, assim que chego sempre no mesmo horário estão na escada esperando (deixa eu acreditar que estão me esperando).
Amor por gato também é um amor.
Seja ela qual for ame.
Inquérito das Fake News
Estamos vivendo um verdadeiro Juízo de exceção, uma caça às bruxas no inquérito das Fake News.
Esse inquérito é bem parecido com um inquérito do Tribunal do Santo Ofício, onde o inquisidor acumulava as funções de investigador e juiz.
Vítima, acusador e juiz são os mesmos no inquérito das Fake News.
Quando ouço que devemos regular a liberdade de expressão logo penso em Coreia do norte, Cuba, Irã, Venezuela. Que preço nós Brasileiros iremos pagar para que os ministros do Supremo Tribunal Federal silenciei os seus críticos, calem a liberdade de protestar.
A espinha dorsal de uma democracia é a liberdade de expressão, nós brasileiros não podemos abrir mão desse sagrado direito, direito esse de discordar, de protestar, de formar as nossas próprias conclusões sem medo do estado, sem medo de represálias.
Limitar a liberdade de expressão é abrir a porta para a censura, sepultar à democracia e convidar a ditadura para reinar uma vez mais na nossa Pátria.
Eu jamais defenderei o fechamento do Supremo, mas temo que nos dias de hoje o Supremo não esteja mais cumprindo o seu papel de guardião da Constituição Federal.
“Que o sol da liberdade, em raios fúlgidos” brilhe mas uma vez sobre o nosso Supremo Tribunal Federal.
Assinado um cidadão
Tomé Pereira Peixoto
La fora que nos deparamos com as nossas vontades.
Na “caverna” é sombrio, há medo e frio.
Respirar o ar de fora é libertador, amadurecer nossas “(in)verdades”.
Às vezes “lá dentro”, nos prendemos por algo que há muito tempo já não é nem mais nosso.
Enquanto a vida chama, lá fora, por novas conquistas, sonhos, e batalhas para serem travadas, e quem sabe até vencidas.
Sei que não é fácil sair “de dentro”, pois, cada um tem seu tempo de recompor-se, e o de parecer que permanecer ali, quieto, imerso em pensamentos, será melhor, pois, traz uma falsa sensação de paz. Amigo(a), eu já estive lá, e, no fundo, eu sabia que precisava sair quanto antes. Enquanto ainda restassem sonhos dentro de mim.
Acabei de sair da “caverna” das minhas dores, ainda não sei nem ao certo para aonde ir, porém, só a possibilidade de sentir algo, que nem ao menos percebo o que é, já é libertador…
Porque o sentir é tudo! É quando saímos da prisão de nossos medos, frustrações e derrotas e finalmente conseguimos entrar de nós mesmo, para viver o que ainda está lá, latente.
A existência intrínseca de ter meu mundo num abraço
Por disfrutar de minha permanência metodicamente solitária
Por onde meus devaneios faço meu abrigo
Não há vislumbre melhor de paz
Se não a solitude interna em suma alcançada
Se o homem soubesse como é bomser livre
do luxo que lhe acorrenta,nunca mais seria
algemado pela sociedade...
É importante lembrar que uma vez que o amor te encontra, ele abre portas do seu coração capaz de retirar todas as cinzas do medo e do fracasso.
Prender
Prender a quem se quer, parece
não ser a forma mais correta.
Quem prende, esconde, sufoca, guarda
só para si o belo a quem ama.
Quem preso fica, como se sentirá?
Um pássaro de asas cortadas, sem
convívio com a vida e o mundo que
a cerca.
Reter só para si a quem se ama, é
uma maneira errada e egocêntrica.
Guarde-a em seu coração da forma certa,
ame-a de maneira tal, que mesmo livre
para aquilo que queira, sinta-se
segura com o seu amor, e jamais irá
soltar-se para a liberdade de um voar
a sós.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras. RJ
Membro da U.B.E
Rótulos!
Não gosto de Rótulos.
Rótulos me limitam.
E eu não me limito ao que já fui,
Nem ao que sou.
Porque eu sei que ainda serei múltiplas coisas....
Gosto das Essências, Jeitos, Sorrisos,Olhares e Sabores.
Gosto de Beijos,Carícias,Sensualidade e Amores.
Gosto de Sentir!
Deixar Fluir!
Viver a liberdade!
Gosto de seres humanos.
Gosto de ser quem eu sou
De verdade.
Enquanto o poder da caneta se sobrepor a força da lei, estaremos fadados a coerções e abusos daqueles que foram dominados por sua miserável vaidade!
Se o poder da toga ou do cargo lhe cega, não poderá cumprir seu papel social! Um indivíduo que se entende acima do coletivo não está apto para entender as dores de sua sociedade!
Vivemos permanentemente divididos entre a vontade de sermos livres e a vontade de pertencermos a alguém.
Raízes me prendem em minha indecisão, meu ser foi divido em dois e parece que não importa o que eu faça, pois sempre resultará em confusão, eu tento ignorar ambos os lados e seguir mas acredito ter me prendido em uma necessidade de escolha. Eu só queria me desprender das raízes e viver a minha vida mas não é fácil passar a vida agarrada em pensamentos alheios e decidir simplesmente soltar, pois de alguma forma tais pensamentos me moldaram e eu não sei o que me espera em minha próprias decisões. Eu nasci para ser livre mas o peso da minha liberdade é ter que lidar com os resultados das minhas escolhas.
Recebemos muitos implantes mentais ao longo da vida e somos introduzidos a um senso de moralidade na infância que em parte nos liberta e em outra nos aprisiona ao longo de nossa formação.
Para que dois mundos experimentem a divindade do encaixe e da partilha através do Amor é necessário, antes de tudo, que sejam dois mundos, plenos, independentes e radiantes. Quando não condicionado pela posse, pela propriedade ou pelo pudor, o Amor entra na emancipação do sagrado querer, do desejar e respeitar, e realmente pode nos levar para longe, onde o resto, verdadeiramente, não importa.
