Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
A verdade é que estou me sentindo como um floricultor regando uma muda sem
vida, em vez da flor, é um sorriso mal regado.
O carisma pode até ser um dom natural, mas se confunde à mentira. Esta que por sua vez alimenta e revigora a falsidade, o que promove a sedução, o encantamento, a persuasão e o fascínio.
241122
HOSPEDAGEM.
Uma vez, um passarinho pousou em um galho e passou a noite toda hospedado naquela árvore.
Ao amanhecer, ele partiu e passou o dia longe do velho galho. No entardecer, quando retornou à árvore, o velho galho já não estava mais lá.
O passarinho ficou muito triste, pois não poderia mais se sentar naquele galho, mesmo que a árvore fosse a mesma.
A vida não é diferente do velho galho, nós também não somos diferentes do passarinho.
Às vezes, passamos o dia ao lado de alguém que amamos, mas chegará o dia em que voltaremos ao mesmo lugar e não encontraremos as mesmas coisas, as mesmas pessoas.
Talvez elas já tenham partido e, mesmo que o lugar seja o mesmo, os hóspedes serão diferentes.
Aproveite as pessoas que estão ao seu lado aproveite cada momento, demonstre o quanto ama, pois chegará o dia em que voltaremos e não encontraremos as pessoas, apenas o lugar vazio.
E nesse dia restarão apenas as boas lembranças daqueles antigos hóspedes.
Minha avó uma vez pediu-me para comprar uma tesoura, um escorredor de macarrão e um vidro de azeite no mercado, em Niterói, quando eu tinha 12 anos. A rua era Cel. Gomes Machado. Quando eu saí de casa, lembro que também ficaram aguardando duas tias, que ajudavam ela naquele sábado, na cozinha. Esse pedido caía do céu para mim que estava de castigo. A casa ficava na Rua Coronel Senador Vergueiro da Cruz, ao lado do escadão que sobe para o morro do Cavalão. A razão do castigo já não lembro. Lembro-me, sim, que só poderia sair para comprar as coisas e voltar. Fiquei feliz com a tarefa libertadora. E mais feliz fiquei quando, ao dobrar a esquina da Rua São Pedro com Visconde de Itaboraí, verifiquei que se tirava “par ou ímpar” para jogar uma “pelada”, no trecho compreendido entre a Rua de São Pedro e a Cel. Gomes Machado, justo no caminho do mercado. Entrei no páreo e fui escolhido para jogar em um dos times. A galera era sempre a mesma; os amigos da rua que moravam por ali. Só quando a partida acabou lembrei-me da encomenda e fui correndo para o mercado. Lá chegando peguei as coisas e, ao procurar o dinheiro que vovó tinha deixado comigo não o encontrei no bolso. O dono do mercado, Milton Duarte de Castro, percebendo o meu embaraço, perguntou onde eu morava e de qual família eu pertencia. Por minha sorte, dispensou-me do pagamento, não sem antes puxar a minha orelha, com bom humor, para que eu tivesse noção da responsabilidade que um menino deveria ter na execução de um mandado. E que o bom negociante além de ser amigo da família, percebera, também, que suado como estava e com os pés imundos, só podia ser em razão dos folguedos da própria idade. O dinheiro, certamente, caíra na rua.
Agora, a história avança vinte anos...
O mercado já não existe mais. Há agora, na Rua José Clemente, uma loja de instrumentos musicais. Lembrei desses momentos quando era garoto e resolvi entrar naquele lugar fazendo uma pauta para O GLOBO-NITERÓI que foi capa daquela edição de sábado, e que falava sobre a diversidade musical da cidade. Ao olhar para o balcão, fiquei surpreso: Já mais velho, “seu Duarte”, o responsável pela loja, era o mesmo bom homem que, há vinte anos atrás, me desembaraçara de uma dívida de poucos cruzeiros na época. Pedi licença e resolvi me apresentar novamente, depois dos vinte anos, para contar-lhe esta história da qual, como não poderia deixar de ser, ele já não se lembrava. Foi um encontro agradável e, da minha parte, muito comovente. Eis a razão desse texto relacionar-se à amizade. “Seu Duarte” só lembrou de mim depois que falei o nome do meu avô. Ao perguntar se eram amigos, ele ficou com os olhos cheios d´água e respondeu: “fomos grandes amigos”. Não entrei na questão, apenas retribuí o sorriso e lembrei que, há vinte anos, ele não me cobrou o dinheiro quando falei o nome do meu avô. Disso tudo ficou uma lição: o importante numa amizade não é reconhecer somente o amigo, mas também o que é parte dele.
