Muda que quando a Gente Muda
Quando já sabemos o que fazer e não fazemos, ou o que não fazer, e fazemos, isso indica apenas que não queremos. ‘Ah mas é porque eu não consigo’. Esse é o ponto: sem uma honesta, legítima e firme vontade, ninguém consegue. Daí a inutilidade de alguém entregar receitas de bolo prontas sobre o que fazer ou o que não fazer, se não estamos dispostos de verdade. Pior ainda se vermos a coisa como ‘obrigação’, e não como ‘movimento inteligente a nosso favor’. Será melhor então ignorar o que temos que fazer e o que temos que evitar, e deixar se manifestarem as consequências dessa negligência, que terão seu preço. Aí sim, quando pagarmos o preço, e doer no ‘bolso da alma’, o aprendizado se engendrará profundamente em nós, e dessa maneira sim passaremos a valorizar (porque passaremos a querer valorizar profundamente) futuros sinais do que é mais auspicioso fazer, e do que é mais auspicioso evitar. E só então enxergaremos como aqueles movimentos são de fato uma manifestação de inteligência, e não os veremos como imposição ao nosso ego.
Quando deixamos coisas tão óbvias serem desfocadas pelas promessas milagrosas de que a coisa vai dar certo, ou o contrário, sofremos. O óbvio sempre será o melhor sinalizador, pelo menos inicialmente.
Quando todas as luzes de fora se apagarem, lembre-se que a maior de todas elas está dentro de você e que é dela que vem a chama que clareia os teus caminhos.
Uma das facetas da imaturidade se manifesta quando achamos que podemos ‘dar um jeitinho’ nas questões existenciais da vida, pela força do braço, como se definições cabalísticas pudessem ser mudadas ao bel prazer de nossas vontades e mimos.
Um problema grave para nós, surge quando esperamos que as pessoas se comportam como queremos, ou como achamos que nos comportaríamos se estivéssemos no lugar delas. O resultado desse tipo de expectativa, na maioria das vezes, é desarmonioso.
“PACIÊNCIA é uma flor rara, difícil de ser cultivada. Poucas pessoas a semeiam. Quando surge o primeiro broto, qualquer imprevisto o aniquila e impede o florescimento. Requer muita dedicação e desprendimento. Nas regiões urbanas ou com grande concentração de pessoas é sempre mais difícil cultivar a PACIÊNCIA. Muitos não conseguem mantê-la simultaneamente em casa e no ambiente de trabalho e acabam optando por um lugar fixo onde ela se adapta melhor. Dizem que é muito útil para quem convive com idosos e crianças. Por uma razão desconhecida, muitas famílias não conseguem manter o cultivo em ambientes com adolescentes. Para os amantes dessa espécie, é preciso insistir na empreitada: semeando, regando e cuidando. A cada vez que ela perece, tente um novo recomeço, porque a beleza da florada compensa o sacrifício e o preço. “
A mediocridade do homem se inicia quando esse se apega na busca da fama, glória e fortuna.Em detrimento ao preenchimento do seu vazio existencial.
Denis Henrique Martins.
Quando a cabeça não se liberta
Das frustrações, inibições
Toda essa força que te aperta
O corpo é que sofre
As privações, mutilações
Eu me importo?
Quando viu as multidões, sentiu compaixão por elas. -
Mateus 9:36
Escritura de hoje : Mateus 9: 35-38
Por que Richard Gilder instalaria um gongo de bombeiros em seu quarto? Como comissário da Tenement House na cidade de Nova York, ele se perguntou o que estava causando tantos incêndios. Mas ele fez mais do que admirar - ele mostrou preocupação genuína. Sempre que um incêndio acontecia em uma das residências, o alarme soava e Gilder corria para investigar.
Temos o mesmo tipo de preocupação com as pessoas famintas, doentes e sofrendo uma opressão cruel? E as multidões que, sem Jesus Cristo, passarão a eternidade no inferno? Quão preocupados estamos com o futuro deles? Compartilhamos a compaixão que motivou nosso Salvador? (Mateus 9:36).
O apóstolo Paulo tinha esse tipo de preocupação. Ele escreveu em Romanos 9: 2: “Tenho grande tristeza e tristeza contínua em meu coração”. Ele ansiava que seus companheiros judeus fossem salvos.
Estamos preocupados o suficiente para orar? Todos nós podemos fazer isso. Nós nos importamos o suficiente para dar? Podemos ser mordomos fiéis e contribuir para o trabalho contínuo do evangelho. E o que dizer de testemunhar? Podemos falar sobre nossa fé a um amigo. Podemos escrever uma carta, distribuir um folheto ou talvez enviar um livro a algum conhecido não-cristão.
Se nos importarmos, faremos algo. —VCG
Refletir e orar
Senhor, dá-me um fardo para os moribundos,
para os perdidos, onde quer que estejam;
Ajude-me a cuidar de que eles estejam indo
para uma eternidade sombria. - Fitzhugh
Amar os perdidos é o primeiro passo para levá-los a Cristo. Vernon Grounds
Em um simples detalhe percebi que as coisas nem sempre acontecem quando queremos, mais quando menos esperamos!
@elidajeronimo
Faxina não se faz somente quando a casa física está imunda, para que haja um equilíbrio entre o plano físico e o espiritual, deve haver limpezas diárias em ambas as partes!
Prisioneiro de mim
Quando olho no porão escuro eu logo me vejo, escondido, recolhido, começo a meditar, onde está aquele pensamento atrevido, aquele anseio e aquele brio, o desejo de puxar a espada, então, vejo que minha jornada pode estar condenada, pois a poesia está enclausurada, sem forças para reagir, aprender, emergir, a cada dia o porão ganha vida, muitos pensamento habitados por lá, uma riqueza na escuridão, o tesouro que não pode ser garimpado, o pirata não tem o mapa, o castelo foi abandonada, nesse lar sem céu, sem estrelas, sem o luar, a mente que não aceita amar, o coração que parou, suspirando com dor, sem barulho, nem ratos e nem morcegos, somente os medos, a covardia, pois a vida é uma pressão, se não entender vira depressão, e nessa escuridão, sem dá oportunidade e sem colocar opinião, digo então, reflexo do rosto é não, seu céu é vermelho, eu triste não me reconheço no espelho, eu falo pra mim, sou mesmo assim um prisioneiro de mim.
Giovane Silva Santos
