Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
Uma vez me perguntaram oq queria ser quando crescer, nao respondi nem bombeiro nem astronauta, respondi que queria tocar o ceu... e cada vez que atinjo meus objetivos chego mais perto dele
A tristeza persistente e o vazio existencial têm sido cada vez mais comuns, aliados a falta de vontade de viver. Enquanto a maioria das doenças estão sendo preventivamente tratadas, a depressão permanece ainda refém do preconceito e da falta de diagnóstico correto. Existe uma barreira, na maioria das pessoas em olhar para a doença como uma patologia, sendo muitas vezes confundida com preguiça, falta de vontade e "corpo mole". A pessoa doente, acaba então sentindo-se envergonhada e vítima das críticas e da falta de informação, inclusive familiar. O isolamento e o silêncio favorecem neste caso, a piora da doença. Com o agravamento dos sintomas e a falta de tratamento necessário, a doença vai tomando forma e tornando-se um grande pesadelo, tanto para quem adoeceu, como para a família. O risco de suicídio existe e com muita frequência temos visto notícias de pessoas que tiram sua própria vida. A maioria dos suicidas eram portadores de depressão. Estes dados, que para mim são alarmantes, apontam para a falta de informação, compreensão e entendimento. Faltam
campanhas explicativas que possibilitem ao doente o encorajamento para poder falar da sua dor, do seu sofrer. Falta a família e a sociedade perceberem a gravidade da doença e tomar consciência de que todos devemos ajudar.
Se você é portador de depressão ou conhece alguém que esteja doente, compartilhe, seja generoso, menos preconceituoso, procure ajudar, estenda sua mão, seu carinho e seu apoio.
Depressão é uma doença grave e precisa de tratamento, informação e respeito.
"Se quiser chorar por ele pela última vez, chore agora. Coloque tudo pra fora mesmo. Mas quando você parar, levante-se dessa cama, vá para frente do espelho mais próximo, enxugue essas lágrimas, olhe pra você e perceba o quanto é linda!"
Lembranças torpes
Mas uma vez a noite cai...
E as obras dos meus pensamentos
Vagam sobre a biblioteca do meu ser...
Aquelas lembranças íntimas
De uma tarde ensolarada de verão
Pingos de suor nos consumiam
E do desejo queimava na paixão!
Éramos dois jovens homens
Doces, tenros, turvos, loucos
Macios, sóbrios, lúgubres, roxos
Da boca ardida a morder o outro!
Paixão doente, maluca e torpe
Era aquela onda quente
Que passeava-me todo...
Cavalgava em mar
Em terra
Em queda
Por cima das pernas
Nas celas do potro!
Ah verão louco!
De dois jovens nervosos...
Em cima, em baixo
No eixo, no todo.
Nas rédeas, no laço
E no rastro do outro!
"Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir. Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo. É elegante a gentileza. Atitudes gentis, falam mais que mil imagens. Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura."
Em vez de conhecer a eternidade eu procurei o prazer
Agora eu lamentei o presente.
Talvez eu faça isso para fugir das sombras que se instalaram
No fundo do meu coração.
“E quando tudo resolve bagunçar de uma vez; vida, sentimentos, guarda-roupa, quarto… Por onde eu começo?”
MAIS DE VOCÊ EM MIM
a cada vez
que eu descobria
algo de você em mim
mais eu me percebia
e a cada vez
que eu decidia
te amar mais por isso
mais eu me amava
ALEM DA QUINZENA
Hoje é dia dezesseis do mês
Eu sei... Já passou do meio
estrondou a minha vez.
Esta caindo um toro tenso
Agregando enxurrada
e transbordando poentes
Infligindo sentimentos.
Com o rio cheio...
Não tem como ir ao correio
que fica lá do outro lado
no sopé d'aquele monte.
Antonio Montes
E rastros da solidão me perseguem outra vez, angustiante, machucando profundamente minh'alma, trazendo de volta a solidão que tinha se refugiado pra longe da minha alegria.
Estava sozinha, como sempre largada por quem dizia a ela que amava...sozinha; sozinha outra vez.
A bola ressaltava uma e outra vez, num movimento contínuo e perfeito, molhada pela chuva miudinha que pingava sem fim.
O silêncio recortava-se no horizonte e o calor era tímido, molhando-me o corpo, ao qual a roupa já aderia como uma segunda e profunda pele.
De sorriso molhado, soltei a gargalhada, os lábios húmidos e quentes, em uníssono com o ladrar do meu imprevisível cão.
O ribombar de um trovão passou por mim e, algures, bem longe, ouvi o zipar do relâmpago azul e branco cortar o ar e cair.
Todo o mundo recolhido e eu aqui, louca como eu só, deliciando-me na chuva.
A última vez.
Se eu soubesse que aquela era a última vez que eu iria te ver, que eu iria te abraçar e iria te beijar teria te admirado por mais tempo, teria te abraçado mais forte e ficaria sem ar ao te beijar.
Se eu soubesse que aquele momento era o último ao seu lado teria te dito a tua importância pra mim, evitaria ao máximo aquele tchau, sentiria mais o teu cheiro e trocaria brigas por beijos. Se eu soubesse que aquela era a última cena ao teu lado eu teria te guardado, teria te abraçado das uma até as seis e não permitiria aquela sendo nossa ultima vez.
Reflexão diária 18/03/2017(Sábado)
Cada vez que você restringe sua fé as suas necessidades, cresce em ti suas imperfeições.
Ale Villela
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