Ela pediu um abraço e lhe deu um sorriso. Queria se sentir amada uma última vez. Pois sabia que ia sentir muita falta daquele carinho.
Nunca teve dúvidas de que aquele era o melhor abraço do mundo, mas precisava tentar se encontrar longe dele e descobrir quem ela realmente era sem a sua proteção.
Ela sempre acreditou que a felicidade das pessoas está longe de onde elas crescem - e ela tinha crescido. Não sabia se algum dia voltaria para aqueles braços, mas estava levando consigo a certeza de que poderia voltar à hora que precisasse.
Para ela, era difícil demais se despedir daquela senhora que lhe deu o melhor presentes de todos - e que daria a própria vida para protegê-lo, porque aquela senhora era a pessoa mais especial do mundo. Mas acreditava na existência de um dia em que todo mundo precisa ir - e aquele era o seu.
Foi o dia mais triste de toda a sua vida! Um “boa sorte” de coração partido e um “obrigado” cheio de lágrimas... E assim ela partiu, deixando o seu mundo inteiro para trás.
Ela vai aonde for preciso para encontrar todos os seus sonhos. E se não encontrá-los, saberá que os braços daquela senhora sempre estarão abertos para lhe receber de volta. E finalmente ela entenderá que as maiores conquistas de uma pessoa são os dias que ela passa com a sua família.
Natal não se limita às alegrias de um dia, mas se estende por toda a nossa vida, uma vez que sempre encontramos motivos reais para sermos felizes.
Porquê procurar apenas as imperfeições, muitas vezes na própria família, viramos as costas, em vez de aceitarmos e termos cuidado em todos os nossos atos, palavras e pensamentos.
A graça é um presente concedido, sem que o mereçamos, não é obrigatório aceitá-lo, mas uma vez aceito, leva à transformação de vida e ao desejo sincero de viver piedosamente, purificando-nos para alcançar o céu.
ISSO É A GRAÇA...
Era uma vez um reino encantado governado por um sábio e benevolente Rei. Nesse reino, havia um jovem chamado Lucas, que vivia uma vida de extravagância e imprudência. Ele gastava seu tempo em festas, ignorando suas responsabilidades e prejudicando a si mesmo e aos outros com suas escolhas egoístas.
Certa vez, o Rei convocou Lucas ao seu palácio. O jovem estava temeroso, pois sabia que suas ações não eram dignas da presença real. Surpreendentemente, o Rei ofereceu a Lucas uma chance de redenção, apesar de todas as suas falhas. Ele lhe concedeu uma oportunidade para mudar, reconstruir sua vida e se tornar alguém melhor.
Lucas ficou perplexo com esse favor inesperado. Ele começou a trabalhar duro para mudar seu comportamento e viver de forma mais virtuosa. Ao longo do tempo, o Rei o orientou, fornecendo recursos para sua transformação.
Enquanto Lucas progredia em sua jornada, ele percebia que, por mais que se esforçasse, nunca conseguiria igualar a grandiosidade do presente do Rei. A gratidão e humildade cresceram em seu coração, pois reconhecia que a oportunidade de mudar não era merecida.
Apesar de suas melhorias, Lucas sabia que nunca poderia alcançar a totalidade do favor do Rei. No entanto, ele continuou a se esforçar e a buscar aperfeiçoamento, pois valorizava a oportunidade que lhe foi dada. Ele sabia que precisava corresponder à confiança depositada nele.
