Mulheres Falam mal uma das outras

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Tem pessoas que a única coisa que fazem é consumir o oxigênio que outras poderiam ter. Não sabem e não querem saber que outras consomem menos para ela sobreviver. Coisas de um mundo desigual mas igual para as pessoas do bem. No fim, cada um terá a sua resposta.

Inserida por swamipaatrashankara

Preconceito: O olhar das outras pessoas dói mais do que qualquer coisa.

Inserida por mestrearievlis

Os problemáticos possuem o incrível poder de reconhecerem em outras pessoas, seus fartos defeitos.

Inserida por JefersonGuerreiro

Às vezes a emoção percebe a importância, outras vezes apenas assiste.

Inserida por mestrearievlis

" Hoje as relações são objetais. As pessoas tendem a descartar as outras no primeiro infortúnio."

Inserida por ProfessorEdson

outras são números menores não chegam aos teus pés - mãe

Inserida por duplobom

"Como podemos gostar de umas das outras? Somos tão imbecis, cegos e hipócritas que não conseguimos enxergar isso."

Inserida por rafaiduhhtit

O que define quem você é são suas atitudes e não os conceitos de outras pessoas. Você é o único(a) dono(a) da sua história, não deixe que julgamentos pré-formulados vindos de pessoas que nada sabem de sua história de vida lhe intimidem. Quem aponta dedos em sua direção está tentando encobrir os próprios atos vergonhosos. Não abandone sonhos e nem interrompa planos para agradar pessoas invejosas e maléficas. Não permita que a cobiça alheia atrapalhe suas conquistas e jamais dê poder a quem não merece. Viva para se agradar, se amar, se valorizar. Não viva buscando agrados. Lembre-se: Quem 'puxa-saco' também 'puxa-tapete'. Não se dê por vencido(a) pelas pessoas que só crescem diminuindo os outros. Assuma seu lugar no mundo, seu lugar na vida, seu lugar na história e deixe que o destino se encarregará do resto.

Inserida por ScheilaScisloski

O problema é que as pessoas desistem de ser o que querem para viver outras histórias e contos passageiros e, nessas pequenas concessões, vai se perdendo grandes sonhos, até que nada mais reste, senão, o afago de uma agridoce desilusão.

Inserida por leandromacielcortes

Tente mudar um pouco o destino , as vezes fará bem conhecer outros lugares, e conhecer outras vantagens, de se sonhar pela vida!

Inserida por Zakia

"Hoje eu posso afirmar que 90% das pessoas são falsas e as outras 10% não são totalmente confiáveis".

Inserida por Santos21

“(...)
Reinventei o dia; para adormecer sonhando as outras noites que dormi...
Esperando encontrar; perdia...
Yeshua sorrindo nos olhava...!
Não sentindo esperança; a Lua já não sonhava acordada.
Amando o sonhado; sonhou acordando; o que a alma guarda no inexplicável...
Longe... Porém; perto de dentro ...
Destruindo uma esperança que não dormia; seguiram separados juntos...
Olhei-me no sonho te vendo a olhar-me; o seu sentir ficou dentro de mim...
Beijei seus olhos quando dormindo; não sonhavas...
Entre um raiar e outro, esperava sua chegada...
Relembrando o esquecido; senti que não estive dormindo...
Tentando pressentir, não consegui desistir ...
0ntem pode ser o hoje; que não vivi ...
- Khnum - (excerto de Poema: A lua Sonhadora.C.19 p.65 )”

Inserida por AnaTerezaATAB

Outros homens, em outras épocas remotas do cotidiano de suas vidas ou esperaram ou desejaram que o realmente real, O Deus Vivo, de fato os amasse. Jesus, porém acrescentou uma verdade gritante a essa confiança real e verdadeira. Um caminho para nós, Ele não disse que o Eterno talvez fosse amor, ou que seria legal se Deus fosse amor. Ele realmente afirmou que Abba é AMOR: Deus é amor - e ponto final, na mensagem de Jesus. Ele confirma que seu Pai está louco de amor, que o Eterno é um Deus apaixonado que não consegue fica sem nós. A parábola que deixa essa verdade mais evidente é a do filho pródigo, a parábola do Pai amoroso.

