Muitos me Conhecem
E se você tiver um minuto por que nós não vamos
Conversar sobre isso num lugar que só nós conhecemos?
Isso poderia ser o final de tudo
Então por que nós não vamos
Para um lugar que só nós conhecemos?
Os desejos não conhecem porta ou janela, entretanto a falta delas (porta e janela) é que define o não-desejo.
Sobre os que habitam as sombras…
Há, na vastidão da vida, criaturas que não conhecem o ímpeto de criar, nem o ardor de conquistar. Sua existência se arrasta como um nevoeiro denso, alimentando-se não daquilo que oferecem, mas do que sugam de outrem. Estas almas, tão desprovidas de força para erguer a própria morada, preferem rondar as ruínas alheias, como aves que não sabem cantar nem caçar, mas que vivem à espreita do cessar de um coração.
Vou te contar sobre os urubus. Eles não possuem garras para o ato feroz, tampouco asas para o voo nobre. Não derramam sangue por um combate justo, nem se encharcam na coragem de um enfrentamento direto. Sua subsistência é a morte alheia — um banquete que não provocaram, mas que esperaram pacientemente, com olhos vazios e fixos, na esperança de que a vida, por si só, lhes conceda o que não têm coragem de buscar.
E o que dizer dos homens que se assemelham a essas aves? Há quem passe os dias não vivendo, mas observando. Seus olhos não enxergam horizontes próprios, apenas os passos titubeantes dos que ousam caminhar. Não se movem pela criação, mas pelo colapso. Não brilham, mas se alimentam da escuridão. Esperam, no silêncio de suas sombras, que o fracasso de outro lhes sirva de sustento, como se a queda alheia pudesse, de algum modo, preencher o abismo dentro de si.
Mas eis a ironia: os urubus, tão acostumados à calmaria fúnebre, tremem diante da luz e do movimento. A claridade os cega, o ritmo os desorienta. Da mesma forma, essas pessoas que vivem à margem, à espreita, só conseguem se aproximar de quem se detém, de quem apaga o próprio brilho para caber na penumbra que elas habitam.
Então, se desejas manter os urubus — humanos ou não — longe de ti, a resposta é simples: brilhe. Não um brilho qualquer, mas um que irradie tua essência, tua verdade, tua capacidade de criar, mesmo em meio ao caos. E não pares. O movimento contínuo é o antídoto para os olhos que vigiam e as mãos que esperam. Quem brilha e avança não deixa espaço para os que vivem da espera.
Pois, no fundo, a luz não apenas afasta as sombras; ela as dissolve. E o movimento não apenas confunde; ele liberta. Que tua jornada seja uma dança incessante de luz e vida, um espetáculo que os urubus jamais poderão alcançar.
Pessoas verdadeiramente poderosas…
Aqueles que verdadeiramente conhecem a si mesmos caminham pela Terra como presenças quase invisíveis, mas profundamente transformadoras. Seu poder não reside em títulos, riquezas ou estruturas externas; ele brota de um lugar íntimo, imutável, onde a essência transcende a soma das histórias acumuladas ao longo da vida. Eles não se definem pelos papéis que desempenham, nem pelas cicatrizes que carregam, mas pela vastidão silenciosa que testemunha tudo, o espaço interior que é ao mesmo tempo vazio e pleno.
Essas pessoas não precisam falar alto para serem ouvidas, nem se impor para serem respeitadas. Quando falam, suas palavras não vêm carregadas de ego, mas de uma clareza que dissolve barreiras e reconecta os fragmentos separados do mundo. Elas não têm nada a provar, porque já compreenderam que, no núcleo de todas as coisas, não há competição, apenas interconexão. As suas ações não buscam validação, mas emanam naturalmente de um estado de amor incondicional, como o rio que flui sem esperar aplausos pela sua generosidade.
O perdão é a sua linguagem nativa, não porque ignoram o sofrimento, mas porque compreendem que o peso do rancor corrói mais a quem o carrega do que a quem o causou. Superam os desafios não por serem invulneráveis, mas porque aprenderam a dançar com o caos, aceitando a impermanência como aliada. São como árvores que dobram ao vento, mas não quebram, pois suas raízes estão fincadas em algo que o tempo não pode corroer.
Agem com bondade e cuidado, não por obrigação moral, mas porque enxergam no outro a mesma centelha que habita dentro de si. Para elas, o bem-estar de um único ser é inseparável do bem-estar do todo. Não fazem distinções baseadas em raça, gênero, crença ou orientação, porque sabem que todas essas divisões são ilusórias, véus que escondem a unidade subjacente. Celebram o sucesso e a alegria do próximo como se fossem seus, porque, em seu olhar, não há "outro", apenas diferentes expressões do mesmo infinito.
Essas pessoas não têm medo de amar, porque entendem que o amor não é posse, mas um estado de ser. Não temem a vulnerabilidade, pois sabem que é nela que reside a verdadeira força. A positividade que carregam não é ingênua, mas uma escolha consciente de ver a luz mesmo nas sombras. São otimistas não porque neguem as dificuldades do mundo, mas porque acreditam no potencial inerente à vida de se renovar e florescer.