No final, Lucas aprendeu que a graça que lhe foi oferecida não era uma licença para continuar errando, mas sim uma chance para redimir-se e trilhar um caminho de transformação. Ele percebeu que, mesmo dando o seu melhor, a salvação não estava em suas mãos, mas sim nas mãos do Rei que generosamente lhe concedeu essa oportunidade.
O desejo de realizar a obra de Deus é um anseio expresso por muitas pessoas no meio cristão. Às vezes revela uma natureza voluntariosa e ansiosa por servir a Deus, ou, na maioria das vezes, pode evidenciar vaidade e uma tendência a buscar reconhecimento e autoafirmação. É importante notar que as pessoas que agem assim nem sempre conseguem realizar essa autoanálise.
Me gera preocupação, cada vez mas , a sociedade tentando impor um padrão, padrão de beleza, padrão se vestir , da padrão de se falar , pó ,vamos cuidar da nossa vida que gente ganha mais.
Frases do vini
Sinto um mal estar imenso. Sinto vergonha!!! Cada vez mais enxergo a cegueira da justiça brasileira! É lamentável que nossas vidas estejam nas mãos de funcionários sem preparo nenhum! Estamos cada vez mais só! Temo em pensar que lamentavelmente o meu país esteja cada vez mais tomado por esse vírus do preconceito. Infelizmente o meu Brasil é um país do racismo camuflado. Força Vinicius Romão e sucesso pra ti. É... confiar mesmo...só na justiça de Deus!!
Uma separação
Outra vez solidão
Outra vez sofrimento
Mais um Adeus
Que não pode esperar ...
O amor é uma agonia
Vem de noite ,
Vai de dia .
É uma alegria
E de repente
Uma vontade de chorar ...
Mais um Adeus
Sabe-se lá qual a razão
O que era finito , acabar
Um sentimento a revelia
Não nós damos o direito de imputar
O amor é uma agonia
Vem de noite
Vai de dia
É uma alegria ...
e de repente
Uma vontade de chorar
Quando um amigo te pedir ajuda, não arrume desculpas. Na sua vez, ele largou tudo que estava fazendo, só para lhe ajudar.
TRAVESSIA
A primeira vez que atravessei a rua
A rua era um rio, o rio solimões...
E do outro lado do rio
Eu era outra pessoa
A pessoa que atravessara o rio...
E do outro lado do rio
Tinha outros caminhos
Com todos as seus destinos e travessias
E todos os destinos e travessias
São cheios de histórias e aventuras
Assim eu aprendi a atravessar
Meus medos e inseguranças
Que desaguam como uma correnteza
Na imensidão do mar
A vida é essa imensidão
MITO AMOR
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Sem amor nem sentido, assim se fez,
uma vez um romance; um folhetim;
foi um sim descuidado e tão carente,
que não viu a cilada sob os olhos...
Tempo envolto num longo passatempo,
força exposta no vão desse brincar
de não ser brincadeira e tornar sério;
desaguar um mistério em nossas vidas...
Não te amei, mas amei ser bem amado;
crer no amor que sentia que sentia;
ser deixado à deriva nesse mar...
Ou amei sem sem amar, só pra saber
como a vida consegue tornar mito
seu pequeno infinito em nosso espaço...
BOTINAS E BOTAS
Demétrio Sena, Magé – RJ.
Toda vez que as botinas truculentas de um policial derrubavam a porta frágil daquele barraco de favela em busca de armas e drogas que não havia como encontrar, algo mágico acontecia: Pedrinho, filho pequeno de Maria lavadeira e de Sebastião estivador tinha um sonho feliz.
O menino sonhava com um fim de ano em que ao invés das botinas policiais, adentravam com suavidade a porta previamente aberta, vistosas botas vermelhas forradas de lã mais alva do que neve. Quando elas saíam, levando os pés de um velhinho bondoso de pele rosada, ficava no cantinho da parede uma caixa com brinquedos e gostosuras natalinas.
Isso faz tempo. Pedrinho cresceu, estudou e progrediu. Já sabe discernir lendas de realidade. No entanto, ele ainda prefere crer na bondade lendária e branca do bom velhinho, a crer na truculência de homens para os quais é crime ser pobre, negro e morador de comunidade.
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