Mudar o Mundo
Reformulamos premissas, em estar em um mundo mais relaxado... Já não queremos mais mudar o mundo e, sim, compreendê-lo...
A passagem do tempo, foi um cerimonial de pompas e circunstâncias. Talvez o último antes da definitiva passagem... Inevitável e necessária...
Marilina Baccarat no livro "É mais ou menos assim "
Natal e Ano Novo...
Significa VIDA NOVA!
Difícil mudar o mundo sozinho,
Mas somos sementes fundamentais para torna-lo melhor!
Bênçãos Plenas
O evangelho não existe para mudar o mundo.
Existe para mudar as pessoas, transformá-las em novas criaturas.
O mundo, em breve será destruído, mas as pessoas transformadas pelo evangelho de Cristo viverão eternamente com Ele!
Não podemos mudar o mundo, mas podemos proporcionar através destes conteúdos que as pessoas transformem a si mesmas.
Posso não mudar o mundo, mas só pela minha existência já muidei algo
Tudo que deve aparecer pra você vai aparecer
Cada um segue o seu caminho e você segue o seu.
Não tente querer mudar o mundo ele já está mudando,
nós só temos que contribuir com as nossas mudanças.
Ninguém é capaz de mudar o mundo, mas qualquer um pode fazê-lo um lugar melhor, mudando a si mesmo. Essa não é apenas a melhor forma de fazê-lo, mas, de fato é a única
Eu não quero ser só mais um bosta fazendo peso no mundo. Eu quero fazer história, mudar o mundo para melhor, attravés das minhas cançoes.
Mudar o mundo em que habitamos é missão pra muitos; transformar o mundo que nos habita é revolução pra poucos.
Por acaso
E como se, sozinho, pudesse mudar o mundo! Pudesse deixá-lo melhor, ou pelo menos próximo do ideal. E como que por instrumentos pudesse navegar pelos céus, legislando em causa própria, sendo prepotente, arrogante, egoísta - como nunca fui, como pensei que talvez nunca viesse a ser. E como se de mim dependessem os mais fracos, e fraco, eu não correspondesse às expectativas.
E a véspera do ano novo titubeasse, feito um bêbado as margens da via observando o fluxo do trânsito - como se previsse um acidente. Mas tudo não passa de um grande incidente... Minha presença neste lugar, tais pretensões, tal ausência. Puro acaso!
Em meio a tudo isso, imerso em meu próprio mundo - mesmo que sem intenção - tive a impressão de que o lugar estava ficando menor, diminuindo, diminuindo-me - não de tamanho. De humanidade talvez! Não sei explicar.
E era como se eu esperasse, só esperasse, sem a pretensão da chegada de alguém, as margens da via, da vida - esperasse. Só esperasse. Assim como quem nada espera, só espreita – arguto amiúde, solitário em uma mesa de bar. E como se esperasse a morte, e só a vida se fizesse presente - nas buzinas efusivas dos carros no fluxo fluido da via, e no Tissss... do gás escapando apressado de dentro das garrafas de cerveja, abertas quase todo tempo.
E como se negasse tal ausência... Insólita, visceral, sobre-humana – meu corpo fosse se desfazendo de sua altivez, fosse perdendo sua rigidez; e meus olhos fossem esmaecendo, perdendo o brilho, se apagando; e suas cores fossem se desbotando, se descolorindo, deixando de ser. E ainda sozinho no bar, eu ouvisse cadeiras sendo arrastadas abruptamente, e ouvisse barulho de vidro tinindo no chão e se partindo em mil pedaços, em pedaços tão minúsculos quanto eu naquele momento. E as vésperas do ano novo, semi-anunciado no céu pelos fogos apressados de alguns e pelas milhares de pessoas bêbadas que surgidas do nada, agora me faziam companhia, abraçando-me, oferecendo-me champanhe e celebrando em voz alta enquanto diziam umas as outras, incessantemente: FELIZ ANO NOVO!
E como em todo fim... Felicidade ou tristeza, prazer ou dor, sorrisos ou choro – com ou sem lágrimas. E assim como em todo fim um reinício, uma nova oportunidade de ser o que se quiser ser – diferente de antes, melhor que ontem! De fazer algo por si mesmo, ou de fazer o mundo pequeno diante de teus mais agudos anseios de mudança. E depois de tudo isso... As pessoas ao redor, desconhecidas entre si (em sua maioria) agora se abraçavam, se curtiam, e pareciam felizes de verdade! Se talvez já fosse ano novo... Mas nada era novo ainda! Nem o ano, nem as pessoas, nada. Eu não entendia o porque de tanta inquietação. Era véspera de ano novo! Véspera.
Quando alguém está com raiva por muito tempo, todo esse ódio começa a mudar o mundo. E isso não é um engano, é pessoal.
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