Defendem aquilo em que acreditam, mas sem violência ou imposição, apenas com a firmeza tranquila de quem está alinhado com algo maior do que o próprio eu. E, ao fazê-lo, não buscam mudar o mundo inteiro, mas honram a diferença que podem fazer, por menor que ela pareça. Pois sabem que o impacto de uma ação feita com intenção pura reverbera muito além do que os olhos podem ver.
Essas pessoas não vivem para si mesmas, mas como parte de um todo cósmico. Elas não são ilhas isoladas, mas ondas em um oceano compartilhado. O que as torna poderosas não é o que possuem ou conquistam, mas o que são. E o que são é algo tão vasto, tão livre, que nenhuma palavra pode conter. São, em última análise, expressão viva do próprio amor que dá forma ao universo — um amor que não exige, não separa, apenas é.
Não se importe com o julgamento de algumas pessoas, pessoas essas que não conhecem nem um pouco da sua história, de sua trajetória. Onde elas estavam quando você precisou de ajuda para vencer os obstáculos rigorosos da vida? Não perca seu tempo tentando provar algo para alguém que não acompanhou o seu processo.
São apenas pessoas frustradas que não venceram na vida, se fazendo de juízes.
Continue firme em seu propósito.
"Ao invés de ministrar a Palavra de Deus aos que conhecem e não creem, ministre aos que não creem porque não conhecem."
Maldade... quão poderosa é sobre aqueles que a negam ou as não conhecem... para ser bom se faz necessário conhece-la entende-la para subjuga-la;
O mal somente respeita aqueles que o conhecem e respeitam seu poder pois sabem reconhecer aqueles que com prazer sabem retribuir com justiça e sabem diferir muito bem vingança de justiça.
Muitos me perguntam por que eu sumi, mas poucos me conhecem de verdade. Cada um tem o seu mundo, a sua vida, e eu respeito isso. A minha amizade é sincera, mas não espere de mim um bom dia ou uma boa noite, ou que eu vá te visitar ou vice-versa. A minha amizade é diferente, é desapegada, é livre. Eu sou complicada e cheia de problemas, mas se você precisar de mim, eu dou a volta ao mundo para te ajudar e depois vou embora. Não é que eu queira me distanciar, é que existem mais pessoas que precisam de mim. Eu vou fazer a minha missão, sou a alegria daqueles que vivem na solidão. E depois de cumprir, vou ajudar ao próximo. Mas a amizade vai prevalecer, sempre.
Os Seres Vivos sempre começam pelo sabor e, em seguida conhecem o labor. Podemos crer que os dois juntos podem se chamar de Amor.
Eu vivo cercada de pessoas estranhas que não me conhecem, mas me julgam muito bem!
Estou cansada, desanimada com tantas mentiras, minha barriga faz uns sons estranhos e a vassoura insistente esfregando lá fora chama a atenção dos meus pensamentos, consigo ouvir o piado de um pássaro e algumas vozes sussurrando, onde será que ela está, ou será que ela está, minha vontade de olhar para a sociedade é zero, tipo a intolerância, eu não estou perdida, porém me sinto num grande vazio e a vergonha de ter voltado para a situação onde Deus já havia me libertado é maior do que a frustração de ter
perdido tempo, tentando ser uma pessoa boa, eu me tornei meu próprio monstro, que vaga nos próprios pensamentos,
Não sinto vontade de explicar nada para ninguém, nem sei se estou bem ou ruim, continuo digerindo a situação, talvez o melhor que eu tenha a fazer seja esperar e ver se consigo sorrir, nem que seja de lado para as circunstâncias.
Dar um olá para hipocrisia e seguir meu caminho sem me abalar, porque certas rotinas não se mudam e não é atoa que para se chegar a algum lugar você tem vários caminhos, só precisa ter sabedoria para não escolher o pior, mas viver é avançar, caminhar e sobretudo sobreviver as traições e hipocrisias no caminho.
Estou abatida e não ABATIDA, se é que me entendes!
Você poderá me ver cansada, mas jamais me verá desistir do que é certo!
Que Deus me proteja das falsas boas intenções, guie meu caminho e ilumine meus passos!
Quais eram os títulos de Spurgeon, Wesley, Moody, Finney, Edwards? Pouquíssimos conhecem os títulos desses homens, mas quase todos conhecem seus nomes. Quando alguém é mais conhecido pelos títulos ou conquistas pessoais, mais do que pelo caráter e testemunho, alguma coisa está errada! Não necessitamos de títulos! Necessitamos desesperadamente de mais nomes com caráter e testemunho! Nomes que sejam referências para essa geração.
