Nada Pior que o Silencio
PELO CAMINHO
Eu queria ver no silêncio do escuro
O amor puro, o mais que você quer
Que te agrada, em tudo que quiser
Este o prazimento que eu procuro
Te querer, quero! no olhar seguro
De doce paixão. Poesia a lhe dizer
Ser, estar, para enamorado te ter
Assim, que penso em nós, te juro!
Às vezes eu deixo de pensar em ti
E por aí o pensamento vai sozinho
Pensando se ainda está por aqui...
Neste segundo, você é só carinho
Só satisfação, uma sensação rubi
E, então, levo você pelo caminho!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04, agosto, 2021, 15’47” – Araguari, MG
Em determinado momento se constata a solidão e o silêncio como ótimas companhias para quem se desiludiu das companhias humanas.
Dias nublados
Sem chuva
Apenas cinza
Escuridão dentro
E fora de casa
Silêncio nas ruas
Nem sempre precisamos
Da chuva.
Mas necessitamos de dias nublados dentro e fora da alma
O som toca alto e ela só queria escutar o silêncio, ah se eu pudesse ser seu silêncio e ao mesmo tempo sua bagunça, o silêncio que a abraça quando ela se sente só, ela sabe que estou aqui, ela sabe que eu me importo, não sou boa com as palavras mas sou boa para ouvir, ela sabe que pode ligar que estou aqui.
O Astronauta...
Vejo a Terra nesta vastidão
De muitos brilhos e pouca luz
O silencio deste vácuo se faz ato
Que pouco de qualquer coisa traduz
Repenso em mim longe de casa
O homem que por vezes foi ao espaço
Nunca de dentro de si desvendou
Dos seus buracos todos seus pedaços
Não me Esqueço -
Entre facas, entre espadas e punhais
corto este silêncio com o gume dos sentidos
e não me esqueço dos meus olhos diluídos
em terramotos, tempestades e vendavais.
Não me esqueço desse inferno que vivi
das angustias, dia-a-dia, que me deram
não me esqueço da mocidade que perdi
chorando por tudo o que um dia me fizeram.
Não me esqueço das palavras como espadas
não me esqueço de como em mim foram punhais
não me esqueço de senti-las como facas
na minh'Alma que não tocam nunca mais.
Quando Eu Nasci -
Quando eu nasci
houve silêncio!
E o silêncio fez do campo
terra brava...
Houve calma e quietude.
E o Céu era de pedra.
Os regatos carmesim.
Os rios eram desejos.
Os mares eram finitos
e o eterno era miragem.
Quando eu nasci
voaram andorinhas.
Agitaram-se agonias.
Levantaram-se Poetas.
De poemas se vestiram.
De alegrias se fizeram,
mas tristes,
desejavam não viver.
Quando eu nasci
gritaram solidões.
Procuravam um olhar
onde pudessem descansar.
E sete punhos, sete dores,
sete espadas trespassaram
corações...
Mas eu nasci!!!
Entre poetas e pintores.
Alegrias e cansaços.
E minha mãe, ai minha mãe,
que me adormeceu
no silêncio dos seus braços!
Quem bom lembrar...
Volvido tanto tempo
que alegria recordar!
Quando a amizade é sincera, o silêncio fala por si.
Tantas vezes desejamos que os amigos estejam perto para conversar, mas, na verdade, com a amizade, a distância deixa de ser importante.
A vida pode trazer alegrias, mas o silêncio é a resposta de toda sua tristeza, mesmo com pequeno sentido.
Satisfaça seus desejos, tédio e ansiedade, observando a verdade que há em sua calma e silêncio interior.
Tudo estranho
A noite suspirou
O silêncio sufocou
O sol perdeu
A poesia pirou
O dia parou
A ventania pariu
Sem rima, rimou
A tarde floriu
A flor dançou
A estrada encolheu
A borboleta fugiu
E ninguém percebeu
São Longuinho
São Longuinho
Se o mundo aparecer
Eu dou três pulinhos
Poema #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 20/11/2022 às 19:00 hrs
Manter créditos de autoria original Andrea Domingues
Momento em Pausa
Meditar o silêncio
Movimentar a pausar
Envolver notável tempo
Em moderação permite aliviar uns percalços
Solidez alcançada dos detalhes chamado pausa.