Inserida por FranciscoWallas

Por que os velhos são mais sábios.

A sabedoria humana atinge o seu ápice justamente quando outras aptidões do cérebro começam a diminuir.
Entenda essa aparente contradição.
A sabedoria é uma forma de processamento mental muito avançada, que atinge seu auge apenas na velhice – justamente a época em que a capacidade do nosso cérebro começa a diminuir.
A velhice é sempre vista como uma época de declínio, mas ela pode trazer novas habilidades muito poderosas.
Mas o que é a sabedoria, afinal de contas?
Simplificando, é a capacidade de ‘saber’ a solução de um problema complicado ou inesperado de maneira praticamente instantânea e sem esforço mental.
É também a capacidade de conseguir antecipar eventos que costumam pegar as pessoas desprevenidas.
Mais do que simplesmente saber reconhecer uma situação de crise, por exemplo, o mecanismo da sabedoria permite enxergar formas de resolvê-la, mesmo que a pessoa nunca tenha atravessado uma situação igual.
A chave para esse processo, é a nossa capacidade de identificar padrões.
Ao ver uma cadeira, por exemplo, somos capazes de identificar que aquilo é uma cadeira sem precisar ter visto todos os tipos e modelos de cadeiras que existem no mundo. Isso é possível porque criamos um modelo mental da cadeira genérica, com todas as suas características comuns, que é ativado quando vemos algum objeto que se encaixa na descrição. Isso funciona também com situações e na resolução de problemas.
A habilidade de reconhecer semelhanças entre problemas aparentemente novos e outros já resolvidos é o que se define como competência.
Quanto maior o número de experiências e padrões acumulados por uma pessoa competente, maior a sua experiência num determinado campo.
À medida que as relações entre os diversos padrões vão sendo processadas pelo cérebro, elas vão formando redes de neurônios chamadas de “atratoras”. São “circuitos” de memórias relacionadas que contam com diversas maneiras de ser ativados.
Quando você vê o rosto de uma pessoa, ativa a rede atratora que relaciona várias outras coisas que você sabe sobre ela. A sabedoria, então, seria consequência de uma grande quantidade de redes atratoras no cérebro da pessoa e tanto elas quanto os padrões levam tempo para serem acumulados em quantidade suficiente para resolver problemas de maneira rápida e eficiente. Por causa disso, o envelhecimento acaba sendo o preço da sabedoria.
Quando somos jovens, a maior parte do nosso poder de processamento é empregada em tentar entender o mundo e as situações com as quais nos confrontamos.
Esse poder diminui com a idade. Em contrapartida, a maioria dos problemas que surgem pode ser resolvida com base na comparação com os padrões que foram acumulados. Isso demanda muito menos trabalho do nosso cérebro do que tentar entender uma situação completamente nova.
A forma como a memória começa a falhar com a idade também tem um papel importante. Por fim, o início do declínio mental costuma coincidir com a aposentadoria, época em que os desafios do dia a dia diminuem consideravelmente.
Somando tudo isso, fica fácil perceber que, na prática, a sabedoria trata-se mais de uma troca do que de uma supercapacidade e é dessa forma que ela precisa ser encarada. Em outras palavras, não como o ápice do nosso processamento mental, mas como um mecanismo biológico para compensar a queda de capacidades como a concentração e a aquisição de novos conhecimentos.
Experiência acumulada
Apesar de inevitável, o declínio mental é gradual em pessoas que não têm doenças degenerativas, com o mal de Alzheimer. Isso significa que é possível aproveitar bem as vantagens que a sabedoria traz. Há diversas tarefas mentais nos quais os idosos têm resultados tão bons quanto os de pessoas mais jovens, diz a neuropsicóloga. Basta não considerar o tempo gasto, que nos idosos tende a ser maior. Grandes empresas multinacionais costumam entregar o comando para profissionais na faixa dos 50 anos, que estão num ponto de equilíbrio entre velocidade de processamento e experiência acumulada