Um Resumo de Uma História de Natal Que Poucos Conhecem
O Natal está chegando e com ele surgem os canceladores, os mal-humorados, carrancudos, os achologos, mal intencionados e um tanto de teorias bizarras acerca do tema. Há muitas versões, fake news e desconhecimento sobre a origem da utilização da árvore de Natal. A lenda do paganismo circula como se fosse verdadeira sobre o tema. Ledo engano, sem nenhuma fundamentação histórica, mas apenas uma guerra de fake news iniciada por católicos no século 15, após a reforma protestante e na era pós-moderna pelo marxismo cultural, com claros objetivos de destruir as tradições cristãs.
A primeira árvore de natal, com o significado atual, foi decorada por Martinho Lutero, na Alemanha. Isso é ponto pacificado entre historiadores e estudiosos de crenças cristãs. É importante saber que Martinho Lutero, antes de ser um homem que ensinava assuntos da espiritualidade, era um professor conhecedor de filosofia e mitologia.
Tudo começa quando Lutero numa noite de inverno vislumbrou o céu estrelado entre as copas dos pinheiros, na Alemanha. Ao perceber o céu intensamente estrelado pareceu-lhe este, um colar de diamantes encima da copa das árvores. Contam que ele ficou tão extasiado com o espetáculo natural que decidiu arrancar um galho do pinheiro e levou para sua casa, na qual, tentou reproduzir o que viu ao ar livre. Ele colocou o pequeno pinheiro em um vaso com terra e chamou sua esposa e filhos e decorou a pequena árvore com pequenas velas acesas presas nas pontas dos ramos. Para a árvore ficar mais bonita e alegre, arrumou papéis coloridos para enfeitar seus ramos. Sobre a copa, representou a estrela cadente, que segundo a história, guiou os reis Magos ao local onde estava o menino Jesus, na cidade de Belém.
A família de Lutero ficou maravilhada com a árvore acesa, o que lhes parecia ter adquirido vida. Lutero quis reproduzir a noite de natal dentro de sua casa e mostrar aos seus filhos, como deveria ser o céu na noite do nascimento do Menino Jesus. Este é um dos motivos, pelos quais, muitos países católicos não aceitavam a árvore de natal e somente o presépio natalino - motivos religiosos.
"Os católicos zombavam do culto de Lutero da mesma forma que do costume da árvore de Natal", explica Döring. Aliás, uma das expressões sarcásticas com que denominavam o protestantismo era "a religião da árvore de Natal". Alois Döring - Etnólogo de Bonn.
A partir desse fato, como estratégia, passaram a associar o costume de Lutero e dos protestantes comemorarem o natal com o paganismo. Poucos sabem, mais esse foi um dos temas mais acalorados de discórdia entre católicos e protestantes. Durante séculos, o símbolo natalino foi distintivo entre católicos e protestantes. Mas a celebração protestante acabou viralizando na Alemanha por volta de 1800, se tornando uma tradição. Já no fim do século 19 a tradição protestante conquistou as salas de estar católicas.
A primeira árvore pública, exposta numa praça e enfeitada com guirlandas, foi registrada no Natal de 1910, em Nova York. Com a propagação do símbolo para além dos limites confessionais, foi desaparecendo gradualmente a tradição protestante e cristã de comemorar o natal. No século 19 criou-se o Papai Noel comercial, isso praticamente sepultou a tradição protestante e cristã do natal.
Portanto, nesse natal permita que essa tradição cristã permeie sua casa. Deixe Cristo nascer dentro de você todos os dias. Não perca a chance de misturar pernil com frutas doces e peru com pêssego; não deixe de comer um bacalhau; e de também comer muitas castanhas regadas ao vinho. Ore com todos e para todos; e agradeça a benção de estarem juntos e em paz!
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Bibliografia:
Fascinanting Facts about Jesus (by Robert Strand) New Leaf Press.
Natal - Os Cristãos Podem Celebrá-lo? (by Christian Apologetics & Research Ministry).
É interessante notar que hoje tem muitos que conhecem “teologias” sem ter nenhuma familiaridade com a Escritura.
Estou sangrando por dentro..
Sorrindo por fora..
Hipócritas, acham que me conhecem..
Meu rosto não me representa..
Não sou o que sinto..
Não sinto o que sou..
Me perdi no caminho.
Tudo aqui é um deserto..
Vc que acha que me conhece..
Vc se engana.. vc não sabe nada de mim..
Falam tanto sobre mim , sem me conhecer ou talvez me conhecem tão pouco e me julgam.. se pelo menos me deixassem transparecer o que realmente sou , mas não! Falam o que escutam por aí.. o que ouvem da boca dos outros .. o meu eu mesmo são poucos que sabem . A minha verdade , minha essência poucos enxergam !! Mas quem realmente me conhece a fundo sabe da minha transparência e isso basta ! Pro resto não preciso provar nada !!! Que falem, que digam que especulem... enquanto isso eu sigo plenissima.
Não conhecem nossas lutas..
Não conhecem nossa força..
Não conhecem nossa caminhada...
Então não podem querer calçar nossos sapatos ...