No fundo, talvez seja a experiência e a sabedoria que nos permitam viver 60, 70, 80 ou mais anos. Somos uma das poucas espécies cuja vida vai além do período reprodutivo. Qual seria a importância de um indivíduo que, do ponto de vista biológico, não tem mais nada para contribuir para a perpetuação da sua espécie? Uma possibilidade é que os mais velhos contribuam de uma maneira crítica para a sobrevivência da espécie por outros meios – particularmente na transmissão do seu conhecimento acumulado para as gerações mais novas por meios culturais, como a linguagem.
Assim como nem todos os idosos apresentam demências graves, nem todos atingirão a sabedoria. Embora o potencial de certas pessoas seja maior que o de outras, é preciso desenvolvê-lo. Expor-se constantemente a novos desafios mentais é um ingrediente muito importante. Sem o acúmulo de experiências que alimentam a biblioteca de padrões, mesmo a mais analítica das mentes não conseguiria chegar à sabedoria. A sabedoria, escreveu o filósofo grego Sócrates, começa com a vontade de saber.
Auge e declínio
Apesar de a velhice ser um pré-requisito para a sabedoria, isso não quer dizer que ela seja uma época de ouro para a mente. O cérebro humano segue algumas fases de desenvolvimento bem distintas, e o envelhecimento não é a mais gentil delas. A primeira fase é a do desenvolvimento, que em geral dura até os 30 anos de idade. Depois se segue uma fase de maturidade e estabilidade, em que a prioridade passa a ser o uso do que foi aprendido.
A partir dos 40 anos, começamos a perder neurônios. A capacidade de adquirir novos conhecimentos diminui e a velocidade de processamento do cérebro também vai caindo. A visão e a audição também podem começar a falhar, o que dificulta a concentração. Taxas elevadas de colesterol, mesmo abaixo do que as necessárias para causar um derrame ou um ataque cardíaco, são capazes de provocar microderrames, que podem lesar áreas do cérebro. Por último, há o risco de se desenvolver o mal de Alzheimer, que afeta a memória e acelera os efeitos do envelhecimento.
Podemos não ser mais tão mentalmente capazes na velhice, mas as necessidades também tendem a diminuir. O início do declínio mental costuma ser acompanhado pela aposentadoria, quando passamos a ser menos exigidos mentalmente. Mas isso não deve ser desculpa para pararmos de usar nosso cérebro: quanto mais o exercitamos, mais resistente ele se torna aos efeitos do envelhecimento.
Malhação mental
Manter a mente ativa é a melhor forma de retardar o aparecimento de problemas típicos da idade.
Outros animais também aprendem a identificar padrões, mas a capacidade é limitada. Humanos, em contrapartida, conseguem armazenar conhecimentos de várias formas e transmiti-los através das gerações.
Essa é um resumo feito por mim, de um longo e excelente texto de Carlos Nasser que traz menção a diversos colaboradores e pode ser lido na íntegra no link http://super.abril.com.br/…/por-que-os-velhos-sao-mais-sabi…

Inserida por marinhoguzman

Se o Homem soubesse o VALOR que tem sua mulher não sairia a procura de outras.

Inserida por brunoolhares

Por orgulho há quem não agi, não reagi, então deixa de viver momentos especiais com outras pessoas!

Inserida por PontoDeEquilibrio

Por ORGULHO, tão somente ORGULHO, há pessoas perdendo umas as outras e perdendo oportunidades incríveis de ser muito feliz!

Inserida por PontoDeEquilibrio

Tem pessoas que com palavras fazem tudo, e na hora do rala e rola, nada a ver. Outras não dizem nada e na hora fazem tudo acontecer.

Inserida por sergiocancioneiro

As pessoas usam umas as outras, não se importe de pisar em quem entrar em seu caminho.

Inserida por Azharel

Algumas pessoas tem mania de perseguir a felicidade, outras tem o poder de cria-la.

Inserida por sergiocancioneiro